Museus e outréns...

No âmbito dos 50 anos da fundação
Casa-Museu Bissaya Barreto aberta gratuitamente até Janeiro
02.12.2007 - 18h32 Lusa

A Casa-Museu Bissaya Barreto, em Coimbra, vai estar aberta ao público gratuitamente até 4 de Janeiro, no âmbito das comemorações dos 50 anos da fundação homónima, foi hoje anunciado.

O anúncio foi feito durante a inauguração da exposição "Fundação Bissaya Barreto (1958-2008) - I Parte", patente na Casa-Museu até 4 de Janeiro, pelo comissário das comemorações, Carlos Páscoa.

Hoje, com a inauguração da exposição, foi assinalada, de forma simbólica, a data em que, pela primeira vez, há 49 anos, se reuniu o conselho de administração da fundação criada pelo professor universitário e médico de Coimbra Bissaya Barreto. A antiga residência daquele benemérito, situada aos Arcos do Jardim, foi transformada num espaço museológico que, até 4 de Janeiro, estará aberto, de forma gratuita, aos interessados em conhecer a vida e obra de Bissaya Barreto.

Ao intervir na mesma sessão, o governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, afirmou que "a cidade tem vários espaços museológicos que valem por si e que ganhariam todos em ter uma relação em rede".

Segundo Isabel Horta e Vale, directora da Cultura da fundação e conservadora da Casa-Museu, "praticamente todas as divisões se mantém na mesma, à excepção de algumas galerias".

Para o governador civil de Coimbra, a Fundação Bissaya Barreto "é uma referência nos domínios da cultura, do saber, da acção social e da cidadania".

Pinturas de Josefa de Óbidos, José Malhoa, Alberto Sousa, António Vitorino e Sousa Pinto, entre outros artistas plásticos, esculturas, peças de porcelana, mobiliário, azulejos e tapeçaria integram o espólio que pertenceu ao médico patrono da Fundação Bissaya Barreto (FBB) e que estão expostos na Casa-Museu.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1312536&idCanal=14

www.fbb.pt
 
Cultura
Museus: Visitantes dos museus nacionais ultrapassaram um milhão pelo segundo ano consecutivo

Lisboa, 05 Dez (Lusa) - O número de visitantes dos 27 museus nacionais tutelados pelo Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) ultrapassou um milhão pelo segundo ano consecutivo, segundo as últimas estatísticas oficiais.

De acordo com dados do IMC a que a Lusa teve acesso, entre Janeiro e Outubro deste ano foram 1.073.121 os visitantes dos museus nacionais, com o Museu dos Coches a manter a liderança (195.690, aos quais acrescem 15.127 no seu Núcleo de Vila Viçosa), em segundo lugar o Museu Monográfico de Conímbriga (110.355), em terceiro o Museu de Arqueologia (109.312), e em quarto o Museu de Arte Antiga (89.565).

Após três anos de declínio das entradas nos museus nacionais, que ficaram abaixo de um milhão, em 2006 o número de visitantes foi o maior da última década (1.179.694), conseguindo ultrapassar o ano da Expo98 (1.149.378), considerado um marco na evolução da afluência do público.

O número de visitantes registado nos 12 meses de 2006 deu o primeiro lugar ao Museu dos Coches (221.428, com mais 13.472 no Núcleo de Vila Viçosa), seguido do Museu de Arte Antiga (192.452), em terceiro lugar o Museu de Arqueologia (102.028), ficando o Museu Monográfico de Conímbriga em quarto (93.288).

Este ano, as estatísticas indicam que os museus nacionais conseguiram manter as entradas acima de um milhão, com as maiores afluências a registar-se entre Março e Outubro, e o mês de Maio a liderar devido às iniciativas que tradicionalmente marcam as celebrações do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio) por todo o país.

Contactado pela Agência Lusa para comentar estes números, o director do IMC, Manuel Bairrão Oleiro referiu que os dados oficiais mais recentes sobre visitantes, mas ainda não disponíveis para consulta, "indicam que em 2007 já se ultrapassou 2006 em afluência de público".

