Futuro Citroen 2CV (?)

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Pluriel (C3).
 
Há muitos projectos "DS" em cima da mesa, desde o DS1/2 ao 6/9.

Sendo o DS6 o mais provável a aparecer primeiro, substituindo directamente o C6 que foi recentemente descontinuado.

O DS9 é pouco provável, pelo menos num futuro próximo.

Ficando a cargo do DS1 e DS2 as próximas noticias, e possivelmente um DSX (Crossover).
 
acho que está horrivel! ao contrario do mini, do beetle, do fiat 500 em que resultaram bem as novas versões este 2cv está muito mau. eu ao original até acho uma certa piada
 
Há muitos projectos "DS" em cima da mesa, desde o DS1/2 ao 6/9.

Sendo o DS6 o mais provável a aparecer primeiro, substituindo directamente o C6 que foi recentemente descontinuado.

O DS9 é pouco provável, pelo menos num futuro próximo.

Ficando a cargo do DS1 e DS2 as próximas noticias, e possivelmente um DSX (Crossover).
DS1 é uma novidade para mim, não estava a contar que ainda encaixassem algo tão abaixo. Algo do género do iQ?

EDIT: Já fui googlar. Passou-me completamente despercebido.
 
Última edição:
E onde se situará esta nova proposta Citroën?

Uma abordagem Fiat 500?

É verdade... O "novo" Citroën 2CV não passava pelo "DS2"?

Este novo "2CV" pouco terá a ver com ele ao nivel da forma, mas será mais semelhante a ele a um nivel conceptual.
Ou seja, um carro minimalista e low-cost.
Se será assim tão colado ao aspecto do C-Cactus, não faço a minima, que já li rumores em vários sentidos e essas previsões do AutoPlus colam-no ao C-Cactus.

Os rumores do Ds2 coincidiram com o a euforia à volta do Revolte.
Esse concept tinha inspiração visual no 2CV, mas pouco tinha a ver com este. Seguia uma lógica Mini/500, mas a Citroen já tinha vindo com o discurso anti-retro com o Ds3, pelo que dúvido que seguisse esse caminho com o Revolte, ao colocá-lo em produção.
Já li, que o sucessor do C1 possa dar o seu hardware para criar um DS1/2 ou o que quiserem chamá-lo. Mas até agora, confirmações, zero.

Quanto ao C-Cactus, o seu posicionamento poderá ser semelhante ao de um Logan. Ou seja, espaço de carro grande com preço de carro pequeno, numa criatura reduzida ao simples e básico.
Eles lançaram o C-Elysee para alimentar os mercados de leste e asiáticos que "comem" apenas com sedans, apostando nas mesmas permissas, carro grande, simples e barato, mas parece-me que o C-Cactus será uma aposta conceptualmente mais radical.

O C-Cactus apresentava uma série de soluções de design que permitia a redução do número de partes necessário e simplificação do processo produtivo, conseguindo dessa forma um preço mais acessivel, sem prejudicar segurança ou outras caracteristicas dos automóveis actuais.
Segundo a Citroen, o interior, por exemplo, necessitava apenas de metade das peças comparando com um carro normal.
No entanto, houve aspectos do concept que foram fortemente rejeitados por "focus groups" na tentativa de o colocar em produção.
Demasiado radical. O concept nem sequer tinha painel de instrumentos e não havia possibilidade de abrir janelas (mas tinha um sr. sistema de climatização).

Esta versão de produção deverá ser mais convencional. Esperemos que tenham conseguido aplicar o máximo de soluções inovadoras que o concept apresentava. Pois trata-se de uma abordagem bastante mais holistica ao tema "low-cost".
Algo que tenho defendido aqui faz anos.
Ou seja, não é pegar nos "comos" dos automóveis actuais e torná-los pior para poupar uns trocos, cortando na qualidade dos materiais, execução ou nos equipamentos necessários.
É rever todo o processo projectual e industrial, de modo a conseguir soluções alternativas tão eficazes como as que temos, mas com custos inferiores.
E o design tem respostas para isso. Mais uma vez, aos anos.
A Citroen, além do C-Cactus apresentou o Lacoste, que recorre às mesmas permissas. A Fiat apresentou já faz mais de uma década, o Ecobasic. A Magna-Steyr tem apresentado concepts regularmente a focar em novos materiais e processos produtivos. Fioravanti apresentou uma série de concepts focados na diminuição dos custos de produção, reduzindo a quantidade de elementos necessários a serem produzidos.

