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Que coisa má linda!!! Gosto muito! Era o que me enchia as medidas neste preciso momento, a par de um Clio RS phase II e claro, de um 595, se quisesse um brinquedo FWD.
180cv?
Gostava de ter joguinho de pés para isso tudo, mas passei mais tempo a tentar habituar-me ao curso estupidamente curto da caixa, ao pegar da embraiagem "mesmo cá em cima" e a esforçar o cérebro para proibir o pé esquerdo de ir à embraiagem, já que dá para "metê-las" só aliviando o acelerador. No que toca a caixas, foi sem duvida a experiência mais tátil que alguma vez tive. É essencial para a experiência do Biposto.
A 1ª era difícil de meter e a 2ª "arranhava" sempre. Determinação é provavelmente a palavra certa para usar esta caixa. Determinação e rapidez. Não podes estar com meias medidas. Tens de ser incisivo. Quando acertamos no ritmo da coisa, pá, é a loucura. É como disparar um gatilho.
Este 500 envenenado é um animal. Obriga a estar concentradíssimo a toda a hora. Esmaga o pedal do acelerador, e mesmo em reta, tens de usar o volante, que o animal tem vontade própria. Faz isso numa estrada com irregularidades, como eu fiz, e estás sempre a lutar com o bicho. Visceral e memorável.
A posição de condução é uma trampa, parecida com a do meu Swift, duro que nem cornos, ainda mais que o meu Swift. E alguém esqueceu-se do significado de insonorização. O motor está sempre zangado — BRAAAAAP, BRAAAAAAAAAAAAAAAP []
Fiquei surpreendido com o motor. Estava à espera de muito lag e uma faixa de utilização curta, mas não! Puxa sem se queixar desde rpm muito baixas, e tem força em todo o lado, mesmo em altas.
Quando acorda... jaaaaaaasus! É rápido. Mais do que os números sugerem.
Visceral, foi uma injeção de adrenalina vespertina.
Longe de ser perfeito, mas porra, que animal. Não é definitivamente um "daily". O único modo de condução natural no Biposto é mesmo com a faca nos dentes.
A exorbitância que pedem pelo Biposto com todos os molhos quase que parece justificada, após o conduzir[]
Agora multiplicas isso por 2 e tens um 4C[Take 1
Take 2
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Fim de semana muito interessante com muitos quilómetros ao volante dum MX-5 1.5 RF e mais uma oportunidade de colocar as mãos no absurdo, viciante e absolutamente maníaco Biposto.
Consegui uma melhor adaptação à caixa, sobretudo em meter a primeira e segunda.
Como já tinha dito, dá para engrenar velocidades sem recurso à embraiagem, mas dá cá um coice!!!
Tudo o que disse anteriormente mantém-se.
É para conduzir de faca nos dentes. Em modo Sport e perguntamo-nos porquê é que tem um modo Sport. Não havia necessidade nenhuma. Devia ser a configuração standard. Ehehehe
As bacquets são rijas, mas não são desconfortáveis. Mas o carro é duro para xuxu.
Se no primeiro contacto tive a conduzi-lo em estradas que não conhecia bem, neste segundo contacto deu para visitar algumas estradas que conheço bem melhor.
E deu para "sentir" o diferencial realmente funcionar. E é completamente anti-natura.
Abusas na curva, estás à espera que a frente alargue, mas não! Manténs o pé no acelerador, e ele fecha a trajetória. Magia-negra, só pode.
Como gostava de apanhar uma estrada sem ninguém. Deve dar para ritmos completamente malucos a dissecar curvas.
E a forma como isto põe a potência no asfalto é surreal. Deve estar perto dos limites da criatura, ou deve ser ação do diferencial, mas puxar uma segunda obriga a correções na direção. Parece que ganha vontade própria!
Tudo neste carro é absolutamente fantástico. Mesmo estando muito longe de ser perfeito, a experiência é realmente fantástica, até porque mete um pouco de medo[]
O preço é um absurdo sem ela, e ainda mais absurdo com ela, mas a caixa é o componente a ter neste carro. Perderia metade da piada sem aquela alavanca em metal de curso curtinho.
Que animal!
Teria de ter uma coisa destas numa hipotética garagem.
Agora multiplicas isso por 2 e tens um 4C[]
Gostei muito de ler este relato do crash, e realço alguns pormenores, como o nunca ter falado de números de acelerações e velocidades, num mundo onde cada vez se luta mais pelas centésimas, e nunca foi referido equipamentos de conforto x ou y, que cada vez são mais preponderantes em qualquer carro.
É de salutar neste relato a forma como a máquina se liga mecanicamente ao homem, e nada mais importa. Isto é cada vez mais raro hoje em dia, por isso um bem haja aos malucos que ainda perdem horas de trabalho, e com certeza dinheiro, para "oferecer" a outros malucos apaixonados por carros experiências únicas.
Como foi sempre frisado, está longe de ser perfeito, mas o que importa é que há ainda quem se preocupe em fazer por paixão []
Eu também tirei as medidas ao biposto[]
Mas não me apetece escrever, alinho com o crash em muita coisa.
Na caixa pena é ser em H, se fosse sequencial era ouro sobre azul, até porque a 1ª e a 2ª são caprichosas.
Isso e os 4 piscas ligarem-se em travagens fortes, o carro parece uma árvore de natal[]
Eu acho até que com uma caixa mais fácil o carro seria mais rápido, porque a 2ª ás vezes não entra e acaba por se hesitar entre fazer tudo de 3ª ou reduzir para 2ª
São caixas duras e embraiagens duras. O meu Punto por vezes também não gosta de passagens de 1ª para 2ª ou de 2ª para 3ª em regimes baixos. Até se ouve um *clank.* Em regimes altos, no entanto, é bastante suave. Até pensei q fosse dos synchros, mas se fosse disso seria audível em reduções, e não é.Eu acho até que com uma caixa mais fácil o carro seria mais rápido, porque a 2ª ás vezes não entra e acaba por se hesitar entre fazer tudo de 3ª ou reduzir para 2ª
Sim, sim. Eu sei que as dogleg nem têm synchromesh. Estava a referir-me mais em tom geral, não em específico a essa caixa.a caixa do biposto é aquela em que não precisas de usar embraiagem, não tem nada a ver com as "normais"
Sim, sim. Eu sei que as dogleg nem têm synchromesh. Estava a referir-me mais em tom geral, não em específico a essa caixa.
a caixa do biposto é aquela em que não precisas de usar embraiagem, não tem nada a ver com as "normais"