Museus e outréns...

História
21-08-2007 23:00
Museu Internacional da Escravatura abre em Liverpool
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Um museu dedicado à história da escravatura transatlântica é inaugurado esta semana em Liverpool, dando destaque ao modo como a cidade enriqueceu à custa do tráfico de seres humanos e à resistência dos escravos africanos.

O novo museu nasceu de uma galeria, dedicada à escravatura transatlântica, no Museu Marítimo de Merseyside, e será inaugurado quinta-feira, dia 27, aniversário de um levantamento de escravos no Haiti, em 1791, então sob domínio francês.

Num esforço de reconciliação com o passado, o conselho municipal de Liverpool apresentou em 1999 um pedido de desculpas formais em que manifestou "vergonha e remorso pelo papel da cidade neste comércio de miséria humana".

Encomendou além disso duas esculturas intituladas "Reconciliação" (duas figuras abstratas em bronze abraçadas) destinando-se uma a ser erguida em Richmond, na Virgínia (EUA), e a outra no Benim, porto de escala dos navios negreiros de Liverpool.

Os navios transportaram milhões de seres humanos da África Ocidental para plantações no continente americano, num comércio triangular que também trazia para Inglaterra lucrativas cargas de açúcar, tabaco e rum.

Fãs dos Beatles que visitam Penny Lane em Liverpoool ficam muitas vezes surpreendidos ao saber que o nome teve origem em James Penny, um comerciante de escravos que em 11 viagens levou a dada altura entre 500 e 600 cativos para o Novo Mundo.

O novo Museu Internacional da Escravatura centra-se na história do comércio de escravos transatlântico, mas o director, Richard Benjamin, afirmou recentemente numa entrevista que um dos seus principais destaques é a luta dos escravos pela independência.

Acrescentou que o museu não seria "neutral", na medida em que foi criado para "desafiar activamente a estreiteza de espírito, a incompreensão e o racismo. Esse é o nosso grande objectivo".

"A história da liberdade é uma história de resistência", pode ler-se em letras gravadas numa parede de cimento junto à entrada do museu. Este ano comemora-se ainda o segundo centenário da abolição da escravatura em Inglaterra.

O museu é a primeira fase de um projecto que inclui um centro de investigação num edifício adjacente preparado para acolher académicos e estudantes. Nesse centro, que deverá estar concluído em 2010, será desenvolvida investigação sobre questões contemporâneas relacionadas com a escravatura.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=216773

Museu Internacional da Escravatura
 
Museu de Alberto Sampaio

O Museu de Alberto Sampaio é um museu estatal, dependente do Instituto Português de Museus.


Foi criado em 1928, para albergar o espólio de extintas instituições religiosas locais então na posse do Estado, tendo sido aberto ao público em 1931. Situa-se no Centro Histórico de Guimarães e está instalado em edifícios de valor histórico e artístico que pertenceram à Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, e que se desenvolvem em torno de um belíssimo claustro.

O programa museográfico actual data, no essencial, dos anos 60. Estão expostas valiosas colecções de arte antiga, em que avulta o legado dos séculos XIV, XV, e XVI, e cuja peça de maior significado histórico é o loudel do rei D. João I (séc. XIV). Um dos tratos mais caracterfsticos do Museu é a harmonia entre as peças e os espaços em que são apresentadas.

A escolha de Alberto Sampaio como patrono do Museu constituiu uma homenagem aquele historiador vimaranense, que se dedicou sobretudo à história regional (1841 - 1908).

O acervo do Museu de Alberto Sampaio é diversificado, mas coerente na sua diversidade e homogéneo na qualidade. É constituído pelas seguintes colecções: Ourivesaria, pintura, escultura, talha, têxteis, cerâmica, azulejaria.

Museus
24-08-2007 16:08
Caso de sucesso em Guimarães
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O Museu Alberto Sampaio, de Guimarães, é um dos museus fora de Lisboa que mais tem aumentado o número de visitantes.

Este espaço está aberto todo o ano, de terça-feira a domingo, até à meia noite e é um dos museus elogiados por Saramago.

"Viagem a Portugal", traduzido em mais de sete línguas, é uma das razões que atrai turistas estrangeiros ao Museu Alberto Sampaio.

A directora Isabel Fernandes diz que o facto do Nobel da Literatura considerar este um dos museus mais belos é um bom chamariz, mas há outras razões para o aumento de visitantes: Guimarães foi considerado Património Cultural da humanidade; este espaço está aberto à noite, o que permite às pessoas trabalharem ou até irem para a praia, durante o dia, e visitarem-no fora de horas ditas normais.

Os números comprovam que o Museu Alberto Sampaio é um dos mais procurados fora de Lisboa, nesta altura de Verão - Em Julho, o espaço teve 5682 visitas (o que representa uma subida de 39%). Até agora, o mês de Agosto teve 2963 visitantes.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=217078
 
www.museudorelogio.com


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[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif]A história do Museu do Relógio começou há 34 anos, quando António Tavares d ’Almeida, o principal dinamizador deste espaço herdou dos seus avós três relógios de bolso avariados.[/FONT]​


[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif]A partir de então, este coleccionador procurou relógios por todo o país, com vista ao restauro e ao aumento do espólio da colecção. Nos últimos anos, perto de 300 relógios avariados foram doados ao Museu em que com a colaboração dos seus Mestres relojoeiros são recuperados e mostrados ao público.[/FONT]​

