O professor

mas a verdade é que com o magalhães hoje em dia os putos têm facilidades acrescidas.... se não vejamos:

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foram 30x em menos de 5 segundos... [:D]

[:)][:)][:)][:)][:)]
 
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Como pai de crianças em idade escolar, acho que acabamos sempre por pecar por excesso ou por defeito quando se fala em educação, pedagogia, ensino, mediante situaçóes que nos sao contadas e portanto, das quais conhecemos mal os contornos.
Antes de mais um reparo: o titulo do topico é um exagero e uma falta de educação. Há inumeras formas de apresentar os assuntos, mesmo que estejamos convencidos que temos toda a razão.

Ao contrário de mtos eu não defendo a epoca da "outra senhora"...acho que é um exagero dizer que antes é que as coisas funcionavam bem e que agora é uma pouca vergonha. Nao concordo. Eu "sou do tempo" dos castigos fisicos nas escolas, das regras quase militares da sala de aula, das metodologias de ensino que em nada privilegiavam a capacidade de aprendizagem dos alunos e a sua individualidade, antes os tentavam formatar todos da mesma forma. E ainda bem que esse tempo já lá vai. Nao me sinto dignificado nem acho que cresci e me fiz homem pelo numero de "bordoadas" que levei e não é certamente isso que pretendo para os meus filhos, enquanto alunos e enquanto pessoas.
E as generalidades, como sempre, enganam. Há por aí mto criminoso que teve certamente bons professores e levou umas valentes "castanhas" em miudo e nem por isso será um ser humano exemplar...

Por outro lado, a desresponsabilização e demissão do papel de pais como elementos fundamentais na educação e aprendizagem é algo que me choca. As crianças são incentivadas e ser individualistas, a conseguirem tudo com a lei do minimo esforço e não sao ensinadas a falhar. E quando falham, é-lhes incutido que falharam sempre por culpa de alguem, tenha sido um amigo "má companhia", um "professor parvalhão", um director iresponsavel, um colega baldas, enfim...desculpas nunca faltam, menos aquilo que é geralmente a realidade: os pais falham em toda a linha como exemplos e modelos.

Se eu coloco os meus filhos de castigo qd se comportam de forma incorrecta, tenho que aceitar que quem é responsavel por eles numa sala de aula tenha tambem esse papel disciplinador e orientador, se necessario. O que nao quer dizer que me demita de saber exactamente o que aconteceu e nao fale directamente com professor. E faço-o sempre que posso e nas reuniões destinadas para o efeito e não só quando há problemas...afinal, se eu tento medir bem a minha actuação antes de colocar um filho meu de castigo ou de o repreender, tenho que perceber as razões de outra pessoa, seja ela professor ou catequista, para repreender ou castigar. E mesmo que nao concordasse com a razão nunca confrontaria o professor diante do miudo...acho que se deve funcionar como em casa: se o pai diz que é assim, a mae nao deve contradizer ou desculpabilizar e o contrario tambem.

Em relação a esta situação concreta: não acho que a criança vá ficar traumatizada ou marcada para toda a vida, por ter sido colocada de castigo. Acho igualmente que o user deve tentar uma aproximação ao professor pq, por alguns posts, percebe-se já bastante desconfiança e desagrado. Perceber igualmente se o miudo confabulou (omitiu ou modificou a historia) dado que é frequente nestas idades.

Ao falar com o professor tentar perceber se a situação foi tao lesiva para a aula ou se o comportamento foi tao inadequado para a repreensão e o castigo em questão, dado que me parece (pessoalmente) efectivamente exagerado o "escrever 300 vezes no quadro" diante dos colegas. Náo sendo professor, duvido muito da sua utilidade e eficacia pedagógica e questiono-me se uma repreensao oral com um acrescimo de trabalho para casa com apresentação diante de toda a turma no dia seguinte nao teria o mesmo efeito dissuador de comportamento indisciplinado. Mas isso sou eu...e se me fosse explicada a importancia da metodologia, nao a questionaria, claro.
 
Última edição:
Eu uma vez escrevi 920 vezes:

O Comportamento é muito importante para a avaliação.

(921...[:D])

920?
É um número invulgar![:D]

Eu escrevi 100x "Não vou tornar a fazer gestos feios durante a aula"
Mas teve de ser em casa, não foi durante as aulas.[:D][:D]

Ah, mas isto foi um castigo secundário. O primeiro castigo foi ir logo para a rua.[:D]
 
Defacto se o professor exigísse as 300 vezes era abusivo, mas como era uma meneira de dizer até ao final da aula, perfeitamente de acordo. Digo isto e sou aluno. Nada a apontar ao professor no meu ponto de vista. No meu tempo (e nao é assim á tanto) levava umas boas palmadas no rabo quando errava a tabuada ou um problema, e o meu pai dizia "Nao tenha pena, dê-lhe para baixo" [;)]
 
Conta lá. Que outra responsabilidade é que havia? Elucida-nos, se não te incomodar...