"Há um ligeiro acréscimo em relação ao ano passado", avaliou, atribuindo estes resultados "ao trabalho que os directores dos museus nacionais têm desenvolvido, nomeadamente através de iniciativas atractivas para o público, e também graças a uma maior atenção da comunicação social" sobre esta área.

Face ao aumento dos visitantes do Museu Museográfico de Conímbriga, que destronou o Museu de Arte Antiga do segundo lugar na lista de museus nacionais mais visitados, o director do IMC referiu que as ruínas e o museu de Conímbriga estiveram em obras de remodelação durante dois anos, que envolveram a instalação de um restaurante.

"O museu, que se encontra isolado, passou a ter um restaurante, o que permitiu atrair mais público", explicou o responsável.

Questionado sobre a carência de vigilantes nos museus nacionais - que este ano levou mais uma vez ao encerramento de algumas salas ao público, nomeadamente no Museu de Arte Antiga e no Museu do Azulejo - Manuel Bairrão Oleiro garantiu que o problema está resolvido "por um período de seis meses".

"O Ministério das Finanças autorizou a contratação de 90 tarefeiros para resolver esta carência de vigilantes", mas o responsável considera esta solução "provisória", e defende que o termo da situação "passa pela abertura de um concurso externo para preenchimento de vagas".

AG.

Lusa/Fim

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-12-05 17:05:02

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=311847&visual=26&tema=5
 
Excelente iniciativa

Excelente iniciativa

"Se vier, agora, um cego ao museu, ele vê o que nós vemos"

Fátima Ribeiro J. Paulo Coutinho

"Se vier, agora, um cego ao museu, ele vê o que nós vemos". Foi desta maneira simples que Maria Amélia Miranda, presidente da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, no Porto, deu a conhecer o projecto "Museu sem Barreiras", pioneiro em Portugal, a ser apresentado, hoje, às 15 horas, no Museu do Papel Moeda, tutelado pela fundação.

"Os museus têm um papel social e educacional muito forte, já não são sítios fechados. Daí a nossa preocupação em integrar as pessoas com necessidades especiais - cegos, amblíopes e com deficiência motora, nomeadamente pessoas com paralisia cerebral", referiu.

O projecto de acessibilidades resulta de dois anos de trabalho e "dedicação". Para a sua concretização, a fundação contou com a parceria da Fundação Portugal Telecom e com o apoio da Universidade de Letras do Porto, nomeadamente, através do trabalho de pós-graduação de Sónia Santos. Mesmo assim, foram muitas as dificuldades sentidas." É um mundo diferente do nosso, por isso, foi complicado entrar nele. Não se fala para um idoso da mesma maneira que se fala para uma criança. Da mesma maneira que não se fala para um cego como se fala para um amblíope".

Até o empregado

"Saber escrever para todos" foi uma das várias formações que o Serviço de Educação do Museu sentiu necessidade de desenvolver para a criação dos dossiers de cada tipo de deficiência. A par disto, o museu também proporcionou aos seus profissionais acções de formação na Associação dos Cegos de Portugal e na Portugal Telecom.

Este plano, que pretende eliminar barreiras, envolveu o trabalho de todos. "Até o empregado do restaurante teve que ter formação para saber como acolher pessoas com necessidades especiais". Amélia Miranda dá o exemplo do dossier para amblíopes "A letra é verdana, de tamanho 24 e com ausência de cor, porque a cor introduz perturbações em quem vê mal".

Até agora, as visitas foram apenas para testar as novas acessibilidades. "Foi tão gratificante ver o espanto e a alegria destas pessoas durante o trabalho de preparação. Até tivemos um cego a ensinar um amblíope a ver", lembrou, emocionada, a presidente da fundação. O factor de diferenciação relativamente a outros museus é assumido por Amélia Miranda, que, no entanto, dá privilégio ao factor social "É um motivo de diferenciação, mas não vou por aí. É, acima de tudo, uma melhoria na qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais".

