O tópico do linux

Se um repositório já não existir, não é costume haver problema para actualizar, ele dá erro mas é de facto um aviso apenas.

Sim eu sei que actualiza na mesma e que é apenas um aviso, mas fica lá sempre o pontinho de exclamação e eu sou muito picuinhas....
E acho que só sai se eliminarmos o repositório e procurarmos updates novamente.
 
Última edição:
Vou agora instalar o Linux Mint MATE num portátil Toshiba, e depois digo qualquer coisa.

O portátil tem XP. É do meu pai. Conseguiu avacalhar aquilo completamente.
Passo 1: Fazer backups.
Passo 2: Instalar Mint.
Passo 3: Repor backups.
Passo 4: Comprar um MacBook Air.

Menos um com Windows...

OS X e Linux a ganhar quota:

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StatCounter-os-ww-monthly-201304-201405-2.jpeg

Obrigado Windows 8!
Obrigado fim do suporte ao XP!
Obrigado Microsoft!
[:D]
 
Vou agora instalar o Linux Mint MATE num portátil Toshiba, e depois digo qualquer coisa.

O portátil tem XP. É do meu pai. Conseguiu avacalhar aquilo completamente.
Passo 1: Fazer backups.
Passo 2: Instalar Mint.
Passo 3: Repor backups.
Passo 4: Comprar um MacBook Air.

Menos um com Windows...

OS X e Linux a ganhar quota:
(...)
Obrigado Windows 8!
Obrigado fim do suporte ao XP!
Obrigado Microsoft!
[:D]

Assim a olho o OSX cresceu 2(3?)% ao ano, Linux 1%... eu até não me importava que o Windows acaba-se, mas antes era preciso que o OpenGL acompanha-se o DirectX, acabar com o Xorg, melhorar o PulseAudio, um suporte a hardware legacy e current mais estável e mais abrangente e mais software de terceiros.

Até lá, nem todos estão dispostos a usar VMs e/ou dualboot para correr software, e onde tal não é necessário nem todos estão dispostos a se adaptar a software geralmente inferior em termos de funcionalidade e suporte.

Até o miserável Windows 8(8 e 8.1) cresceu mais.
 
Vou agora instalar o Linux Mint MATE num portátil Toshiba, e depois digo qualquer coisa.

O portátil tem XP. É do meu pai. Conseguiu avacalhar aquilo completamente.
Passo 1: Fazer backups.
Passo 2: Instalar Mint.
Passo 3: Repor backups.
Passo 4: Comprar um MacBook Air.

Menos um com Windows...

OS X e Linux a ganhar quota:

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Ver anexo 122965

Obrigado Windows 8!
Obrigado fim do suporte ao XP!
Obrigado Microsoft!
[:D]

Bem, o Linux aqui tem uma vitória à la PS nas Europeias...
 
(...)
Até o miserável Windows 8(8 e 8.1) cresceu mais.

Bem, o Linux aqui tem uma vitória à la PS nas Europeias...

Têm de olhar para a perspectiva da tendência.
O W8 cresceu às custas do XP e Vista.
Linux e OS X cresceram às custas dos que não gostaram do W8...

E porque é que a tendência é importante?
Porque uma das razões pelas quais as pessoas mudam de Windows A para Windows B, é porque
nunca experimentaram o OS X ou Linux, nem conhecem ninguém que use e possa aconselhar a
usar.

É o efeito de rede.

O mesmo efeito que me levou a dizer que o Windows Phone não tinha hipóteses, mas que ainda
poderia haver hipótese para a MS nos tablets. Ou seja, o iPhone e o Android já tinham adquirido
massa crítica para o efeito de rede quando o Windows Phone chegou ao mercado.
Já há 30 anos se podia ver o efeito de rede, onde em Portugal todos tinham Sinclair ZX Spectrum,
enquanto nos EUA todos tinham um Commodore C64. Cada um ganhou massa crítica no seu
mercado, e o outro era residual (em Portugal eu conhecia um porradão de gajos com o Spectrum,
mas só um com um C64, um com um BBC, e outro com um TI-99/4A).