[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif]António Tavares d ’Almeida continua a dedicar-se ao Museu, procurando dar vida não só aos seus relógios mas também a todos os relógios que lhe são doados, que já atrairam mais de 300 mil visitantes ao Museu.[/FONT]​

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[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif]O Museu do Relógio disponibiliza a todos os serviços dos seus prestigiados Mestres-Relojoeiros no restauro ou reparação de qualquer relógio. A sua conceituada Oficina de Restauro trabalha não só em relógios de bolso e pulso mas também em relógios de sala e parede.[/FONT]​

[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif]O Museu e os seus Mestres orgulham-se da confiança dada por centenas de exigentes coleccionadores de Portugal, Espanha, França, Alemanha e Holanda no restauro ou recuperação das suas estimadas peças. [/FONT]​
 
Museu do Café Brasileiro

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O prédio do Museu do Café começou a ser construído em 1920. Ele foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1922 em comemoração ao centenário da Independência do Brasil. O edifício foi erguido em Santos porque, na época, a cidade era a maior praça de café do mundo e muitos países só aceitavam comprar o produto se ele fosse negociado e chancelado na Bolsa Oficial de Café. O local funcionou até 1986, mas ficou fechado em alguns períodos, como em 1929, na Quebra da Bolsa de Nova York; em 1932, durante a Revolução Constitucionalista e a II Guerra Mundial. O último pregão aconteceu na década de 1950, quando os negócios do café foram transferidos para a cidade de São Paulo. Mas até 1986, quando foi desativado, funcionou para a divulgação da cotação do café no mercado internacional. Depois de dez anos fechado, o Museu do Café foi restaurado em parceria com o Governo Mário Covas. Foram 14 meses de trabalho até a reinaugação realizada em 25 de setembro de 1998.

Atualmente ele é mantido pela Associação dos Amigos do Museu do Café.

No acervo estão obras de Benedito Calixto (painéis e vitrais), além do espaço para exposições temporárias. Dentro do projeto museológico estão: a livraria, biblioteca e arquivo, o acervo e o centro de preparação do café.

Em http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_cafe.htm

Museu do Café Brasileiro

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sse Palácio pode ser considerado um dos mais ricos do Brasil, digno templo de sua principal riqueza e da incontestável grandeza de nosso Estado."


Roberto Cochrane Simonsen

Inaugurada em 1922 para centralizar, organizar e controlar as operações do mercado cafeeiro, na época a principal fonte de riqueza do país, a Bolsa Oficial de Café, em Santos, traduzia-se como arquitetura típica do ecletismo que caracterizou as mais importantes obras do período. Estilo e volumetria empregados ofereceram resposta compatível à monumentalidade almejada pelos idealizadores, que, durante sua construção, não pouparam esforços nem recursos para aquisição de materiais de acabamento de alta qualidade. Cúpulas de cobre, grandes figuras escultóricas, vitrais, mosaicos de mármore, robustas colunatas de granito são expressões de riqueza e prosperidade do ciclo cafeeiro no país e, ao mesmo tempo, representam a materialidade do desejo de converter o edifício da Bolsa no "Palácio do Porto de Santos"

Nos dias atuais, a imponência arquitetônica da edificação ainda repercute admiração no cidadão que transita pelo centro. Apesar do adensamento urbano ocorrido na região nas últimas décadas, a Bolsa se mantém como o edifício mais suntuoso e emblemático da Baixada Santista. A elevada torre do relógio, com mais de 40 metros de altura, se impõe, à frente do porto, como importante referência paisagística e temporal da cidade.
Caráter simbólico e expressão arquitetônica são atributos solicitados a uma edificação dessa natureza, inerentes desde a vocação - local de concentração dos negócios cafeeiros do país - à concepção final da obra.

Necessidade e responsabilidade que talvez expliquem as mudanças sucessivas do projeto, três ao todo, que objetivaram aprimoramentos necessários até alcançar o escopo almejado. Preocupações que sensibilizaram a Câmara Municipal de Santos, que suspendeu as limitações legais impostas pelo Código de edificações vigente para permitir obter resultados formais e estéticos satisfatórios.

Extraído do Livro "Palácio do Café"

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edifício da Bolsa Oficial do Café passou por restauração, concluída em 1998, realizada com muita competência pelo Governo do Estado de São Paulo, tornou o prédio um monumento de grandiosa imponência histórica, oferecendo instalações muito adequadas para o funcionamento do Museu do Café, dentro de uma concepção moderna e versátil. No mesmo ano foi concedido à Associação dos Amigos dos Cafés do Brasil, através do Decreto Estadual n° 43.389, de 18 de agosto de 1998, a Permissão de Uso, com o propósito bem definido de ser instituído o Museu do Café.

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A Associação dos Amigos do Museu dos Cafés do Brasil constituída pelas principais entidades de classes, torrefadores, produtores, exportadores, comerciantes, corretores e uma gama de associações, jurídicas ou não, do setor cafeeiro que acreditaram na viabilização do Museu do Café.

A partir da restauração do edifício sede da Bolsa Oficial do Café em Santos, à Associação dos Amigos dos Cafés do Brasil com o objetivo primordial de instalar, manter, administrar e tornar nacionalmente conhecido o "Museu do Café", desenvolveu o processo de musealização para sua criação, de autoria da Profª Maria Cristina de Oliveira Bruno, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo e após a aprovação do Departamento de Museus do Estado de São Paulo pelo Ofício DT/DEMA nº 328/2000, foi instalado no térreo e primeiro pavimento, que tinha como pretensão apresentar aos visitantes a memória do comércio de café que ocorreu na Cidade desde o século XIX repercutindo nacionalmente.