O problema reside na aplicação. Pois os gigantes da indústria estão de tal modo "presos" aos processos vigentes, que uma mudança desta magnitude implicaria um investimento massivo. A única coisa que podem fazer é ir optimizando aquilo que têm.
É uma das razões porque os low-cost são como são. Os Dacia, os Elysee, os Rapid, etc... não passam de carros normais, reaproveitando componentes já pagos (investimento recuperado), e até linhas de montagem. O investimento é bastante inferior do que começar do zero, e logo, a recuperação desse investimento é bastante mais rápida.

Repare-se no gigante VW. Toda a gente fala nas maravilhas da MQB, mas não é mais que optimização de processos que eles já recorriam. Vão conseguir poupar uma série de guito a médio prazo, pois a plataforma e partilha de componentes ou módulos de componentes permitirá não só formar a base dos seg. B ao D, como numa mesma linha de produção, podes estar a produzir um Ibiza como um Superb.
E eles estão de tal modo presos a uma determinada forma de fazer as coisas, que quando chegou a altura de tornar produzivel o Up, só o facto de ter motor atrás, dificilmente encaixaria na lógica modular da VW, reduzindo expressivamente a quantidade de componentes partilhados com outros modelos do grupo. Segundo a VW, custaria mais 700 milhões euros manter o motor atrás no UP, pois obrigaria a conceber de raiz uma série de componentes exclusivos para o carro.

Como é que podemos esperar que se mude a forma de fazer as coisas, se nem um gigante lucrativo abriu os cordoes À bolsa para colocar o motor atrás e não à frente? E nem abriu os cordões à bolsa para permitir maior diferenciação entre os 2 modelos que derivam do Up?

Por isso continuaremos a ter low-cost da "tanga", quando já se percebeu que esta abordagem holistica ao low-cost poderia ser o novo paradigma da industria.
Só mesmo os construtores mais pequenos é que poderão arriscar nesse tipo de mudança (menos investimento necessário e maior flexibilidade para mudanças radicais nas abordagens).
E tem sido deles que temos assistido às maiores inovações neste campo.
Mas também acabam por ser demasiado pequenos, pelo que depois falta capital para ter produtos verdadeiramente concorrenciais ou em alguns casos, até de colocar o produto na rua.
 
(...) Só mesmo os construtores mais pequenos é que poderão arriscar nesse tipo de mudança (menos investimento necessário e maior flexibilidade para mudanças radicais nas abordagens).

E tem sido deles que temos assistido às maiores inovações neste campo.
Mas também acabam por ser demasiado pequenos, pelo que depois falta capital para ter produtos verdadeiramente concorrenciais ou em alguns casos, até de colocar o produto na rua.

Não existe tal coisa, na actualidade, o último parágrafo foca a razão para tal, e esta coisa de marcas autónomas ditas Low-Cost, de grupos indiustriais, é a prazo, uma real ameça à quota de mercado e percepção do consumidor à marca dita base que sustém o desenvolvimento do conceito Low-Cost autónomo.

Um produto dito acessível, é aceitável, uma marca autónoma não.
 
(...) O DS9 é pouco provável, pelo menos num futuro próximo.(...)

Terá direito comercial de preferência ao mercado Sino, e está já em fase de desenvolvimento atrávés do centro de desenho e produção industrial no mesmo mercado, a gama DS da Citroën a curtíssimo prazo está toda ficada em mercados como o Brasil (onde acaba de arrancar a comercialização da mesma), RPC e em segmento dito médio alto da Europa, objectivo é claro, aumentar o retorno financeiro por unidade e segmentação do produto.

