Ensino

Ensino

  • Muito mau

    Votos: 71 55,5%
  • Mau

    Votos: 41 32,0%
  • Satisfatório

    Votos: 12 9,4%
  • Bom

    Votos: 2 1,6%
  • Muito bom

    Votos: 2 1,6%

  • Total de eleitores
    128
  • Esta sondagem será encerrada: .

MiguelCosta

O Morto-Vivo
Boas pessoal[;)]

Neste tópico, podem comentar como anda o ensino em Portugal e, caso sejam professores (ou alunos), podem contar aqui peripécias que aconteceram nas vossas aulas...

Podem também postar criticas a alguem em específico, comentar os horários, etc...


Bons posts[;)]
 
Miguel,

Vais deixar o Sócrates e a Ministra da Educação com as orelhas a ferver [:D]

Já há muito que me esqueci o que é a escola [;)]
 
A escola anda assim,

fuckthisba9gx6.jpg
 
A escola anda assim,

fuckthisba9gx6.jpg
[:)][:)][:)][:)][:)][:)]
É mesmo assim...
Alguns alunos desistem de estudar mal encontram uma dificuldade.
E, como não tem pais de jeito em casa que os deviam incentivar e ensiná-los a superar as dificuldades, acabam por ir trabalhar.

Para esses pais isto até é bom... Menos despesas; mais uma fonte de rendimento[8b][8b]
 
Acho que devia começar a meter etiquetas nos meus posts, escrevi kilometros de coisas sobre o ensino :sh) (finalmente consegui fazer um post estilo "ameaça de morte em recortes de jornal) deixa só fazer uma busqueda.
 
peripécias são tantas
atirar carteiras tipo calmeiro daquelas que é o banco e a mesa totalmente em madeira pela janela de um primeiro andar (será segundo não me lembro...)
Colar cábulas nas costas do prof.
tirar bocados de parede e atirar aos colegas
Esconder giz e quando o prof ia buscar repúnhamos
Sair da aula a meio pela janela de um primeiro andar (eu nunca[:D])
Chamar a stora para tirar dúvidas e para o colega de trás olhar para dentro do decote
Tapar a torneira nas aulas de química com papeis (depois quando se abre, não há água depois tudo no raio de x metros fica tudo encharcado...[:D])
Rebentar 5 bombas de mau cheiro numa aula (e o stor não desistiu de dar aulas)
Quando o stor escreve no quadro trocamos todos de lugar sem fazer ruido.
Retocar as fotografias do livro de ponto em plena aula.
Anular faltas marcadas a colegas em plena aula quando o prof está de costas
E podia continuar a noite toda...
 
Ora bem, gentilmente atendi à minha própria proposta para satisfazer o nobilíssimo desejo do amigo Miguel Costa:

Esta em resposta ao NThor

É a melhor hipótese, se for baseada na estimulação intelectual, no respeito pelas opiniões (e na sua saudavel troca), no debate, na curiosidade natural, na imparcialidade e na critica construtiva. Muito longe do que temos actualmente nos escalões mais inferiores da educação :(

Num blog:

Sobre a dita rapariga do “dá-me já o telemobél”, sobre o ensino publico básico e secundário, sobre os professores, sobre os próprios telemóveis e sobre as operadores de comunicações moveis, algumas considerações.


Assisti ao nascimento de um dos assuntos mais polémicos dos últimos dias. Num dos fóruns que frequento, um membro surgiu com o famoso vídeo do ‘Tube e outros tiveram a ideia de o enviar para a comunicação social. Enviaram. Mal sabiam eles o monstro que tinham acabado de criar… Vou-me abster de contar a história, porque, diabos, quem não a conhece?
Várias correntes de opiniões surgiram:

- Por um lado, os “old school”, defensores acérrimos da palmatória, das famosas meninas-de-cinco-olhos, das chibatadas no pelourinho, provavelmente aqueles que elegeram o Prof. Oliveira de Salazar como maior português de sempre. O seu discurso é pautado pela constante repetição da expressão “isto no meu tempo não era assim”. Curioso também que alguns jovens de 25 anos identificam-se nesta corrente de opinião.

