Mg zr

foste pesquisar e agora fizeste-o pensar! [:D]

em minha casa houve esse motor, mas na versão 145cv, ainda era de 2000 e não tinha sido atualizado. aquilo tinha um sonzinho para um descapotável... o problema foi a junta, para só me referir em relação ao motor, senão desbobinava aqui uma lista de uns quantos problemas que o carro teve... [8b]
 
Boas.

Na minha opinião não ia para esse MG,também pelos contras que alguns disseram.E acima de tudo,não sei nos diesel é a mesma coisa,mas nos a gasolina e já foi discutido aqui no fórum a junta (lembra-se de ir para o céu)com alguma frequência.

Tens outro contra a dificuldade de encontrar peças,e todas as peças que "encaixam" nesse MG é honda.Foi uma marca defunta(rover/mg),que parece que agora está a tentar alevantar outra vez,por isso terás sempre alguma dificuldade em encontrar pontos de assistência oficiais,(caso seja a tua intenção de fazer as manutenções nesses tais pontos).

Tem um look bonito(para atrair as gajas,mas eu com o meu fiesta mk3 tambem atraia[:D]),até eu cheguei a ver um,mas visto alguns contras,tirei essa ideia,sendo um desportivo dá a sensação que a suspensão em piso irregular deixa um pouco a desejar.O preço está um bocado puxado.

Por esse valor encontras um não digo mais recente mas da mesma altura,não tendo um look bonito,nem tendo 150cv(supostamente),mas com alguma manutenção mais baixa e acessivel em termos de peças

Engraçado, a junta só queima com frequência para quem não os tem. O meu ex-416 queimou 2 em 230.000 e 12 anos, o que dá uma média de 6 anos e 115.000km por junta numa altura em que nem sequer havia reforçadas no mercado. Isto é queimar com frequência? Aprendi algo de novo hoje. E não, não foi caso único. Das centenas de K-Series que conheço até tem um rácio junta/km e junta/ano elevado. O motor em questão é o Rover L-Series que tem por base o velho Rover MDi (aka Perkins Prima, nas versões industriais) e é fiável como um velho motor Diesel. Também é barulhento e não é nada suave mas está ao nível de um TDI da mesma época e não vejo ninguém a queixar-se disso:sh)

Tudo o que encaixa no ZR é Honda? Outra nova para mim. O número de peças partilhadas com Hondas é muito pequeno no 200/25/ZR já que foi um projecto inteiramente "in-house". Também não entendo onde está a dificuldade em arranjar peças, visto que é tão bom ou melhor nesse aspecto do que muitos dos seus concorrentes. Podem escassear algumas coisitas pequenas, que se arranjam com um pouco de procura, tal como em todos os carros com 12 anos de mercado.

Digo já que tenho mais dificuldade em arranjar algumas peças para os meus Opel do que para um qualquer MG-Rover do mesmo segmento e da mesma época. Nisso não se pode criticar a marca, já que as peças ainda são produzidas e a marca já faliu há 8 anos[;)]

Pontos de assistência oficiais? São os mesmíssimos que existiam quando a marca operava e não são poucos, para além das oficinas especializadas com representação oficial que entretanto abriram.


Ainda há alguma dúvida que queiras esclarecer?[:p] E não, já não tenho nenhum carro da marca há muito tempo[;)]

foste pesquisar e agora fizeste-o pensar! [:D]

em minha casa houve esse motor, mas na versão 145cv, ainda era de 2000 e não tinha sido atualizado. aquilo tinha um sonzinho para um descapotável... o problema foi a junta, para só me referir em relação ao motor, senão desbobinava aqui uma lista de uns quantos problemas que o carro teve... [8b]

Sim mas o F não é propriamente um exemplo de fiabilidade e qualidade e mesmo a junta tem tendência a afectar mais os F e TF por causa do sistema de refrigeração. Não são grandes problemas que eles dão mas são pequenos problemas irritantes e frequentes de fácil resolução, ao bom estilo de um desportivo inglês[:D]
 
Bem, é cada barbaridade neste tópico [:D]

Primeiro o carro não deve de ter nem 150cv nem 105cv. Não existiu versão nenhuma com 105cv. 105cv era nos Rover 200. Com a chegada dos 25/ZR o motor passou para 101 e viu o binário aumentado, muito por "culpa" da bomba injectora.

Depois vejo tanta gente a falar que preferiam um série K ao série L.. Isto é como comparar alhos e bugalhos. O bloco em si é muito mais resistente que os séries K. Apenas tem dois problemas "crónicos". Os tubos do IC que com o tempo começam a ganhar fugas (substituição barata) e o módulo da bomba injectora que por vezes se passa.. Aqui a culpa não é da Rover nem da MG, é da Bosch que fez asneira nesses módulos. Uma soldadura fraca num transístor.

A falta de peças devido à falência da Rover (a MG nem sequer foi à falência) é um grande mito. Nem a Rover, nem a MG e aposto que praticamente marca nenhuma de automóvel faz a maior parte das peças das suas viaturas. A actual responsável pelas peças da Rover / MG é a Catterpillar.

