Herança e Artimanhas

É por este tipo de questões (e não só) que ter mais que um filho pode ser problemas sem fim.

Quem só tem um filho nunca terá este tipo de problemas.

Pode vir a ter outros, mas evitam-se estes e muitos mais.
 
Podes clarificar? Obrigado!
Não é legal deserdar filhos ou privilegiar financeiramente e de forma significativa uns em detrimento de outros.

Não sou advogado mais sei que é assim por experiência de vida. E também porque oiço a minha mulher que é da área falar em alguns casos.

É claro que "às escondidas" tudo é possível, mas também nada impede que a parte prejudicada tente reverter a situação quando dela tiver conhecimento.

edit: OK, a minha mulher já me explicou. Mais tarde, aquando da morte, existe um mecanismo denominado "colação" e que permite ao prejudicado ir buscar esses valores aquando da partilha. Ela referiu também algo referente à "cota disponível" mas também aí existem limites.

Pois, mas... Não é. [:D][;)]
 
Última edição:
É por este tipo de questões (e não só) que ter mais que um filho pode ser problemas sem fim.

Quem só tem um filho nunca terá este tipo de problemas.

Pode vir a ter outros, mas evitam-se estes e muitos mais.

O problema é que, normalmente, os mais complicados são os mais velhos (ou, no teu exemplo, os únicos). Os mais novos já nascem a ter que fazer pela vida. [:D]
 
Não é legal deserdar filhos ou privilegiar financeiramente e de forma significativa uns em detrimento de outros.

Não sou advogado mais sei que é assim por experiência de vida. E também porque oiço a minha mulher que é da área falar em alguns casos.

É claro que "às escondidas" tudo é possível, mas também nada impede que a parte prejudicada tente reverter a situação quando dela tiver conhecimento.

edit: OK, a minha mulher já me explicou. Mais tarde, aquando da morte, existe um mecanismo denominado "colação" e que permite ao prejudicado ir buscar esses valores aquando da partilha. Ela referiu também algo referente à "cota disponível" mas também aí existem limites.

Pois, mas... Não é. [:D][;)]

Que aborrecida seria a vida se fizéssemos só o que é legal. [;)]
 
Que aborrecida seria a vida se fizéssemos só o que é legal. [;)]
Sim, mas a pergunta foi simplesmente se é legal. Ora bem, legal até é só que é no fim que se fazem as contas. [;)]

Lembrei-me agora de uma situação ocorrida para aí há uns 20 anos em que uma doação de cotas de uma empresa a dois de três filhos foi simplesmente impugnada após a morte do dono. A dificuldade pode residir em fazer a prova, mas sendo isso possível a coisa pode-se complicar, não são favas contadas como alguns acreditam ser.
 
Herança e Artimanhas

O problema é que, normalmente, os mais complicados são os mais velhos (ou, no teu exemplo, os únicos). Os mais novos já nascem a ter que fazer pela vida. [:D]

“Normalmente” aka a minha ideia baseada em um ou outro caso próximo ou pessoal.

Ou seja mero bitaite.


Sinceramente não vejo um padrão nestas coisas dos mais novos e mais velhos, até porque quando são mais que dois há os do meio.


Agora se tiveres estatísticas força.

Bitaites à toa é que não.
 
“Normalmente” aka a minha ideia baseada em um ou outro caso próximo ou pessoal.

Ou seja mero bitaite.


Sinceramente não vejo um padrão nestas coisas dos mais novos e mais velhos, até porque quando são mais que dois há os do meio.


Agora se tiveres estatísticas força.

Bitaites à toa é que não.

Claro que é um bitaite fundamentado na mais genuína experiência pessoal. Afinal isto é um fórum na internet, não é o INE nem a FFMS. [:D]
 
A quota indisponivel tem que ser distruibda em iguais partes pelos herdeiros, sejam queridos ou não sejam (Há algumas exepções, por exemplo ter sido condenado por crime contra os pais, mas tou a pressupôr que é um caso normal). Até pode não falar com o filho durante 20 anos, ele vai ter tanto direito à herança como o irmão. Doações/vendas em vida valem zero, quando for aberta a herança a colação encarrega-se do assunto. É no entanto sempre preferível tratar das coisas a bem.
 
A quota indisponivel tem que ser distruibda em iguais partes pelos herdeiros, sejam queridos ou não sejam (Há algumas exepções, por exemplo ter sido condenado por crime contra os pais, mas tou a pressupôr que é um caso normal). Até pode não falar com o filho durante 20 anos, ele vai ter tanto direito à herança como o irmão. Doações/vendas em vida valem zero, quando for aberta a herança a colação encarrega-se do assunto. É no entanto sempre preferível tratar das coisas a bem.

A lei é tremendamente injusta. Um gajo devia poder deixar o que quer e a quem quer
 
Não é legal deserdar filhos ou privilegiar financeiramente e de forma significativa uns em detrimento de outros.