Qualquer crescimento num contexto destes é no mínimo penoso, para não dizer impossível.
Normalmente depende de erros cometidos por quem detém a massa crítica no efeito de rede.

Ora, a Microsoft cometeu um erro com o W8.
Há pessoas a mudar para UNIX-like.
E isso significa que haverá mais pessoas que podem influenciar outros a mudar.

O ano passado estive num projecto onde ninguém tinha Linux nos computadores de trabalho.
Eram 8 computadores com Windows.
Cheguei lá com Linux.
Saí de lá passado 1 ano.
Nessa altura ficaram a 50%. 4 Linux e 4 Windows.

Agora estou noutro projecto (há cerca de 3 meses), e noutras instalações, e cheguei lá com
um Mac. Quando cheguei havia 2 MacBook Pro e 1 iMac. Já estão lá pelo menos mais 2 MBP.
A contar com o meu, já são 5 MBP e 1 iMac. E já há mais pessoal a pedir para trocar para MBP.

As coisas não mudam... vão mudando.
Há que ter calma.
 
Isso é verdade. Então no caso do Linux é especialmente verdade. Há que ter mesmo muita calma e paciência.

Ou não...
É líder em tudo, excepto desktops/laptops.

A maioria das pessoas nem se apercebe que usa Linux todos os dias.
No telemóvel...
Nos routers...
No carro...
Na TV...
Nos servidores a que acede quando usa a Internet...
etc.

Só falta mesmo meterem aquilo no computador.
Isto porque ainda não há fabricantes de desktops/laptops a integrarem isto
de origem nos sistemas que vendem. Porque os fabricantes de TV, auto-rádios,
routers, servidores, telemóveis, etc. já o fazem.
 
Existem uns quantos modelos, agora o sucesso de vendas é que a coisa pode não ser famosa.

É o mesmo que nada.
É pior que o Windows Phone, pelo menos esse ainda tem uma marca famosa
a tentar vender o sistema. O Linux não tem nada disso. O Linux tem apenas
fabricantes desconhecidos, ou então sistemas franja em fabricantes conhecidos
(como os Windows Phone que existem fora da Nokia).
O sucesso de vendas é igual ao Windows Phone.
 
Temos é países que estão a implementar Linux na Administração Pública...
E a diferença que isso faz nota-se.

Enquanto Portugal tem cerca de 1%, Espanha tem cerca de 3%.

França:

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StatCounter-os-FR-monthly-201304-201405.jpg
 
Ou não...
É líder em tudo, excepto desktops/laptops.

A maioria das pessoas nem se apercebe que usa Linux todos os dias.
No telemóvel...
Nos routers...
No carro...
Na TV...
Nos servidores a que acede quando usa a Internet...
etc.

Só falta mesmo meterem aquilo no computador.
Isto porque ainda não há fabricantes de desktops/laptops a integrarem isto
de origem nos sistemas que vendem. Porque os fabricantes de TV, auto-rádios,
routers, servidores, telemóveis, etc. já o fazem.

O linux é excelente para sistemas naturalmente limitados e com um leque delimitado de funcionalidades. Quando se amplia a complexidade, começam os problemas.

O próprio Linus o diz nesta entrevista:
 
O linux é excelente para sistemas naturalmente limitados e com um leque delimitado de funcionalidades. Quando se amplia a complexidade, começam os problemas.

O próprio Linus o diz nesta entrevista:

Nopes.
Não diz nada disso. Antes pelo contrário.
O Linux pode ser usado para qualquer coisa.

O que ele está a referir é:

1.
A dificuldade de desenvolver o Linux, porque há uma enorme variedade de hardware a
suportar. Algo que não acontece nos smartphones e tablets, onde o Linux funciona na
boa porque as diferenças de hardware a suportar são poucas.

2.
Para as pessoas que usam um computador apenas porque precisam de o usar, é
difícil convencê-los a mudar o modo como estão habituados a fazer as coisas. O que
de certo modo acaba por ser uma vantagem para o Linux e OS X quando a MS fez
o W8.