A partir desta aprovação, a primeira iniciativa implementada foi a Cafeteria que se tornou a principal atração turística do centro histórico santista. Em 22 de julho deste ano, retomou-se as exposições permanente e temporárias, a mostra do acervo, ainda em captação, Centro de

Preparação de Café, e ainda, foi inaugurada uma sala de vídeo onde os visitantes assistem filmes sobre café.

[:cool:]
 
madame tussaud e o museu de cera de londres

Marie Grosholtz nasceu em Strasbourg, França, em 1761. Seu pai, um soldado que lutou na Guerra dos Sete Anos (Grã-Bretanha e Prússia contra Áustria, França e Rússia) faleceu dois meses antes do nascimento da filha. Durante os primeiros cinco anos de vida, Marie viveu em Berna com a sua mãe, que trabalhava como governanta na casa de Philipe Curtius, um médico com extrema habilidade em esculpir em cera partes anatômicas do corpo humano. Quando o doutor Curtius mudou-se para Paris, levou consigo Marie e sua mãe, introduzindo-as a um mundo criativa e politicamente fascinante. O médico ensinou a Marie as técnicas de modelagem em cera. E rapidamente lhe foi permitido modelar personalidades da época como François Voltaire e o americano Benjamim Franklin. A exposição do doutor Curtius era tão famosa que passou a ser financiada pela Família Real Francesa. Tão logo o talento e a habilidade de Marie tornaram-se conhecidos ela foi convidada - aos dezenove anos - a ser tutora da irmã do Rei Luis XVI.

A vida no Palácio de Versalhes era bem diferente da que levara até então e por apenas nove anos ela viveu nas dependências de Versalhes. Em 1789, o doutor Curtius chamou-a de volta a Paris. A capital era o centro caótico da sangrenta Revolução Francesa. Marie e sua mãe foram presas e compartilharam a mesma cela de Josephine de Beauhamais, que mais tarde viria a desposar Napoleão Bonaparte. Entretanto, Marie foi encarregada de preparar máscaras de cera utilizando como molde as cabeças dos prisioneiros que haviam sido guilhotinados. Entre estes figuravam Maria Antonieta, Luis XVI e Jean Paul Marat (o filósofo revolucionário morto por Charlotte Corday).

Em 1794, o doutor Curtius faleceu e deixou para Marie toda sua coleção de cera. No ano seguinte Marie casou-se com um engenheiro francês chamado François Tussaud, com quem teve uma filha (falecida prematuramente) e dois filhos. A França continuava a sofrer após a Revolução e para que a exposição de cera de Marie sobrevivesse era necessário uma decisão muito difícil. Assim, ela deixou o país e excursionou pelas Ilhas Britânicas levando seus moldes de cera e seu filho mais velho. E ela jamais veria seu marido ou a França novamente. Marie passou mais de 33 anos exibindo sua crescente coleção para uma multidão de espectadores curiosa e intrigada. Enquanto isso, seu filho mais velho, Joseph, tomava gosto pelo ofício da mãe, enquanto Francis, o mais novo, ficara em Paris cuidando da avó, após a morte de seu pai. Quando, em 1826, a senhor Grosholtz morreu, Francis viajou para a Inglaterra para juntar-se ao que restava da família Tussaud.

Marie Tussaud superou, ainda, uma vasta gama de desastres. Em 1822 o navio que carregava a exibição que excursionava pela Irlanda naufragou. Porém, a maioria das peças foi salva. Semana a semana, as figuras de Lord Byron, dos assassinos Burke e Hare, do Rei George IV, da princesa Carolina de Brunswick, de Shakespeare, e de muitos outros eram constantemente embaladas e desembaladas para serem admiradas pelo público. Nos tempos em que não havia televisão, rádio ou cinema, as figuras de Madame Tussaud eram uma sensação. As viagens terminaram em 1835 quando finalmente a coleção de Marie Tussaud se estabeleceu em Londres, próximo ao local onde hoje se encontra o Madame Tussaud's Museum.

Marie continuou seu trabalho até praticamente sua morte. Dedicou seus últimos anos à sua própria escultura em cera. Em abril de 1850, aos 89 anos, Marie Tussaud - grande mulher do século XIX - sucumbiu. Os filhos de Marie empenharam-se em expandir a exposição. Em 1884 fixaram como residência fixa da coleção Tussaud uma casa na Marylebone Road. Os bonecos de cera foram distribuídos em várias salas, sendo uma chamada Camara dos Horrores e reservada a vilões e assassinos famosos. Até mesmo a lâmina da guilhotina que havia cortado a cabeça de Maria Antonieta fazia parte da exposição.

Um novo desastre ocorreu em 1925. Desta vez um incêndio causado por uma falha elétrica tratou de derreter figuras insubstituíveis como Robespierre e Marat. Também destruiu relíquias da era napoleônica. Em 1928 o interior do museu foi reconstruído e incluiu-se um cinema e um restaurante. Porém, com a Segunda Guerra Mundial e os ataques a Londres, nem o famoso museu foi poupado. Em 8 de setembro de 1940, em um bombardeio, a estrutura do museu foi abalada. Cerca de 352 modelos de cera foram irreparavelmente danificados. O cinema foi destruído. Posteriormente, em 1958 o Madame Tussaud's abriu o London Planetarium, construído para substituir o cinema destruído pelo fogo, e novas reformas iniciaram-se a fim de se renovar a fachada. Em 1993, a última inovação foi apresentada ao público: The Spirit of London, uma exposição que leva os visitantes através da história da cidade, dos tempos de Shakespeare aos dias de hoje. Uma história da qual o próprio museu faz parte.

