Fiat Tipo 2016

Este é o preço de um diesel 95cv, aí no Continente?
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E a brincar a brincar, a Fiat está a dar lucros na Europa. Nem Ford, nem Opel, nem VW (marca) se podem gabar disto (não sei dos franceses).
O Tipo vamos ver que margens vai apresentar para a Fiat. A redução de opções e de motorizações levará a um aumento das margens, bem como o local de fabrico ser na Turquia.

A comparação com o Cactus é interessante. A Fiat decidiu ser mais conservadora no design. E acho que isso pode funcionar a seu favor. Algo que o grupo VW demonstrou com o Golf ou com a Skoda, é que apostar em produtos conservadores na linguagem estética, mas com boa relação preço/qualidade leva a grandes vendas. E exageros estéticos neste segmento não se traduz em vendas elevadas (antes em criar produtos de nicho).

Este Tipo é genérico. Mas acho que com isso pode alcançar um público-alvo maior que o Cactus que pode ser rotulado (e até é marketed pelo Citroen como tal) como carro para jovens.

E apesar de a traseira no hatch ser mais feia que a do sedan, este desenho levou a um ganho muito importante na volumetria da bagageira. O desenho da traseira no hatch permite que o Tipo tenha uma bagageira gigantesca de 440L. Maior que a do Rapid que tem 415L e do 308 que tem 420. Salvo erro, tem a maior bagageira de um hatch do segmento C.

Claro que continuam a existir bastantes preconceitos contra a Fiat. Basta ver a análise de 1º contacto feito pela Autoexpress do UK.
Diz que o carro é espaçoso, barato, confortável, com bom infotainment, que os plásticos até são bem montados mas depois dá-lhe uma nota de 3/5 por causa de ser Fiat.
A Autocar foi muito mais equilibrada. Tendo em conta os preços, se eu estivesse há procura de carro novo de segmento B/C estaria a considerar fortemente o Tipo porque acho que oferece muito pelo preço (além de opções da Skoda, Hyundai e KIA).


Com a DS a seguir o seu próprio caminho, e a Peugeot a ficar com o aspecto mais conservador e direi germânico da questão, a Citroen estava em terra de ninguém.
Concordo em absoluto com a abordagem que tomaram para reinventar a Citroen.
Carlos Tavares tem dito que não irão perseguir volume pelo volume. Lutar para ser número 1 numa tabela de vendas acaba por arruinar o valor da proposta.
O objectivo é garantir melhores margens. E estão a conseguir. Após 15 anos de margens de apenas 1%, o ano passado conseguiram 5%, graças aos planos reestruturantes do Tavares. O que é muito bom.
E isso dá espaço de manobra a uma marca como a Citroen, que pode ir buscar os valores que a definiram no passado e reinterpretá-los para este novo século.
Não se tem que agradar a todos. Não é preciso maximizar o potencial de vendas de um modelo para ser número 1, diluindo estilo ou qualquer traço de personalidade, quando existem outras marcas no grupo que podem atrair outro tipo de clientela.

Se a ousadia no passado marcou a Citroen, carros como o Cactus reinventam-na. Se antes essa ousadia era marcada por uma sofisticação tecnológica, e um estilo que procurava expressar aerodinamismo, como se pode ver pelo DS, CX ou SM, o Cactus escolheu outro caminho.
O Cactus afasta-se do design automóvel para se aproximar da realidade do design de produto. Seja pelos airbumps, pela combinação de cores, pelas formas soft, ou até pelo interior, existe um aspecto mais lúdico em toda a experiência, e próximo a outro tipo de produtos não auto-móveis. Não se integra em nenhuma das correntes actuais que definem o design e sobretudo estilo automóvel.

Para mim, seria muito mais natural ver algo como o Cactus sair de uma Fiat do que de uma Citroen.
Isto porque existe muita bagagem na aproximação na concepção de automóveis que se relacionam mais com design de produto do que com o próprio automóvel em si provenientes de Itália.