- De um outro lado desta trincheira, os “pedopsiquiatras”, que defendem que a rapariga é uma vitima de um cruel conjunto de factores que levaram a esta reacção desesperada que mais não foi do que um “grito” dos seus instintos zelando pela sua sobrevivência num mundo cão.

- Não falta também quem diga que a culpa é da professora. Porque a professora isto, porque a professora aquilo, não foi uma profissional eficiente e não soube tratar correctamente do assunto. Deixo aqui o repto (o réptil, como gosto muito de dizer) para se organizarem acções de formação subordinadas à temática “gestão de crise”.

- Numa outra face da questão, existe a corrente de opinião que impinge a culpa aos pais. Na minha opinião pessoal, talvez sejam os pais aqueles que têm maior fatia de culpa em situações iguais ou semelhantes. Não conheço toda a história de vida da rapariga, mas já se sabe as maravilhas de uma boa educação. Contudo há outros factores. Esta corrente de opinião, na sua forma mais popularucha, defende que os pais deviam de lhe ter dado umas boas lambadas quando ela faltava ao respeito assim nestes modos. Talvez sim, talvez não.

- Por fim, os culpados do costume, a corrente de opinião mais omnipresente de todas, “a culpa é do governo”. Atribui-se as culpas ao Governo, ao Sr. Pinto de Sousa e à Ministra da Educação (cá para mim, só falta sugerir a criação do Ministério da Má-Educação para tratar destes casos e outros que tais), corrente de opinião que é difundida pelas mesmas pessoas que votam no BE e no PCP.

(Há também a corrente de opinião conspiracionista que se traduz no seguinte: Toda esta polémica foi forjada, para levar a escola Carolina Michaelis a tocar de nome. Trocando por miúdos, um escândalo desta envergadura mancharia o “bom” nome da secundária Carolina Michaelis, levando esta mesma escola a trocar de nome. Porquê esta conspiração, perguntam vós? Ao que parece, os autores da conspiração acham Carolina Michaelis um nome horrível, e há que muda-lo o quanto antes!)


Ora bem, temos aqui cinco correntes de opinião diferentes, que se esbarram num pentágono de marradas. Apesar de serem diferentes, o seu objectivo é comum – encontrar, não os culpados, não o que levou a que esta situação acontecesse, mas sim – encontrar BODES EXPIATORIOS.

Vamos lá reflectir, com lucidez, sobre a questão. Agora, que o facto já se sucedeu, o que é que interessa em primeiro lugar? Surgem várias hipóteses:

- Encontrar os culpados para cortar o mal pela raiz.
- Punir a cachopa exemplarmente
- Não fazer nada porque coisas destas acontecem.

Não fazer nada é, obviamente, a pior das hipóteses. Sentar o nalguedo na cadeira, cruzar os braços e assobiar para o ar não resolve coisíssima nenhuma, e temos aqui uma situação que precisa ser resolvida, e o tempo urge, porque a implacável maquina da comunicação social aliada à não menos implacável opinião publica demanda uma resolução para este caso. Para ESTE caso, um dos muitos que acontecem um pouco pelas escolas de todo o país. Pelo que vi, a aluna trocou de escola, assim como a bestinha que filmou e teceu comentários jocosos de baixíssimo nível, de nível quase tão baixo quanto os meus, quando estou naqueles dias de estupidez máxima. Ao que parece, também a professora não apareceu. Se calhar apareceu, com a cara pintada de preto, mas é apenas uma suposição.

Punir a rapariga e a bestinha realizadora do filme parece-me o desfecho mais aceitável. Ora, o mal está feito, penaliza-se os prevaricadores, FIM. Não é cá preciso mais polémicas.

