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Qual foi a parte da obra e exemplo de Mandela que não ficou clara na sua vida, na sua prática, no seu exemplo?
Mahatma GandhiAcredito na essencial unidade do homem, e portanto na unidade de todo o que vive. Desse modo, se um homem progredir espiritualmente, o mundo inteiro progride com ele...
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A propósito do luto nacional por Nelson Mandela | PNR - Partido Nacional Renovador
Nota:Não me revejo neste partido e muito menos sou afialiado, apenas gostava de obter comentários.
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A propósito do luto nacional por Nelson Mandela | PNR - Partido Nacional Renovador
Nota:Não me revejo neste partido e muito menos sou afiliado, apenas gostava de obter comentários.
Eu também não me revejo nesse partido, mas de certa forma até tenhem razão. Principalmente na parte que toca aos bombeiros.
Pois mas não era preciso Mandela morrer para mandar esse comunicado.....ou só se lembraram agora?
Mas enfim, faz parte do PNR.
Sim. O comentário veio em má altura. Mas Penso que estes dias de luto por Nélson Mandela foram de certa forma abusivos. Espero que não façam o mesmo com o Mário sores.
Vergonhoso, não só mas também, tendo em atenção a importância da cerimónia! [s)]Intérprete gestual do funeral de Mandela era fraude e não traduziu qualquer discurso
Especialistas de linguagem gestual e associações de surdos-mudos acusam intérprete de fraude, na 'tradução' dos discursos do funeral de Nelson Mandela, que mereceram transmissão em direto para diversos países, a partir de África do Sul, nesta terça-feira. “Ele não traduziu nada. Parecia que estava a espantar moscas”, afirmou Cara Loening, diretora do centro de linguagem gestual da Cidade do Cabo.
Vídeo: Intérprete gestual do funeral de Mandela era fraude e não traduziu qualquer discurso
Intérprete de língua gestual das cerimónias de Mandela acusado de fraude - PÚBLICO
Mas porque é que a África do Sul está perdida?
E já agora, peço que justifiques a tua afirmação sobre Angola.
""Nascido a 18 de Julho de 1918 no antigo Transkei e falecido a 5 de Dezembro de 2013, Nelson Mandela não corresponde à imagem piedosa transmitida mundialmente nestes dias pelo politicamente correcto. Para lá das emoções ternas e das homenagens hipócritas, é importante não perder de vista o seguinte:
1) Aristocrata xhosa da linha real dos Thembu, Nelson Mandela não era um «pobre negro oprimido». Com uma educação europeia proporcionada por missionários metodistas, começou os seus estudos superiores em Fort Hare, universidade destinada aos filhos das elites negras, completando-os em Witwatersrand, no Transvaal, o coração do que era na altura o «país boer». Instalou-se de seguida como advogado em Joanesburgo.
2) Não era bem o gentil reformista que a imprensa lamechas gosta de tratar como «arcanjo da paz», lutando pelos direitos do homem como um novo Gandhi ou um novo Martin Luther King. Com efeito, Nelson Mandela foi acima de tudo um revolucionário, um combatente, um militante que pôs «a sua pele antes das suas ideias», não hesitando em derramar o sangue de outros e a arriscar a sua própria pele.
Foi um dos fundadores do Umkonto We Sizwe, «a ponta de lança da nação», braço armado do ANC, que co-dirigiu em conjunto com o comunista Joe Slovo, planeando e coordenando mais de 200 atentados e sabotagens pelos quais foi condenado a prisão perpétua.
3) Não foi o homem que permitiu uma transição pacífica de poder entre a «minoria branca» e a «maioria negra», evitando um banho de sangue na África do Sul. A verdade é que foi levado ao poder pelo presidente De Klerk, que aplicou à letra o plano de resolução da questão da África austral definido por Washington. Pelo caminho Mandela traiu todas as promessas feitas ao seu povo, tais como:
- Desintegrar o exército sul-africano, com o qual o ANC não era capaz de lidar;
- Impedir as criação de um Estado multi-racial descentralizado, alternativa federal ao jacobinismo marxista e dogmático do ANC;
- Travar as negociações secretas mantidas entre Thabo Mbeki e os generais sul-africanos, negociações que envolviam o reconhecimento, pelo ANC, de um Volkstaat em troca do abandono da opção militar pelo general Viljoen.
