Acho que me vão atacar [

], mas à medida que o tempo vai passando vou vendo com mais interesse estes novos motores turbos V6, eu que até faço parte do lote defensor dos atmosféricos altamente rotativos...
Mas a verdade é que a prestação da mercedes no último grande prémio surpreendeu-me pela positiva, quando tudo estiver a funcionar a 100% acho que têm condições para superar os antigos v8. É caso para dizer, com turbos, o céu é o limite!
Entendo tudo isto como um ciclo, nos anos 80 houve a febre dos turbo, e tudo em volta deste elemento que fazia "milagres", era a F1 e principalmente o Grupo B. De repente, o fim do Grupo B e pouco depois os turbo na F1, começa uma nova era onde se privilegia a rotação. Actualmente, a conjectura é diferente, e o mote é Turbo + Electrico, e tem-se a simbiose perfeita para "obrigar" a tecnologia a evoluir.
Por outro lado, vejo estas mudanças como um meio de encerrar eras e quebras domínios consecutivos, ou será que se as regras não tivessem mudado tanto não voltaríamos a ter a Red Bull na frente?
Quanto ao AFC, como disse acho que já perdeu o timming, e presumo que a equipa o mantenha lá porque de facto tem qualidade, e sobretudo parece ser um tipo porreiro para desenvolver o carro ao longo da temporada. É comunicativo e não parece entrar em guerrilhas, que é bom para se manter na estrutura da equipa, resta saber até quando...
O Sainz jr, por enquanto é uma promessa, e ou se afirma completamente na WSR3.5 e agarra já o lugar para o ano na Toro Rosso e acaba de vez com as esperanças do Formiga, ou este ainda pode ter uma oportunidade, a não ser que apareça alguém de outro campeonato como por exemplo o Kviat (não estou completamente dentro do assunto).
Neste momento considero as hipóteses do AFC na F1 muito reduzidas, é a vida...