[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

  • - Sim

    Votos: 45 6,1%
  • - Não

    Votos: 572 77,0%
  • - Não tenho opinião formada

    Votos: 126 17,0%

  • Total de eleitores
    743
Parece-me, ouvi dizer por aí... que houve umas faladuras entre um sr josé que dizem quem é engenheiro e um tal de brown, por trás das cortinas de uma conferências qualquer....

PARECE-ME, não é...?
 
Livro de Gonçalo Amaral retirado das bancas (COM REACÇÕES)

O Tribunal Cível de Lisboa mandou retirar o livro de Gonçalo Amaral 'Maddie: A Verdade da Mentira', no qual o ex-coordenador da Polícia Judiciária defende a tese do envolvimento dos pais de Madeleine McCann no desaparecimento e homicídio da menina.

A decisão do tribunal partiu de uma providência cautelar interposta pelo casal McCann, em conjunto com os seus três filhos, Maddie, Sean e Amelie, que sempre defendeu a tese de rapto da sua filha que desapareceu a 3 de Maio de 2007 da Praia da Luz, em Lagos.

A editora Guerra e Paz terá de recolher todos os exemplares da obra existentes das livrarias e entregá-los aos advogados do Gerry e Kate McCann neste processo. Por cada dia que a decisão não seja acatada, está prevista uma multa de mil euros.

O Tribunal proibiu ainda a publicação de novas edições da obra, lançada há 14 meses por Gonçalo Amaral. De igual forma, o DVD com a reportagem da TVI sobre o livro está também proibido de ser vendido.

Gonçalo Amaral que dirigiu durante os primeiros meses a investigação ao desaparecimento de Maddie está ainda proibido de falar publicamente sobre o conteúdo do livro e do vídeo.

A decisão do Tribunal Cível de Lisboa carece ainda de ser confirmada em julgamento.

O corpo da menina, na altura dos factos com três anos, nunca foi encontrado. Sem pistas sobre o eventual desaparecimento ou homicídio da menina, o Ministério Público acabou por arquivar o processo em Julho de 2008, depois de o casal McCann ter sido constituído arguido em Setembro de 2007.

Esta decisão foi tomada pela juíza que em 2008 condenou o Estado português a pagar uma indemnização de 100 mil euros a Paulo Pedroso, no âmbito do processo Casa Pia.


175 MIL EXEMPLARES JÁ VENDIDOS

Contactada pelo CM, a editora Guerra e Paz assegura que ainda não recebeu qualquer comunicação formal para a retirada do livro em banca.
'Aquilo que sabemos é o que está a circular na imprensa. Não recebemos nenhuma notificação', disse da parte da Guerra e Paz Mário Sena Lopes. Por isso mesmo, o director editorial assegura que o livro 'Maddie: A Verdade da Mentira' continuará nas bancas até ordem contrária.

Até ao momento a obra de Gonçalo Amaral já vendeu 175 mil exemplares. Por contabilizar estão ainda as vendas da obra em Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda e Dinamarca. 'Estão a correr bem', acrescentou Mário Sena Lopes.


LIVRO OFENSIVO 'SÓ AO FIM DE UM ANO'

O advogado de Gonçalo Amaral disse à SIC que não comenta a decisão nessa condição, mas explicou que, enquanto cidadão, acha estranho que a providência cautelar surja agora, quando o livro está publicado há um ano.
“É estranho que só ao fim de um ano é que o casal McCann considere o livro ofensivo”, disse António Cabrita.

O advogado de Gonçalo Amaral defende que a decisão pode ter alguma coisa a ver com as notícias que dão conta das negociações para a tradução do livro para inglês e a sua consequente venda no Reino Unido.

“Não foi o faro nem as narinas do Gonçalo Amaral que detectaram o odor a cadáver”, referiu ainda.
Fonte: CM
 
Não é que tenha directamente a ver com o caso Mccann mas mostra a palhaçada da justiça em Portugal:
Exacto.

Mas nesta questão é mais fácil criticar um bom profissional do que perceber porque é que muita coisa funciona mal, inclusive na justiça.

E nem é preciso falar das diligencias marcadas em tribunal para as 09 da manhã, mas que começam as 14 da tarde, dos arguidos que ficam com termo de identidade, por afirmarem que são cabeleireiros em casa, o que pressupõe um esforço para se integrarem na sociedade mas sem se confirmar se há ou não descontos nas finanças que corroborem essa actividade.

Podemos continuar a falar mal da relva no campo...


...são opções.
 