Outra coisa que ele referiu, e que é a razão pela qual o OS X e Linux vão progressivamente
aumentando a sua quota no mercado dos desktops/laptops, é que este mercado vai ser
cada vez mais um nicho de especialistas, em lugar de ser o mercado tradicional dos
utilizadores finais, que vão mudando naturalmente para os tablets (porque a maioria é
maioritariamente um consumidor de conteúdos, para o qual um tablet resolve as suas
necessidades sem ser necessário um laptop/desktop).

Ou seja, à medida que os desktops/laptops vão ficando apenas para os profissionais, a
quota de mercado dos OS X e Linux vai aumentar, porque grande maioria dos profissionais
não pretende apenas fazer o que necessita fazer, quer fazê-lo de forma o mais produtiva
possível, e com o custo/benefício mais baixo possível. E por isso está aberto a explorar
outras soluções, outros sistemas.

Por alguma razão a Microsoft insiste tanto em:
- Windows Phone (apesar de não vender nada)
- Surface (apesar de vender ainda menos)
- mudar o nome para Devices and Services (em lugar de Software)

O mercado de consumo vai abandonar os laptops e desktops, e a Microsoft quer estar
onde a Apple (iOS) e a Google (Android/Linux) já estão há muito tempo e em domínio
absoluto.

Desktop/laptops vão ficar apenas para os profissionais. Aliás, basta ver que com os
dekstops já é assim (praticamente já só se encontram nas empresas).

E digo isto com grande pena, porque como eu preciso de laptops, preferiria que as
pessoas (consumidores) continuassem a comprar laptops (para o volume de negócio
ser suficiente para baixar os preços). Ou seja, no futuro, é previsível que os laptops
venham a ficar mais caros...
 
Nopes.
Não diz nada disso. Antes pelo contrário.
O Linux pode ser usado para qualquer coisa.

O que ele está a referir é:

1.
A dificuldade de desenvolver o Linux, porque há uma enorme variedade de hardware a
suportar. Algo que não acontece nos smartphones e tablets, onde o Linux funciona na
boa porque as diferenças de hardware a suportar são poucas.

2.
Para as pessoas que usam um computador apenas porque precisam de o usar, é
difícil convencê-los a mudar o modo como estão habituados a fazer as coisas. O que
de certo modo acaba por ser uma vantagem para o Linux e OS X quando a MS fez
o W8.

Outra coisa que ele referiu, e que é a razão pela qual o OS X e Linux vão progressivamente
aumentando a sua quota no mercado dos desktops/laptops, é que este mercado vai ser
cada vez mais um nicho de especialistas, em lugar de ser o mercado tradicional dos
utilizadores finais, que vão mudando naturalmente para os tablets (porque a maioria é
maioritariamente um consumidor de conteúdos, para o qual um tablet resolve as suas
necessidades sem ser necessário um laptop/desktop).

Ou seja, à medida que os desktops/laptops vão ficando apenas para os profissionais, a
quota de mercado dos OS X e Linux vai aumentar, porque grande maioria dos profissionais
não pretende apenas fazer o que necessita fazer, quer fazê-lo de forma o mais produtiva
possível, e com o custo/benefício mais baixo possível. E por isso está aberto a explorar
outras soluções, outros sistemas.

Por alguma razão a Microsoft insiste tanto em:
- Windows Phone (apesar de não vender nada)
- Surface (apesar de vender ainda menos)
- mudar o nome para Devices and Services (em lugar de Software)

O mercado de consumo vai abandonar os laptops e desktops, e a Microsoft quer estar
onde a Apple (iOS) e a Google (Android/Linux) já estão há muito tempo e em domínio
absoluto.

Desktop/laptops vão ficar apenas para os profissionais. Aliás, basta ver que com os
dekstops já é assim (praticamente já só se encontram nas empresas).

E digo isto com grande pena, porque como eu preciso de laptops, preferiria que as
pessoas (consumidores) continuassem a comprar laptops (para o volume de negócio
ser suficiente para baixar os preços). Ou seja, no futuro, é previsível que os laptops
venham a ficar mais caros...

