esse, em principio, será o trabalho da defesa. A questão é muito simples: tem que haver defesa. Quando a prova é inexistente, nem defesa tem que existir[Eu coloco as coisas de outra maneira:
1. Era pouco provável que não encontrassem vestígios da Maddie no carro. Afinal basta levar um casaco, peluche, etc etc etc que tenha estado em contacto com a menina ainda viva para alí deixar vestígios de adn.
2. Os cães deram uma opinião, em testes controlados provavelmente não erram... mas no terreno e com inúmeros factores que podem influenciar a sua sencibilidade os erros aparecem.
3. Os testes de ADN têm por base factos ciêntíficos rigorosos.
4. As opiniões dos cães têm por base o treino da sencibilidade de um animal que erra e pouco tem de ciêntífico. (pelo menos que levanta MUITAS dúvidas)
5. Quem diz que os cães detectaram o corpo de maddie e não o xaile da avozinha que morreu aos 99 anos de quem alugou o carro anteriormente?