F1 2011

Finalmente uma boa notícia para uma das minhas equipas favoritas:

Williams Renault regressa em 2012


A Williams anunciou hoje um acordo com a Renault para o fornecimento de motores, naquela que será a re-edição duma parceira que 'diz' muito aos adeptos da Fórmula 1.


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O contrato é válido já para a temporada de 2012, estendo-se até ao final de 2013 com a possibilidade de ser prolongado, pelo menos por mais um ano, altura em que as novas regras de motores entrarem em vigor na Fórmula 1.

Esta é a re-edição duma parceria muito vitoriosa entre 1989 e 1997, onde se conquistaram cinco títulos mundiais de Construtores e quatro de pilotos. Para Sir Frank Williams: "o nosso relacionamento anterior com a Renault foi um dos mais bem sucedidos da história da Williams, mas agora há que olhar para o futuro e continuar a reconstruir a nossa reputação nas pistas. Este anúncio de hoje enche-me de esperança", referiu.


Não sei quais são os moldes desta parceria, se a Williams será uma mera cliente dos motores Renault ou se a colaboração será a um nível mais profundo, a semelhança do que acontecia nos anos 90. A acontecer, podia significar a saída definitiva da Renault enquanto construtor da F1.


Seja como for, espero que seja desta que a Williams consiga sair do buraco em que entrou e regresse rapidamente às vitórias.
 
Adrian Newey: "Audi teve influência na escolha dos motores de quatro cilindros"
Adrian Newey, diretor técnico da Red Bull, revelou em declarações ao site Espnf1.com que a Audi esteve por trás da decisão entretanto descartada de introduzir motores 1.6 turbo de quatro cilindros em 2013. A decisão havia sido tomada no final do ano passado, mas na semana anterior ao GP da Europa, a Comissão da F1 acordou não só o atraso num ano na introdução dos novos motores mas também a passagem para motores 1.6 V6 Turbo.
Adrian Newey: "Audi teve influência na escolha dos motores de quatro cilindros" -

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De acordo com Newey, terá sido o potencial envolvimento da Audi na modalidade a influenciar a escolha da arquitetura dos motores para 2013, questão que desde então mereceu da parte de muitos dos envolvidos na F1 - em especial Luca di Montezemolo -, uma série de críticas.

"A decisão inicial para o grupo de trabalho dos motores era para que o motor turbo de quatro cilindros fosse introduzido em 2013. A grande motivação por trás era a Audi. Disseram que viriam para o desporto se houvesse um motor de quatro cilindros turbo e foi isso que todos acordaram de forma a termos a Audi na F1. Subsequentemente, eles decidiram que não se queriam incomodar afinal de contas e ficámos agarrados a um motor turbo de quatro cilindros", é citado Newey naquele site, elogiando de seguida a arquitetura dos V6 pela sua vantagens práticas.

"Depois podemos entrar nas questões políticas de tudo isto. Certamente que de um ponto de vista de engenharia um motor de quatro cilindros turbo não é um bom motor para instalar; basicamente, tem-se que se colocá-lo numa estrutura de raíz, já que não servem como estruturas próprias. Um V6 de competição é um motor muito melhor para acomodar no chassis. Será esse o motor de 2014", acrescenta o britânico, que muitos apontam como o mago por trás da competitividade dos Red Bull nestes últimos três anos.

Questão ainda em debate é a do limite de rotações por minuto. Com o anterior plano de motores 1.6 litros de quatro cilindros, as rotações não poderiam superar as 12 000 rpm, mas segundo Newey essa regulação ainda se encontra em discussão com a possibilidade de aumentar o limite de rotações para melhorar a sonoridade, apontando para valores "em torno das 14 000 ou 16 000 rpm".

Autosport.pt


Sem comentários...
Mais uma prova automóvel que vou deixar de ver tal como aconteceu com a Le Mans.
Se a Audi (VW) vem aí em força para a fórmula 1, é um pequeno passo até mudar as regras contra os motores a gasolina e ganhar com isto:

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Hoje em dia o marketing diesel para convencer o mercado americano e asiático vale tudo, a competição automóvel ficou para segundo plano.
 
Sem comentários...
Mais uma prova automóvel que vou deixar de ver tal como aconteceu com a Le Mans.
Se a Audi (VW) vem aí em força para a fórmula 1, é um pequeno passo até mudar as regras contra os motores a gasolina e ganhar com isto:

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Hoje em dia o marketing diesel para convencer o mercado americano e asiático vale tudo, a competição automóvel ficou para segundo plano.

Mas a AUDI já disse nessa noticia, que não interessa a F1. A AUDI vai manter-se no LeMans
 
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