Encontrar os culpados… Esta solução já é mais encorajada pelo duo Comunicação Social/Opinião Publica (CS/OP), pois vejamos – Quantos de nós não fomos alunos e quantos de nós não somos parentes de miúdos ou mesmo pais e temos conhecimento de situações deste tipo? O que é que interessa nessas situações? Que se resolva a situação CONCRETA, que fulano tal deixe de ter atitudes tais.
Aquilo que este caso tem de diferente é que a CS induz a OP a procurar os culpados de TODAS as situações para as extinguir, por isso temos sido bombardeados ultimamente com meia dúzia de queixas por dias de professores que dizem ter sido vítimas de violência por parte de alunos. Sempre a houve, e sempre se soube que havia.

A CS manda a farpa, “ah e tal, existem situações delicadas deste calibre, então Estado, então portugueses, não pode ser!”, e a OP endrominada “pois não pode ser, temos que por fim a isto, assim não dá”.

Ninguém quer ignorar estas situações, apenas não acho proveitoso transforma-las numa cruzada a nível nacional. Primeiro porque cada caso é um caso, e podem ser diferentes as causas, ou porque a rapariga é má por natureza e nunca teve pais que a educassem, ou os pais talvez sejam maus também, ou a rapariga está a atravessar uma fase difícil, ou anda em más companhias, etc.

É impossível, a meu ver, criar um conjunto de medidas com pés e cabeça para se acabar com estas situações. Mesmo que haja uma regra que diga “Os alunos que batam nos professores serão fuzilados com 7 rajadas de arma automática de grande calibre em praça pública ao pôr-do-sol no dia em que cometeu a infracção”, isso vai impedir um aluno violento com fortes convicções suicidas de bater no professor? Se calhar não.

Lanço o apelo para que se fomente a boa educação das crianças, por parte dos pais. O facto de, cada vez mais, os pais serem bastante ausentes da vida dos filhos é uma má influencia. Os filhos ficam entregues ao deus dará, com o que e que se educam? Com os amigos? Com o telemóvel? Com os Morangos Com Açúcar? Usam e abusam das mensagens grátis, 1500 por semana, levando muita gente a chamar à criançada nascida nos anos 90 como a “geração 1500 sms”. Não me parece que seja por aí. De facto, muita miudagem se abstraí das aulas e do mundo em redor quando manda sms, mas se não fossem sms eram desenhos ou outras coisas. É ou não é verdade? As operadoras limitam-se a fidelizar clientes da maneira que elas bem entenderem. Hoje há os Morangos, mas antigamente havia a Malhação e a New Wave e não via ninguém a apontar o dedo às mesmas, dizendo que elas influenciavam comportamentos menos bons da juventude da altura. Não creio que os Morangos e a Malhação sejam assim tão diferentes quanto isso. Quando eu era miudinho, a culpa dos comportamentos violentos era atribuída ao Dragonball. Ora, o que é que o Dragonball e os Morangos com Açúcar têm em comum, para além dos penteados esquisitos? Talvez o facto de serem mais um bode expiatório, para se apontar o dedo e dizer "é este o culpado do mau comportamento das crianças".

O que é que eu vejo de diferente? O desinteresse crescente da parte dos pais pelos próprios filhos. Sempre houve pais que mostravam desinteresse, mas hoje parece que ainda há mais. Não é preciso alongar-me muito nisto, toda a gente sabe que hoje em dia uma das grandes preocupações dos pais é ter um sítio onde deixar o filho durante 10 a 12 horas por dia. Contudo, continuo a achar que os pais não são 100% culpados disto.

A história está repleta de episódios protagonizados pela rebeldia dos jovens, faz parte da natureza humana, não há volta a dar. Sendo assim, o meu apelo primordial é este:

Pais, professores, avós, família em geral, encarregados de educação, tutores e outras pessoas que ensinam a vida – Ensinem a juventude a ter cabecinha para pensar, para que a rebeldia de hoje se transforme na lucidez de amanhã.

Noutro post

Elas gostam, dá-lhes pica, a culpa é de quem? É delas!