;)

Primeira personagem virtual do museu Madame Tussauds

É a nova atracção do museu Madame Tussauds: Um soldado humano, geneticamente alterado, com 2,20 metros de altura e 128 quilos. Pela primeira vez, uma personagem de um jogo de consola ganha corpo e passa integrar a famosa colecção de bonecos de cera em tamanho real com mais de 250 anos.

O "Master Chief", protagonista do jogo Halo para a consola Xbox 360, está em exposição desde sábado em Las Vegas mas vai circular pelas filiais do museu espalhadas pelo mundo.
 
Turismo de Portugal assina protocolo para exposição de arranque do projecto Hermitage
10.09.2007 - 19h21 Marta Ferreira dos Reis

Não é o único patrocinador da exposição “De Pedro, o Grande, a Nicolau II – Arte e Cultura do Império Russo na Colecção Hermitage”, mas é o maior.

O Turismo de Portugal assina amanhã no Palácio da Ajuda uma pareceria com o Instituto dos Museus e Conservação (IMC) para a primeira exposição a grande escala da colecção do Museu Hermitage em Portugal. É o primeiro passo para a instalação do pólo nacional de um dos museus mais prestigiados do mundo.

A mostra temporária arranca no dia 26 de Outubro e termina no dia 17 de Fevereiro. Não é a primeira vez que peças da grande colecção russa vêm a Portugal mas é a primeira vez que, do acervo de três milhões de obras de arte, cerca de 600 se reúnem numa galeria portuguesa, a D. Luís I, no Palácio da Ajuda. O objectivo é testar a recepção do público para o empreendimento de 2010, quando Lisboa entrar na rota Hermitage ao lado de Londres, Amesterdão, Las Vegas e Ferrara.

“As peças que a mostra traz a Lisboa documentam aspectos dos gostos dos czares russos – de Pedro, o Grande, a Nicolau II –, um gosto artístico da corte russa, que não encontra paralelo no gosto vigente em Portugal na mesma época”, disse ao PÚBLICO Manuel Bairrão Oleiro, director do IMC. “É uma exposição totalmente diferente daquilo que é habitual em Portugal. São perspectivas sobre as artes decorativas diferentes que decerto suscitarão a curiosidade do público”.

O protocolo de intenções assinado em Março 2006 entre o Ministério da Cultura e o Museu Hermitage, em São Petersburgo, previa três exposições-teste, política do museu na abertura de pólos no estrangeiro e que encontrou consenso nos responsáveis nacionais.

“Funcionam como um primeiro teste aos locais, à apetência do público e à afluência. São uma operação de divulgação”, disse ao PÚBLICO Maria do Céu Novais, assessora da Ministra da Cultura. Até porque nada está definido. Para o ano, uma segunda exposição terá lugar no Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, mas ainda não há local para a terceira nem se sabe em que espaço da cidade de Lisboa será instalado o pólo permanente em 2010, acrescentou a assessora.

Para o Turismo de Portugal, Instituto Público de investimento na área do turismo, a futura ligação entre Ministério da Cultura e Museu Hermitage constitui uma valorização do património cultural e uma mais-valia em termos turísticos para o país e para a capital. José Pedro Santos, assessor, dá como exemplo para o garantido sucesso deste investimento a adesão que tem tido a colecção Berardo, no Centro Cultural de Belém, ponto de passagem quase obrigatório para portugueses e estrangeiros.

“Consideramos que vai ser uma exposição de grande público, que tem interesse para o turismo e para cultura”, acrescentou Manuel Bairrão Oleiro, para quem o desenvolvimento do país passa pelo investimento no turismo cultural.

Vozes críticas do projecto Hermitage

Ainda sem informações oficiais sobre os custos de trazer mostras da colecção russa a Portugal nos próximos três anos e da instalação do pólo permanente, números que não devem ser revelados amanhã, disse Maria do Céu Novais, o projecto Hermitage tem estado rodeado por alguma polémica. “Enquanto os museus portugueses, e particularmente o grande museu português, o Museu Nacional de Arte Antiga, enfrentarem problemas como os que enfrentam actualmente, não posso concordar que sejam desviados para outros fins as magras verbas disponíveis no Ministério da Cultura”, disse Dalila Rodrigues, ex-directora do MNAA, à revista "Atlântico". Já o crítico de arte Alexandre Pomar, numa entrada do seu blogue no final de Agosto, atribuiu o “franchising do Hermitage” às manobras de diversão de uma política museológica inexistente em Portugal.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1304570

www.hermitagemuseum.org
 
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Artes tradicionais com novo museu



ROBERTO DORES, Évora

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Espólio de artesanato e objectos de trabalho ocupa um antigo celeiro As raízes alentejanas exibem-se no seu mais sublime esplendor no novo Centro de Artes Tradicionais de Évora, já aberto ao público. O novo museu, que custou 1,3 milhões de euros, tem assento no antigo celeiro comum da cidade, encerrado há 16 anos, e mostra um rol de utensílios que outrora "desfilaram" pelas mãos de quem trabalhou a terra por esses campos fora.