Acho que estás equivocado. Antes de mais nada, desequilibrados são muitos dos pais para quem a escola serve apenas como depósito dos filhos.

Os mesmos que não lhes sabem dar educação alguma e que, volta e meia, aparecem com a conversa de que já não têm mão nos filhos, pedindo que seja a escola a tratar da situação em casa.Ou a queixar-se das agressões do filhinho que criaram tão mimado.

Basta ler o que iniciou este tópico para perceber como está na moda desresponsabilizar os filhos de qualquer comportamento menos próprio que exibam. E isto não é exclusivo das escolas. É em todo o lado que encontramos exemplos de cachopos mal educados. Também temos muitos com educação, mas esses cada vez vivem pior nas escolas, à conta dos selvagens que por lá pululam.

Agora, incrível é a atitude que mostras para com os professores, que será certamente a ponta do iceberg de muita falta de respeito semelhante. Nota, não tens que dar carta branca a ninguém porque só faltava agora que um professor, para exercer a sua actividade, precisasse da carta branca de pessoas como tu. Tem que trabalhar de acordo com a legislação, com os documentos reguladores da sua actividade, como o estatuto da carreira docente ou o regulamento interno da sua escola, mas só faltava agora que tu tivesses o direito de o controlar pessoalmente. A desfaçatez com que a arrogância de algumas pessoas se manifesta é surpreendente.



Para que o ramalhete fique completo, faltava juntar a aberração aqui escrita. Associar a pedofilia à autoridade de um professor que certamente julgas desnecessária. A estupidez de um comentário deste é tal que qualifica imediatamente quem o escreveu. Especialmente se recordarmos quem são, estatisticamente, os principais responsáveis pelo flagelo da pedofilia: os progenitores das crianças.
Meu caro, se despejas toda essa diarreia e partes para o insulto pessoal apenas para rebater a ideia de que o papel dos pais não deve ser o de aceitar cegamente todas as acções dos professores que são somente pessoas - com todas as virtudes e todos os defeitos que isso possa acarretar, sendo verdade que dei exemplos extremos e raros mas, ainda assim, verdadeiros, então o problema é inteiramente teu, e só confirma a ideia que tenho sobre uma boa parte da "classe".

E agora vou-me limitar a retribuir a reputação negativa, dar uso pela primeira vez à ignore list, e retirar-me por completo da discussão, que com o teu comentário atingiu um nível demasiado baixo para eu me sentir confortável na mesma.
 
Um bocado de off-topic: acho que de vez em quando é necessário tentar resumir melhor as idéias. Este tópico é bem exemplo disso, um gajo começa a ler e em 50 ou 60 posts encontra 10 ou 15 "testamentos". Acho que qualquer coisa acima de 2 pagágrafos ou 8 ou 10 linhas torna-se extremamente chato, a não ser que quem leia esteja REALMENTE muito interessado...
Falando por mim, quando encontro tópicos deste tamanho, tenho tendência em passar adiante. E está provado através de pesquisas online que não sou apenas eu. [;)]
Bem, é apenas uma opinião e não uma crítica pessoal a quem gosta de escrever "testamentos".
 
O historial do professor pouco interessa para o caso, se o miúdo realmente desrespeitou as regras da sala de aula, deve ser castigado, ora pois claro.

Agora o miúdo chegou a casa e não lhe foste dizer que ele é que tinha razão, pois não? :confused:

O único erro que o professor fez foi madá-lo escrever durante a aula...em vez de mandar para casa, e devolver assinado pelo encarregado de educação. Era um castigo muito mais bem aplicado fazê-lo perder tempo de "liberdade", decerto não se esqueceria tão cedo.

Eu sou só um jovem, não tenho filhos, mas suspeito que a atitude correcta nunca deve ser desautorizar o professor (não julgo que o tenhas feito frente ao teu filho).
 
Meu caro, se despejas toda essa diarreia e partes para o insulto pessoal apenas para rebater a ideia de que o papel dos pais não deve ser o de aceitar cegamente todas as acções dos professores que são somente pessoas - com todas as virtudes e todos os defeitos que isso possa acarretar, sendo verdade que dei exemplos extremos e raros mas, ainda assim, verdadeiros, então o problema é inteiramente teu, e só confirma a ideia que tenho sobre uma boa parte da "classe".