A culpa não é s+o dos morangos, não é só da sociedade, não é só da educação que os pais dão! É mais da falta de bom senso. São muito poucos os que fazem isso, e não me digam que agora os pais ensinam aos filhos para se venderem por MMS para lhes carregarem o telemovel! :sh) O que falha aqui? A falta de controlo! Os país não podem controlar tudo, as crianças não são peluches nem cães, e aprenderão sozinhas quando virem as suas fotos em trackers de torrents e em sites.

Quanto às histórias de "perderem a virgindade mais cedo" -> [:)] Até parece que antigamente se guardavam todas para o casamento! Hoje é diferente porque há muita informação, mas antigamente eram todos levados da breca, a fornicarem no campo e nos galinheiros, não pensem que eram todos santos!

Acerca da proibição, por lei, em França, de se tratar um professor por tu:

O que mais oiço é "Seudona" [:)]

Quanto à lei francesa, bem, desconheço a realidade francesa, mas em Portugal seria absurdo aplicar-se, por algumas razões:
- Não é o estado que deve dar educação às pessoas, por muito estado-pai, estado-mãe, ou estado-tio-avô que seja...
- Em Portugal, só um aluno muito marginal trata os professores por tu, salvo algumas excepções, como por exemplo, o professor criar com os alunos uma certa intimidade extra-escola (nos alunos mais velhos) ou extra-faculdade, o professor admitir que o tratem por tu, ou já conhecer o professor de outros andanças onde já o tratava por tu.

Conheço uns quantos exemplos de relação prof-alunos em que se tratavam pelo nome próprio, e algumas vezes por tu, e nunca ninguém viu nisso falta de respeito, apenas uma intimidade saudavel.

Mas já sabe que cá, o tratamento faz muita confusão, é o Vossa Excelência, é o Senhor Doutor, é o Senhor Engenheiro, o Excelentissimo, o Sua Santidade (no caso do Pinto da Costa), o Reverendissimo, bla bla bla bla. Tretas. Se me tratarem por tu, não me faltam ao respeito, agora se me disserem "O Sr. Mob que vá ingerir excremento bovino", é bonito, sou tratado com respeito e educação, mas mandam-me comer ***** de boi à mesma. Metam na cabeça que o respeito não está no "Tu/<Nome>" nem no Você", está a seguir à palavra usada.

Sobre coisas


Hoje não é muito diferente :( Se formos perguntar a um miúdo qualquer da escola, o 25 foi a revolta do povo contra Salazar. E estas noções têm o aval dos professores. Já li blogs feitos com redacções de turmas de gente nova, tudo controlado pelo professor, e era um desfile de asneiras.
Aqui na minha freguesia, os miudinhos que nem idade têm para saber o que é um golpe de estado (nem sabem o que é o estado sequer) vão logo ver peças de teatro sobre antifascismo e tal e tal... não que eu seja fascista, ou contra o antifascismo, mas todos sabemos que isso é apenas o perpetuar de uma visão parcial (e bastante redutora, digo).

O ensino básico em Portugal caminha a passos largos para um ATL subsidiado! [8b]


Sobre bibliotecas:

Há bibliotecas e bibliotecas... há bibliotecas de escola que mais não são que um conjunto de estantes com alguns livritos, a coleção de manuais dos anos anteriores, enciclopedias e bandas desenhadas. Óbviamente a internet é muito melhor e para o grau de exigencia é a solução mais acertada.

A questão da imparcialidade é bastante pertinente, cada autor puxa a brasa à sua sardinha, e muitas vezes de forma bastante acesa [:D] por isso gosto sempre de pedir "segundas opiniões" ou até consultar uma ou duas teses de doutoramento [;)]

Tenho sorte de poder fazer trabalhos numa biblioteca extremamente bem composta, porque se fosse só pela net não me safava :sh) nem pouco mais ou menos.

geração rasca


Acho que há uma coisa que muitos esquecem... estão a basear uma opinião naquilo que mais dá nas vistas! Há tantos e tantos jovens novitos que são bons miudos e não andam aí a dar nas vistas e que não contam para as opiniões. As reportagens sobre a juventude perdida rondam geralmente jovens de Cascais que passam o fim de semana em discotecas e afins, sobre jovens da linha de Sintra que roubam carros, sobre jovens da margem sul que apontam facas às pessoas na rua, bla bla bla...