Quando referiste os routers, smartphones, tablets, TV, carro, etc, todos eles têm uma coisa em comum. São equipamentos feature driven, com um leque limitado de periféricos/assessórios e funcionalidades, onde os sistemas linux based reinam. Porquê? É um sistema altamente modular e personalizável, aberto, onde a sua principal desvantagem não se evidencia, não há necessidade de abstracções e suportes que não os necessários para o caso.

Como o Linus indica e muito bem, quando surge a necessidade de abstracção e suporte, torna-se tudo mais difícil e inconstante. Acaba no fundo por competir com sistemas que nesse campo são imensamente superiores no que suporte ao hardware diz respeito.

Esse é para mim o grande principal problema do Linux, de que serve um core seguro, personalizável e eficiente, quando este não consegue comunicar em pleno com o hardware a que está ligado. Existe na generalidade um sentimento de incompatibilidade, pois muitas vezes o utilizador está privado de utilizar em pleno as capacidades do hardware da sua máquina. Já para não falar da instabilidade.

Quanto ao resto que referes e que estava presente no video, concordo em absoluto. No entanto eu não declararia assim tão rápido a morte do desktop/laptop para quem consome conteúdos. Estamos longe da unificação necessária para que muitos abandonem por completo o desktop/laptop.
 
O tópico do linux

Nopes.
Não diz nada disso. Antes pelo contrário.
O Linux pode ser usado para qualquer coisa.

O que ele está a referir é:

1.
A dificuldade de desenvolver o Linux, porque há uma enorme variedade de hardware a
suportar. Algo que não acontece nos smartphones e tablets, onde o Linux funciona na
boa porque as diferenças de hardware a suportar são poucas.

Esta é uma dificuldade com que qualquer OS generalista se depara. Não vejo que o Linux pudesse ser diferente. Mas até é de estranhar que seja apresentada pelo Torvals como uma grande dificuldade, porque já vi muitos defensores do Linux dizer precisamente o contrário, isto é, que o Linux consegue trabalhar com quase tudo o que é periférico de forma quase automática.

No fundo acho que o que o Linus Torvals diz, e o que o Audigy queria dizer, é que quando se pede ao Linux para ser um canivete suíço, tal como se pede ao Windows por exemplo, o Linux acaba por se revelar um OS tão imperfeito quanto qualquer outro.
 
Esta é uma dificuldade com que qualquer OS generalista se depara. Não vejo que o Linux pudesse ser diferente. Mas até é de estranhar que seja apresentada pelo Torvals como uma grande dificuldade, porque já vi muitos defensores do Linux dizer precisamente o contrário, isto é, que o Linux consegue trabalhar com quase tudo o que é periférico de forma quase automática.

No fundo acho que o que o Linus Torvals diz, e o que o Audigy queria dizer, é que quando se pede ao Linux para ser um canivete suíço, tal como se pede ao Windows por exemplo, o Linux acaba por se revelar um OS tão imperfeito quanto qualquer outro.

Estás a misturar dois pontos de vista opostos.

1. (a vermelho)
Do ponto de vista do utilizador é isso mesmo: trabalha com tudo de forma automática.

2.
O Linus referia-se ao ponto de vista dele: quem desenvolve.
Para quem desenvolve é lixado, porque é a equipa do kernel que tem de incluir no próprio
kernel todos os drivers para que do ponto de vista do utilizador seja tudo automático.

Quanto ao Windows vs Linux... não tem nada a ver.
A Microsoft não tem nenhum dos problemas que o Linus tem, porque a Microsoft não precisa
de desenvolver os drivers para o hardware, são os fabricantes desse hardware que desenvolve
os drivers, e é o utilizador que tem de se preocupar com isso. No caso do Linus, é a equipa do
kernel que desenvolve tudo e inclui no kernel para que o utilizador não tenha que se preocupar.

Portanto, o Linux sempre foi um canivete suíço, coisa que o Windows nunca foi nem nunca
será. Ninguém pediu ao Linux para ser um canivete suíço, tal como ninguém pede ao Windows
para o ser. A diferença é que a Microsoft tem quem faça por eles. O Linus não (vai tendo,
principalmente nas áreas onde o Linux é mais usado, mas nas áreas ligadas ao consumidor
final tem muito pouco).
 
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