Além do dossier específico para cada tipo de deficiência, o museu vai estar dotado com um guia em braille para os invisuais e amblíopes e outro para os acompanhantes. "A informação estará disponilizada em braille e em suporte digital". E, como não há invisuais só em Portugal, o guia estará também disponibilizado na língua inglesa.

Na elaboração dos dossiers, o destinado aos cegos foi, para a presidente, o mais complicado de realizar "Eles fizeram-nos reparar em coisas que, até então, não tínhamos reparado, o que, apesar de trabalhoso, foi bastante gratificante".

Nas palavras de Amélia Miranda, o trabalho das acessibilidades ainda não está concluído. "Ainda há muito a fazer. Isto é apenas uma agenda de intervenção, um início com continuação". O próximo passo do museu é a "remodelação total do site, com uma linguagem para todos os públicos. Assim, qualquer pessoa pode aceder ao site".

O museu contabiliza 23.107 visitantes desde a abertura, em 1996. E a presidente da fundação acredita que este projecto vai trazer ainda mais visitantes do que o habitual. "Vamos ter mais visitantes, principalmente, pessoas com necessidades especiais, pois isto é feito para elas. E nós somos o único espaço cultural com este tipo de oferta".

O museu "teve sempre como objectivo chegar a todo o tipo de públicos" e o projecto "Museu sem Barreiras" foi "mais um passo nessa direcção". Agora, pessoas com capacidades limitadas podem conhecer o museu de uma forma autónoma.

O Museu do Papel Moeda revela a história do dinheiro e do papel fiduciário em Portugal e reúne um espólio notável, que abrange várias colecções, de que são exemplo as notas do Banco de Portugal. A acrescentar a isto, foi um dos nove museus escolhidos pelo Alto Comissariado da Emigração para a elaboração, no próximo ano, de um projecto sobre o diálogo intercultural.
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Em http://jn.sapo.pt/2007/12/10/cultura/se_vier_agora_cego_museu_ve_o_nos_ve.html

Excelente.

AS ORIGENS

O começo da história do Museu do Papel Moeda, formalmente, data de 1981, quando em acta do Conselho de Administração da Fundação António Cupertino de Miranda ficou lavrado que, por decisão unânime, foi aprovada a sugestão do administrador Dr. Alberto Correia de Almeida de criar, para a Fundação, uma colecção de papel fiduciário.

Na base desta sugestão estava a ideia de que cada instituição cultural, para além de ter a sua identidade, deverá ter ser sempre um núcleo diferenciador.

O interesse pelo tema do papel fiduciário ainda não tinha despertado, por assim dizer, em Portugal, embora no estrangeiro, especialmente nos Estados Unidos da América e em Inglaterra, fosse já alvo de grande atenção. A título de exemplo cite-se a Amon Collection, cuja parte respeitante aos Estados Unidos da América viria a ser comprada pelo governo americano que nela reconheceu o testemunho de património nacional. A existência de mercado em Inglaterra fazia com que a famosa leiloeira Chrisitie’s realizasse alguns leilões. Estávamos nos anos setenta do século XX.

Em Portugal não se vislumbrava grande interesse, quer por parte dos coleccionadores privados quer por parte do Banco Central Emissor. Pareceu assim que a proposta do nosso administrador tinha foros de inovação e poderia ser o núcleo que distinguisse a FACM no panorama das Fundações e Museus em Portugal e na Europa.

Isto já para não falar do que representaria a nível de preservação e conservação do papel fiduciário como símbolo de património e identidade do nosso País. A Fundação vivia tempos conturbados, impunha-se a sua reestruturação financeira que tinha sido seriamente abalada pela Revolução de 1974 e pela consequente nacionalização da Banca.

Às poucas e iniciais reticências que foram formuladas pelo Conselho de Administração, seriamente preocupado com a inevitável necessidade de reconstruir uma base financeira sólida e uma sede condigna, o Dr. Alberto Correia de Almeida respondeu com a inabalável convicção de que tão importante era a reestruturação financeira como a decisão de começar a ser delineada uma estratégia que distinguisse a Fundação Dr. António Cupertino de Miranda.