O Tipo concorre num segmento que não é muito dado a aventuras.
Mesmo assim, esperava ao menos que mantivesse algum do ADN estético italiano. Não seria necessário sacrificar o volume interno. Os Fiat's de Giugiaro sempre foram referenciais nesse sentido, e mesmo assim, tratando-se de "caixas" utilitárias, era facilmente associados a uma escola italiana.
A estética deste Tipo é puramente germânica. Vê-se na definição dos elementos e nas superfícies. E até no decorativismo da grelha.
E também esperaria outro tipo de soluções para o interior, que me parecem excessivamente datadas, tenha u-connect ou não.

Se eles acham que pode ajudar nas vendas, tudo bem.
Mas temos de ter cientes, e eles também estão, que este carro não é para dominar tabelas de vendas. As previsões avançadas por eles admitem isso. 170 000 carros por ano divididos pelas 3 carroçarias, pelo que, considerando os volumes, acho que poderiam ter arriscado um pouco mais, ou quanto muito, serem mais fiéis às suas origens.

Dito isto, não diminuo o que foi alcançado.
Value for money está num muito bom nível.
 
Com a DS a seguir o seu próprio caminho, e a Peugeot a ficar com o aspecto mais conservador e direi germânico da questão, a Citroen estava em terra de ninguém.
Concordo em absoluto com a abordagem que tomaram para reinventar a Citroen.
Carlos Tavares tem dito que não irão perseguir volume pelo volume. Lutar para ser número 1 numa tabela de vendas acaba por arruinar o valor da proposta.
O objectivo é garantir melhores margens. E estão a conseguir. Após 15 anos de margens de apenas 1%, o ano passado conseguiram 5%, graças aos planos reestruturantes do Tavares. O que é muito bom.
E isso dá espaço de manobra a uma marca como a Citroen, que pode ir buscar os valores que a definiram no passado e reinterpretá-los para este novo século.
Não se tem que agradar a todos. Não é preciso maximizar o potencial de vendas de um modelo para ser número 1, diluindo estilo ou qualquer traço de personalidade, quando existem outras marcas no grupo que podem atrair outro tipo de clientela.

Se a ousadia no passado marcou a Citroen, carros como o Cactus reinventam-na. Se antes essa ousadia era marcada por uma sofisticação tecnológica, e um estilo que procurava expressar aerodinamismo, como se pode ver pelo DS, CX ou SM, o Cactus escolheu outro caminho.
O Cactus afasta-se do design automóvel para se aproximar da realidade do design de produto. Seja pelos airbumps, pela combinação de cores, pelas formas soft, ou até pelo interior, existe um aspecto mais lúdico em toda a experiência, e próximo a outro tipo de produtos não auto-móveis. Não se integra em nenhuma das correntes actuais que definem o design e sobretudo estilo automóvel.

Para mim, seria muito mais natural ver algo como o Cactus sair de uma Fiat do que de uma Citroen.

Isto porque existe muita bagagem na aproximação na concepção de automóveis que se relacionam mais com design de produto do que com o próprio automóvel em si provenientes de Itália.

O Tipo concorre num segmento que não é muito dado a aventuras.
Mesmo assim, esperava ao menos que mantivesse algum do ADN estético italiano. Não seria necessário sacrificar o volume interno. Os Fiat's de Giugiaro sempre foram referenciais nesse sentido, e mesmo assim, tratando-se de "caixas" utilitárias, era facilmente associados a uma escola italiana.
A estética deste Tipo é puramente germânica. Vê-se na definição dos elementos e nas superfícies. E até no decorativismo da grelha.
E também esperaria outro tipo de soluções para o interior, que me parecem excessivamente datadas, tenha u-connect ou não.

Se eles acham que pode ajudar nas vendas, tudo bem.
Mas temos de ter cientes, e eles também estão, que este carro não é para dominar tabelas de vendas. As previsões avançadas por eles admitem isso. 170 000 carros por ano divididos pelas 3 carroçarias, pelo que, considerando os volumes, acho que poderiam ter arriscado um pouco mais, ou quanto muito, serem mais fiéis às suas origens.

Dito isto, não diminuo o que foi alcançado.
Value for money está num muito bom nível.

A Fiat depois do Multipla, desistiu dessas invenções estéticas e conceptuais. É um risco demasiado elevado, uma marca gastar milhões e milhões de Euros num produto, e depois ser um falhanço comercial. A abordagem que a Fiat criou com o Tipo é uma aposta muito mais segura.
 