As peças são algo caras e nem tudo se encontra na concorrência mas não tem nada a ver com o facto da marca ter ido à falência ou não. Sempre me lembro das peças Rover serem caras.. Isto já desde o tempo em que houve um 213SE cá por casa.

Os interiores não são famosos mas também não são nenhum "lixo".

Curva bem e tem umas reprises bastantes boas, devido à caixa bem curta. Na altura anunciava 9s e tal dos 0-100.

Consumos, em estradas nacionais já fiz literalmente milhares e milhares de km com médias que roçavam os 4l e pouco.

Já agora, comparando com os Ibizas que tanto andam na moda, posso dizer que andei com um 6K TDI90 uns tempos e prefiro de longe esta plataforma da Rover/MG.. É bem notória a diferença de espaço e do conforto a bordo.

Referente a peças Honda, a caixa desse modelo, a PG1 é Honda
 
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Não vejo a relevância de ser defunta ou não para o caso.

Aliás, por acaso a MG nem é uma marca defunta, mas percebo o que queres dizer.

Eu poderia dar esse valor por um carro de uma marca defunta, ou até mais.
Mas não por um Rover em final de linha, vestido com plásticos redesenhados para esconder um projecto que já era antiquado quando este carro foi comprado novo! [;)]

Recordo-me de ter andado num MG (o equivalente ao 400 1.4) relativamente novo, numa altura em que eu tinha já o C4.

Atendendo a que eu tinha tido o 200 1.4, parecia que estava a andar num carro novo, mas velho (ou ao contrário)...
 
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Nao vejo problema em custar 5.000€... Vejo é algum problema em quem paga isso por ele!:sh)

É um carro que gosto muito, o meu pai esteve comprador de um.
Mas o preco nem pensar!
 
Eu poderia dar esse valor por um carro de uma marca defunta, ou até mais.
Mas não por um Rover em final de linha, vestido com plásticos redesenhados para esconder um projecto que já era antiquado quando este carro foi comprado novo! [;)]

De facto, a base já tinha uns anos valentes quando saiu.. Mas lembro-me que na altura que o 25 saiu, dizia-se que eram mais os componentes que tinha diferentes em relação aos 200 do que os que tinham em comum.. Não foram só bem os plásticos..
 
De facto, a base já tinha uns anos valentes quando saiu.. Mas lembro-me que na altura que o 25 saiu, dizia-se que eram mais os componentes que tinha diferentes em relação aos 200 do que os que tinham em comum.. Não foram só bem os plásticos..

Isso também é conversa de marketing[;)]

Do 200 para o 25, para além das diferenças que se vêem, mudou a estrutura frontal, apoios do motor, taragem de suspensão, direcção, protecção contra a corrosão, motores mais eficientes e cumpridores das normas Euro 3 e incremento na qualidade de algumas cablagens e materiais, assim como protocolo de comunicação OBD[;)]

De resto, é o mesmíssimo carro[;)]

Do 25 para o ZR muda, para além da estética, a suspensão, travões (penso que nalgumas versões eram iguais aos irmãos 25) e a caixa da direcção e algumas motorizações[;)]
 
De facto, a base já tinha uns anos valentes quando saiu.. Mas lembro-me que na altura que o 25 saiu, dizia-se que eram mais os componentes que tinha diferentes em relação aos 200 do que os que tinham em comum.. Não foram só bem os plásticos..

Se eram, não se notava muito.

Eu ainda tinha presentes algumas referências do 200 (que entreguei com 200.000 km), e o MG equivalente ao 400 (não me recordo do nome) pareceu-me totalmente familiar na forma como se sentia/ouvia.

Por dentro só era mais evidente o tablier 'forrado' (mas não propriamente novo em design).

Não espanta, pois os modelos base já estavam no final de vida. Se a Rover tivesse continuado a existir, e com alguma capacidade financeira, dificilmente estes MG teriam existido.

Os verdadeiros MG sempre foram outra coisa. :)
 
Nisso tenho de concordar.

No entanto, por muito ordinários que sejam para MGs, a condução de um ZR, ZS ou ZT é bem diferente da de um 25, 45 ou 75.

Aliás, também os 200/400 são carros ordinários para Rovers. Os verdadeiros Rover...sempre foram outra coisa! [;)]

Raios partam a Honda...e ao mesmo tempo bendita seja.

PS- Não me parece que a base do 200 seja um problema para o carro. O carro não tem má relação entre conforto e comportamento, não se desfaz todo nos buracos, não teve má performance no euroncap (3 estrelas, na altura era o normal).
 
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Se eram, não se notava muito.

Eu ainda tinha presentes algumas referências do 200 (que entreguei com 200.000 km), e o MG equivalente ao 400 (não me recordo do nome) pareceu-me totalmente familiar na forma como se sentia/ouvia.