Registo a deferencia do tratamento ( podes tratar-me por tu como sempre o fizeste![;)]

desculpa, mas nem parece teu, Gonçalo Amaral, nao consegui juntar, fundamentar uma prova, e por isso nem consegui sequer levar os MacCann a tribunal, portanto é obvio que nao tem agora tambem nada a que se agarre.

Percebo que segues uma linha de pensamento de culpabilização dos MacCann, a mesma de Gonçalo Amaral, mas não é isso que esta em causa, nesta decisão.

Facto UNICO e essencial - O problema só surge e é criado por incúria dos pais.

Se isto fosse um pais como deve ser, ou uma união Europeia com leis uniformes.

Os Gémeos não estariam á sua guarda

Depois acresce que em vez do Circo mediático que montaram para desviar as atenções - contactataram com equipas da Sky News em Portugal, Jornalistas e o acessor de impreensa de Gordon Brown **.

E provando-se a incuria e a culpabilidade dos pais que contribuiram com os seus actos para o desaparecimento da Filha ...
Que tal imputar CUSTOS?

Uma coisa é algo que acontece de forma furtuita e imprevisivel mas sob supervisão dos pais, isto é ABANDONO, como tal pagam as custas do que ai advier.

SIM, pelo que exponho ACIMA, o CASAL McCann tresanda a culpas, fede.

Posto isto, a tese de G. Amaral é tão válida como a de rapto, e aliás as recolhas de indicios como o sangue num carro alugado 20 dias após a data do desaparecimento, e outros, são mais fortes que o da alegada tese de rapto.

Mas esta tese tem um condão .... para ser contestada faz com que se pergunte porque razão determinadas linhas de investigação foram abandonadas pela Policia Inglesa, isso fará com que as linhas que G.Amaral fala sejam exploradas, as inconsistencias de depoimentos, entre outros.


PS. leste o Livro?
A "imagem" que Gonçalo Amaral tem nos media inglese e não só, so existe porque ele a cultivou anos e anos durante a sua carreira.
Não sei se ele a cultivou ou não, só sei o que surgiu na imprensa e nos media britânicos, mas acresce que o homem tinha um dos melhores rácios de apreensões no Algarve, com excelentes resultados de investigação.

Se fazia isto bebado, então imagino-o sóbrio, um verdadeiro Super HOmem no combate ao crime.


depois é a velha historia, "quem nao come alhos nao cheira a eles" (!!!) [;)][:)]
Imagino que ao rires desta maneira, apoiando a tese do casal McCann e dos Média do UK que o homem, era na verdade um bebado (a tua insinuação sobre o odor ou hálito) presumo, que para o poderes fazer estiveste alguma vez na tua vida, suficiente próximo de Gonçalo Amaral para poderes corrobar como verdadeira (por tua percepção odorífica) que ele cheirava a alcóol, da sua cavidade bocal.

É que a rir acabas por estar a lançar suspeições sobre a pessoa. [:p]

Em mim, Excalibur, seria normal já que cito Jornais como o CM. (que nojo de Jornal [:vm)]) [:D]

Mas vindo de ti que alegas rigor, no que mencionas e citas parece um pouco mal. [:cool:]


Hoje falou-se de quanto custará os assessores de imprensa de J. Socrates.

Agora eu imagino os acessores de G. Brown abandonarem um cargo ao lado do PM britânico para irem dar projecção ao caso de uma simples menina Britânica.

De um altruismo digno !
Altruismo que até deve vir acompanhado pelo pai natal, para quem acreditar.

[;)]
 
Será que Gonçalo Amaral foi retirado do processo para que não houvesse provas para incriminar os Mccan? Se não foi, porque tanta pressão para o excluir das investigações? E porque será que pela primeira vez um inspector foi retirado de um processo? Porque será que Gordon Brown se interessou pessoalmente pelo caso?

Um monte de dúvidas , é certo, mas são as dúvidas que me aparecem.
 
Facto UNICO e essencial - O problema só surge e é criado por incúria dos pais.

Se isto fosse um pais como deve ser, ou uma união Europeia com leis uniformes.

Os Gémeos não estariam á sua guarda

Depois acresce que em vez do Circo mediático que montaram para desviar as atenções - contactataram com equipas da Sky News em Portugal, Jornalistas e o acessor de impreensa de Gordon Brown **.

E provando-se a incuria e a culpabilidade dos pais que contribuiram com os seus actos para o desaparecimento da Filha ...
Que tal imputar CUSTOS?

Uma coisa é algo que acontece de forma furtuita e imprevisivel mas sob supervisão dos pais, isto é ABANDONO, como tal pagam as custas do que ai advier.

SIM, pelo que exponho ACIMA, o CASAL McCann tresanda a culpas, fede.