Eu vejo pela minha zona. Há putos que são uns "excrementos ambulantes", só arranjam confusão, armam-se em bons, têm a mania que falam crioulo, ouvem rap nos nokias que se deslizam em dois para a rua toda ouvir, mas são só meia dúzia deles. Outras vezes vejo miúdos, alguns já com idade para ter algum juízo, a entrar nas suas casas e eu penso "que diabo... quem é esta gente? eles moram cá mas nunca os vi", muitos a virem da escola que nunca os vi mais gordos, alguns que saem agora mais frequentemente de casa, a irem ao café, e eu sem os conhecer...

Só tenho pena de não nos conhecermos todos, porque de certeza são bons moços, aqui na zona só me dou mais com o pessoal da minha idade, 19-20 anos, mas não sou esquesito, também me dou com pessoal a roçar os 30 e alguns com 16, 17, e ainda assim é esse pessoal com quem me dou que equilibra a balança. Se criássemos laços com outros jovens, se calhar conseguíamos obliterar o desmesurado alarido que os parvos fazem.

E ainda tenho algumas coisas em blogs por aí...
 
peripécias são tantas
atirar carteiras tipo calmeiro daquelas que é o banco e a mesa totalmente em madeira pela janela de um primeiro andar (será segundo não me lembro...)
Colar cábulas nas costas do prof.
tirar bocados de parede e atirar aos colegas
Esconder giz e quando o prof ia buscar repúnhamos
Sair da aula a meio pela janela de um primeiro andar (eu nunca[:D])
Chamar a stora para tirar dúvidas e para o colega de trás olhar para dentro do decote
Tapar a torneira nas aulas de química com papeis (depois quando se abre, não há água depois tudo no raio de x metros fica tudo encharcado...[:D])
Rebentar 5 bombas de mau cheiro numa aula (e o stor não desistiu de dar aulas)
Quando o stor escreve no quadro trocamos todos de lugar sem fazer ruido.
Retocar as fotografias do livro de ponto em plena aula.
Anular faltas marcadas a colegas em plena aula quando o prof está de costas
E podia continuar a noite toda...
Já me aconteceram as situações que destaquei a negrito... Algumas partidas acho piada e penso que algumas delas até poderiam ser feitas num bom contexto de respeito numa sala de aula...

Aconteceu-me aquela de colocarem papelinhos nas torneiras do laboratório de química... Para os castigar deu-me um gozo[:)][:)]
Mandei-os vestir a bata das funcionárias e foram limpar o chão todo da sala... Humilhei-os. Geralmente, não gosto de fazer isso.... mas são os alunos que fazem o professor.

Numa luta de papéis durante uma aula, fiquei passado e não os mandei para a rua pois era isso que eles queriam... Limitei-me a chamar o presidente do conselho executivo e ficaram um bocadinho danados comigo.
Temos muitaaaa pena[;)]
 
Outra blogada

Báu das recordações: Revisitando o 25 de Abril, como se fosse uma criança.

Um dos maiores desafios da minha vida teve inicio poucos dias antes do passado 25 de Abril. Tenho um irmão mais novo, que frequenta a escola primária, e nesse belo dia, com ele chegou um desafio - escrever uma composição sobre o 25 de Abril. Ora, como qualquer puto que se preze, o meu irmão não sabia rien dessa data, tirando uma ou duas coisas. Calhou a mim redigir essa composição, como se fosse da autoria de uma criança. Foi difícil, mas penso que consegui entrar no espírito. O melhor de tudo é que encontrei uma cópia desse texto, que passo a transcrever:

