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Toyota, Nissan e Honda suspendem temporariamente a produção na China
Tem a ver com o diferendo entre os 2 países na disputa pelas ilhas do mar da China ricas em gás natural e ao crescente sentimento anti japonês crescente na China.
Não sou capaz de deixar o meu comentário e opinião pessoal.
Admiro a cultura japonesa que nada tem a ver com a chinesa.
Se no Japão existe uma cultura norteada pelo respeito, pela limpeza e pelo progresso, já na China se passa o contrário, com o atropelo dos direitos humanos.
Uma cultura que vive da cópia do trabalho dos outros e da exploração da mão-de-obra barata.
É com bons olhos que vejo o progresso que a China está a alcançar e a melhoria das condições de vida do povo chinês.
Porém , essa melhoria é visível sobretudo numa pequena oligarquia multimilionária, enquanto infelizmente o povo pouco tem beneficiado.
A política da mão-de-obra barata (e até escrava) continua, algo que os nossos governantes estão a querer adotar para o nosso país (com o apadrinhamento da Toika).
No entanto, aquilo que mais me arrelia na China é aquilo que ela representa, ou seja, aquele matulão que só faz porcaria, mas que ninguém é capaz de o pôr no lugar, porque, ao fim e ao cabo, trata-se de um grandalhão.
Uma China que já não basta ser tão grande, maior do que alguns continentes, mas que continua na sua sede expansionista.
Readquiriam Hong-Kong e Macau, e o Tibete que caiu na sua alçada de forma violenta com a perseguição e massacre de monges tibetanos e destruição de inúmeros templos milenares.
O caso da Formosa (Taiwan) também diz muito acerca da China.
Começa a ser abusivo quando a China leva 11 vasos de guerra para a zona de disputa com o Japão, uma nação pacífica e praticamente sem exército.
Esta gula sem fim é revoltante. Tenho dito.
É preciso olhar para o facto de a notícia ter fonte chinesa.
Depois tem em atenção a forma como passam as notícias na China.
Pelo muito que tenho analisado, eles filtram as notícias por uma mão pesada da censura e conseguem falar só daquilo que lhes interessa.
Chegam a transformar derrotas em vitórias num estalar de dedos.
Têm um filtro na internet que só passa aquilo que eles querem que se saiba para consumo interno.
Não digo que não tenham alguma razão em alguns aspectos, mas o artigo é claramente tendencioso.
É que se há coisa que a China não é, essa coisa é ser santa.
O Japão tem um passado negro na WWII que pagou com um dos maiores genocídios da humanidade - perto de 150 mil mortes com as 2 bombas atómicas lançadas sobre a sua população.
Mas a China, essa nação que vai anexando territórios e não respeita os direitos humanos, é o último país a poder apontar o dedo.
É verdade, mas fomos ambos naifs, porque estamos a olhar para a questão pelos olhos dos outros.
Mas como alguém já disse, nesta história ninguém é santo.
Certo é que abrindo as notícias e vendo norte da Europa contra o sul, catalães contras castelhanos, israelitas contra iranianos, muçulmanos contra ocidentais e americanos contra todos, e mais um par de botas, chego à conclusão de uma coisa:
Seja por um palmo de terra, por um deus, por dinheiro, por vaidade ou arrogância, qualquer pretexto serve para os seres humanos distratarem-se e matarem-se uns aos outros.
E ainda se dizem civilizados...![]()
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De acordo com um relatório feito pela Carbon Trust, a tecnologia das células «fuel cell» para se tornar atrativa para a carteira dos consumidores terá de diminuir o seu custo de produção dos atuais 49 dólares/kW (37 euros) para 36 dólares/kW (27 euros), quando fabricado em escala para aplicações automóveis.
E a expectativa da Carbon Trust é de que isso só suceda dentro de quatro décadas.