Por dentro só era mais evidente o tablier 'forrado' (mas não propriamente novo em design).

Não espanta, pois os modelos base já estavam no final de vida. Se a Rover tivesse continuado a existir, e com alguma capacidade financeira, dificilmente estes MG teriam existido.

Os verdadeiros MG sempre foram outra coisa. :)

ZS, referes-te ao ZS[;)]

Tablier forrado? Em relação a qual? Ao 400? Se sim, é o mesmíssimo tablier. Se é em relação ao 200, este também tinha o tablier forrado, embora num material diferente[;)]

Os MG venderam bem porque eram bonitos, baratos, tinham um bom comportamento (em 2001 o Tiff Needell considerou o ZS 180 como o melhor tracção à frente do mundo) e andavam bem. E podes ter a certeza que renderam muito dinheiro. O custo de desenvolvimento foi mínimo e venderam mesmo muito bem[;)]

O verdadeiro MG era o TF, mas como em determinadas alturas da história da MG, tinha de haver carros mais familiares a render, e olha que os "Z" não envergonham a história da MG em termos de valores da marca.

Os MG existiriam sempre, podiam era não ser "clones" dos Rover mas seriam sempre carros com a mesma base. Se a Rover não tivesse feito parte da vergonhosa BL, hoje estaria noutro lugar, mas pronto, história[8b]
 
se eram, não se notava muito.

Eu ainda tinha presentes algumas referências do 200 (que entreguei com 200.000 km), e o mg equivalente ao 400 (não me recordo do nome) pareceu-me totalmente familiar na forma como se sentia/ouvia.

Por dentro só era mais evidente o tablier 'forrado' (mas não propriamente novo em design).

Não espanta, pois os modelos base já estavam no final de vida. Se a rover tivesse continuado a existir, e com alguma capacidade financeira, dificilmente estes mg teriam existido.

Os verdadeiros mg sempre foram outra coisa. :)



mg zs [;)]
 
ZRTD115-1.jpg

ZRTD115-2.jpg
 
Esse carro tem 101cv's e 240Nm's de binário.
A versão de 113cv's (260Nm's de binário) só saiu no segundo semestre de 2003.
O motor é fiável, mas está um bocado apertado e como tem pouco espaço e muitas vibrações, algumas tubagens têm tendencia pra romper por andarem constantemente a roçar (em particular as do IC).
Nada de especial, mas convem dar uma olhadela ;)
Verificar se a correia foi trocada. Com essa idade já deveria ter sido.
 
Foi pena que esses 200 fizessem muitos ruídos parasitas e que as forras das portas se deformassem com a humidade, são pormenores que não contribuem nada para uma utilização agradável. A primeira vez que conduzi um, tendo eu na altura um Honda Concerto, pensei que aquele carro estivesse muito mal tratado, com o tempo comecei a ver outros casos parecidos. Qualquer Honda Concerto (ou Rover 200/400 de 1989-1995) a cair de velho está melhor nesse aspecto, salvo raríssimas excepções (os que ficam com janela aberta durante chuvadas), e não consigo deixar de os comparar porque este 200 RF (1996-2000) veio "substituir" o 200 XW (1989-1995), usando uma versão encortada dessa plataforma e uma suspensão traseira mais barata. O mesmo para o fole da manete das mudanças, que muitos donos de 200 vão buscar aos modelos mais velhos.

Cada um sabe de si mas eu continuo a achar os valores dos ZR diesel muito inflaccionados. Entretanto apercebi-me que estamos a falar dum comercial, pelas fotos não me apercebi... :sh)
 
Esse carro tem 101cv's e 240Nm's de binário.
A versão de 113cv's (260Nm's de binário) só saiu no segundo semestre de 2003.
O motor é fiável, mas está um bocado apertado e como tem pouco espaço e muitas vibrações, algumas tubagens têm tendencia pra romper por andarem constantemente a roçar (em particular as do IC).
Nada de especial, mas convem dar uma olhadela ;)
Verificar se a correia foi trocada. Com essa idade já deveria ter sido.

Bons olhos te vejam.

Relembras-nos das diferenças entre as duas motorizações? Só me lembro de referires que a de 113 tinha discos atrás em vez de tambores mas creio que havia mais uma ou duas. [;)]
 
Ando escondido mas de vez em quando apareço :P

As diferenças são nos discos (o 113 tem ventilados/normais enquanto o 101 tem normais/tambores) e no mapa da ECU.
No que toca a performance, pelo menos declarado pela marca, o 113 tira 0,2seg 0-100 e mais 2km/h de ponta comparativamente ao 101.

Bons olhos te vejam.

Relembras-nos das diferenças entre as duas motorizações? Só me lembro de referires que a de 113 tinha discos atrás em vez de tambores mas creio que havia mais uma ou duas. [;)]
 
Onde consigo saber qunatos cavalos tem de verdade ? No livrete não diz ?

Ja decidi mesmo.... vou ficar com o carro, vou dar maximo dos maximos 4100 euros.
 
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