Entre peças de artesanato e alfaias agrícolas, foi tudo restaurado ao pormenor. Lá estão as foices, machados, enxadas, louças, mantas tradicionais de Reguengos de Monsaraz, cestaria e chocalhos, embora ressalte à vista deste espólio um conjunto de tapetes de Arraiolos, do século XIX, que pertenceu ao Seminário Maior de Évora.

Este novo museu aposta ainda na vertente audiovisual, sendo exibido um documentário com perto de 20 minutos, em que é fornecido o enquadramento da actual produção artesanal. Ao longo do percurso também são passados pequenos filmes em ecrãs-plasmas que explicam as origens das respectivas peças, bem como o seu processo de fabrico.

Para o presidente da Região de Turismo de Évora, entidade que promoveu a abertura do museu, este novo espaço museológico surge como um apoio "à hotelaria e indústria turística", assumindo João Andrade Santos que a cidade carece de equipamentos de animação. O projecto, iniciado em 1999, contemplou a recuperação do antigo celeiro e seu espólio, ambos em avançado estado de degradação, sendo que as peças tiveram mesmo de ser enviadas para Lisboa para serem restauradas.

O antigo Museu de Artesanato, como se designava em 1965, quando começou a funcionar, viria a ser encerrado em 1991, acabando por ser votado ao abandono, até que o edifício, propriedade do Estado, acabou por ser entregue à Assembleia Distrital de Évora cinco anos depois.

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Em http://dn.sapo.pt/2007/09/23/artes/artes_tradicionais_novo_museu.html
 
Museu do Ar, Alverca do Ribatejo

Museu do Ar, Alverca do Ribatejo

O Museu » História
Quando Foi Criado o Museu do Ar
É praticamente tão antiga como a introdução da aeronáutica em Portugal, a ideia da criação de um museu sobre a aviação.
Os estatutos do aero clube Português previam-no desde a sua fundação, em 1909. Porém, só mais tarde a ideia veio de novo a germinar e logo pelo interesse mostrado pelo almirante Gago Coutinho, que, por ordem do ministério da Marinha, começou a juntar todas as peças ofertadas que lhes tinham dado, a si e a Sacadura Cabral, destinadas a um futuro museu nacional da aviação. Contudo, Gago Coutinho nunca preservaria totalmente na ideia, devendo-se a Pinheiro Correia, um outro grande vulto da Aeronáutica Portuguesa que participou no raid à Guiné em 1925, a iniciativa do projecto da criação de um museu aeronáutico, como o declarou ao Diário de Lisboa em 16/2/1938.
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A partir de 1953, a causa de um museu aeronáutico ganha um novo paladino, o jornalista Mário Costa Pinto que no Jornal de Sintra clamava, numa carta aberta ao Ministro da Defesa, da necessidade de criação de um museu aeronáutico.
Eleito em 1954, presidente da direcção do aero clube de Portugal, Pinheiro Correia elegeu de imediato uma comissão para estudo e criação de um museu. Dela faziam parte, entre outros, Gago Coutinho, Carlos Bleck e o coronel Ribeiro de Almeida, fundador do Parque Militar de Aeronáutica em Alverca. O interesse pela criação do museu ia ganhando peso e adeptos.
Em 1963, o general França Borges, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, após longa insistência de Pinheiro Correia, cede uma sala do palácio dos Pimentas, destinado ao museu da cidade, para a exposição de um acervo que mostrava a importância portuguesa na história aeronáutica. Em Junho de 1965, o Despacho nº 629 emanado do Secretário de Estado da Aeronáutica, general Francisco Chagas, nomeia uma comissão consultiva, com vista à elaboração decisiva de projectos para a constituição do museu. A comissão era dirigida pelo brigadeiro Fernando de Oliveira e dela faziam parte os coronéis Pinheiro Correia e Edgar Cardoso, este último um eminente historiador da aviação.
Finalmente, pelo Decreto-Lei nº 48248, de 21 de Fevereiro de 1968, o sonho estava realizado. O Museu do Ar tinha sido criado. O brigadeiro Fernando de Oliveira providenciaria o espaço físico para a instalação e estruturação do Museu em Alverca, utilizando instalações anteriormente pertencentes à OGMA.
A criação simultânea do Grupo dos Amigos do Museu do Ar, sob iniciativa do coronel Edgar Cardoso, permitiu que se iniciasse desde logo a recolha de ofertas para o Museu.
No dia 1 de Julho de 1969, Dia da Força Aérea Portuguesa o Museu do Ar era oficialmente inaugurado pelo Presidente da República, almirante Américo Tomás. Dois anos depois, a 1 de Julho de 1971, o Museu do Ar estava definitivamente aberto ao público, estando presentes naquela data, o Secretário de Estado da Aeronáutica, brigadeiro Pereira do Nascimento e o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, general Tello Polleri, acompanhados pelo Director do Museu, o primeiro do seu historial, coronel Edgar Cardoso.
Nos primeiros anos o acervo do museu era relativamente reduzido, mas já contando com peças como o avião anfíbio "Widgeon", o Vampire, oferecido pela Força Aérea Sul-Africana, e réplicas do "Santa Cruz", do "Maurice Farman" e do "Caudron" G-3.