Toyota, Nissan e Honda suspendem temporariamente a produção na China
Tem a ver com o diferendo entre os 2 países na disputa pelas ilhas do mar da China ricas em gás natural e ao crescente sentimento anti japonês crescente na China.
Não sou capaz de deixar o meu comentário e opinião pessoal.
Admiro a cultura japonesa que nada tem a ver com a chinesa.
Se no Japão existe uma cultura norteada pelo respeito, pela limpeza e pelo progresso, já na China se passa o contrário, com o atropelo dos direitos humanos.
Uma cultura que vive da cópia do trabalho dos outros e da exploração da mão-de-obra barata.
É com bons olhos que vejo o progresso que a China está a alcançar e a melhoria das condições de vida do povo chinês.
Porém , essa melhoria é visível sobretudo numa pequena oligarquia multimilionária, enquanto infelizmente o povo pouco tem beneficiado.
A política da mão-de-obra barata (e até escrava) continua, algo que os nossos governantes estão a querer adotar para o nosso país (com o apadrinhamento da Toika).
No entanto, aquilo que mais me arrelia na China é aquilo que ela representa, ou seja, aquele matulão que só faz porcaria, mas que ninguém é capaz de o pôr no lugar, porque, ao fim e ao cabo, trata-se de um grandalhão.
Uma China que já não basta ser tão grande, maior do que alguns continentes, mas que continua na sua sede expansionista.
Readquiriam Hong-Kong e Macau, e o Tibete que caiu na sua alçada de forma violenta com a perseguição e massacre de monges tibetanos e destruição de inúmeros templos milenares.
O caso da Formosa (Taiwan) também diz muito acerca da China.
Começa a ser abusivo quando a China leva 11 vasos de guerra para a zona de disputa com o Japão, uma nação pacífica e praticamente sem exército.
Esta gula sem fim é revoltante. Tenho dito.
Portanto, continuamos a comparar o Japão da 2ª GM com a China de hoje. Continuamos a falar do Japão desse período como se fosse o Japão da atualidade.
Bem, olhando para aquele design, acho que também vou trocar o meu carro por uma.[Italianos compram mais bicicletas do que carros
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For the first time since World War II, the Italians in 2011 year purchased more bicycles than cars.
According to official figures last year's 1.75 million bicycles were sold in Italy compared to 1.748 million vehicles.
Italians have been affected by severe economic crisis and high fuel prices, which are as high as two euros per liter.
Fiat chairman Sergio Marchionne said the first one is not surprised by this information, and that the auto industry in Europe is currently in disarray.
Portanto, continuamos a comparar o Japão da 2ª GM com a China de hoje. Continuamos a falar do Japão desse período como se fosse o Japão da atualidade.
Há uns séculos atrás Portugal também matou milhares de pessoas queimando-as vivas na chamada Santa Inquisição. No entanto somos chamados de povo hospitaleiro e até "o melhor povo do mundo".
A história está cheia de atrocidade feitas por diversos países.
Os EUA lançaram 2 bombas atómicas sobre 2 cidades no Japão, sobre civis matando cerca de 220 mil pessoas (embora os números variem).
Esses atos do Japão na 2ª grande guerra são nojentos. Mas a história continua cheio de porcaria dessa. É só ligar as notícias.
No entanto, pesquisem sobre os valores, o respeito, o trabalho, a organização e o tipo de vida que levam os habitantes do Japão de hoje (têm os seus podres, como a caça à baleia) e comparem com os da china.
Ainda há meses vimos uma criança a ser sumariamente atropelada por veículos que passaram por cima dela como se fosse lixo. dias depois surgiram mais 2 vídeos de 2 mulheres a quem lhes aconteceu o mesmo. O desrespeito pela vida humana e animal por lá é gritante.
E se o passado do Japão é condenável, já a forma como a sua sociedade evoluiu e a respeitabilidade, dignidade, honra e valores atuais constituem, a par do Canadá e dos países do norte da Europa, um exemplo para o mundo.
