Empregados da EMEL

gonexplorer

New member
Não se se este é o local correcto para esta tema, mas cá vai:
Pelo que tenho visto e ouvido, parece que para além de distribuirem multas a torto e a direito e de andarem com reboque atrás para poderem facturar mais uns cobres, os empregados da EMEL também andam a distribuir porrada.
Hoje quando saí para o almoço deparei-me com uma cena de um individuo a sangrar e a ser encostado a um carro por dois empregados da EMEL que o seguravam violentamente enquanto diziam "não sais daí".
Quando voltei do almoço perguntei a uma pessoa que ali trabalha o que se tinha passado e disse-me que um individuo (aparentemente advogado), teria sido surpreendido ao ver o seu carro a ser multado e imediatamente rebocado e pegou na multa e atirou-a para o chão à frente de um empregado que não se fez rogado e imediatamente lhe pregou um murro na cara atirando o "multado" ao chão e de seguida pontapeando-o no chão. Depois aparece o colega que o agarra e encostam-no ao carro para chamar a polícia. Entretanto parece que se envolvem outra vez e finalmente chega a polícia que identifica todos. Os empregados da EMEL vão-se embora e o "multado" vai para o hospital.
A mesma pessoa que me contou isto disse também que na rua de trás, ainda há pouco tempo um funcionário da EMEL tinha aviado num velhote.

O que eu pergunto é se isto agora é assim: distribui-se porrada a torto e a direito sem haver necessidade para tal? Não basta multarem, rebocarem, apreenderem os veículos, ainda dão cargas de porrada nos donos? Será a EMEL condescendente com este tipo de comportamento por parte dos seus empregados?
 
Não se se este é o local correcto para esta tema, mas cá vai:
Pelo que tenho visto e ouvido, parece que para além de distribuirem multas a torto e a direito e de andarem com reboque atrás para poderem facturar mais uns cobres, os empregados da EMEL também andam a distribuir porrada.
Hoje quando saí para o almoço deparei-me com uma cena de um individuo a sangrar e a ser encostado a um carro por dois empregados da EMEL que o seguravam violentamente enquanto diziam "não sais daí".
Quando voltei do almoço perguntei a uma pessoa que ali trabalha o que se tinha passado e disse-me que um individuo (aparentemente advogado), teria sido surpreendido ao ver o seu carro a ser multado e imediatamente rebocado e pegou na multa e atirou-a para o chão à frente de um empregado que não se fez rogado e imediatamente lhe pregou um murro na cara atirando o "multado" ao chão e de seguida pontapeando-o no chão. Depois aparece o colega que o agarra e encostam-no ao carro para chamar a polícia. Entretanto parece que se envolvem outra vez e finalmente chega a polícia que identifica todos. Os empregados da EMEL vão-se embora e o "multado" vai para o hospital.
A mesma pessoa que me contou isto disse também que na rua de trás, ainda há pouco tempo um funcionário da EMEL tinha aviado num velhote.

O que eu pergunto é se isto agora é assim: distribui-se porrada a torto e a direito sem haver necessidade para tal? Não basta multarem, rebocarem, apreenderem os veículos, ainda dão cargas de porrada nos donos? Será a EMEL condescendente com este tipo de comportamento por parte dos seus empregados?

Pelos vistos a formação que a EMEL dá aos seus funcionários é eficaz. Há bem pouco tempo a notícia era que os funcionários estavam permanentemente a ser agredidos. [:D]
 
Certamente que, como advogado que é, fará tudo para que eles tenham o sossego de um desempregado o maior tempo possível! [:D]

Já agora quero salientar que um caso não são casos e não se pode generalizar! Todas as vezes que "socializei" com empregados da EMEL foram úteis q.b., a maioria das quais foi para me darem a moeda que ficou presa na máquina.
 
Pelo que têm de ouvir todos os dias, até é para admirar que não tenha acontecido há mais tempo.

Eles estão a fazer o trabalho deles, multam quem não cumpre o que está regulamentado e ainda são insultados por cima.