[FONT=&quot]A Revolução dos Cravos aconteceu no dia 25 de Abril de 1974. Antes disso havia um regime chamado Estado Novo, famoso pelo seu presidente, Salazar. Em 1974, Salazar já tinha morrido, mas ainda havia o mesmo regime, um pouco menos duro, por causa do sucessor de Salazar, Marcelo Caetano.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot]A Revolução aconteceu porque os militares estavam descontentes com a guerra em África. Salazar insistia com a guerra, que parecia não ter fim. Depois de morrer, a guerra continuou por mais quatro anos, até acabar em 1974. Os militares de todo o país usaram os seus recursos para acabar com o regime, ficando conhecido este dia como o dia da Revolução dos Cravos porque os solados meteram cravos no cano das espingardas em sinal de paz.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot]Foi uma revolução pacífica. Morreram quatro pessoas em Lisboa, porque os agentes da PIDE atiraram sobre as pessoas que protestavam na rua. A PIDE era a polícia política do regime, muito temida pelas pessoas. Algumas pessoas chegaram a ser torturadas e perseguidas. Também havia a Censura, que controlava os livros e as noticias, e que cortava com um lápis azul as partes que o regime não queria.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot]Por causa destas coisas, as pessoas não gostavam das políticas de Salazar, mas Salazar ganhou o concurso para maior português de sempre, no ano passado, e eu achei muito estranho.[/FONT]
[FONT=&quot] [/FONT]
[FONT=&quot]O 25 de Abril foi muito bom para a liberdade no país. Marcelo Caetano foi para o Brasil, e depois houve dois anos muito esquisitos. Em 1976 aparece uma Constituição para Portugal, que é a lei mais importante do país, mas até lá houve algumas confusões. Depois destas confusões, Portugal tornou-se num país livre, onde as pessoas podem dizer as suas ideias sem problemas e não ter medo da PIDE, porque também deixou de existir. Também passou a haver democracia, que é todas as pessoas com mais de 18 anos poderem votar, e também passou a haver vários partidos, que antes eram clandestinos. Por isso se diz que o 25 de Abril restaurou a democracia em Portugal.[/FONT]
Bem, depois disto, fiz figas para que a professora não fosse militante do PCP... creio que não era.
 
O melhor que a professora fazia era espetar com o telemóvel no chão e parti-lo todo e, de seguida, dar uma bela lambada na aluna...[8b][8b][8b]

Já me aconteceu algo do género[8b]... Dei-lhe um berro tão grande perto do ouvido que ela baixou a bolinha e sentou-se!

Na minha escola, há uma turma muito problemática. O conselho executivo deu aquela turma aos professores homens para controlar melhor os alunos... Já devem estar a imaginar de que tipo de turma se trata...[8b][8b]
 
votei mau, mas nao quero dizer que os professores nao saibam dar as aulas, principalmente no ensino secundario. no secundario o ritmo é brando, ha muito tempo... na faculdade sim!, ha pouco tempo e maus professores! podem ser muito bons pensadores, mas pedagogos.. nao! por isso o meu voto MAU segue para o ensino superior!

quanto ao numero de abandonos escolares ou estatisticas que os disfarcem.... nao é problema de ensino, é problema de educaçao!
 
O melhor que a professora fazia era espetar com o telemóvel no chão e parti-lo todo e, de seguida, dar uma bela lambada na aluna...[8b][8b][8b]

Já me aconteceu algo do género[8b]... Dei-lhe um berro tão grande perto do ouvido que ela baixou a bolinha e sentou-se!

Na minha escola, há uma turma muito problemática. O conselho executivo deu aquela turma aos professores homens para controlar melhor os alunos... Já devem estar a imaginar de que tipo de turma se trata...[8b][8b]

Porquê??

As professoras lá da escola, não tem testosterona, em picos elevados??? [:blush:]
 
Está mau..... :sh)

Mas já esteve pior......... (muito pior) [:D] [:blush:]

Felizmente, nem tudo é mau neste governo e algumas coisas positivas foram feitas nesta área, ainda assim 4 anos passam depressa e já se sabe que a partir do meio da legislatura nenhum governo do Mundo tem coragem para implementar reformas. [;)]

No entanto, novos tempos se aproximam e quero acreditar que, a partir dos pequenos passos já dados, muitos mais virão.

Doa a quem doer! [:D] [;)]

[:cool:]
 
Voltar
Superior