E é o Japão de hoje, que soube aprender com os erros do passado e evoluiu, que eu admiro. Fizessem outro países uma evolução igual.
Estou a comparar o Japão dos nossos dias com a China, e colocá-los num patamar igual só pode ser feito por quem desconhece por completo a realidade atual dos 2 países.
Comparar um ataque a uma base militar norte-americana, com bombas atómicas lançadas sobre cidades, com o propósito deliberado de matar dezenas de milhar de civis, não foi uma boa ideia da tua parte. Principalmente com a parte que destaquei. Nada justifica o genocídio japonês nas regiões invadidas na 2ª grande guerra, assim como não justifica o mesmo da parte norte-americana.Acho que conheces mal o Japão....
Depois, essa comparação do Japão no século XX, com o período medieval da Europa.... foi há 60-70 anos, não há 500....
Além de que, Portugal nunca fez nada (nem de perto!), que se possa comparar....
As bombas atómicas foram a reposta a um ataque "cobarde" por parte do Japão, por isso.... foi contra "civis", mas, muitos deles, eram piores que os Taliban..
Os japoneses são bem mais "manhosos" do que o que parece.....
Basta ver a situação das baleias, em que o comércio da sua carne foi proibido em 1986, mas eles continua a promover uma autentica "campanha pirata" em relação às baleias... até os fundos que deveriam ter ido para a ajuda às populações efectuadas pelo tsunami, foi parar à "segurança" da frota da caça das baleias...
E continuam com a palhaçada, dizendo que é para "pesquisas científicas"...[:vm)][:vm)]
Depois há a situação de Fukushima, com a falsificação dos documentos da construção da central, onde puseram milhões de pessoas em perigo, alterando o projecto de construção, contra a indicação do responsável pelo projecto (que foi afastado!), apenas para motivos económicos, e, os resultados, são os que se conhecem....
Já para não falar que publicaram dados falsos sobre a exposição dos funcionários e população, à radiação... :sh)
Depois há os escândalos "corporativos" como o da Mitsubishi, ou o mais recente da Olympus, etc, etc....
Como referi antes, concordo como que dizes em relação à China, mas, os japoneses não são nenhuns "santinhos", muito menos são exemplo para o mundo, e, nem respeitam assim tanto a "vida humana e animal"....
Eu conheço minimamente a realidade do Japão, até porque fiz parte da Greenpeace, e o Japão "aparecia" logo na lista dos piores!
Eu não os admiro, e acho que são muito "fechados" e "manhosos" para o meu gosto.... ou seja, são pouco melhores que os chineses, mas mais "falsos"!!!
Analisando 11 anos de evolução do mercado europeu em cotas
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Se puede hablar mucho de cifras de ventas y situaciones económicas complicadas por el exceso de capacidad productiva, pero hoy vamos a centrarnos en valorar la evolución de la cuota de mercado en los útlimos 11 años para ver cómo ha afectado la crisis al balance de fuerza entre los fabricantes
Las cifras, sin un análisis, sin un contexto, y sin un estudio, no sirven de nada. Podemos metrallear valores de ventas en mercados, subidas y ascensos, pero para tener una visión contextualizada y profunda de la evolución del mercado automovilístico europeo, y comprender lo que le está sucediendo a muchas marcas de coches, es necesario valorar la evolución de las ventas, y la cuota del mercado.
Por eso, esta medio día nos paramos a realizar una reflexión elaborada, a partir de haber estudiado las cifras de cuota de mercado de la mayor parte de las marcas (contadas y remarcadas excepciones tenemos con los datos de Toyota), a lo largo de los últimos 11 años.
Una gráfica que te aconsejamos abras en alta resolución a parte, para leer en profundidad el texto que te espera tras el salto, analizando el recorrido y las curiosidades más importantes de una industria, la del automóvil, que evoluciona por "ráfagas", generalmente predecibles.
