F1 - 2013

..........respeito, tudo bem!....melhor piloto??...ok é a tua opinião!.....agora....."de longe o melhor piloto que tivemos até à data..." ainda não parei de rir!!!!!!?!!!![:D][kiss][:D][kiss] nem vou falar em nomes das várias áreas do desporto automóvel que tivemos, porque o " de longe" deixou-me[:D][kiss][:D][kiss]
P.S. - para fazer anúncios também é de longe muito bom.[:D][kiss]

Mas tu conheces algum piloto Português assim tão melhor de que o Lamy? A mim não me agrada nada de ele ser um "betinho" que teve a sorte de ter tido sempre quem o apoiass€ muito forte. Agora, se é para falar de palmarés e de factos, não estou a ver um piloto Português melhor do que ele.

E não tenho qualquer dúvida (nenhuma) que é uma mais-valia para qualquer equipa de Endurance do Mundo, seja em Gts seja em Protótipos. E tanto é uma mais-valia que emprego não lhe falta e em equipas oficiais. Se fosse Alemão ou Francês estaria no topo, infelizmente é Português.
 
E não foi o único, já no trágico GP de Imola teve um acidente muito feio onde teve bastante sorte em sair ileso.

Sim, o acidente em Imola foi feio mas, como dizes, não teve consequências para ele. Lamy sai do carro pelo prórprio pé (1994 San Marino Grand Prix - Part 1 - YouTube a partir do minuto 7:55). Os únicos feridos foram os espectadores que levaram com os detritos.

Mas o acidente de Silverstone foi muito mais grave. Após os acontecimentos desse fim-de-semana em Imola e o do acidente do Wendlinger no Mónaco, a F1 estava em estado de sítio e tomaram-se decisões precipitadas, andaram a fazer alterações estruturais nos carros à pressa e quando testava novas soluções, nesse tal teste de Silverstone, salvo erro a asa traseira cede e o Lamy tem um acidente brutal de onde sobrevive em muito mau estado, com ambas as pernas partidas e terminou ali para ele a temporada. Quando voltou, a equipa já não existia e foi para a Minardi mas lá está, apesar de ainda ter feito uma carreira notável nos GTs e dado aquele pontinho à Minardi, perdeu-se ali qualquer coisa.

Uma pena, espero que o AFC tenha melhor sorte.
 
Sim, o acidente em Imola foi feio mas, como dizes, não teve consequências para ele. Lamy sai do carro pelo prórprio pé (1994 San Marino Grand Prix - Part 1 - YouTube a partir do minuto 7:55). Os únicos feridos foram os espectadores que levaram com os detritos.

Mas o acidente de Silverstone foi muito mais grave. Após os acontecimentos desse fim-de-semana em Imola e o do acidente do Wendlinger no Mónaco, a F1 estava em estado de sítio e tomaram-se decisões precipitadas, andaram a fazer alterações estruturais nos carros à pressa e quando testava novas soluções, nesse tal teste de Silverstone, salvo erro a asa traseira cede e o Lamy tem um acidente brutal de onde sobrevive em muito mau estado, com ambas as pernas partidas e terminou ali para ele a temporada. Quando voltou, a equipa já não existia e foi para a Minardi mas lá está, apesar de ainda ter feito uma carreira notável nos GTs e dado aquele pontinho à Minardi, perdeu-se ali qualquer coisa.

Uma pena, espero que o AFC tenha melhor sorte.

Com aquele motor Ford tão fraquinho na Minardi, Lamy não tinha hipóteses.

Só houve um GP em estava mesmo competitivo, no Brasil. A equipa juntamente com Lamy, meteram um acerto de chuva na grelha, e efectivamente a corrida começou com chuva. Lamy arrancou nas posições habituais, no fundo da grelha e foi fazendo voltas rápidas, ultrapassando vários carros nas primeiras voltas, o próprio depois disse que foi agradável ultrapassar cores que estava habituado a ser ultrapassado. Penso que já estava em 7º quando o Frentzen resolveu fechar a porta e Lamy para não bater fez um pião. Ainda voltou para a corrida mas acabou nos lugares habituais.