Com a DS a seguir o seu próprio caminho, e a Peugeot a ficar com o aspecto mais conservador e direi germânico da questão, a Citroen estava em terra de ninguém.
Concordo em absoluto com a abordagem que tomaram para reinventar a Citroen.
Carlos Tavares tem dito que não irão perseguir volume pelo volume. Lutar para ser número 1 numa tabela de vendas acaba por arruinar o valor da proposta.
O objectivo é garantir melhores margens. E estão a conseguir. Após 15 anos de margens de apenas 1%, o ano passado conseguiram 5%, graças aos planos reestruturantes do Tavares. O que é muito bom.
E isso dá espaço de manobra a uma marca como a Citroen, que pode ir buscar os valores que a definiram no passado e reinterpretá-los para este novo século.
Não se tem que agradar a todos. Não é preciso maximizar o potencial de vendas de um modelo para ser número 1, diluindo estilo ou qualquer traço de personalidade, quando existem outras marcas no grupo que podem atrair outro tipo de clientela.

Se a ousadia no passado marcou a Citroen, carros como o Cactus reinventam-na. Se antes essa ousadia era marcada por uma sofisticação tecnológica, e um estilo que procurava expressar aerodinamismo, como se pode ver pelo DS, CX ou SM, o Cactus escolheu outro caminho.
O Cactus afasta-se do design automóvel para se aproximar da realidade do design de produto. Seja pelos airbumps, pela combinação de cores, pelas formas soft, ou até pelo interior, existe um aspecto mais lúdico em toda a experiência, e próximo a outro tipo de produtos não auto-móveis. Não se integra em nenhuma das correntes actuais que definem o design e sobretudo estilo automóvel.

Para mim, seria muito mais natural ver algo como o Cactus sair de uma Fiat do que de uma Citroen.
Isto porque existe muita bagagem na aproximação na concepção de automóveis que se relacionam mais com design de produto do que com o próprio automóvel em si provenientes de Itália.

Eu não estou a criticar a Citroen pela negativa. Até acho que fazem bem em apostar em modelos mais emocionais e fora do vulgar de modo a não ficarem tão associados a uma imagem low-cost. Mas podem dar-se ao "luxo" de fazer um Cactus porque têm um C3 e um C4...

O Tipo concorre num segmento que não é muito dado a aventuras.
Mesmo assim, esperava ao menos que mantivesse algum do ADN estético italiano. Não seria necessário sacrificar o volume interno. Os Fiat's de Giugiaro sempre foram referenciais nesse sentido, e mesmo assim, tratando-se de "caixas" utilitárias, era facilmente associados a uma escola italiana.
A estética deste Tipo é puramente germânica. Vê-se na definição dos elementos e nas superfícies. E até no decorativismo da grelha.
E também esperaria outro tipo de soluções para o interior, que me parecem excessivamente datadas, tenha u-connect ou não.

Se eles acham que pode ajudar nas vendas, tudo bem.
Mas temos de ter cientes, e eles também estão, que este carro não é para dominar tabelas de vendas. As previsões avançadas por eles admitem isso. 170 000 carros por ano divididos pelas 3 carroçarias, pelo que, considerando os volumes, acho que poderiam ter arriscado um pouco mais, ou quanto muito, serem mais fiéis às suas origens.

Dito isto, não diminuo o que foi alcançado.
Value for money está num muito bom nível.

Quanto á Fiat acho que tendo uma gama acima do segmento dos citadinos práticamente inexistente até ao ano passado, acho que o Tipo era um modelo necessário e se calhar o porquê de ser como é e não algo diferente é porque os consumidores quando agora querem algo diferente vão para crossovers (até o Cactus tem um ar de crossover). E para um segmento C a Fiat não tem reputação de fazer grandes carros, logo fazer algo demasiado diferente podia causar o efeito contrário ao pretendido - ser esquisito e ter fiabilidade Fiat - tornando-se um fiasco de vendas.