4) Nelson Mandela permitiu o esgotamento das fontes sul-africanas de leite e mel e o fracasso económico do país é hoje total. Segundo o Relatório Económico Africano para o ano 2013, redigido pela Comissão Económica da ONU para África e pela União Africana para o período 2008-2012, a África do Sul é classificada como um dos cinco países «com pior desempenho» do continente, em função do crescimento médio anual, apenas à frente das Comores, Madagáscar, Sudão e Suazilândia.
Segundo dados oficiais, o desemprego atingiu 25,6% da população activa no segundo trimestre de 2013, embora na realidade ultrapasse os 40%. Os rendimentos do segmento mais pobre da população negra, que representa mais de 40% da população sul-africana, é actualmente 50% inferior ao valor verificado no regime branco anterior a 1994. Em 2013, quase 17 milhões de negros numa população de 51 milhões de habitantes só garantiram a sua subsistência graças a ajudas sociais, denominadas Social Grant.
5) Nelson Mandela falhou também politicamente e o ANC acumula hoje graves tensões entre etnias Xhosa e Zulu, entre doutrinários pós-marxistas e tecnocratas capitalistas, entre africanistas e apoiantes de uma linha «multi-racial». Da mesma forma, um conflito de gerações opõe a velha guarda composta por «Black Englishmen» e os jovens lobos que defendem uma «libertação racial» e o confisco dos agricultores brancos, tal como foi levado a cabo no Zimbabwe.
6) Nelson Mandela não pacificou a África do Sul, país que actualmente se encontra entregue à lei da selva, com uma média de 43 homicídios diários.
7) Nelson Mandela não facilitou as relações inter-raciais. Entre 1970 e 1994, ou seja 24 anos, enquanto o ANC estava «em guerra» contra o «governo branco», foram assassinados cerca de 60 agricultores brancos. Desde Abril de 1994, data da chegada ao poder de Nelson Mandela, mais de 2000 agricultores brancos foram massacrados perante a total indiferença da imprensa europeia.
8) Por fim, o mito da «nação arco-íris» estilhaçou-se perante as realidades regionais e étnico-raciais e o país está hoje mais dividido e fragmentado do que nunca, fenómeno que é visível em cada eleição, quando o voto é claramente «racial»: negros votam no ANC, brancos e mestiços votam na Aliança Democrática.
Em menos de 20 anos, Nelson Mandela, presidente da República entre 10 de Maio de 1994 e 14 de Junho de 1999, e os seus sucessores, Thabo Mbeki (1999-2008) e Jacob Zumba (desde 2009), transformaram um país que foi em tempos uma excrescência europeia na extremidade austral do continente africano num Estado de «terceiro mundo» à deriva num oceano de carências, corrupção, miséria social e violência, realidade em parte ocultada por alguns sectores de grande desempenho, mas cada vez mais reduzidos, na maior parte dirigidos por brancos.
Poderia ser de outra forma quando a ideologia oficial é baseada na rejeição da realidade, no mito da «nação arco-íris»? Esse «chamariz» destinado à imbecilidade ocidental impede ver que a África do Sul não constitui uma nação, mas antes um mosaico de povos reunidos pelo colonizador britânico, povos cujas referências culturais são estrangeiras, e em alguns casos irreconciliáveis, para uns e outros.
O culto planetário e quase religioso que hoje foi prestado a Nelson Mandela, o hino ultrajante cantado por políticos oportunistas e jornalistas incultos ou formatados não vai mudar esta realidade."
Bernard Lugan "
Sim. O comentário veio em má altura. Mas Penso que estes dias de luto por Nélson Mandela foram de certa forma abusivos. Espero que não façam o mesmo com o Mário sores.
Pois mas não era preciso Mandela morrer para mandar esse comunicado.....ou só se lembraram agora?
Mas enfim, faz parte do PNR.
Desculpa mas tinha esquecido isto.
Africa do Sul está perdida, no meu entender, devido a subida de crimes contra brancos que levam a que muita gente com dinheiro saia de lá. Aliás, andavam com medo que a morte de Mandela trouxesse mais assassinatos barbaros.
A questão de Angola foi que falei com muita gente a queixar-se de que andavam a ocorrer cada vez mais perseguições (não percebi se a brancos ou a Portugueses) e que na comunicação social não se falava de nada, mas que entre os expatriados falava-se muito.
(...)
A história do Intérprete gestual continua com desenvolvimentos [8b]
Alegado intérprete foi acusado de homicídio em 2003 - Globo - DN