Posto isto, a tese de G. Amaral é tão válida como a de rapto, e aliás as recolhas de indicios como o sangue num carro alugado 20 dias após a data do desaparecimento, e outros, são mais fortes que o da alegada tese de rapto.

Mas esta tese tem um condão .... para ser contestada faz com que se pergunte porque razão determinadas linhas de investigação foram abandonadas pela Policia Inglesa, isso fará com que as linhas que G.Amaral fala sejam exploradas, as inconsistencias de depoimentos, entre outros.


Não sei se ele a cultivou ou não, só sei o que surgiu na imprensa e nos media britânicos, mas acresce que o homem tinha um dos melhores rácios de apreensões no Algarve, com excelentes resultados de investigação.

Se fazia isto bebado, então imagino-o sóbrio, um verdadeiro Super HOmem no combate ao crime.


Imagino que ao rires desta maneira, apoiando a tese do casal McCann e dos Média do UK que o homem, era na verdade um bebado (a tua insinuação sobre o odor ou hálito) presumo, que para o poderes fazer estiveste alguma vez na tua vida, suficiente próximo de Gonçalo Amaral para poderes corrobar como verdadeira (por tua percepção odorífica) que ele cheirava a alcóol, da sua cavidade bocal.

É que a rir acabas por estar a lançar suspeições sobre a pessoa. [:p]

Em mim, Excalibur, seria normal já que cito Jornais como o CM. (que nojo de Jornal [:vm)]) [:D]

Mas vindo de ti que alegas rigor, no que mencionas e citas parece um pouco mal. [:cool:]


Hoje falou-se de quanto custará os assessores de imprensa de J. Socrates.

Agora eu imagino os acessores de G. Brown abandonarem um cargo ao lado do PM britânico para irem dar projecção ao caso de uma simples menina Britânica.

De um altruismo digno !
Altruismo que até deve vir acompanhado pelo pai natal, para quem acreditar.

[;)]

so vou fazer este comentario, Excalibur,

Parece-me que nao havia necessidade de escreveres na forma e na ironia com que que o fizeste nesta ultima parte, porque é perfeitamente gratuita, e deslocada, do sentido em que escrevi o proverbio, nada tem a ver com ironia / ou gozação, mas sim com uma imagem "colada" e publica.

Podes sempre escolher a não-resposta.[;)]
 
Mas o que estão a discutir? A verdade sobre Maddie nunca será conhecida, porque há muitos interesses.


O que está em causa é se um tribunal deste pais sem saber qual é a verdade tem o direito de proibir um livro, nem que o que lá esteja escrito seja o monte de mentiras, como é que a juiza fez uma avaliação do livro!!! Está tudo louco? Isto é CENSURA pura e simples!!!! È mais uma vergonha Nacional tal como a Pedofilia.
Quando muito obrigava os editores a classificarem o livro a letras garrafais como obra de ficção, proibir!?
 
so vou fazer este comentario, Excalibur,

Parece-me que nao havia necessidade de escreveres na forma e na ironia com que que o fizeste nesta ultima parte, porque é perfeitamente gratuita, e deslocada, do sentido em que escrevi o proverbio, nada tem a ver com ironia / ou gozação, mas sim com uma imagem "colada" e publica.

Podes sempre escolher a não-resposta.[;)]

Podes considerar gratuito, que entendo, mas não entendo o teu cheque em branco aos McCann e ás suas acusações.

O resto, a forma como ironizei a questão do alcóol e do hálito, acontece precisamente, e também, pelo desnecessário de aplicar um ditado que acaba por reforçar as alegações do casal inglês e dos média britânicos.
 
Neste caso em particular, parece-me uma decisão acertada, porque as teses desse senhor não estão fundamentadas. Assim sendo, podem ser consideradas injúrias e isso não é aceitável.

Esse senhor devia era ter vergonha por não ter conseguido apurar absolutamente nada sobre caso... [8b]
 
Neste caso em particular, parece-me uma decisão acertada, porque as teses desse senhor não estão fundamentadas. Assim sendo, podem ser consideradas injúrias e isso não é aceitável.

Esse senhor devia era ter vergonha por não ter conseguido apurar absolutamente nada sobre caso... [8b]

Curiosamente, só 1 ano depois do livre estar publicado e somente quando este estava a ser preparado para ser comercializado em Inglaterra e estava a ser também preparado um filme com base no livro, é que tudo passou a ser injurias e teses não fundamentadas. [:cool:]

Isto é só mais uma das varias coincidências da nossa justiça :sh)
 
Neste caso em particular, parece-me uma decisão acertada, porque as teses desse senhor não estão fundamentadas. Assim sendo, podem ser consideradas injúrias e isso não é aceitável.