Assim se fez.

O ESPÓLIO

A partir de então, e com verdadeira persistência, alimentada por uma busca contínua em Portugal e no estrangeiro, foi possível ao Dr. Alberto Correia de Almeida reunir um assinalável e inigualável espólio. O Museu do Papel Moeda iniciou a sua construção física em 1994 e foi inaugurado em 20 de Janeiro de 1996 pelo Exmo. Sr. Dr. Mário Soares, então Presidente da República Portuguesa.

Para trás, fica uma longa história de pesquisa, busca, amor e de persistência que, até hoje, continua a reunir, sem cessar, o melhor documento fiduciário que aparece, em melhor estado, melhorando, sempre e sempre, as colecções que estão expostas. Os mesmos critérios de rigor foram exigidos aquando da montagem da exposição.

O projecto de arquitectura exterior é da autoria do Arq. Francisco Figueiredo. O projecto interior foi entregue ao Arq. Carlos Vieira Borges, e a chefiar a equipa que montou a exposição esteve o Dr. Javier Salgado, numismata e economista que tem obra publicada. A coordenação e orientação de toda esta equipe esteve a cargo do Dr. Alberto Correia de Almeida. Foi também da sua selecção a escolha do Prof. Eng. Luís Casanovas que concebeu, quer o plano de conservação preventiva, quer o projecto de conservação e preservação, com adequado sistema de temperatura e controle de humidade.

EVOLUÇÃO DESDE 1996 AO PRESENTE

De 1996 até agora o Museu evoluiu muito: em termos de aquisições (que continuam a ser feitas no mercado português e no estrangeiro, especialmente na Europa) e também na sua comunicação com os públicos.

Consciente da importância do papel educacional que lhe cabe, o Museu do Papel Moeda desenvolveu um serviço de educação, que elabora anualmente programas específicos para o ensino básico, com o propósito específico de aproximar a Escola do Museu.

No inicio de cada ano lectivo apresenta um programa de animação aos professores, sensibilizando-os, para o que é indispensável: os benefícios da educação informal que a vinda ao Museu proporcionará aos alunos.

Para além da programação anual, o Museu faz também a avaliação da mesma, tendo vindo a colaborar, quer com a Faculdade de Letras, quer com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto.

No contexto de mudança que se vive, o desafio prioritário para o Museu é a relação com os seus públicos.

Para os conhecer, o serviço educativo é especialmente cuidadoso na análise dos inquéritos que faz, para assim poder identificar os visitantes e ir de encontro às suas expectativas. Nesta linha de estratégia tem publicado livros, promovido congressos e palestras e feito exposições temporárias: papel selado, acções e obrigações. A última data de Outubro de 2001.

Teve como título “As Artes do Dinheiro” e foi coorganizada com o Banco de Portugal, a Comissão Nacional do Euro, no âmbito do Porto 2001, Capital Europeia de Cultura. Esta última valeu-lhe a atribuição de uma medalha de reconhecimento pelo contributo prestado à sociedade portuguesa, pela preparação para a entrada em circulação da moeda única.

Todo este trabalho até agora efectuado irá frutificar num novo tipo de exposição que está ser estruturada. Chama-se o “Dinheiro e os Transportes”. Será a extensão do Museu, o Pólo II, e equacionará a relação do dinheiro com os transportes, numa perspectiva lúdica e pedagógica, e com uma técnica de apresentação interactiva, com o objectivo de mudar a postura do visitante - de espectador passará a actor.

O Museu tem estado representado em conferências, quer em Portugal, quer no Brasil, quer em Barcelona, onde na reunião anual do ICOM (International Council of Museums), em Junho de 2001, apresentou um projecto europeu em que trabalha com parceiros checos e espanhóis. Este projecto chama-se EUROMINT e visa a criação de um Itinerário de Casas de Moeda Europeias.

