O professor

Se calhar 300 vezes é um exagero, mas concordo com o "castigo". Seria mais fácil ao Professor nada fazer, mas aí não estaria a cumprir com a sua missão.

Acho que a falares com o professor, devias agradecer-lhe o facto de levar a educação dos miúdos a sério. Se todos os Professores fossem assim, os miúdos seriam mais bem educados...
 
Acho lamentavel certas afirmações que aqui se fazem, pois na verdade alguns dos participantes, falam sem conhecimento de causa, ou não se lembram que tambem já tiveram 10 anos e as tropelias que faziam na altura.
Já aqui afirmei, que acho que os alunos devam ser castigados quando for o caso disso, só achei desproporcionado o castigo.
Conheço o filho que tenho, que é até bastante introvertido. Nas férias de natal, perguntei ao dito professor, como é que ia o miudo e ele respondeu-me que não sabia, pois ele nunca falava. Por isso já podem ver que ele não é daqueles miudos que está sempre a interromper a aula. Eu quando andava na escola era bem pior que ele.

Para mim, por muito que agora te expliques, o título do tópico diz muito sobre a tua posição perante os professores.
 
Escrever uma frase 300 vezes por não pôr o dedo no ar? :sh)
O miúdo, talvez com o impulso e a ansiedade de responder acertadamente à pergunta (sabemos muito bem como é... todos ficávamos satisfeitos por ter a resposta certa na ponta da língua), não pôs o dedo no ar e passa um par de horas em frente ao quadro a escrever uma frase?!
Parvalhão é o mínimo que eu chamaria a esse professor. Há professores que sabem disciplinar (mérito lhes seja dado) e há outros completamente incapazes de educar pessoas.
O que eu faria? Uma reunião com o director de turma para saber se para atitudes de "indisciplina" (enfim...) como a que o miúdo teve, este tipo de castigo é usual e aceitável naquela escola.
 
Acho lamentavel certas afirmações que aqui se fazem, pois na verdade alguns dos participantes, falam sem conhecimento de causa, ou não se lembram que tambem já tiveram 10 anos e as tropelias que faziam na altura.
Já aqui afirmei, que acho que os alunos devam ser castigados quando for o caso disso, só achei desproporcionado o castigo.
Conheço o filho que tenho, que é até bastante introvertido. Nas férias de natal, perguntei ao dito professor, como é que ia o miudo e ele respondeu-me que não sabia, pois ele nunca falava. Por isso já podem ver que ele não é daqueles miudos que está sempre a interromper a aula. Eu quando andava na escola era bem pior que ele.

Parece ser mais complicado do que há partida se dá a entender. De resto a maneira como "mimas" o professor não abona muito a favor da tua parcialidade.

Se o miudo é calado e mesmo assim levou com um castigo desses por falar por não ter colocado o dedo no ar.... Da maneira como contas o sucedido parece que há alguma falta de bom senso por parte do dito professor.
 
Última edição:
Tens de ver o lado positivo da coisa,

o teu filho nunca mais se engana ao escrever estas 5 palavras. O que o professor fazia bem era mandá-lo escrever 300 vezes fizeste, foste, arrumaste, andaste, etc... assim era certo que ele nunca mais na vida escreveria fizes-te, fos-te, arrumas-te, andas-te...

fica a sugestão. [:D]
 
Agora numa perspectiva mais séria, ainda que tenho sido a aula toda a escrever, é capaz de ter servido de lição. Duvido que ele amanhã faça a mesma coisa. Não foi um castigo violento nem nada que transforme o teu filho num serial killer. Até pode ser saudável ;)
 
Nunca ninguém vai saber o que se passou, o miúdo até pode ter razão mas não vale a pena comprar uma guerra por causa disso até porque se calhar a história nem foi bem assim.
Se voltar a existir uma situação parecida, é falar com o director de turma.
E peço desculpa pelo conselho, mas uma boa escola pública às vezes é ouro sobre azul...
 
Acho lamentavel certas afirmações que aqui se fazem, pois na verdade alguns dos participantes, falam sem conhecimento de causa, ou não se lembram que tambem já tiveram 10 anos e as tropelias que faziam na altura.
Já aqui afirmei, que acho que os alunos devam ser castigados quando for o caso disso, só achei desproporcionado o castigo.
Conheço o filho que tenho, que é até bastante introvertido. Nas férias de natal, perguntei ao dito professor, como é que ia o miudo e ele respondeu-me que não sabia, pois ele nunca falava. Por isso já podem ver que ele não é daqueles miudos que está sempre a interromper a aula. Eu quando andava na escola era bem pior que ele.