Assim fazem algo despretensioso, tipo Skoda ou coreanos. O interior apesar de concordar que tem um ar ligeiramente datado como o Pulsar ou o Rapid, Octavia, C4 têm no entanto tem uma vantagem: em termos de ergonomia não inventou. Tens comandos manuais para o ar condicionado, espaço na consola central para colocar objectos e poucos botões. Não é elegante como o 500X mas também não é horrível.

Quanto á estética, apesar de o achar um pouco anónimo comparado com um Mégane ou mesmo um Astra acho que não é feio. Quanto ao estilo de design acho-o mais inspirado na Dodge do que própriamente no estilo alemão. Por exemplo acho que os faróis assentam que nem uma luva com a grelha Dodge e tornam a frente muita próxima do Charger estilisticamente.
Acho que o poderem usar este carro como Dodge em certos mercados com o mínimo possível de modificações influenciou mais o design do que própriamente ser parecido com um Golf ou Skoda ou Astra. Digo-te já que se lançassem o Tipo com esta grelha Dodge cá na Europa até acho que teria mais sucesso.

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Última edição:
A Fiat depois do Multipla, desistiu dessas invenções estéticas e conceptuais. É um risco demasiado elevado, uma marca gastar milhões e milhões de Euros num produto, e depois ser um falhanço comercial. A abordagem que a Fiat criou com o Tipo é uma aposta muito mais segura.

Mas estás a comparar o Multipla com o Cactus?:confused:
O Multipla só não foi um sucesso por causa da estética, enquanto o Cactus é um sucesso também por causa dela.
Dois planetas diferentes.
 
Quanto ao volume de vendas, acho que podem vir a superar as estimativas de vendas. O sedan já vendeu 37.000 unidades e está há muito pouco tempo no mercado.
Pelo menos nos anos iniciais em comercialização acho que venderá mais e depois terá um declínio rápido de vendas.
 
Mas estás a comparar o Multipla com o Cactus?:confused:
O Multipla só não foi um sucesso por causa da estética, enquanto o Cactus é um sucesso também por causa dela.
Dois planetas diferentes.

Está a comparar no sentido do risco que as duas marcas assumiram lançando produtos que se distinguiam por serem totalmente diferentes do que existia no mercado.
A Fiat arriscou e deu-se mal, a Citroen arriscou e deu-se bem.
 
Mas estás a comparar o Multipla com o Cactus?:confused:
O Multipla só não foi um sucesso por causa da estética, enquanto o Cactus é um sucesso também por causa dela.
Dois planetas diferentes.

São ambos abordagens diferentes e originais, dos seus respectivos segmentos.

Eu acho que se o Cactus se tivesse uma estética mais consensual venderia mais, e também deveria ter mais uns centímetros de altura, para ter um aspecto de verdadeiro SUV, como um Juke ou um Captur.

Os Citroen deveriam ter todos esta frente, é de longe a melhor frente dos novos Citroen:

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Está a comparar no sentido do risco que as duas marcas assumiram lançando produtos que se distinguiam por serem totalmente diferentes do que existia no mercado.
A Fiat arriscou e deu-se mal, a Citroen arriscou e deu-se bem.


O Cactus acaba por ter uma forma convencional, trabalhada com detalhes 'interessantes'. Não vou discutir se é bonito ou feio, mas tem a sua personalidade.
Não é assim TÃO diferente de tudo o que existe.
O Multipla era diferente, a um nível irracional.
 
São ambos abordagens diferentes e originais, dos seus respectivos segmentos.

O Cactus tem a sua originalidade assente nos detalhes, e muito pouco na forma/formato em si. Ok, poderá estar para o segmento ao mesmo nível do que o Evoque provocou, p.e.
Era mais original um Honda Jazz, quando entrou no segmento B, do que o Cactus, entre os Crossovers.
O Multipla era diferente, mas sem qualquer base lógica. Se a ideia era chocar, conseguiram-no, mas não era difícil de perceber que não iria resultar. O restyling veio provar que não era preciso ir tão longe, porque o 'packaging' era praticamente perfeito.
 
Última edição:
Não existe nenhum ângulo em que esta traseira funcione.
Apesar de não ser fã, o sedan apresenta uma solução bem mais conseguida.

Curioso que se estava à espera de que o Sedan fosse o parente pobre da gama de 3 veículos "Tipo" e afinal é o mais engraçado [:D]
A traseira está "boa" sim. E aquele trabalho de rasgo, está bom.