Esse senhor devia era ter vergonha por não ter conseguido apurar absolutamente nada sobre caso... [8b]
Aparentemente apurou, de tal forma que até correram com ele e querem agora, especificamente agora, censurar o livro.

Mas claro que, se só deixarem construir meia casa, a casa não está completa.
 
Aparentemente apurou

Apurou realmente o quê? Daquilo que li e ouvi, esse senhor limita-se a fazer especulação... Não apresenta é provas ou factos que suportem essas especulações.

Não estou a defender os McCann, estou apenas de acordo que qualquer tese deve suportar-se em provas ou factos irrefutáveis. Coisas que esse senhor não faz...
 
[FONT=&quot]Para que cada um possa tirar as suas conclusões:

Em primeiro lugar os PC têm uma tramitação urgente.[/FONT]
[FONT=&quot]
[/FONT]
[FONT=&quot] Para tal, o Código de Processo Civil não só consagra expressamente o seu carácter urgente, como se estabelece um prazo máximo para a sua decisão em 1ª instância - de dois meses -, bem como um prazo mínimo - de 15 dias - para os casos em que o requerido não haja sido citad


Como não poderia deixar de ser, a natureza urgente destes procedimentos implica uma apreciação sumária e célere dos factos que constituem o perigo que paira sobre a integridade do alegado direito.[/FONT]

[FONT=&quot][/FONT]
[FONT=&quot]Assim sendo, r[/FONT][FONT=&quot]evestem carácter instrumental (dependência formal) em face do processo principal, podendo surgir num momento prévio à instauração deste ou como incidente, e extinguindo-se caso aquele não seja apresentado num prazo de 30 dias após notificação da decisão que a tenha ordenado.[/FONT]
[FONT=&quot]
Requisitos para o decretamento da providência[/FONT]
[FONT=&quot]Um procedimento cautelar está dependente:[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot](i)[FONT=&quot] [/FONT][/FONT][FONT=&quot]Que muito provavelmente exista o direito tido por ameaçado - objecto de acção declarativa - ou que venha a emergir de decisão a proferir em acção constitutiva, já proposta ou a propor.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot](ii)[FONT=&quot] [/FONT][/FONT][FONT=&quot]Que haja fundado receio de que outrem, antes de proferida decisão de mérito, ou porque a acção não está sequer proposta ou porque ainda se encontra pendente, cause lesão grave e dificilmente reparável a tal direito [/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot](iii)[FONT=&quot] [/FONT][/FONT][FONT=&quot]Que ao caso não convenha nenhuma das providências tipificadas.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot](iv)[FONT=&quot] [/FONT][/FONT][FONT=&quot]Que a providência requerida seja adequada a remover o periculum in mora concretamente verificado e a assegurar a efectividade do direito ameaçado.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot](v)[FONT=&quot] [/FONT][/FONT][FONT=&quot]Que o prejuízo resultante da providência não exceda consideravelmente o dano que com ela se quis evitar .[/FONT]



[FONT=&quot][/FONT]
[FONT=&quot] Cumps[/FONT]

[FONT=&quot][/FONT]
[FONT=&quot]Silat
[/FONT]
 
Apurou realmente o quê? Daquilo que li e ouvi, esse senhor limita-se a fazer especulação... Não apresenta é provas ou factos que suportem essas especulações.

Não estou a defender os McCann, estou apenas de acordo que qualquer tese deve suportar-se em provas ou factos irrefutáveis. Coisas que esse senhor não faz...

O livro tem por base factos constantes no processo, apurados pela PJ durante as investigações e não em ficção.
Agora a tese é a opinião que uma pessoa (Gonçalo Amaral) faz tendo como base os factos do processo e a sua experiência profissional.
Tal como qualquer analista politico, financeiro ou outros emite a sua opinião utilizando para tal os dados que tem.
 
O livro tem por base factos constantes no processo, apurados pela PJ durante as investigações e não em ficção.
Agora a tese é a opinião que uma pessoa (Gonçalo Amaral) faz tendo como base os factos do processo e a sua experiência profissional.
Tal como qualquer analista politico, financeiro ou outros emite a sua opinião utilizando para tal os dados que tem.
O pessoal esquece-se de que nenhum livro assente numa qualquer história real pode conter tudo, todos os factos apurados e percebidos relativos à verdade material... A convicção técnica desses investigadores assenta na análise dos factos recolhidos, quer os que fazem prova, quer os que a não fazem!
 
Voltar
Superior