É natural que sejam despedidos, é natural que até tenham de pagar alguma indemnização, o outro por muito advogado que seja as que apanhou já ninguém lhas tira e para a próxima pensa duas vezes.
 
Pelo que têm de ouvir todos os dias, até é para admirar que não tenha acontecido há mais tempo.

Eles estão a fazer o trabalho deles, multam quem não cumpre o que está regulamentado e ainda são insultados por cima.

É natural que sejam despedidos, é natural que até tenham de pagar alguma indemnização, o outro por muito advogado que seja as que apanhou já ninguém lhas tira e para a próxima pensa duas vezes.

Se em vez da Emel fosse a Polícia Muncipal a fiscalizar as coisas eram bem mais serenas.
 
Bato palmas a esse Emeliano pela coragem demonstrada. Eu no lugar dos verdinhos, a ouvir o que imagino que eles ouçam todos os dias, também chegava a um dia em que me passava da marmita. O mal está em quem não tem respeito pela circulação automóvel quando estaciona o carro em segunda fila, em quem não tem respeito pelos peões quando estaciona o carro em cima do passeio e em quem não tem respeito por quem anda apenas a cumprir com as suas funções, que são exactamente multar, bloquear e rebocar os que não respeitam os outros.
 
De facto tenho muita pena por alguns daqui aplaudirem a atitude animalesca, irracional, violenta e, escusado será dizer, nada profissional dos tipos da emel. Ou seja, quem quer que conteste uma multa deve levar uma carga de porrada. Já agora, quem quer que ligue, por exemplo, para o serviço da vodafone e utilizar uma linguagem insultuosa também deve levar uma carga de porrada.
As pessoas ou são profissionais e aceitam os "riscos" do seu trabalho, ou então o melhor é irem para cromos da luta livre. Se de cada vez que alguém que fosse insultado no cumprimento da sua profissão respondesse imediatamente com um murro deitando ao chão o outro e depois o pontapeasse, havia de ser bonito, andava tudo à porrada por aí. Mas também, ao ver os comportamentos que vejo todos os dias e a cada vez maior falta de respeito que existe a todos os níveis, já não me admiro com nada.
 
Acho a história um bocado... mal contada. Então um gajo salta à boca a outro porque lhe mandou a multa para o chão? Pelo menos uns insultozitos, vá lá. E nesse caso, sim, compreendo (bem diferente de aplaudir) a atitude do "emeliano".
Porque sua excelência o Sr Dr Advogado tb não terá, com o seu diploma, licença de gozar com a mãe dos outros.

Mas não, não aplaudo a ocorrência.
 
O trabalhador da EMEL realmente é um gajo muito infeliz... até o patrão goza com ele[:)][:)][:)]

