F1 2011

Não consegui ver bem a corrida, mas apesar de a ter gravado, nem a vou ver de novo tal a seca que me pareceu. Vi o resumo à noite na sptv e já está.

Este é, seguramente um dos piores circuitos na F1.
 
O traçado é mau porque?

Abu dabhi é mau porque é so rectas e curvas lentas, o monaco porque nao tem ultrapassgens...este, nao me lembro de ser mau, mas tambem nao vi a corrida e nao me recordo se há muitas criticas ou não. Não tinha duas zonas de DRS?
 
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Este GP estabeleceu um novo marco histórico: Primeira vez que todos os carros que iniciaram a corrida, terminaram em pista.

Aqui fica a notícia sobre isso:

Narain Karthileyan alcança recorde no GP da Europa


A corrida de ontem em Valência acrescentou mais um recorde ao palmarés da Fórmula 1, por intermédio de Narain Karthikeyan. O piloto indiano terminou em 24º e último da classificação geral, mas na verdade o seu recorde foi exatamente conseguido por terminar a corrida espanhola.


Isto porque, ao fazê-lo, Karthikeyan tornou-se no primeiro piloto a terminar uma corrida classificado em 24º lugar, numa prova em que a fiabilidade dos monolugares ficou bem patente na medida em que não se registou um único abandono na pista citadina de Valência.

Antes da prova europeia, a corrida que mais pilotos tinha na classificação final era a da China, também em 2011, com 23, seguindo-se depois Grã-Bretanha 1952, Brasil 2010 e Turquia 2011 com 22 classificados.


Narain Karthileyan alcança recorde no GP da Europa - Autosport.pt
 
Lewis Hamilton no Estoril: "Gostava de conduzir aqui um Frmula 1" - Autoportal


Menos de 24 horas depois de ter disputado o Grande Prémio da Europa, em Valência, Espanha, onde terminou na quarta posição, Lewis Hamilton deslocou-se a Portugal para proporcionar uma experiência única às quase 50 pessoas que marcaram presença no evento.

Além da possibilidade de ver de perto o piloto britânico, todos, inclusive os jornalistas, tiveram oportunidade de partilhar uma volta ao circuito ao lado de Hamilton, que aproveitou a ocasião para não deixar os créditos em mãos alheias.
 
Adrian Newey: "Audi teve influência na escolha dos motores de quatro cilindros"
Adrian Newey, diretor técnico da Red Bull, revelou em declarações ao site Espnf1.com que a Audi esteve por trás da decisão entretanto descartada de introduzir motores 1.6 turbo de quatro cilindros em 2013. A decisão havia sido tomada no final do ano passado, mas na semana anterior ao GP da Europa, a Comissão da F1 acordou não só o atraso num ano na introdução dos novos motores mas também a passagem para motores 1.6 V6 Turbo.
Adrian Newey: "Audi teve influência na escolha dos motores de quatro cilindros" -

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De acordo com Newey, terá sido o potencial envolvimento da Audi na modalidade a influenciar a escolha da arquitetura dos motores para 2013, questão que desde então mereceu da parte de muitos dos envolvidos na F1 - em especial Luca di Montezemolo -, uma série de críticas.

"A decisão inicial para o grupo de trabalho dos motores era para que o motor turbo de quatro cilindros fosse introduzido em 2013. A grande motivação por trás era a Audi. Disseram que viriam para o desporto se houvesse um motor de quatro cilindros turbo e foi isso que todos acordaram de forma a termos a Audi na F1. Subsequentemente, eles decidiram que não se queriam incomodar afinal de contas e ficámos agarrados a um motor turbo de quatro cilindros", é citado Newey naquele site, elogiando de seguida a arquitetura dos V6 pela sua vantagens práticas.

"Depois podemos entrar nas questões políticas de tudo isto. Certamente que de um ponto de vista de engenharia um motor de quatro cilindros turbo não é um bom motor para instalar; basicamente, tem-se que se colocá-lo numa estrutura de raíz, já que não servem como estruturas próprias. Um V6 de competição é um motor muito melhor para acomodar no chassis. Será esse o motor de 2014", acrescenta o britânico, que muitos apontam como o mago por trás da competitividade dos Red Bull nestes últimos três anos.

Questão ainda em debate é a do limite de rotações por minuto. Com o anterior plano de motores 1.6 litros de quatro cilindros, as rotações não poderiam superar as 12 000 rpm, mas segundo Newey essa regulação ainda se encontra em discussão com a possibilidade de aumentar o limite de rotações para melhorar a sonoridade, apontando para valores "em torno das 14 000 ou 16 000 rpm".

Autosport.pt
 
Por mim podiam dizer: até 2018 só motores 1.6, 4 cil, turbo e 50% da potência tem de ser uma fonte de energia renovável.
Já que insistem em regulamentar tudo, ao menos façam isso mesmo dificil. Pq o que eles lá descobrem vem parar ao mercado.
 
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