Lamy ainda teve hipotese de fazer essa mesma temporada num Tyrrell-Yamaha, competitivos na altura, mas faltou-lhe um telemóvel finlandês no bolso......
 
Nem de propósito, já que falávamos do pós-Imola 94

72 horas mais negras da Fórmula 1
Há dezanove anos estava-se em pleno fim de semana do Grande Prémio de San Marino de F1, evento que ficou marcado na história como o mais trágico de sempre.


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Uma incrível sucessão de acontecimentos começou na sexta-feira dia 29 de Abril, com o impressionante despiste de Rubens Barrichello na primeira sessão de qualificação. O Jordan do brasileiro voou sobre os corretores da Variante Bassa, a cerca de 225 km/h, embatendo violentamente no muro e nos pneus de proteção. O jovem brasileiro ficou inconsciente mas viria a recuperar os sentidos após a assistência médica, sofrendo fraturas no nariz e num braço.

No sábado, a vinte minutos do final da segunda qualificação, faz hoje precisamente 19 anos, o austríaco Roland Ratzenberger perdeu o controlo do seu Simtek na curva Villeneuve, numa altura em que rodava a 306 km/h, chocando contra a barreira de cimento oposta. A quebra da asa dianteira terá provocado o violento acidente onde Ratzenberger viria a falecer, fruto de graves lesões cranianas.
O derradeiro dia em Imola começou com um embate logo na primeira largada, quando Benetton de J.J. Lehto ficou parado na grelha e foi embatido na traseira pelo Lotus de Pedro Lamy, que tinha partido mais atrás. Partes dos dois carros e dos pneus foram projetadas sobre a vedação de segurança, que não impediu ferimentos ligeiros em nove espetadores. Na segunda largada aconteceu o despiste fatal de Ayrton Senna. Na abordagem à esquerda rápida de Tamburello, uma alegada quebra na coluna de direção do Williams levou o carro a despistar-se contra o muro a 210 km/h.

O capacete do brasileiro é atingido pela roda dianteira direita do Williams provocando extensas lesões no cérebro. Após o reatamento da corrida, quando faltavam dez voltas para o final, a roda traseira direita do Minardi de Michele Alboreto soltou-se quando o italiano deixava as boxes, golpeando dois mecânicos da Ferrari e dois da Lotus, que precisaram de tratamento hospitalar. Foram as 72 horas mais negras da história da Fórmula 1.


Uma incrível sucessão de acontecimentos começou na sexta-feira dia 29 de Abril, com o impressionante despiste de Rubens Barrichello na primeira sessão de qualificação. O Jordan do brasileiro voou sobre os corretores da Variante Bassa, a cerca de 225 km/h, embatendo violentamente no muro e nos pneus de proteção. O jovem brasileiro ficou inconsciente mas viria a recuperar os sentidos após a assistência médica, sofrendo fraturas no nariz e num braço.
No sábado, a vinte minutos do final da segunda qualificação, faz hoje precisamente 19 anos, o austríaco Roland Ratzenberger perdeu o controlo do seu Simtek na curva Villeneuve, numa altura em que rodava a 306 km/h, chocando contra a barreira de cimento oposta. A quebra da asa dianteira terá provocado o violento acidente onde Ratzenberger viria a falecer, fruto de graves lesões cranianas.
O derradeiro dia em Imola começou com um embate logo na primeira largada, quando Benetton de J.J. Lehto ficou parado na grelha e foi embatido na traseira pelo Lotus de Pedro Lamy, que tinha partido mais atrás. Partes dos dois carros e dos pneus foram projetadas sobre a vedação de segurança, que não impediu ferimentos ligeiros em nove espetadores. Na segunda largada aconteceu o despiste fatal de Ayrton Senna. Na abordagem à esquerda rápida de Tamburello, uma alegada quebra na coluna de direção do Williams levou o carro a despistar-se contra o muro a 210 km/h.
O capacete do brasileiro é atingido pela roda dianteira direita do Williams provocando extensas lesões no cérebro. Após o reatamento da corrida, quando faltavam dez voltas para o final, a roda traseira direita do Minardi de Michele Alboreto soltou-se quando o italiano deixava as boxes, golpeando dois mecânicos da Ferrari e dois da Lotus, que precisaram de tratamento hospitalar. Foram as 72 horas mais negras da história da Fórmula 1.