Este projecto não pretende ser só um projecto de pesquisa, tem uma vertente turística e outra educacional, cuja coordenação é feita pelo Museu do Papel Moeda. No âmbito deste projecto, desenvolveu um trabalho pioneiro na área de “edu-tertainment” com produção de um CD que faz parte da visita ao Museu e que tem vindo a ser objecto de consulta dos alunos, numa sala adstrita ao Museu e especialmente concebida para tal.

Em 2001, o Museu do Papel Moeda foi integrado na Rede Portuguesa de Museus e no Internacional Council of Museums (ICOM). No âmbito da programação do Porto, Capital Europeia da Cultura, o Museu co-organizou, em 2001, em parceria com o Banco de Portugal e a Comissão Nacional do Euro, uma exposição intitulada “As Artes do Dinheiro”.

Em reconhecimento do importante contributo dado ao processo de preparação da sociedade portuguesa para a moeda única europeia, foi-lhe atribuída, pela União Europeia, através da Comissão Nacional do Euro uma medalha. Fazendo parte integrante do património da Fundação António Cupertino de Miranda, o Museu está situado no Porto, na Avenida da Boavista.

Dispõe de todos os requisitos que lhe permitem produzir trabalho já reconhecido em Portugal, quer pela qualidade da equipa que integra o seu quadro de profissionais, quer ainda pelas instalações físicas.

O Museu do Papel Moeda tem a preocupação de estar aberto a toda a comunidade, numa tradição de receber acolhedoramente e com total profissionalismo todos os seus visitantes, proporcionando uma experiência surpreendente que os convida a voltar.

Em http://www.facm.pt/mpm_museu.html

www.facm.pt
 
Roma, 04 Jan (Lusa) - Os museus do Vaticano, que todos os anos recebem vários milhões de visitantes, vão passar a estar abertos durante mais duas horas por dia, segundo anuncia jornal Osservatore Romano, na sua edição de hoje.

Os museus vão passar a abrir às 8h30 locais, 45 minutos mais cedo do que o habitual, e passarão a encerrar às 18h00 locais, 1h15 mais tarde do que até agora.

As últimas entradas nos museus deverão ser feitas até às 16h00 locais, segundo a mesma fonte.

Em 2007 os museus do Vaticano receberam 4.310.083 visitantes, mais 1,25 por cento do que no ano precedente, segundo revela um balanço antecipado pelo jornal La Repubblica.

ALF.
Lusa/Fim

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/207315

Em http://mv.vatican.va/StartNew_PO.html

Cultura

Museus: Cerca de 750.000 pessoas visitaram Museu Judeu de Berlim em 2007

Berlim, 04 Jan (Lusa) - O Museu Judeu de Berlim voltou a superar em 2007 o seu recorde anual de visitantes, com 733.000 pessoas, mais 18.000 do que no ano anterior, informou hoje a instituição.

O museu, que abriu as suas portas em 2001, recebeu no ano passado uma média de 2.015 visitantes por dia.

A principal novidade do museu em 2007 foi a inauguração, em Setembro, do pátio interior envidraçado de 700 metros quadrados, concebido como uma estrela de David truncada, da autoria do arquitecto Daniel Liebeskind, que também desenhou o edifício.

A cobertura do pátio, colocada sobre pilares em forma de árvores, juntou-se aos atractivos de um dos edifícios mais visitados da capital alemã: 4,4 milhões de pessoas desde 2001.

Os meses de 2007 com mais visitantes foram Julho e Agosto, com 76.000 e 75.000, respectivamente, seguindo-se Outubro, com 74.000, e Dezembro, com 71.000.

Desde Outubro, o Museu tem à disposição dos seus visitantes áudio-guias em oito idiomas, os mais solicitados dos quais são o inglês, o italiano e o castelhano.

O museu tem como objectivo central apresentar uma visão ampla dos dois mil anos de convivência germano-judia, incluindo o capítulo negro do Holocausto, através de peças de valor religioso e artístico e de objectos do quotidiano.

RMM.