A própria decisão da marca de haver possibilidade de arrancar um programa desportivo com um modelo DS no WTCC tem ligação directa com a expansão da notoriedade em mercados emergentes e com poder de compra para a gama DS.
 
(...) Sendo o DS6 (...), substituindo directamente o C6 que foi recentemente descontinuado.(...)

Duvido de tal coisa, um reforço do segmento D, com um novo modelo (C5) será algo mais racional a nível de produção industrail e de colocação comercial, a Europa a prazo será um mercado secundário para a marca em termos de retorno financeiro, o próprio SUV de grande dimensão que está definido segue as mesmas permissas no caderno de encargos do futuro topo de gama da marca Gaulesa, o DS9, [:D]
 
Não existe tal coisa, na actualidade, o último parágrafo foca a razão para tal, e esta coisa de marcas autónomas ditas Low-Cost, de grupos indiustriais, é a prazo, uma real ameça à quota de mercado e percepção do consumidor à marca dita base que sustém o desenvolvimento do conceito Low-Cost autónomo.

Um produto dito acessível, é aceitável, uma marca autónoma não.

Convém se calhar, esclarecer o que se entende por low-cost.
Porque podemos aplicar esse conceito a um produto, como um processo.

E aquilo que estou a focar é o processo em si.
Já existem soluções que se focam nos processos. E permitiria, talvez, reduzir o nivel de partilhas e clonagem actual, que apenas nos dão os mesmos produtos, com simbolos e peles diferentes.


Um exemplo, reduzindo a quantidade de elementos a serem produzidos

fioravanti-tris-concept-2009-6.jpg


Só focando nas portas. Se criássemos uma solução como este Tris da Fioravanti, onde em vez de ser necessário produzir 3 portas distintas, fosse apenas necessário uma, já viste a poupança em prensas?
Prensas são blocos gigantes de aluminio pesando várias toneladas, que custam uma pipa de massa. E têm de ser renovadas de X em X unidades produzidas. Já permitiria uma poupança considerável em produção.
E sem implicar cortar na qualidade de execução/material.

É apenas um exemplo, e como este existem já uma série deles que focam no design e processos industriais.
No campo de design implica novas abordagens conceptuais. Tal como o C-Cactus, o interior é o foco de trabalho. Seja nos revestimentos, nos paineis interiores, ou até na necessidade de certos equipamentos como bancos de accionamento eléctrico/aquecidos/vibratórios/whatever...
É colocar tudo em causa, de modo a pensar em soluções alternativas para o mesmo fim: carros confortáveis, seguros, bem construidos, económicos, mas necessitando de menos para fazer mais, poupando não só as finanças do construtor, como do utilizador final (não tanto na aquisição, mas manutenção, já que seria uma forma de manter os preços dos automóveis, aumentando facilmente a rentabilidade do modelo, ou seja, aquilo que falta actualmente aos construtores automóveis, sobretudo na Europa), e claro, poupando em recursos, tornando todo o negócio mais sustentável
 
Última edição:
O processo e/ou conceito em si é idêntico ao que surgiu nas décadas anteriores na industria automóvel, resume-se a um (re)aproveitar máximo logistico de uma série de processos já com elevada maturidade, materiais e em determinados casos concretos infra-estruturas, a par de uma deslocalização para locais com um menor custo de produção, observe-se o que a Renault tem efectuado neste campo com a subsidiária Dacia, que começa a ter quota comercial no mercado interno françês significativa a par de mercados ditos tradicionais para os modelos Renault, o segmento de modelos como o Duster e mais recentemente no dos pequenos furgões comercias e de passageiros será decerto um exemplo concreto de execesso de foco da marca, perante o recuar dos produtos tidos como upgrade da marca Renault, [:D]
 
03012013_cit2cvfrank_500.jpg


Novos pormenores vieram a lume sobre o sucessor espiritual do mítico Citroën 2CV. De acordo com a imprensa alemã, mesmo com as incertezas do mercado europeu, a Citroën continua a preparar o regresso deste modelo, que se deverá inspirar no C4 e no C-Cactus concept (na imagem, mostrado no Salão de Frankfurt de 2007).

