Mazda CX5 (2017)

@CorsaCorsa respondendo directamente as tuas questões...

O carro é de 2018, o ecrã é de 7'' e chega e sobra. O meu tem o sistema i-ELOOP, em que a a energia produzida na travagem é armazenada para alimentar os gadjets do carro. Tem também a função de desligar 2 cilindros quando não são necessários.

Espero que isto responda às tuas questões, e caso te lembres de mais alguma coisa diz.

Boa sorte com a escolha.
 
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Por aqui um CX-5 2.0 automático MY 19.Mexe-se bem, mas como atmosférico, se queres andar depressa, há que puxar por ele.

Por preferir motores atmosféricos, para mim este comportamento é normal e espectável. Para quem estiver habtuado a motores turbo, e a ter binário máximo às 2000RPM, o motor pode desiludir. Não porque seja mais lento, mas pela forma como disponibiliza a potência/binário.

Sendo automático ele gere bem as necessidades.

A caixa manual é uma delícia, mas quem usa o carro é o meu pai, daí a opção pessoal pelo automático.

Consumos entre os 7.2 e os 8.5, dependendo do andamento/trajectos.

Versão Excelence Navy+leather.

A única alteração foi a troca de pneus, logo desde novo, pelos Bridgestone Turanza T005, fruto de melhores valores de resistência ao rolamento, travagem no molhado, e conforto.

Obrigado pela informação. Em relação aos pneus, pediste para te trocarem ou compraste os 4 e trocaste? O que fizeste aos de origem?

É já agora, o quão melhor ficou o conforto? Obrigado!
 
Obrigado pela informação. Em relação aos pneus, pediste para te trocarem ou compraste os 4 e trocaste? O que fizeste aos de origem?

É já agora, o quão melhor ficou o conforto? Obrigado!
Troquei. Fizeram a viagem do concessionário até à casa de pneus. A troca já tinha sido acordada previamente, até porque tive que encomendar os pneus. Toyo originais (creio que os R46)não são nada de especial em termos de etiqueta (C/C); mais duritos que os Bridgestone Turanza T005, que apresentam bons valores na resistência ao rolamento(B) e travagem no molhado (A). Como disse, a condução praticada é serena, pelo que o pneu foi escolhido por ser o que menos impacto teria nos consumos, e com ganhos no conforto.

É algo que costumo fazer, quando os pneus que equipam de fábrica não me agradam.
 
Obrigado Diogo.

Isto porque já vi modelos 2019 com matrícula de 2020 a circularem na estrada, o que me faz confusão. Como é que um carro modelo 2019 está com matricula de 2020 se já existem e são comercializados modelo 2020?

Nem sempre se consegue vender o stock, e é perfeitamente natural que haja unidades mais antigas que foram matriculadas. De qualquer forma, há um desfasamento entre a produção dos MY e efectiva chegada ao nosso mercado. Neste momento a versão a comercializar já devia ser MY21... mas duvido que já haja stock.
 
Os motores 2.2 diesel, de 2018 em diante, continuam a ser afectados pelos problemas de subida de nível de óleo ? Sei que introduziram adBlue nos MY20, mas ainda são muito recentes... e com vendas residuais...
 
Os motores 2.2 diesel, de 2018 em diante, continuam a ser afectados pelos problemas de subida de nível de óleo ? Sei que introduziram adBlue nos MY20, mas ainda são muito recentes... e com vendas residuais...

Afetados...tive uma GH 2.2 e nunca tive problemas de "subidas de nível de óleo".

Qualquer marca com sistema pós-injeção para a regeneração do fap e regenerações abortadas dá numa diluição significante de combustivel ao lubrificante motor.

O AdBlue,não é um aditivo para o fap,mas sim um aditivo para eliminar os NoX,notratos de azoto.

Este é injetado num catalizador anterior ao fap,ou incorporado (juntos) no mesmo e com a temperatura de funcionamento a ureia desencadeia uma reação química que elimina os mesmos.

Problemas com diesel e fap só mesmo quem faz trajetos pequenos.
 
Afetados...tive uma GH 2.2 e nunca tive problemas de "subidas de nível de óleo".

Qualquer marca com sistema pós-injeção para a regeneração do fap e regenerações abortadas dá numa diluição significante de combustivel ao lubrificante motor.