La gran cuestión, el gran tema que está de moda en los últimos meses es el enorme crecimiento y control que está teniendo Volkswagen. A día de hoy, la compañía alemana controla ya el 22,3% del mercado, pero ¿por qué? ¿cómo hemos llegado a esta situación?
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Evolución del mercado europeo en millones de unidades (datos previstos para 2012)
El dominio de VAG y la decadencia francesa
Se habla mucho de la crisis, pero la clave no está en la "primera crisis", sino en la crisis "bifásica", que tiene dos "venidas", con efectos muy contrarios. La primera crisis, la gran explosión, digamos, sucedió en 2008. El mercado cayó cerca de un 9% de un año para otro, y el balance de fuerzas cambió radicalmente de la noche al día.
Tras ese primer impacto, los gobiernos de cada país de Europa tomaron medidas para incentivar las ventas, ayudar a sus industrias locales, y los fabricantes comenzaron una fuerte estrategia de descuentos y lanzamientos.
La estrategia funcionó especialmente bien para tres compañías: PSA, VAG y Renault crecieron entre 2008 y 2010 en cuota de mercado a un ritmo sorprendente, mientras GM, Ford, Fiat y Mercedes caían en su cuota.
Pero la segunda fase de la crisis, que llegó en 2010, es la que más daño hizo a las francesas. PSA y Renault habían crecido gracias a vender coches pequeños, baratos, con descuentos, y gracias a un mercado interno que se podía mantener.
Pero de golpe y porrazo se cayeron los mercados llamados "periféricos", de extrema importancia para PSA y Renault. Y eso nos señala a España, Portugal, Grecia, Italia, y en parte, ligerísimamente, a Francia.
La caída de estos mercados hizo mucho daño a PSA, que además afrontaba el lanzamiento de nuevos productos, que no podían ofrecerse a precio de derribo como los anteriores. Las ventas de los países del sur caían, y eso afectaba tremendamente a PSA y Renault, que se desplomaban. Parte de su cuota eran ventas destruidas, pero de las ventas que se seguían haciendo, era VAG la que las atraía.
Si te fijas en la primera gráfica, verás cómo PSA, Renault y VAG tienen un repunte tras 2008 en cuota de mercado, y luego cómo en 2010 caen drásticamente las dos francesas, para beneficio de VAG, que se queda con lo que las otras pierden.
La crisis está claramente segmetada en dos fases. La primera benefició a PSA, Renault y VAG, pero la segunda fase se ha cargado la cuota de los franceses, a favor de los alemanes
Con cada punto porcentual de cuota de mercado que Volkswagen gana, más poder tiene en un mercado del que ya casi controla un cuarto del total de coches vendidos, con lo que puede ofrecer productos a un precio más competitivo, en una cadena de eventos que se está convirtiendo en una pescadilla que se muerde la cola, asfixiando a sus rivales directos, que necesitan "ya" que los mercados propicios para sus ventas se recuperen. Entre tanto, y sin margen para poder esperar dicha recuperación (que tardará mucho en llegar, visto lo visto), no les queda otra que reducir costes fijos, a base de reestructuraciones y despidos, que a la postre darán lugar a una incapacidad para recuperar la cuota de mercado que tenían cuando el mercado se recupere.
GM y Fiat
Otro caso claro de estudio es el de GM y Fiat. Las compañías, que por un momento estuvieron aliadas, rompieron su relación en 2006. Fiat había tenido hasta ese momento un cúmulo de pérdidas de cuota de mercado alarmantes, pero inició entonces una recuperación de cuota impresionante, mientras GM hacía justo lo contrario.
La separación benefició a Fiat, que con buenos productos en 2009 estaba cerca de recuperar el tono del 9% de cuota de mercado. De hecho, a la primera fase de la crisis Fiat casi resultó inmune, pero esta segunda fase ha resultado catastrófica para los italianos.
La caída del mercado local y de la venta de coches económicos ha resultado en un hundimiento por debajo de las cifras de cuota de GM, apoyada por la decisión polémica de Marchionne de guardar dinero y no invertir hasta que el mercado se recupere.