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O título pode parecer algo sensacionalista mas não deve andar muito longe da verdade. Provavelmente houve aidentes mais graves, com mais vítimas ao longo da história da Fórmula 1 mas este fim-de-semana reuniu um conjunto de circunstâncias que o tornaram tristemente único:
num mesmo fim-de-semana morrem dois pilotos (Ratzemberger e Senna) em sessões diferentes, um deles um ícone, um ídolo de uma geração, um piloto que pertencia a uma galeria de notáveis onde se incluem Villeneuve pai, Clark, Fangio entre outros mas não muitos mais. Nos treinos livres já o ambiente ficara ensombrado pelo coma de Barrichello.

Tudo isto em directo para todo o Mundo e numa época em que a morte parecia erradicada da Fórmula 1 (desde 1982 que não morria ninguém num Grande Prémio) veio abanar fortemente não só a F1 mas todo o desporto automóvel. Foi um fim-de-semana onde tudo parecia estar contra este desporto, como se já não chegassem as mortes e o acidente de Barrichello, tivemos o acidente de Lamy/Lehto que feriu espectadores, tivemos um mecânico atropelado nas boxes... Lei de Murphy em todo o seu esplandor.

A corrida de Imola teve ainda fortes repercursões no mundo da Fórmula 1, a modalidade esteve fogo cerrado da opinião pública depois dos acidentes, seguiram-se fortes alterações nos regulamentos, algumas delas tomadas em cima do joelho para limpar a imagem de desporto perigoso que subitamente a F1 recuperou.

Por tudo isto, parece-me que passados todos estes anos o título continua a fazer todo o sentido.



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Última edição:
Claro que faz.

Por mais acidentes trágicos que tenha havido na F1, nunca num mesmo fds morreram dois pilotos, sendo um deles um ícone, como referiste, e ainda com o peso adicional de mais 2 graves acidentes, que só por sorte não causaram também vítimas mortais.

Por tudo isto, foram de longe as 72h mais trágicas da F1.
 
Tb acho. Sobretudo pq há muitos anos que não havia vitimas mortais.

Muito mudou desde então a nivel da segurança, e tudo para melhor, mto graças ao contributo do Prof. Watkins.
 
Nem de propósito, já que falávamos do pós-Imola 94



O título pode parecer algo sensacionalista mas não deve andar muito longe da verdade. Provavelmente houve aidentes mais graves, com mais vítimas ao longo da história da Fórmula 1 mas este fim-de-semana reuniu um conjunto de circunstâncias que o tornaram tristemente único:
num mesmo fim-de-semana morrem dois pilotos (Ratzemberger e Senna) em sessões diferentes, um deles um ícone, um ídolo de uma geração, um piloto que pertencia a uma galeria de notáveis onde se incluem Villeneuve pai, Clark, Fangio entre outros mas não muitos mais. Nos treinos livres já o ambiente ficara ensombrado pelo coma de Barrichello.

Tudo isto em directo para todo o Mundo e numa época em que a morte parecia erradicada da Fórmula 1 (desde 1982 que não morria ninguém num Grande Prémio) veio abanar fortemente não só a F1 mas todo o desporto automóvel. Foi um fim-de-semana onde tudo parecia estar contra este desporto, como se já não chegassem as mortes e o acidente de Barrichello, tivemos o acidente de Lamy/Lehto que feriu espectadores, tivemos um mecânico atropelado nas boxes... Lei de Murphy em todo o seu esplandor.

A corrida de Monza teve ainda fortes repercursões no mundo da Fórmula 1, a modalidade esteve fogo cerrado da opinião pública depois dos acidentes, seguiram-se fortes alterações nos regulamentos, algumas delas tomadas em cima do joelho para limpar a imagem de desporto perigoso que subitamente a F1 recuperou.

Por tudo isto, parece-me que passados todos estes anos o título continua a fazer todo o sentido.


Foi em Imola, Tilt.
 
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