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-01-04 13:40:01

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=317530&visual=26&tema=5

www.juedisches-museum-berlin.de

Mais duas opções de visita.
 
Museu Virtual Aristides Sousa Mendes

Museu Virtual Aristides Sousa Mendes

Museu Virtual Aristides Sousa Mendes lançado na Assembleia da República

Lisboa, 14 Fev (Lusa) - O Museu Virtual Aristides Sousa Mendes é apresentado terça-feira na Assembleia da República, quando se completam 20 anos sobre a decisão parlamentar de reabilitar o diplomata.

Lisboa, 14 Fev (Lusa) - O Museu Virtual Aristides Sousa Mendes é apresentado terça-feira na Assembleia da República, quando se completam 20 anos sobre a decisão parlamentar de reabilitar o diplomata.

Para assinalar essa reabilitação, aprovada por unanimidade, o Museu Virtual será apresentado na Biblioteca da Assembleia da República, disse à Lusa Margarida Dantas, que integrou a equipa nuclear que trabalhou neste projecto, uma iniciativa da Direcção-Geral das Artes.

Aristides Sousa Mendes (1885-1954) foi cônsul de Portugal em Bordéus e, em Junho 1940, com a França invadida pela Alemanha de Hitler, assinou milhares de vistos permitindo a pessoas de várias nacionalidades escapar à perseguição nazi.

O diplomata contrariou as ordens do Governo de Salazar, situação que levaria à sua expulsão da carreira diplomática.

O Museu Virtual, que vai estar disponível a partir de terça-feira, tem uma exposição virtual que está dividida em três corredores: da Guerra, da Fuga e da Liberdade.

Nestes corredores são apresentados documentos e filmes inéditos da época pertencentes a arquivos nacionais e estrangeiros, nomeadamente da Cinemateca e do Steven Spielberg Film and Video Archive.

O primeiro corredor dá conta dos factos históricos que antecedem a II guerra mundial e do seu início.

O segundo corredor narra a fuga de milhares de refugiados, alguns dos quais vêem o seu caminho cruzar-se com Aristides Sousa Mendes.

Por último, são apresentadas imagens da chegada de refugiados a Portugal, da sua estada e da sua partida rumo a novos destinos.

Num outra parte do museu, a base conhecimento, é possível consultar centenas de documentos, fotografias e alguns testemunhos orais de refugiados, na maioria salvos por Sousa Mendes.

EO.
Lusa/fim

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/241612

www.mvasm.com
 
Outra sugestão[;)]

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União Europeia
11/02 17:31 CET

História da Europa em exposição

"É a nossa história" é o título de uma exposição dedicada à História da Europa e dos europeus, desde 1945, até à actualidade. Trata-se de um percurso interactivo, que junta o tradicional, com o audiovisual. Post-guerra, guerra fria e a construção europeia, são os grandes temas. Oferece-se ao visitante a possibilidade de ver a história, retratada também em obras de arte contemporânea. Pode ser vista em Bruxelas, no espaço "Tour e Taxi", até 12 de Maio.

Notícia em formato em vídeo em http://www.euronews.net/index.php?page=lemag&article=469488&lng=6
 
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Europa
26/09 15:32 CET

Digitalizar para preservar

A digitalização é o futuro das nossas bibliotecas arquivos e museus. Por toda a Europa uma rede de organismos tenta criar os meios tecnológicos mais sofisticados para guardar a nossa herança cultural em bases de dados. A História num ecrã de computador....

http://www.epoch-net.org
http://www.theeuropeanlibrary.org
http://www.kb.nl/index-en.html

Notícia em formato de vídeo em http://www.euronews.net/index.php?page=futuris&article=444868&lng=6
 
Museu dos Coches
10-07-2008 2:18
Projecto revelado ao público
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A maqueta do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi apresentada esta quarta-feira. As novas instalações do museu mais visto do país vão estar prontas em 2010, na zona de Belém.

O projecto que é da responsabilidade do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, custará ao Estado 31,5 milhões de euros e será financiado pelas contrapartidas da construção do novo Casino de Lisboa.