Por su parte, GM sigue en caída libre, y no parece que 2012 vaya a ser su año.
BMW y Mercedes
De la venta de premium alemanes, descompuesta en BMW y Mercedes (Audi está englobada en VAG), tenemos una visión clara de la situación del mercado. BMW está creciendo a un ritmo fortísimo, imponiéndose a Mercedes-Benz, que tiene una tendencia claramente estancada. Ni crece ni merma, cosa que intentará solucionar con el lanzamiento de su nueva gama compacta.
Curiosamente, ambas marcas sufrieron un revés en cuota de mercado tras la crisis, con una caída en 2009 de porcentaje de mercado, pero es el resultado lógico, del que ahora se están recuperando.
Coreanas en pleno ascenso
El recorrido de Kia y Hyundai es remarcable. Suben cada año, y lo hacen a costa de pequeños porcentajes de cuota, que están robando a PSA, Renault, Ford y GM, que parecen las más afectadas del buen trabajo de Kia y Hyundai. Son muy pequeñas todavía, pero a medio plazo parecen jugadores a tener en cuenta.
¿Conclusiones?
Parece que la primera venida de la crisis, la de 2008, en cuotas de mercado no afectó a los fabricantes que vendían productos generalistas, pero sí a los de premium. Hubo una serie de fabricantes que lograron sacar tajada en porcentaje de mercado, mientras este caía, ante el revés que supuso esa primera crisis.
Pero la segunda "oleada" de crisis ha sido muy distinta. Se ha cebado en los fabricantes de coches más generalistas y económicos, que han visto cómo perdían ventas, pero también cuota, absorbida por Volkswagen, que ha capitalizado su fuerza económica y su imagen de marca "semi-premium" con productos que están atrayendo compradores a costa de los demás.
¿Una predicción para el futuro? Parece complicado. Mientras el mercado se quede estancado sobre los 14 millones de unidades, parece que Volkswagen podrá seguir sacando tajada de su posición dominante. Sólo la recuperación a medio plazo (tres o cinco años) del nivel de los 16,5 millones de coches vendidos daría algo de aire para que algún fabricante con novedades interesantes recapturara cuota de mercado a base de conquistar a los nuevos compradores.
Parece complicado hacer una predicción para cuando el mercado se recupere, pero está claro que el que tenga dinero para invertir cuando la situación cambie tendrá espacio para crecer
Tal vez, lo más curioso de todo es ver cómo algunos fabricantes que manejan grandes cuotas, como PSA, están sufriendo por haber hecho una planificación económica que no consideraba una segunda caída del mercado para 2010. Otros peces mucho más pequeños que ellos, con menor cuota, están económicamente más en forma, y este es un factor determinante cuando cambie la tendencia del mercado. Y es que cuando la cosa repunte, el que tenga dinero en efectivo para invertir y sacar tajada es el que mejor colocado puede salir de esta crisis.
Claro que el mejor parado, con enorme diferencia, se mire como se mire, es VAG...
Once you’ve had your fill of supercars and small European hatchbacks, you start to realize there is more to in this world that the internal combustion engine has to offer. For instance, there are motorsports out there that boggle the mind and thrill at the same time.
One of them that is very familiar to us is called tractor pulling, and it is exactly what it sounds like: big tractors that have been especially tuned to pull huge loads. We decided it would be a good change of pace to show you some of the interesting venues through some of the most viewed videos on Youtube.
In Europe, the sport is especially popular in the Netherlands, but is also spread to the US and Australia. The standard requirement for the sport is that you tug the heavy sledge or sled behind you on a 35 foot wide and 300+ foot long dirt track. The winner is always the one who pulls it to the end the fastest.
This sport is made entertaining by the multi-engined monsters that are created using car V8s and the fact that horsepower figures go into the tens of thousands thans to dragster technology.