[Sociedade] Idade Para Namorar

Acho que é na adolescência que se aprende, mesmo que seja com os erros. Claro que é melhor aprender com os erros dos outros, mas começar demasiado tarde com o risco de se cometer erros que são normais de se cometer na adolescência... isso é que é mau.

Acho que é um bocado tapar o sol com a peneira, dizer que o rendimento escolar de alguém pode baixar porque atravessa complicações a esse nível. Também eu como toda a gente, ou quase toda a gente, teve experiências menos boas nesse campo, e sim, como é normal não tinha tanta paciência para estudar. Mas há que saber dar a volta e saber separar as coisas. Até se pode tornar produtivo, no sentido em que o estudo até pode ser um escape para não estar sempre a pensar em certas coisas.

É como tudo, cada coisa a seu tempo e definir prioridades. É normal que um puto não tenha uma mentalidade tão desenvolvida para lidar com certas situações, mas um abre-olhos não faz mal a ninguém, pelo contrário. Até diria uma coisa, mais vale ser na adolescência do que não ser.
 
"No meu tempo" não era preciso proibir porque a ideia de namorar aos 12 era trocar uns cuspes :sh)

Lá para os 14, 15 começa a coisa a tornar-se séria, e aí mais do que proibir é importante informar, para prevenir doenças e gravidez indesejada.

Agora uma escola expulsar dois adolescentes por namorarem, mas que raio é que eles têm a ver com isso?

Pois é,podias ter estado na altura na Esc. Sec.dos Anjos e ter dito á minha diretora de turma do 8º ano que foi estúpido ter chamado a minha mãe por eu andar nos intervalos agarrado a duas colegas e elas agarradas a mim.
Tive uma grande mãe,que lhe respondeu 'antes agarrado a uma rapariga do que ser rejeitado por elas,é porque dei á luz um filho perfeitinho,bonito e saudável'.
Em casa só me avisou na boa que era cedo para eu ser pai,portanto que tivesse juízo e fizesse o meu percurso que ela estava atenta.
Ah nessa altura eu tinha 13 anitos e molhei o mickey a primeira vez antes dos 14 uuuuaaaaaahhhhaaaa.
 
Namoros na adolescência, há vários casos. No meu caso nunca tive nenhum namoro que durasse muito, tenho 19 anos, a primeira vez que posso dizer que namorei oficialmente tinha 12, e durou uma semana, beijinhos e tal, nada mais. Mas namoros mais longos começaram quando eu tinha 14 ou 15, mesmo assim nunca houve nenhum a passar dos 3 meses! Não venham com o contra de que os namoros afetam a vida escolar porque isso é mentira, a minha média de notas do 5º ao 9º ano foi sempre de 4, e do 10º ao 12º foi sempre de 15, sem nenhuma descida ou subida. Agora que tenho 19, desde a minha última namorada que já foi há 1 ano, que desisti disso dos namoros. Agora quando for é mesmo a sério. Fora isso, posso ter amigas coloridas e coisas assim mas mais do que isso não obrigado. Outro caso totalmente oposto ao meu, de namoros na adolescência, é o da minha irmã. Começou a namorar com um rapaz quando ela tinha 14, ele era mais velho 2 ou 3 anos, e tiveram juntos até ela ter 19. Com 20 mudou-se para os estados unidos, tá casada, tem um filho e está super feliz. Agora tem 22.

Acho que é uma das fases mais importantes na adolescência, os namoricos, para entrar nas novas coisas da vida, descobrir o próprio corpo e o dos outros, crescer a nível físico e mental, sem esquecer que é importante começar também a pensar no futuro nem esquecer de fazer desporto ou ter hobbies para ocupar o tempo para além da escola.

Como eu digo, a vida não tem de ser monótona, mas sim dinâmica, uma pessoa consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo, e isso funciona mesmo para quem já está no mundo do trabalho. Há tempo para namorar, estar com amigos, trabalhar, estudar, viajar, e muito mais, temos é de aproveitar cada dia como se fosse o último.
 
Não coloque coisas que não foram escritas [;)]
A questão é simples: Um observador nunca será tanto capaz como aquele que, para além de observar, também vive a experiência (para além de observar, sente, age, reage, pensa, intui, reconsidera, experimenta, avalia, transforma, sente...).

Há quem viva, e há que veja os outros viver [;)]

O importante é que todos sejam felizes...