In: http://www.emfa.pt/www/po/musar/index.php apr:) [;)]
 
Robotarium X, Alverca do Ribatejo

Robotarium X, Alverca do Ribatejo

O Robotarium X instalado no Jardim Central, Alverca (Vila Franca de Xira), é o primeiro do género no mundo.
Trata-se de uma estrutura em vidro e aço no interior da qual vive um conjunto de 45 robots, distintos na sua morfologia, comportamento e forma de conseguir energia.
A maioria é alimentada por pequenos painéis solares colocados na parte superior do corpo. Estão por isso activos durante o dia e em descanso à noite ou quando existe fraca intensidade de luz. A sua capacidade de interacção com o ambiente é limitada, afastando-se dos obstáculos ou, nalguns casos, procurando o lugar onde existe maior incidência luminosa.
Os robots de maior dimensão são fixos ao solo ou à parte superior da estrutura, recebendo aí a corrente eléctrica que necessitam para a sua acção. Embora estas espécies tenham uma mobilidade limitada têm no entanto uma maior e, acima de tudo, uma permanente capacidade de interacção com os visitantes do Robotarium. Quando detectam movimento no exterior realizam a sua 'performance', uns abrindo-se de forma vistosa, outros seguindo a deslocação dos visitantes ou ainda, no caso dos suspensos, descendo e subindo conforme o seu comportamento mais tímido ou agressivo.

A estrutura do Robotarium tem uma forma bastante peculiar baseada num dos chamados 'sólidos de Johnson' e que dá pelo bonito nome de 'Bilunabirotunda'. Foi construída em aço e vidro, sendo este à prova de vandalismo dada a curiosidade e vontade de posse que os robots possam suscitar.

O Robotarium constitui um novo tipo de obra de arte, em que a colaboração entre homem e máquinas produz uma situação criativa totalmente original.
Serve ainda de estímulo positivo para os mais jovens que através desta obra poderão ser motivados para o fascinante mundo da arte, da ciência e da tecnologia.
No fundo trata-se de uma espécie de 'zoo' onde a vida natural é substituida por formas de vida artificial dotadas de uma, ainda que muito diminuta inteligência e variedade comportamental.
Ao invés da tristeza que é o enclausuramento de animais, o Robotarium cria um espaço que satisfaz tanto os robots, que de outra forma não teriam existência real, quanto os visitantes pelo seu aspecto lúdico e de estímulo ao conhecimento.


O Robotarium é um projecto de arte e ciência do artista plástico Leonel Moura, com implementação de robótica da IdMind e apoio da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Pode ser visitado em qualquer momento mas aconselha-se naturalmente os dias com bastante sol e em que a agitação destas pequenas criaturas é mais acentuada.

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Como chegar ao Robotarium X ?

Autoestrada A1
Saída Alverca
Primeira rotunda direcção Bucelas
Atravessar A1
Na primeira estrada à direita virar para Bom Sucesso
Primeira à esquerda
Primeira à direita (onde indica Junta de Freguesia)
Primeira à esquerda
Primeira à direita
Estacionar no Jardim Central
Robotarium X

Parece complicado mas não é...
Outra hipótese descarregar aqui mapa em PDF

In: http://www.lxxl.pt/rxpt.html [kiss] [;)]

PS: As indicações n me parecem totalmente correctas, é melhor fazer o download do mapa. [:D]
 
Museu do Carro Eléctrico

Museu do Carro Eléctrico

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[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]_Colecções / Patrimónios[/FONT]

[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif][FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]Veículos de transporte público, nomeadamente carros eléctricos, atrelados e veículos automóveis de 1872 a 1951. Maquinaria pesada, tal como motores e componentes eléctricas para transformação de energia. Acessórios dos veículos e dos funcionários das empresas de transporte público da cidade do Porto, nomeadamente fardamento e ferramentas do mais variado tipo. Fotografias relativas à história do carro eléctrico na cidade do Porto desde finais do século XIX à actualidade. Títulos de transporte de 1872 à actualidade.[/FONT][/FONT]


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[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]_Breve Historial do Museu[/FONT]

[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif][FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]Inaugurado em 1992, o Museu do Carro Eléctrico nasceu da dedicação de um grupo de entusiastas. Os primeiros anos deste Museu ficaram marcados pela recuperação de material circulante. Estabilizada a colecção principal, o Museu começa a orientar-se no sentido de captar novos públicos. Em 1998, são criados os serviços educativos com o objectivo de aproximar as colecções dos seus públicos. Em 1999, inicia um processo de requalificação museológica que viria a culminar na abertura de uma nova exposição permanente intitulada “Viajantes e Passageiros – do Carroção ao Carro Eléctrico.”[/FONT][/FONT]

Em http://www.rpmuseus-pt.org/Pt/cont/fichas/museu_26.html

RPM - Museu do Carro Eléctrico
 
Museu dos Coches... um dos meus preferidos. Se tiverem interesse e pesquisarem, vao perceber que cada coche tem uma particularidade ou uma funçao especifica. Vistos de perto é como que regressar ao passado. Uma das particularidades do primeiro coche do museu - o de D. Filipe II - é que o assento, para além de servir para se sentar, servia tambem para as necessidades fisiologicas do homem, pelo que tem um genero de uma 'sanita' incrustado eehehe....


'Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleãns e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, o Museu dos Coches Reaes como então se chamava, foi inaugurado no dia 23 de Maio de 1905.