Com uma parcialidade dessas, NUNCA teremos conhecimento de causa.
 
O meu filho tem 10 anos e anda numa escola semi-privada. Um dos professores é um bocado parvalhão. Ontem, o miudo respondeu a uma pergunta, sem pôr o dedo no ar e o dito professor, como castigo, mandou-o, durante a aula, enquanto dava matéria, escrever 300 vezes a frase, ANTES DE FALAR PONHO O DEDO NO AR.
O que acham desta atitude, devo denuncia-la ao director da escola?
Acho que o deveria fazer, mas tenho receio, que o dito cujo, o ponha de parte, ou o chumbe no final do ano, pois já me apercebi que o professor é vingativo. Em janeiro foi sujeito a uma avaliação, durante uma aula, e na aula anterior ameaçou os miudos que se não se portassem bem, enquanto era avaliado, os chumbava.


Tens de ter calma. O processo de avaliação é mesmo assim, tem de começar quando ainda são pequeno e saber respeitar o professor. As 300 vezes foi possivelmente uma forma de expressão e como os miúdos por vezes exageram e nem 100 devem ter sido.
Além disso o professor não os pode chumbar.


Na minha altura o professor era respeitado e quem não o fizesse apanhava com a palmatória ou levava com a ponta de uma cana em sinal de aviso.
Doia, mas ninguém morria nem ficava com sequelas. Só quem era burro é que repetia.

Certo é que situações de mau comportamento muito raramente existiam e as coisas funcionavam bem assmi. Se os pais soubessem era ainda pior...
 
Nunca ninguém vai saber o que se passou, o miúdo até pode ter razão mas não vale a pena comprar uma guerra por causa disso até porque se calhar a história nem foi bem assim.
Se voltar a existir uma situação parecida, é falar com o director de turma.
E peço desculpa pelo conselho, mas uma boa escola pública às vezes é ouro sobre azul...

É isso mesmo que vou fazer, não irei dar mais importancia ao assunto, pois quanto mais barulho fizesse, quem ia acabar por ficar prejudicado era sempre o meu filho.
 
Não se pode ver tudo a preto e branco. A falar é que as pessoas se entendem. Tenta conversar com o professor e aborda a questão pelo inverso. Pergunta-lhe se o aluno se tem portado mal, pois teve o castigo de escrever 300 vezes…

Em pouco tempo saberás a verdade e se o professor cometeu mesmo esse excesso reconhecê-lo-á diante de ti e tentará justificar-se. Se reparares que ele é autoritário e arrogante, vês o que poderás fazer ou não e se o queres fazer.

Nunca acreditem piamente num só lado da questão. Nós na idade dos miúdos também adaptávamos a realidade dos factos ao nosso gosto e interesse.
Vai por mim. A bem tudo se resolve.
 
Imaginemos uma situação, passada numa sala de aula, em que um aluno fala para o lado, o outro se vira para trás, outro se levanta uma data de vezes, o professor tenta impor ordem - e o caos se mantém. A certa altura, o prof. tem que lançar mão de certo tipo de atitudes.

Não digo que tenha sido isto o que aconteceu. As crianças são indisciplinadas. Digo mais: em Portugal as crianças são muito indisciplinadas. Somos um povo desorganizado, com pais a correr de um lado para o outro e miúdos à solta numa escola com um baixo grau de exigência.

Há uns três meses passei uns dias a passear, entre a Suiça e Áustria. Reparei que as crianças eram todas tranquilas. Embarquei de volta em Basileia. Na sala de embarque havia muitos portugueses. As crianças portuguesas pareciam cabritos, aos saltos, aos pulos, aos berros. Porquê? Crescem sem lei. Quantas crianças vão para a cama a horas? (Os meus filhos iam para a cama cedo, com direito a uma história antes de adormecer.)
 
Apenas acho o número poderá ser exagerado, de resto não vejo nada de mal... até parece que o mandou fazer 300 flexões, tipo tropa. [:D]
Aliás se fosse na aula de ed. fisica e o mandasse dar umas voltas ao campo, também não achava mal. [;)]

Provavalmente é um comportamento recorrente, mais não seja da turma, e tomou uma posição mais rigida.
 