O AdBlue,não é um aditivo para o fap,mas sim um aditivo para eliminar os NoX,notratos de azoto.

Este é injetado num catalizador anterior ao fap,ou incorporado (juntos) no mesmo e com a temperatura de funcionamento a ureia desencadeia uma reação química que elimina os mesmos.

Problemas com diesel e fap só mesmo quem faz trajetos pequenos.

Talvez não me tenha feito entender bem... não quis dizer que o adBlue substituía a injecção de combustível... E, sendo cliente da marca, mas sempre com motores a gasolina... a ideia que tenho é que os motores diesel Mazda sempre tiveram alguns problemas mais do que alguma da concorrência... mas sempre apreciei os motores, no que toca a agradabilidade e disponibilidade.

A minha questão é que, ando a ponderar a compra de uma viatura usada com este motor, que fará 20/25000km anuais... mas como não é propriamente uma mecânica habitual no nosso mercado, fica sempre a dúvida sobre se será uma compra "segura"...
 
O PSoares está certo.

Os 2.2 Skyactiv-D não são conhecidos por problemas crónicos na contaminação excessiva do oleo, como as motorizações 1.5.
O meu é de 2016 e nunca tive problemas com aumento do nível, alias quando o comprei o facto de deter um sistema de DPF simplificado e cumprir mesmo assim as normas, foi um fator considerado.

O curioso é que a maioria dos problemas conhecidos da mazda são da epoca em que o grupo recebia motores "de fora", que nada tem em comum com os actuais SkyActiv-D.
 
Última edição:
Talvez não me tenha feito entender bem... não quis dizer que o adBlue substituía a injecção de combustível... E, sendo cliente da marca, mas sempre com motores a gasolina... a ideia que tenho é que os motores diesel Mazda sempre tiveram alguns problemas mais do que alguma da concorrência... mas sempre apreciei os motores, no que toca a agradabilidade e disponibilidade.

A minha questão é que, ando a ponderar a compra de uma viatura usada com este motor, que fará 20/25000km anuais... mas como não é propriamente uma mecânica habitual no nosso mercado, fica sempre a dúvida sobre se será uma compra "segura"...
Peço desculpa também,eu não tinha percebido a 100% a teu post,se te dei a ideia de ser intrusivo peço imensa desculpa.
 
O PSoares está certo.

Os 2.2 Skyactiv-D não são conhecidos por problemas crónicos na contaminação excessiva do oleo, como as motorizações 1.5.
O meu é de 2016 e nunca tive problemas com aumento do nível, alias quando o comprei o facto de deter um sistema de DPF simplificado e cumprir mesmo assim as normas, foi um fator considerado.

O curioso é que a maioria dos problemas conhecidos da mazda são da epoca em que o grupo recebia motores "de fora", que nada tem em comum com os actuais SkyActiv-D.
Aqui onde me encontro,na Suiça Mazda é aos molhos,seja a diesel,ou otto.

O único Skyactiv que conheço ter problemas é de um colega meu....até fora de garantia a Mazda se responsabilizou e lhe trocou o motor sem discussão,das primeiras unidades de 2013,anterior ao facelift.

Não sei o que foi ao certo.

A minha era uma 2.2 mas com o motor R2 AA,modelo GH,não GJ.

Era uma MZR-CD,a única intervenção que tive foi mudar a corrente de distribuição e fui eu mesmo que a mudei.
 
Os Skyactiv tem bons relatos... ao contrário dos anteriores 2.0 (de 120cv e 136cv) que existiram na década anterior e que deram algumas dores de cabeça
 
Renovado Mazda CX-5 já tem preços para Portugal

Com um reforço tecnológico e uma nova edição especial, o Mazda CX-5 vê os preços arrancarem em Portugal nos 33 277 euros.

Com quatro níveis de equipamento, o Mazda CX-5 vê os preços arrancarem nos 33 277 euros pedidos pelo CX-5 2.0 Skyactiv-G 165 cv 4X2 Evolve e irem até aos 63 159 euros que custa o CX-5 2.2 Skyactiv-D 184 cv 4X4 Special Edition Navi AT.

noticia aqui:
https://www.razaoautomovel.com/2021/05/mazda-cx-5-renovado-precos-portugal




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