D. Amélia, senhora de grande cultura, toma consciência do valor patrimonial das viaturas de gala da Casa Real e com o apoio de Monsenhor Joaquim Boto, Cónego da Patriarcal de Lisboa e do Conselho do Rei e do seu Estribeiro-Mor, Tenente Coronel de Cavalaria Alfredo Albuquerque, propõe-se reuni-lo, salvaguardá-lo e apresentá-lo ao público à semelhança do que acontecera, pela primeira vez em Paris em 1900, na Exposição Universal.

O local escolhido para a sua instalação foi o Picadeiro Real de Belém que deixara de ser utilizado e onde, há época, já se encontravam armazenadas algumas das principais viaturas da corte e para onde a rainha fez convergir os antigos carros nobres da Casa Real Portuguesa e respectivos acessórios, património que se encontrava disperso pelos vários depósitos e cocheiras dos palácios reais.

Da primitiva colecção faziam parte 29 viaturas, fardamentos de gala, arreios de tiro e acessórios de cavalaria, utilizados pela Família Real.

Após a implantação da Republica, em 1910, o Museu passa a designar-se por Museu Nacional dos Coches e o seu espólio foi enriquecido com outros veículos da Coroa, do Patriarcado de Lisboa e de algumas casas nobres.

Hoje o Museu reúne uma colecção que é considerada única no mundo devido à variedade artística das magníficas viaturas de aparato dos séculos XVII, XVIII e XIX, e ao número de exemplares que integra.

De entre os veículos expostos destacam-se coches, berlindas, carruagens, seges, carrinhos de passeio, liteiras, cadeirinhas e carrinhos de criança formando um interessante conjunto que permite ao visitante compreender a evolução técnica e artística dos meios de transporte utilizados pelas cortes europeias até ao aparecimento do automóvel.

Completam a colecção, um núcleo de arreios de tiro, arreios de cavalaria, selas, fardamentos de gala, de armaria e acessórios de cortejo setecentistas, de que se destaca um conjunto de trombetas da Charamela Real bem como uma galeria de retratos a óleo dos monarcas da Dinastia de Bragança.´
 
Museu Nacional de Arte Antiga
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O MNAA foi fundado em 1884, sob a designação de Museu Nacional de Belas-Artes e Arqueologia, constituindo a primeira criação em Portugal de um grande museu público dedicado às artes. O seu vasto acervo (actualmente mais de 44 mil peças) é o mais representativo conjunto nacional de património artístico móvel desde a Idade Média até ao início do século XIX, incluindo importantes colecções de proveniência estrangeira.
Instalado no antigo palácio dos Condes de Alvor (século XVII), o Museu foi consideravelmente ampliado em 1940, com a construção de um edifício anexo em espaço antes ocupado pelo Convento de Santo Alberto, fundação carmelita de que resta a igreja, de estilo barroco, integrada no percurso museológico.
Ulteriores campanhas de obras permitiram novas ampliações e sucessivas remodelações do espaço expositivo e de serviços de apoio ao visitante.[;)]

Fonte: http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/#cmV0dXJuVG9NYWluKHRydWUpOw==
 
Welcome at the
Auto & Technik MUSEUM SINSHEIM

Situated on an area of over 30.000m² indoors, and in open-air grounds comprising in excess of 50.000m², the Auto & Technik MUSEUM SINSHEIM offers you more than
3.000 exhibits. Among them the original Concorde of the AirFrance plus a russian supersonic-jet Tupolev TU-144 and 300 vintage cars, 200 motorbikes, 40 race- and sports cars, 27 locomotives, 50 airplanes, 150 tractors, steam engines and trucks.

vim uma reportagem na TV e era espectacular!
 
Estudo
Portugueses afastados das actividades culturais

Os portugueses são que menos participam em actividades culturais, tendo apenas metade lido um livro no último ano e um quarto visitado um museu ou galeria, revela um estudo do Eurostat.

O documento do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia sobre "a economia da cultura e actividades culturais na UE a 27" revela que os portugueses são dos cidadãos comunitários mais afastados da Cultura, e quando questionados sobre as actividades culturais em que participaram nos últimos 12 meses apresentam os valores mais baixos dos 27 em todos os parâmetros.

De acordo com os resultados do inquérito, já deste ano, apenas 50% dos portugueses leram um livro, 24% visitaram um museu ou galeria, 23% assistiram a um concerto, 19% foram ao teatro e somente 9% assistiram a ballet ou ópera, apresentando Portugal em todos estes casos o segundo valor mais baixo da UE.

A média europeia para a leitura de um livro é de 71%. Os outros valores são: 41% visitaram um museu, 37% assistiram a um concerto, 32% foram ao teatro e 18% à ópera ou ballet .Em cada um destes indicadores Portugal só fica à frente dos malteses (45%), búlgaros (20%), gregos (21%), polacos (18%) e romenos (8%).

Também são poucos os portugueses que visitaram um monumento histórico (35%, contra média da UE de 54%), frequentaram uma biblioteca pública (24%, sendo a média de 35%) ou foram ao cinema (apenas 35%, longe da média de 51%).

A única actividade cultural que contou com a "participação" de mais de metade dos portugueses inquiridos foi assistir (pela televisão) ou ouvir um programa cultural.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=55&ContentId=223864
 
Casa-Museu Camilo Castelo Branco concorre ao Prémio de Melhor Museu Europeu 2008
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DR
Casa-Museu Camilo Castelo Branco em Famalicão

A Casa-Museu Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, é um dos 30 museus europeus nomeados para o Prémio de Melhor Museu Europeu do Ano 2008 promovido pelo Conselho da Europa.