Não se pode ver tudo a preto e branco. A falar é que as pessoas se entendem. Tenta conversar com o professor e aborda a questão pelo inverso. Pergunta-lhe se o aluno se tem portado mal, pois teve o castigo de escrever 300 vezes…

Em pouco tempo saberás a verdade e se o professor cometeu mesmo esse excesso reconhecê-lo-á diante de ti e tentará justificar-se. Se reparares que ele é autoritário e arrogante, vês o que poderás fazer ou não e se o queres fazer.

Nunca acreditem piamente num só lado da questão. Nós na idade dos miúdos também adaptávamos a realidade dos factos ao nosso gosto e interesse.
Vai por mim. A bem tudo se resolve.

O negrito é meu. Serve para mostrar a minha total concordância.

Responsabilizem os professores ( e demais profissionais que prestam serviços) mas não desresponsabilizem os miúdos.
 
Pois, convém mesmo ter calma antes de desautorizar completamente um professor, sobretudo diante dos miudos. Se tivermos duvidas, dirigimo-nos directamente às pessoas e tentamos saber como andam as coisas. Mau mesmo é quando, mesmo cobertos de verniz, os abordamos de forma já inquisitorial. Por melhor formadas q sejam as pessoas, todos nós vamos criando defesas ao longo do tempo...
Imaginem-se no lugar dos professores. Eu sou-o e asseguro-vos q a situação se tornou insustentável.
Felizmente, n tenho tido problemas. Talvez aó no ano passado, quando uma mãe, depois de enviara filha de 17 anos em missão inquisitorial - estava em causa o percurso do menino de 8 anos - apareceu no final do dia "do alto" de uma qualquer posição social platinada e resolveu questionar-me de forma incorrecta (apesar do "verniz Hermès") e profundamente ignorante no recreio à frente do filho, caladinho q nem um rato primeiro, fugindo para brincar c os colegas quando viu a verdade vir à tona. Tentei sanar a situação/propôr melhor sítio, mas a falta de educação e de vergonha/atenção à verdade é tanta q n adiantou. Acabou por ir ter c o director, amigo pessoal, mas como quem n deve n teme...
Curiosamente, em privado tb acabou popr me mimar c coisas ao nível de "parvalhão". Bom, mas como o melhor do mundo são mesmo as crianças, c o miudo n tive mais nenhum problema, apesar de saber muito bem daquilo q ele é capaz. Uma conversa mais ou menos enérgica faz milagres.
Isto n inalida as coisas q vi acontecer c colegas c uma carreira de enorme prestígio e dedicação. vamos lá a ver se conseguimos mudadr este tipo de postura. É bom p todos.
 
No meu tempo, os alunos tinham medo dos professores, mas não um medo como se tinha do papão, mais um medo derivado do respeito por ter sido educado em casa antes de ir para a escola. Ainda apanhei umas reguadas, uns puxões de orelhas, fiquei de castigo no canto da sala e por aí. Mas uma das vezes fiz o que o filho do user disse ter feito, falei sem meter o dedo no ar. Resultado? Fiquei até ao fim da aula com o dedo no ar para nunca mais me esquecer onde acaba o recreio e onde começa a sala de aula.

Sou do tempo em que se eu chegasse a casa e contasse o que aqui é descrito aos meus pais, eles ainda davam razão ao professor e diziam-me que para a próxima já não me esquecia.

O mal dos miúdos de hoje em dia é que são super protegidos pelos pais, que ao invés de passarem tempo em família, cada vez mais passam tempo no emprego/transportes que com os filhos, delegando a educação destes para a escola. A escola serve para ensinar, não educar, embora concorde que devesse haver uma disciplina de "Boas Maneiras". Em casa compram os filhos com playstations e afins e os putos lá vão para o seu quarto sem chatear ninguém e os pais ficam todos felizes. No meu tempo jogar computador era só ao fim de semana e se houvessem negativas nem valia a pena perguntar se podia jogar.

Sou apologista que o mal não está nos miúdos que não se sabem comportar, mas sim nos pais que não sabem/querem educar os seus filhos, esperando que a escola faça o seu trabalho.

Enquanto que se agora o filho chega a casa a dizer que o professor o meteu de castigo, os pais levam o professor a tribunal e a criança a um psicólogo para não deixar sequelas na criança por maus tratos. Aqui há uns 20 anos se chegasse a casa e dissesse aos meus pais que o professor me deu umas reguadas, o mais certo era ainda levar umas galhetas porque me tinha portado mal.

Só para terminar, não tenho nada contra ninguém em particular, não pretendo ofender ninguém, apenas estou a partilhar a minha maneira de pensar e educar o meu filho.
 
Voltar
Superior