Mudança de embreagem

Nunca precisei de usar o travão de mão para segurar o carro, nem sinto necessidade disso. Quando paro numa subida, meto em ponto morto e tiro o pé da embraiagem (o carro fica seguro pelo travão de pé). Quando é preciso arrancar, pé na embraiagem, meto 1ª, faço o ponto e arranco. Acho que mais fácil não há, e o momento em que faço o ponto é super reduzido, logo não esforço a embraiagem.

Acho que o bom senso e a prática são a melhor maneira de se poupar a embraiagem. Quanto mais prolongados forem os pontos de embraiagem, mais esta será esforçada. Reduções à patrão também podem causar stress na embraiagem (se tenho que fazer uma redução assim, faço sempre um rev matching enquanto reduzo). Descansar o pé por cima do pedal também é um erro, mas conheço muita boa gente que tem este hábito.

No fundo, fazer uma condução suave e usar apenas a embraiagem quando necessário.

As reduções também depende muito. Se forem feitas rapidamente a embraiagem não sofre muito, sofre mais a caixa (carretos).

Já fiz muitas reduções de 5ª para 3ª e muita mais porradinha como arranques, etc e a embraiagem do bicho continua impecável.

Depende da condução mas depende muito mais da qualidade do material.
 
As reduções também depende muito. Se forem feitas rapidamente a embraiagem não sofre muito, sofre mais a caixa (carretos).

Já fiz muitas reduções de 5ª para 3ª e muita mais porradinha como arranques, etc e a embraiagem do bicho continua impecável.

Depende da condução mas depende muito mais da qualidade do material.

Sim, a qualidade do material é factor determinante.

Quantos às reduções, se forem feitas rapidamente sentes o "coice", por isso opto sempre por fazer um rev matching, o que torna a redução muito mais suave.

O que desgasta muito a embraiagem é andar a fazer subidas sempre em ponto, arranques em 2ª, fazer do pedal um descanso, etc.
 
Sim, a qualidade do material é factor determinante.

Quantos às reduções, se forem feitas rapidamente sentes o "coice", por isso opto sempre por fazer um rev matching, o que torna a redução muito mais suave.

O que desgasta muito a embraiagem é andar a fazer subidas sempre em ponto, arranques em 2ª, fazer do pedal um descanso, etc.

Subidas em ponto morto? Não percebi.

Sim os arranques em 2ª e mesmo 3ª matam a embraiagem.
 
Sim, a qualidade do material é factor determinante.

Quantos às reduções, se forem feitas rapidamente sentes o "coice", por isso opto sempre por fazer um rev matching, o que torna a redução muito mais suave.

O que desgasta muito a embraiagem é andar a fazer subidas sempre em ponto, arranques em 2ª, fazer do pedal um descanso, etc.

Concordo, o facto de igualar as rotaçoes do motor às da caixa contribui para um maior conforto, tanto para nós como para quem vai ao lado...e ajuda também a poupar material
 
Na escola de condução ensinaram-me a não fazer isto. E com uma justificação muito plausível: se vier um gajo largado e não conseguir travar atrás de ti, sem teres a mudança engrenada não tens hipótese de arrancar e levas com ele na traseira. Se tiveres uma mudança engrenada, arrancas logo e ou consegues escapar, ou minimizas a pancada.

Aliás, o que me foi ensinado é nunca utilizar o ponto morto, nem a andar, nem com o carro parado.

A sério? Não sei que raio de instrutor é que ensina isso.
Então se estas parado num semáforo e ves um gajo a vir contra a tua traseira em vez de continuares com o pé no travão (que é o que deve estar nos semáforos) decides arrancar e correr o risco de bateres noutra pessoa que vem do lado verde do semáforo. Nesse caso culpa seria tua e o que vinha disparado fica como se não fosse nada com ele.
Além de que é bastante seguro (dentro do possível) levar com outro carro na tua traseira.

Mais ontopic: Eu normalmente só uso o travão de mão para arrancar em subidas muito íngremes quando alguém se colou a mim. De resto costumo por o carro em ponto morto com o pé no travão e depois arrancar normalmente com ponto de embraiagem sem acelerar muito.
 