E agora vou-me limitar a retribuir a reputação negativa, dar uso pela primeira vez à ignore list, e retirar-me por completo da discussão, que com o teu comentário atingiu um nível demasiado baixo para eu me sentir confortável na mesma.

Eu é que parti para o insulto pessoal, quando tu chegaste ao ponto de associar a pedofilia com a autoridade de um professor? Isto será certamente o que chamas de baixo nível, não? Confesso que a minha tolerância a comentários como os teus, cada vez mais frequentes, está num mínimo histórico. Não ficam sem resposta.

Que a tua ideia sobre a "classe", como lhe chamas, é essa já todos nós percebemos. Fazes parte desse grupo de traumatizados sociais que só sabem disparar sobre professores. Não és nem original nem racional e a tua exclusão deste tópico só pode ser vista como um alívio.

Quanto à reputação negativa, só valorizo a opinião de quem respeito, o que manifestamente não é o caso.
 
Em primeiro lugar, acho que o professor merece respeito. Chamar "parvalhão" sem mais nem menos não abona em nada a favor de ninguém.

Em segundo lugar, após tomar conhecimento do ocorrido, falava com o Director de Turma e este tentava perceber o que se tinha passado.

Em terceiro, uma pequena chamada de atenção, por parte do pai, ao aluno pela sua atitude só fazia bem e era bem pedagógica.

Em quarto, queixam-se com 300 vezes? Já mandei escrever bem mais vezes que isso. Obviamente que o aluno não fez tudo o que pedi, mas serviu para ele reflectir um pouco sobre a sua atitude.

Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.

Em sexto, eduquem os miúdos para serem responsáveis e não como "flores de estufa".
 
Em primeiro lugar, acho que o professor merece respeito. Chamar "parvalhão" sem mais nem menos não abona em nada a favor de ninguém.

Em segundo lugar, após tomar conhecimento do ocorrido, falava com o Director de Turma e este tentava perceber o que se tinha passado.

Em terceiro, uma pequena chamada de atenção, por parte do pai, ao aluno pela sua atitude só fazia bem e era bem pedagógica.

Em quarto, queixam-se com 300 vezes? Já mandei escrever bem mais vezes que isso. Obviamente que o aluno não fez tudo o que pedi, mas serviu para ele reflectir um pouco sobre a sua atitude.

Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.

Em sexto, eduquem os miúdos para serem responsáveis e não como "flores de estufa".
Ora nem mais! Se assim fosse Portugal era um país mais tranquilo e respeitador.

Venham mais professores assim! [;)]
 
Em primeiro lugar, acho que o professor merece respeito. Chamar "parvalhão" sem mais nem menos não abona em nada a favor de ninguém.

Em segundo lugar, após tomar conhecimento do ocorrido, falava com o Director de Turma e este tentava perceber o que se tinha passado.

Em terceiro, uma pequena chamada de atenção, por parte do pai, ao aluno pela sua atitude só fazia bem e era bem pedagógica.

Em quarto, queixam-se com 300 vezes? Já mandei escrever bem mais vezes que isso. Obviamente que o aluno não fez tudo o que pedi, mas serviu para ele reflectir um pouco sobre a sua atitude.

Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.

Em sexto, eduquem os miúdos para serem responsáveis e não como "flores de estufa".

Precisamente! Felizmente nao sou professor. Acho que teria menos paciencia para os pais do que para os miudos!
 
Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.

Essa tb é a minha duvida: até que ponto é disciplinador, pedagogico ou correctivo sequer um miudo cumprir o "castigo" diante da turma. servir de exemplo? ou chacota geral? Pq tenho algumas duvidas que durante o restante periodo o professor tenha conseguido manter um ambiente minimamente proveitoso para o normal desenrrolar da aula... digo eu sem conhecer a situação. Já nao falando do miudo em questão nao me parece que o restante grupo retire grandes dividendos,a olhar para o colega a escrever as frases.
Mas, mais uma vez, se tal metodologia comprovadamente surtir efeito, nao vem grande mal á criança nem ao mundo, por isso...
 
Em primeiro lugar, acho que o professor merece respeito. Chamar "parvalhão" sem mais nem menos não abona em nada a favor de ninguém.

Em segundo lugar, após tomar conhecimento do ocorrido, falava com o Director de Turma e este tentava perceber o que se tinha passado.

Em terceiro, uma pequena chamada de atenção, por parte do pai, ao aluno pela sua atitude só fazia bem e era bem pedagógica.

Em quarto, queixam-se com 300 vezes? Já mandei escrever bem mais vezes que isso. Obviamente que o aluno não fez tudo o que pedi, mas serviu para ele reflectir um pouco sobre a sua atitude.

Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.