O presidente da Câmara, Armindo Costa, adiantou que a nomeação segue-se à visita feita à estrutura em Outubro por membros do júri do Prémio, os quais - assegura - se mostraram "muito impressionados com o espólio e a boa conservação da casa que foi a última morada do romancista Camilo Castelo Branco".
Integrada na Rede Portuguesa de Museus, a Casa-Museu de Camilo, localizada em Seide S. Miguel, é uma unidade museológica tutelada pela Câmara Municipal de Famalicão.

Para o presidente da Câmara, "o facto da Casa-Museu ser nomeada para este prémio é motivo de orgulho para os famalicenses e é já uma grande vitória".

O autarca sublinhou que mais de duas centenas de países apresentaram candidaturas ao Prémio, sendo apenas nomeados 30 museus.

Entre os nomeados constam ainda o Museu Abade do Baçal, em Bragança, o Museu Marítimo de Ílhavo, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e o Museu da Presidência da República.

O Prémio, que será entregue em Março de 2008 em Dublin, na Irlanda, foi criado em 1977 com o objectivo de "descobrir e divulgar um museu que tenha tido um sucesso notável ao lidar com os problemas de imaginação, dinheiro, moral do pessoal, burocracia, integridade e orgulho profissional, gosto, responsabilidade social e planeamento para o futuro".

A Casa-Museu de Camilo foi construída nos inícios do séc. XIX por Manuel Pinheiro Alves, um brasileiro de torna-viagem.
Depois da sua morte, em 1863, Camilo veio instalar-se na mansão de Seide, com Ana Plácido, em finais desse ano, e aí permaneceu com certa regularidade.

Nela escreveu a maioria das suas obras e se suicidou em 01 de Junho de 1890.

A casa sofreu um incêndio em 1915, mas foi reconstruída para abrir ao público como "Museu Camiliano", em 1922.
No final da década de 40 procedeu-se à restituição da Casa à traça original, sendo inaugurada por Marcelo Caetano em 1958 e passando a designar-se "Casa-Museu de Camilo".

No seu interior, o edifício conserva grande parte do mobiliário que pertenceu a Camilo Castelo Branco e à família, utensílios de uso pessoal e mais de 3500 volumes de bibliografia do escritor.


Guarda também obras pertencentes à biblioteca particular do escritor, cartas, recortes de imprensa de teor camiliano, uma centena de exemplares periódicos em que Camilo colaborou ou foi director e aproximadamente mil peças de iconografia diversa, como escultura e pintura.
© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.​

Em http://www.rtp.pt/index.php?article=305859&visual=16
 
O Museu​

É com grande satisfação, que lhe damos as boas vindas ao site do Museu da Miniatura Automóvel. Pretendemos com este sítio na Internet, dar-lhe a conhecer um pouco do Museu e, convidá-lo desde já, a visitar este espaço único no nosso país.

A ideia de criar o primeiro Museu da Miniatura Automóvel e em Gouveia, nasce com a disponibilidade do coleccionador Fernando Taborda, com o empenho do Clube Escape Livre, o dinamismo da Câmara Municipal de Gouveia e a estreita cooperação do ACP – Automóvel Clube de Portugal.

O entusiasmo e empenho total destas entidades, fez com que este projecto, seja hoje uma realidade projectada num edifício próprio, que visa mostrar e divulgar, as melhores colecções de miniaturas existentes no nosso país. O edifício conta com várias salas dedicadas a exposições permanentes, temporárias e temáticas do mundo automóvel. O visitante tem a oportunidade de “viajar” no tempo e verificar a evolução automóvel nas mais variadas áreas e marcas.

Com este projecto pretendemos também, incentivar os jovens ao coleccionismo, num âmbito de manifestação cultural, que é susceptível de auxiliar ao desenvolvimento de capacidades e competências desses mesmos jovens.

Este Museu pretende ser ainda, um local de prazer e lazer, para todos aqueles que apreciam de uma forma apaixonante o coleccionismo e o mundo automóvel.

Esperamos desta forma que seja usufruído por muitos, que a primeira visita seja apenas uma das muitas que voltará a fazer, não só para “regalar” os olhos com as exposições permanentes, mas também com as temporárias e temáticas, assim como com outras actividades que pretendemos criar, num âmbito de um Museu dinâmico, que tem como pretensão interagir com os visitantes e coleccionadores, apaixonados pelo universo das quatro rodas.

Pretendemos também que este Museu possa ajudar a promover o automobilismo, bem como o turismo na região de Gouveia em particular e, em Portugal de uma forma geral.

Fazemos votos que se divirtam, e sintam que vale a pena voltar de novo a este mundo da miniatura automóvel.

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Museu da Miniatura Automóvel


É com grande satisfação, que lhe damos as boas vindas ao site do Museu da Miniatura Automóvel. Pretendemos com este sítio na Internet, dar-lhe a conhecer um pouco do Museu e, convidá-lo desde já, a visitar este espaço único no nosso país.

A ideia de criar o primeiro Museu da Miniatura Automóvel e em Gouveia, nasce com a disponibilidade do coleccionador Fernando Taborda, com o empenho do Clube Escape Livre, o dinamismo da Câmara Municipal de Gouveia e a estreita cooperação do ACP – Automóvel Clube de Portugal.

Em http://www.museuminiaturaautomovel.com/Museu.htm

www.museuminiaturaautomóvel.com
 
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