Óptimo.
Considero as experiências pessoais óptimas numa argumentação. Mas quando alguém invoca algo como um exemplo da realidade, aguardo pela explicação dos factos e referência do que fala, para admitir a sua veracidade, como certamente compreenderás.
Eu por exemplo não dou exemplos desses, porque não os tenho e prefiro não inventar.
Compreendes?
Óptimo.