Com o nome de código E3 Essential terá aproximadamente 4,3 metros de comprimento. A proposta de motores deverá começar por ser composta por duas unidades a gasolina de 1.2 de 82 e 100 cv e uma Diesel 1.6 de 92 cv. O modelo, que deverá ser fabricado na unidade de Madrid da Citroën, deverá ter o preço base de 16 mil euros. O concept será revelado no Salão de Frankfurt em setembro deste ano e a versão de produção estará disponível na primavera de 2014. Em Autohoje - Notícias, testes, comparativos, fotos, vídeos e preços de carros
 
Acho que estratégia adotada para o ressurgimento da marca 2CV deverá ser semelhate à da linha DS. Assim teremos um 2CV depois um 3CV, um 4CV e assim por diante, cada um reviveria o espírito de algum Citroën minimalista do passado como os AMI, Mehari. A idéia me agrada.
 
Confirmado pela Citroën para a Caradisiac
- Será produzido em Madrid a partir de finais deste ano
- 5 portas e 5 lugares
- No terá reminiscências estéticas com nenhum modelo dea marca
- Baseia-se na plataforma do C4
- Motores conhecidos, tanto diesel como gasolina, incluindo os 1.2 triciclindricos
- Será muito mais simples que o C4, mas não será como um Sandero. Estará entre eles (como acontece com o C-Elysee)
- Poderá custar na ordem dos 12000€ em França
- Será apresentado no salão de Frankfurt 2013

Citroen to preview 2CV successor in Frankfurt
 
O novo 2CV será low cost?

Eu acho isto muito estranho.

Provavelmente E3 será o nome de um novo modelo na linha do C-Elysee e o jornalista fez confusão.
 
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O novo 2CV será low cost?

Eu acho isto muito estranho.

Provavelmente E3 será o nome de um novo modelo na linha do C-Elysee e o jornalista fez confusão.

A Citroen não vai seguir a via retro. Ou seja, um look a evocar o original, mas posicionado como uma "cena posh, pro style".
O novo carro será projectado com base nas mesmas permissas do 2CV original, ou seja, máquina simples a tender para o minimalismo.

O facto de se basear na plataforma do C4 é que me deixa um pouco de pé atrás. Por um lado, a EMP2, anunciada recentemente, consegue ser mais eficaz no que toca a packaging e peso.
Por outro, ao recorrer a uma base média, deverá ser criatura grandita.

Esperar para ver...
 
Eu sei que a fábrica da Madrid estava à rasca para um novo modelo...mas produzir um modelo destas premissas aí?

Já me faz confusão terem decidido produzir o 301/C-Elysee em Vigo.

Depois a PSA admira-se de ter níveis de rentabilidade miseráveis.
 
A Citroen não vai seguir a via retro. Ou seja, um look a evocar o original, mas posicionado como uma "cena posh, pro style".
O novo carro será projectado com base nas mesmas permissas do 2CV original, ou seja, máquina simples a tender para o minimalismo.

O facto de se basear na plataforma do C4 é que me deixa um pouco de pé atrás. Por um lado, a EMP2, anunciada recentemente, consegue ser mais eficaz no que toca a packaging e peso.
Por outro, ao recorrer a uma base média, deverá ser criatura grandita.

Esperar para ver...


O 2CV é uma marca muito forte. É um dos automóveis mais míticos e importantes no séc XX e por isso acho que é um desperdício gastar o nome num modelo low cost.

Até concordo que a PSA crie um modelo low cost com as premissas do 2CV original mas não concordo que lhe coloque o mesmo nome.

É verdade que o Beetle foi um fracasso mas a FIAT demonstrou o contrário.

A FIAT demonstrou como a marca 500 garante tanta rentabilidade devido ao aproveitamento genial do conceito premium. Tudo depende da essência do produto.

Penso que o DS2 deveria ser o novo 2CV.

Baseado no Revolt seria um sucesso.

Citroen_REVOLTe_Concept_2009_1024x768_wallpaper.jpg


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