No final da apresentação, o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, defendeu que este novo museu irá enriquecer a zona envolvente de Belém

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=253393

apr:) apr:) apr:) apr:) apr:)

Há mais de um ano que se sabe que o novo projecto do Museu dos Coches da autoria do arquitecto Paulo Mendes da Rocha iria desalojar os arqueólogos, mas o Ministério da Cultura, diz o presidente da Associação de Arqueólogos Portugueses ainda não encontrou uma solução: “Esperávamos que nos dissessem que já havia uma solução, mas o que nos foi dito foi que o próprio Ministério estava em negociações com outras entidades no sentido de se encontrar uma instalação condigna, mas que ainda não tinham solução”.

José Arnaud está preocupado com o facto da mudança de instalações poder atrasar os pareceres que os arqueólogos têm de dar a muitas obras com financiamento europeu: “Estão ali instalados os serviços centrais de arqueologia com âmbito nacional. A paralisação desses serviços poderá ter consequências muito graves não só para o património arqueológico, mas também poderá implicar atrasos em projectos que têm financiamentos comunitários”.

Juntamente com a Associação Profissional de Arqueologia, a Associação de Arqueólogos Portugueses pôs já a correr na internet uma petição.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=253360

O anúncio foi feito, esta quarta-feira, pelo ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, que vê nesta mudança a possibilidade de requalificar o IPA.

“Queríamos melhorar as condições de trabalho, que nestas instalações não são extraordinárias, e aproveitar para transformar uma dificuldade numa oportunidade de requalificação do IPA”, disse o governante, à margem da apresentação do projecto do novo Museu dos Coches.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=253392

:eek: :rolleyes:
 
Museus
28-10-2008 21:55
Milhares de imagens disponibilizadas na Internet
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Mais de 30 mil imagens das colecções dos museus e palácios nacionais vão ter acesso público gratuito, a partir de hoje, numa página na Internet criada pelo Instituto dos Museus e da Conservação (IMC).

O projecto MatrizPix foi apresentado esta terça-feira no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

Realizado no âmbito do Programa Operacional da Cultura (POC) e no quadro da utilização das nova tecnologias da informação para acesso à cultura, o MatrizPix ficará disponível para pesquisa e encomenda on-line, como recurso para investigadores, estudantes, museus, editoras e outras entidades.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=264882
 
Nucleo Museológico Arqueológico de Sesimbra (instalado no Castelo)


Núcleo de Arqueologia de Sesimbra regressou ao Castelo em 2006 e só no primeiro fim-de-semana de abertura recebeu 120 visitantes. A intervenção na sala do museu, anexa à Igreja de Santa Maria do Castelo, implicou um investimento de 35 mil euros, contribuindo para o aumento de público. Antes, o museu estava instalado no centro da vila de Sesimbra.
Neste local de destaque no roteiro cultural e turístico do concelho é possível visitar uma exposição permanente com vestígios que testemunham a ocupação humana no território, desde o Paleolítico à Idade Média. Moedas, cerâmica, pinças, adornos e peças em osso são alguns dos materiais expostos.
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No Núcleo existe um espaço dedicado à Lapa do Fumo, uma cavidade natural aberta nos calcários da Arrábida onde foi identificado um longo período de ocupação humana: desde o Neolítico até ao século XII (durante o período islâmico em que foi, provavelmente, um local de recolhimento religioso e de vigilância da costa), ou seja, cerca de seis mil anos.

O espólio recuperado compõe-se de uma série osteológica humana, cronologicamente associada ao Neolítico, e de um valioso conjunto de cerâmicas brunidas atribuídas à Idade Bronze.

Para além da vertente museológica, o núcleo pretende intervir junto da comunidade nas vertentes lúdica, pedagógica e científica, com a dinamização de projectos destinados às escolas.

Localização
Castelo de Sesimbra

Horário
de terça a domingo, das 9 às 12 e das 13.30 às 17.30 horas
 
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