Em sexto, eduquem os miúdos para serem responsáveis e não como "flores de estufa".

Muito bem, Jota17!
 
Essa tb é a minha duvida: até que ponto é disciplinador, pedagogico ou correctivo sequer um miudo cumprir o "castigo" diante da turma. servir de exemplo? ou chacota geral? Pq tenho algumas duvidas que durante o restante periodo o professor tenha conseguido manter um ambiente minimamente proveitoso para o normal desenrrolar da aula... digo eu sem conhecer a situação. Já nao falando do miudo em questão nao me parece que o restante grupo retire grandes dividendos,a olhar para o colega a escrever as frases.
Mas, mais uma vez, se tal metodologia comprovadamente surtir efeito, nao vem grande mal á criança nem ao mundo, por isso...

Com certeza que o professor aproveitou, com o castigo, para meter respeito à turma. Eu ainda sou estudante e sei bem o efeito que faz numa turma um professor, por exemplo, mandar alguém para a rua. Mais ninguém pia [:D]
 
Última edição:
Um bocado de off-topic: acho que de vez em quando é necessário tentar resumir melhor as idéias. Este tópico é bem exemplo disso, um gajo começa a ler e em 50 ou 60 posts encontra 10 ou 15 "testamentos". Acho que qualquer coisa acima de 2 pagágrafos ou 8 ou 10 linhas torna-se extremamente chato, a não ser que quem leia esteja REALMENTE muito interessado...
Falando por mim, quando encontro tópicos deste tamanho, tenho tendência em passar adiante. E está provado através de pesquisas online que não sou apenas eu. [;)]
Bem, é apenas uma opinião e não uma crítica pessoal a quem gosta de escrever "testamentos".

Eu sou ao contrario: frases curtas chegam-me as que leio no telemovel. Pessoalmente gosto de desenvolver bem as ideias. O que mais me incomoda sáo opiniões que nao se sabe bem o que são, pq limitam-se a uma fase com alguns smiles à mistura. Podem até ser sinonimo de capacidade de sintese ( geralmente e infelizmente não é...) mas tb nao me incomoda nada que nao leiam nem um paragrafo do que escrevo..[:D]
OT. Siga para Bingo.
 
Eu sou ao contrario: frases curtas chegam-me as que leio no telemovel. Pessoalmente gosto de desenvolver bem as ideias. O que mais me incomoda sáo opiniões que nao se sabe bem o que são, pq limitam-se a uma fase com alguns smiles à mistura. Podem até ser sinonimo de capacidade de sintese ( geralmente e infelizmente não é...) mas tb nao me incomoda nada que nao leiam nem um paragrafo do que escrevo..[:D]
OT. Siga para Bingo.


Isso depende um bocado. Está provado cientificamente por A+B que ler no computador é muito mais cansativo do que em papel. Eu também gosto de desenvolver as idéias e de ler jornais, revistas e livros, mas confesso que no computador textos muito grandes tornam-se um bocado chatos, é muita informação em pouco espaço. Daí achar que "online" é mais produtivo resumir ao essencial ;)

Faz o teste: experimenta ler um livro todo online. Chegas à pagina 20 e parece que já leste todos os volumes do Senhor dos Anéis
 
Em primeiro lugar, acho que o professor merece respeito. Chamar "parvalhão" sem mais nem menos não abona em nada a favor de ninguém.

Em segundo lugar, após tomar conhecimento do ocorrido, falava com o Director de Turma e este tentava perceber o que se tinha passado.

Em terceiro, uma pequena chamada de atenção, por parte do pai, ao aluno pela sua atitude só fazia bem e era bem pedagógica.

Em quarto, queixam-se com 300 vezes? Já mandei escrever bem mais vezes que isso. Obviamente que o aluno não fez tudo o que pedi, mas serviu para ele reflectir um pouco sobre a sua atitude.

Em quinto, o máximo que pode ser criticável é o facto das 300 vezes serem feitas na aula e o aluno perder a matéria que está a ser leccionada.


Em sexto, eduquem os miúdos para serem responsáveis e não como "flores de estufa".

Está tudo dito. Podenm encerrar...
 
920?
É um número invulgar![:D]

Eu escrevi 100x "Não vou tornar a fazer gestos feios durante a aula"
Mas teve de ser em casa, não foi durante as aulas.[:D][:D]

Ah, mas isto foi um castigo secundário. O primeiro castigo foi ir logo para a rua.[:D]

920 das seguintes aulas:

Aula de Inglês - 200 vezes
Aula de Formação Cívica - 600
Aula de Educação Músical - 20 com 100 mais tarde

Foi uma semana memorável.Oh 5º ano...[:D]
 
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