Na escola de condução ensinaram-me a não fazer isto. E com uma justificação muito plausível: se vier um gajo largado e não conseguir travar atrás de ti, sem teres a mudança engrenada não tens hipótese de arrancar e levas com ele na traseira. Se tiveres uma mudança engrenada, arrancas logo e ou consegues escapar, ou minimizas a pancada.

Aliás, o que me foi ensinado é nunca utilizar o ponto morto, nem a andar, nem com o carro parado.

Essa justificação não só não é plausivel como é absurda.

Se estiveres num semáforo vais fugir para onde?
Para o trânsito que circula vindo do outro semáforo perpendicular?

E se estiveres numafila de trânsito?
Foges para ciam dos outros carros?

A realidade é que foste mal ensinado.
Toda a minha vida sempre foi dito que a embraiagem só serve para colocar relações de caixa.
Não serve para mais nada.
Com o carro parado, embraiagem a fundo -> ponto morto -> embraiagem em cima.
 
Nunca precisei de usar o travão de mão para segurar o carro, nem sinto necessidade disso. Quando paro numa subida, meto em ponto morto e tiro o pé da embraiagem (o carro fica seguro pelo travão de pé). Quando é preciso arrancar, pé na embraiagem, meto 1ª, faço o ponto e arranco. Acho que mais fácil não há, e o momento em que faço o ponto é super reduzido, logo não esforço a embraiagem.

Acho que o bom senso e a prática são a melhor maneira de se poupar a embraiagem. Quanto mais prolongados forem os pontos de embraiagem, mais esta será esforçada. Reduções à patrão também podem causar stress na embraiagem (se tenho que fazer uma redução assim, faço sempre um rev matching enquanto reduzo). Descansar o pé por cima do pedal também é um erro, mas conheço muita boa gente que tem este hábito.

No fundo, fazer uma condução suave e usar apenas a embraiagem quando necessário.

Não é necessidade por falta de saber fazer um ponto de embraiagem.
É apenas a necessidade de minimizar ao máximo o stress na embraiagem e no seu desgaste.
 
Quantos às reduções, se forem feitas rapidamente sentes o "coice", por isso opto sempre por fazer um rev matching, o que torna a redução muito mais suave.
Como tenho um carro com motor fraco, faço rev matching nas subidas não só para não sentir o coice como também para não morrer tão depressa.
Mas para travagem não o faço. Aí estou mais interessado em minimizar a distância de paragem, e faço as reduções sem isso. Mas tento não reduzir precipitadamente. Posso é ter de reduzir mal passo abaixo das 2000. Não me posso dar ao luxo de travar colado à traseira do gajo da frente, como muito cheira-cu que apanho atrás de mim e que se safa de ter um bom sistema de travagem [8b]
Arranques em 2ª faço em descidas, porque não se justifica em descidas arrancar em 1ª, tal é o esforço na caixa. Em plano, faço se apenas estiver prestes a parar (mas ainda com alguma energia cinética no plano), desde que não sinta o motor a "afogar-se".
 
Na escola de condução ensinaram-me a não fazer isto. E com uma justificação muito plausível: se vier um gajo largado e não conseguir travar atrás de ti, sem teres a mudança engrenada não tens hipótese de arrancar e levas com ele na traseira. Se tiveres uma mudança engrenada, arrancas logo e ou consegues escapar, ou minimizas a pancada.

Aliás, o que me foi ensinado é nunca utilizar o ponto morto, nem a andar, nem com o carro parado.

Como já te disseram várias vezes, não vejo qual é o sentido prático disto, mas o instrutor é uma pessoa como outra qualquer e terá as suas ideias (boas ou más). Enfim...

Em relação ao tópico, não vejo assim tanto problema em uma embraiagem ir à vida em 100 mil Kms, especialmente se o percurso for citadino. Mas claro que depende da condução.

É só adquirir uns hábitos diferentes e já irá durar mais.
 
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