Algumas pessoas dizem detestar, e outras gostam. Isso é bom sinal.


Simplificar e reduzir:
Menor amplitude na escolha de mecânicas - sobretudo no que toca a potências, sendo todas elas relativamente modestas -, permitiu poupar bastante em soluções estruturais e dinâmicas,
Menor número de opções de equipamento, até do número de cores, entre outros, permite também reduzir bastante a complexidade da linha de produção.

Longe vão os tempos dos 25 quadrantes diferentes do Y10 e dos 20 quadrantes diferentes do Uno Italiano (nem falo dos Brasileiros e Polacos que nem sei quantos mais foram).

A opção neste Tipo por só fazer versões de venda em massa parece-me muito acertada.
Focaram o produto.
Não vão fazer o que sai do normal e o que dispersa.
Quem quer um Tipo quer isto ou aquilo em concreto.

O 1.6 Mjet 120cv parece-me uma opção muito forte, pois já apresenta uma resposta prestacional muito capaz e perfeitamente desenvolta.

Eu pessoalmente mais cativado seria pela 1.4 Turbo GPL 120cv.

Se bem que na verdade o carro (FIAT Tipo) me interessa bastante como carro em si e de o analisar e conhecer, pela validade do conceito, proposta e produto em si, mas não me interessa praticamente nada como veículo para mim.
 
Curioso que se estava à espera de que o Sedan fosse o parente pobre da gama de 3 veículos "Tipo" e afinal é o mais engraçado [:D]
A traseira está "boa" sim. E aquele trabalho de rasgo, está bom.

Algumas pessoas dizem detestar, e outras gostam. Isso é bom sinal.

Oferecessem o sedan com as melhorias no exterior e interior presentes no hatch e SW e acho que as vendas iriam disparar ainda mais. Provávelmente fazem isso para o ano. E teria piada se no restyling em vez de mudarem a frente mudassem a traseira do hatch e SW para a do sedan.

Se bem que na verdade o carro (FIAT Tipo) me interessa bastante como carro em si e de o analisar e conhecer, pela validade do conceito, proposta e produto em si, mas não me interessa praticamente nada como veículo para mim.

Nisso concordo contigo. E o marketing que têm feito do carro constantemente tem sido constantemente de "humildade" e quase "honestidade" (o máximo que se pode dizer sobre marketing, não como na vida real) em que apenas salientam que o carro só é suposto ser bom em preço/qualidade/espaço e não para competir com os melhores do segmento.

Acho que o facto de apresentarem o carro nessa perspectiva diminui as expectativas das pessoas e leva a que fiquem bem impressionadas com o carro quando estão há espera de algo muito pior.
 
Sim, mas eu é mesmo por não ter interesse pessoal nenhum neste tipo de veículo familiar, seja o Tipo, Astra, Megane, Octavia, Golf, Auris, etc.

Agora uma coisa é certa, o Tipo é muito bom em espaço e praticabilidade. Isso analisei.
E o carro quase que diria que é quase um 2,5 volumes e não 3 volumes.
Assim como seria fácil ser 5 portas e abrir a mala com o vidro, como o Brava em tempos, ou Octavia ou o primeiro Croma ou SAAB 9000.
 
Não percebo bem a FIAT actualmente... Por um lado tentaram tornar-se mais premium com o 500 e agora lançam um Tipo que parece um carro low cost?

E o Punto, não tem sucessor? Começo a temer pela marca, quando a cadência de produto diminui é mau sinal (foi o caso da Rover por exemplo).
 
Não comparem o Cactus com o Multipla. O citroen vende por ter uma imagem especial, num segmento que está na moda. Como Automovel, não é mais do que mediano.

O Multipla não vendeu porque a sua estética era demasiado arrojada. Como Automovel, era muito bom.

Coisas totalmente diferentes, portanto.
 
Pois parece, mas não.
A Fiat está boa e recomenda-se.
Os modelos 500 são apenas uma submarca,e os outros são produtos de uma Fiat normal, com uma gama saudavel, apenas faltando um Punto novo, mas está para breve, o 2º Freemont e a Toro!
 
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