O complicado é quando os segundos começam a (querer) falar com conhecimento de causa [:D]
 
Depende do caso. Neste possivelmente é mais numa pessoa que não sabe aprender com as asneiras dos outros. [;)]

Quem não experimenta, só sabe por via teórica (é um saber relativo).
Quando se vir confrontado, na realidade, com um problema que teoricamente foi observado, logo se verá o que vale a teoria...e se não será como Frei Tomás (faz o que ele diz e, não o que ele faz)

Ainda há pouco dei um exemplo de alguém que se perdeu nos estudos dado o pai ter insistido na proibição do namoro. Como explica este caso?

Proibir alguém, quando a natureza impele e prepara (puberdade)?
Assim, recordo-me do primeiro vôo dos pássaros: do ninho a temer o chão e a olhar os outros pássaros a voar. Cada um irá fazê-lo quando estiver preparado.Todos os pássaros voam.

A sua postura parece aquele pássaro que diz aos irmãos: Bom vôo! Mas não sai do ninho. Acha isso natural?
 
Há quem viva, e há que veja os outros viver [;)]

O importante é que todos sejam felizes...

O complicado é quando os segundos começam a (querer) falar com conhecimento de causa [:D]


Exacto!
Eu diria mais, o complicado é quando uns querem impor aos outros a sua lógica, transferindo os seus próprios medos que não conseguem assimilar ou ultrapassar (não é o caso neste tópico).

Agora para avacalhar:
Depois admiram-se com a rodagem e que não hajam castas e puras.[:D]
É que nem todos estiveram a olhar só para as notas, e conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo.[:D]
 
Queres ver que me conheces pessoalmente e eu não sabia. [;)] Não, por acaso sempre saí, já mesmo na adolescência. Aliás, sempre tive várias actividades, já em criança saía de casa às 8h e chegava às 20h. [;)]

A ti não, mas infelizmente tenho cruzado na vida com pessoas com o mesmo tipo de discurso.
 
Nós somos seres com capacidade de decisão que vai muito para além da natureza primitiva. Escolhemos aquilo que resulta melhor, não o que é natural. O que é natural é aquilo que cada um quiser.

Certo, temos capacidade de escolha.

Mas também devemos perceber que algumas escolhas, que nos afastam demasiado do que é natural, possam produzir um vazio psicológico, traumas e descompensações diversas.
 
Não percebo o porquê do infelizmente, são opiniões contrárias à tua mas não passam a ser inválidas ou deixam de ter uma base de razão por isso.

Nada acrescentaram de novo à minha pessoa, logo foi uma perda de tempo.

Traziam apenas uma atitude negativa perante a vida e uma manifesta falta de experiência.

Seah:

Faltava-lhes terem vivenciado muita coisa
 
Os namoros, arrisco a dizer, sao a melhor coisa na adolescencia. As melhores memorias da minha vida foi na adolescência e com namoros, desde o ''bate couro'' por sms nas aulas, ao andar com uma e atras de outra (ou outras), desde a ser feito de otario e a ter desgostos... tudo experiencias que ninguem tira e que ajudam imenso um adolescente crescer e criar responsabilidades.

Se ha algo que um namoro na adolescencia é positivo, é o conhecimento que da e o ''arcaboiço'' para lidar com as mais variadas situações.

E nunca descorei os estudos por namoros, nunca fui um aluno brilhante (sou um poço de distração [:D]), mas nunca tive pior notas pelos namoros.
 
Os namoros, arrisco a dizer, sao a melhor coisa na adolescencia. As melhores memorias da minha vida foi na adolescência e com namoros, desde o ''bate couro'' por sms nas aulas, ao andar com uma e atras de outra (ou outras), desde a ser feito de otario e a ter desgostos... tudo experiencias que ninguem tira e que ajudam imenso um adolescente crescer e criar responsabilidades.

Se ha algo que um namoro na adolescencia é positivo, é o conhecimento que da e o ''arcaboiço'' para lidar com as mais variadas situações.

E nunca descorei os estudos por namoros, nunca fui um aluno brilhante (sou um poço de distração [:D]), mas nunca tive pior notas pelos namoros.

Infelizmente a maior parte dos adolescentes não pode dizer o mesmo. Como é natural na adolescência, vivem tudo de forma dramática e desproporcional, cancelando sectores da vida em detrimento de outros, com as inevitáveis consequências no rendimento escolar. [;)]
 
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