Não sou advogado mais sei que é assim por experiência de vida. E também porque oiço a minha mulher que é da área falar em alguns casos.

É claro que "às escondidas" tudo é possível, mas também nada impede que a parte prejudicada tente reverter a situação quando dela tiver conhecimento.

edit: OK, a minha mulher já me explicou. Mais tarde, aquando da morte, existe um mecanismo denominado "colação" e que permite ao prejudicado ir buscar esses valores aquando da partilha. Ela referiu também algo referente à "cota disponível" mas também aí existem limites.

Pois, mas... Não é. [:D][;)]

O problema é que, falando especificamente do caso que expus acima, depois da venda da casa, o dinheiro irá, presumivelmente, ser imediata e oficialmente gasto pelos paizinhos... - No quê? Sei lá, foi à tanto tempo! Acho que foi nas férias; não, uma cirurgia; não, uma marquise; não, espera, já sei, numas obras em casa... e também num novo aparelho auditivo (daqueles bons!). - Deixa lá isso que a vida são dois dias, e quando morrermos fica cá tudo, e coiso e tal...
[:D]
 
Última edição:
O problema é que, falando especificamente do caso que expus acima, depois da venda da casa, o dinheiro irá, presumivelmente, ser imediata e oficialmente gasto pelos paizinhos... - No quê? Sei lá, foi à tanto tempo! Acho que foi nas férias; não, uma cirurgia; não, uma marquise; não, espera, já sei, numas obras em casa... e também num novo aparelho auditivo (daqueles bons!). Deixa lá isso que a vida são dois dias, e quando morrermos fica cá tudo, e coiso e tal...
[:D]

Mas se conseguires provar que nao foi gasto nessas coisas mas sim em proveito proprio.... ai vao ter problemas
 
É por este tipo de questões (e não só) que ter mais que um filho pode ser problemas sem fim.

Quem só tem um filho nunca terá este tipo de problemas.

Pode vir a ter outros, mas evitam-se estes e muitos mais.
eu sou filho unico e tenho na mesma problemas
porque deserdaram o meu pai (doente mental) e assim eu fiquei afastado
[;)]
 
A quota indisponivel tem que ser distruibda em iguais partes pelos herdeiros, sejam queridos ou não sejam (Há algumas exepções, por exemplo ter sido condenado por crime contra os pais, mas tou a pressupôr que é um caso normal). Até pode não falar com o filho durante 20 anos, ele vai ter tanto direito à herança como o irmão. Doações/vendas em vida valem zero, quando for aberta a herança a colação encarrega-se do assunto. É no entanto sempre preferível tratar das coisas a bem.
pois é
a lei
mas isso é facil, basta um irmao ter uma deficiencia ou ate apanharem a assinatura dele numa folha em branco que podes c* na lei
[:D]
tb estudei isso tudo e fazia essas contas, mas na vida pratica raramente isso acontece
quem vai ter com advogado o advogado depois o cabeça de casal faz como quer.
 
Não é porquê?
Então se eu quiser vender a minha casa desde quando tenho que dar satisfações aos filhos o que vou fazer com o dinheiro dessa venda ?
Não vejo lógica nenhuma nisso .

Claro que podes fazer o que quiseres dos teus bens, mas independentemente de tudo o resto é ilegal e nao é moralmente aceitável que favorecas um filho em determimento do outro dando bens materiais.

Tens todo o direito de lhe pagar um jantar, ou até favorecer com quantias simbolicas, no entanto se estamos a falar de valores altos/casas e por aí fora, o outro irmao tem todo o direito a receber a mesma quantia e em caso de falecimento dos pais questionar para onde foi a casa e o valor da mesma.

Há uns anos atrás os meus pais ajudaram o meu irmao, nao que eu tivesse problemas com isso ou estivesse precupado com eles lhe darem mais a ele que a mim, mas eles próprios me doaram o mesmo valor. Nao era necessário, mas foi a forma justa que eles arranjaram para o ajudar.
 
Boa sorte nisso. Se os pais entregar Em dinheiro vivo ao filho sem qualquer registo e este souber usar, boa sorte para as provas.

Há uma diferenca entre eles retirarem 1000Euros da conta e darem em dinheiro ao filho, aí é óbvio que nao há muito a fazer e da mesma forma nao haveria muitas formas de provar para onde foi o dinheiro, no entanto se de um dia para o outro retirarem 200mil da conta e o dinheiro desparecer sem deixar qualquer tipo de rasto, já é suspeito...

Mais suspeito é se de um dia para o outro um dos filhos aparece com 100mil na conta, inesplicávelmente (repara que já nem disse o valor total).


Nao é fácil claro, mas se o prejudicado se quiser chatear, perder tempo e dinheiro em tribunais e advogados mais tarde ou mais cedo acaba por receber o dinheiro.
 
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