hidrogenio? gpl? bio?

A vantagem do flexifuel é precisamente poder-se "governar" em qualquer situação. São carros que andam a gasolina, portanto, governam-se. Têm a vantagem de poder usar etanol em alternativa, sem qualquer problema ou necessidade de conversão. Logo, quando há possibilidade de abastecer a etanol, abastece-se a etanol. Quando isso não acontece, gasolina. Qual é o problema mesmo?! Há quem seja mesmo avesso a ter alternativas.[:D]

E qual o interesse de comprar um carro que permita usar gasolina/etanol (normalmente mais caro que a correspondente versão normal), se depois vamos andar a maior parte das vezes a gasolina?
 
E qual o interesse de comprar um carro que permita usar gasolina/etanol (normalmente mais caro que a correspondente versão normal), se depois vamos andar a maior parte das vezes a gasolina?

O interesse é que tens um carro mais versátil, e, supostamente, mais duradouro (no sentido de que, se de hoje para amanhã deixar de haver gasolina - e, a prazo, é o que irá acontecer), tens sempre a possibilidade de o abastecer com Etanol (e nem precisas de depósitos adicionais, como necessitarias, caso a alternativa fosse GPL, GNC ou Hidrogénio). Como já disse, trata-se de ter ou não ter alternativas. Mas se achas que o teu mundo se vai tornar excessivamente complexo caso tenhas um veículo capaz de se mover com mais que uma fonte de energia, é melhor não pensares mais nisso mesmo.[;)]
 
A constatação de um facto que por diversas vezes já foi referido aqui no fórum,a apesar de haver consumidores que o tentam contestar (em vão).

O futuro pertence aos carros amigos do ambiente. A posição é unânime a todas as marcas automóveis. Mas apesar de a opção híbrida estar a crescer ano após ano, desde o lançamento do primeiro veículo deste género, pela japonesa Toyota, os modelos ecológicos ainda são um fracassos de vendas. Muito simplesmente porque os consumidores europeus continuam a optar por versões mais potentes mas não estão dispostos a pagar mais por carros energicamente

Em http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/1074949.html
 
O interesse é que tens um carro mais versátil, e, supostamente, mais duradouro (no sentido de que, se de hoje para amanhã deixar de haver gasolina - e, a prazo, é o que irá acontecer), tens sempre a possibilidade de o abastecer com Etanol (e nem precisas de depósitos adicionais, como necessitarias, caso a alternativa fosse GPL, GNC ou Hidrogénio). Como já disse, trata-se de ter ou não ter alternativas. Mas se achas que o teu mundo se vai tornar excessivamente complexo caso tenhas um veículo capaz de se mover com mais que uma fonte de energia, é melhor não pensares mais nisso mesmo.[;)]

Não o que eu acho é que um indivíduo que vai emigrar (é o meu caso) não se pode dar ao "luxo" de dar £22.000 por um automóvel (por ex um saab 9-3) a bioetanol se depois não vou economizar no combustível. Por bem menos adquire-se um legacy bifuel. Compreendes-te agora o meu inter£sse[:p]
 
...e dificilmente se muda !

Primeiro há a preocupação da carteira...

Pois mas onde os carros até são mais baratos, são os preconceitos a falar mais alto, mas onde conta que é nas vendas as coisas estão a mudar, na 4ª quando fui buscar o meu á revisão, era o modelo mais representado no parque para entrega apr:) apr:) apr:)
 
Pois mas onde os carros até são mais baratos, são os preconceitos a falar mais alto, mas onde conta que é nas vendas as coisas estão a mudar, na 4ª quando fui buscar o meu á revisão, era o modelo mais representado no parque para entrega apr:) apr:) apr:)

Não percebi.

Qual é que era o modelo igual ao teu ?
 
são os preconceitos a falar mais alto,

A livre escolha do produto, agora é um preconceito negativo?, face ao produto preterido pelo consumidor.

Não o acho de modo algum.

A carreira do híbrido da Honda em Portugal até está a correr bem em termos de vendas para a marca.

Em 2007, a Honda vendeu 1484 unidades do Civic híbrido, face às 468 vendidas no ano transacto.

Em http://www.autohoje.com/index.php?option=com_content&task=view&id=72293&Itemid=54
 
A livre escolha do produto, agora é um preconceito negativo?, face ao produto preterido pelo consumidor.

Não o acho de modo algum.

A carreira do híbrido da Honda em Portugal até está a correr bem em termos de vendas para a marca.



Em http://www.autohoje.com/index.php?option=com_content&task=view&id=72293&Itemid=54



Não me percebeste bem, falavasse na resistencia aos hibridos por causa de serem mais caros, e eu referi que cá onde são mais baratos que os outros, a resistencia é em grande parte derivada de preconceitos, basta ver o que se escreve neste forum, mas que no que importa as vendas as coisas até estão a correr bem ;)
 
Não me percebeste bem, falavasse na resistencia aos hibridos por causa de serem mais caros, e eu referi que cá onde são mais baratos que os outros,a resistencia é em grande parte derivada de preconceitos, basta ver o que se escreve neste forum, mas que no que importa as vendas as coisas até estão a correr bem ;)

Penso que estão dentro da média praticada do segmento onde se inserem (C) não os considero nem particularmente mais caros ou baratos do que as ofertas da concorrência nas cc aproximadas, em termos de comparação directa com produto rival com as mesmas características penso ser uma compra mais racional e os números de vendas confirmam esta posição.

Mas em última análise o consumidor (informado ou não) tem o poder de escolha.
 
Não o que eu acho é que um indivíduo que vai emigrar (é o meu caso) não se pode dar ao "luxo" de dar £22.000 por um automóvel (por ex um saab 9-3) a bioetanol se depois não vou economizar no combustível. Por bem menos adquire-se um legacy bifuel. Compreendes-te agora o meu inter£sse[:p]

O teu interesse devia ser procurar um carro que, dentro das tuas posibilidades te satisfaça o mais possível (até porque, se isso acontecer, o manténs por mais tempo, logo, perdes menos dinheiro com ele). Se é um Saab 9-3 ou outro qualquer, só tu sabes. Continuo a dizer que ter mais opções é sempre bom.[;)]
 
O teu interesse devia ser procurar um carro que, dentro das tuas posibilidades te satisfaça o mais possível (até porque, se isso acontecer, o manténs por mais tempo, logo, perdes menos dinheiro com ele). Se é um Saab 9-3 ou outro qualquer, só tu sabes. Continuo a dizer que ter mais opções é sempre bom.[;)]

O meu interesse passa por um carro de gama média (sedan) "relativamente" barato, que gaste pouco ou que o custo do combustível por km seja baixo, que pague poucos impostos (logo tem de ser "green") e que caso necessite de me deslocar em Londres de carro não ande a pagar portagens.
Para além disto, também dava jeito poder andar dentro do canal da mancha, ter postos ou alternativas de reabastecimento viáveis e para finalizar um custo de manutenção baixa.

Acho que não estou a sonhar com muito alto[:)]
 
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