Aumentam as agressões a Agentes de Fiscalização da EMEL

28 de Janeiro de 2008; Jornal Publico


Foi a 5 de Dezembro que João Cunha ganhou um sorriso novo. Primeiro mais inchado, hoje mais metálico. Era meio-dia e meia e estava a passar na Defensores de Chaves, em serviço, quando viu um colega da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) cair ao chão com um murro de um automobilista, que a seguir, não satisfeito, desatou ao pontapé na cabeça do fiscal estendido no asfalto.
"Tentei acalmá-lo, mas deu-me um soco na boca que me tirou os dentes do sítio", relata. Mês e meio depois de receber tratamento hospitalar, João Cunha ainda usa um aparelho na boca para tentar que os dentes voltem ao lugar. Para o colega Rui Venâncio, um dente partido, 15 dias a usar colar cervical e tratamentos de fisioterapia foi o resultado do mau humor do automobilista, um porteiro da noite que não gostou de ser interpelado pelos fiscais por ter o Audi descapotável em cima do passeio.
Desde que os fiscais da EMEL passaram a poder passar multas fora dos locais com parqueamento pago - aos veículos em cima do passeio, por exemplo - que as agressões de que são alvo aumentaram, assegura o chefe da fiscalização da empresa, o comissário Manuel Cardoso. A situação ainda não chegou ao extremo de Madrid, cidade onde, há poucos anos, os congéneres dos fiscais da EMEL fizeram uma manifestação defronte da câmara a pedir segurança, porque eram agredidos diariamente pelos munícipes. Mas a violência do caso da Defensores de Chaves calou fundo na empresa, que não conseguiu, no entanto, quantificar o fenómeno em tempo útil.
Há cerca de seis meses um fiscal brasileiro especialmente zeloso teve de ser transferido da área onde trabalhava, uma zona de "tolerância zero" para com as infracções dos automobilistas, depois de atingido na cabeça, pelas costas, com um objecto contundente. "Arrumaram-no logo", conta Manuel Cardoso. "Já não se conseguiu levantar, teve de sair dali de ambulância. Sofreu um traumatismo craniano e esteve três semanas de baixa. Era a terceira vez que era agredido. Também já tinha sido alvo de tentativa de atropelamento."
Profissão de risco?
Ser fiscal da EMEL é uma profissão arriscada? João Cunha e Rui Venâncio não têm dúvidas de que sim. "Devíamos ter um subsídio de risco", diz um deles, meio a brincar. Os homens e mulheres que fiscalizam o estacionamento já perderam a conta aos insultos proferidos aos gritos, que vão desde as alcunhas quase simpáticas de "feijões" e "ervilhas" até às expressões normalmente empregues para adjectivar os árbitros no futebol, fazendo uso do mais puro vernáculo lusitano. Manuel Cardoso perdeu a esperança na terceira idade quando ouviu um senhor de 70 anos chamar "sua vaca" a uma funcionária.
Nem sempre as agressões são devidamente punidas - porque os fiscais não reconhecem o autor ou porque este está em parte incerta. O porteiro da noite, por exemplo, estará a trabalhar em Espanha. Rui Venâncio ainda não percebe bem o que se passou: "Depois de cair no meio da estrada com o murro não me lembro bem do que aconteceu. Fiquei meio zonzo e quando dei por mim estava no asfalto, em risco de ser atropelado."
A Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa bloqueia em média cem veículos por dia, estima o chefe da fiscalização da empresa, o que equivale a três mil euros.
Trinta por cento desta e de outras quantias relacionadas com as multas revertem depois a favor da empresa - que em 2007 amealhou cerca de 300 mil euros -, sendo o restante entregue ao Estado.
Manuel Cardoso conta que uma das mais recentes estratégias dos automobilistas passa por se trancarem dentro dos carros, para tentar impedir que a viatura seja rebocada.
http://www.emel.pt/pt/noticias/noticia007.html?uri=/pt/noticias/todas_noticias.jsp

A notícia até pode ser do Público, mas ser colocada no site da EMEL é simplesmente brutal!
 
é isso mesmo grandes emelianos...............agora só lhes falta é isso chegar aos ouvidos de um gajo mais maluco que eles, ou ao filho maluco do velho, e depois há facadas e afins, e afinal de contas e segundo o vosso raciocinio do "admiro-me ainda é não ter acontecido" "já devia ter acontecido á mais tempo com o que têm que ouvir" ......até será de admirar já que " o pai levou um enxerto" .


[:cool:]
 
Não compreendo como é que alguém aprova a violência (neste caso dos trabalhadores da EMEL).
O multado está no seu direito de deitar a multa para o lixo (não para o chão), poderá é ter de arcar com as consequências de ignorar a mesma, mas definitivamente não são os trabalhadores da EMEL e muito menos através da violência que o podem "castigar".
 
Foi bem feito, o senhor Doutor e como homem de leis, devia respeitar quem esta a fazer cumprir a Lei, e não como em ar de insulto de pessoa que se julga superior a essa lei, mandar o papel da multa para o chão em ar de desafio em frente de quem esta no cumprimento do seu trabalho.

Podemos discordar se o trabalho dos empregados da EMEL é bom ou mau, mas não podemos concordar que sejam publicamente humilhados por um senhor de leis que se julga superior a essas mesmas leis.

Assim o Senhor Doutor, para a proxima pensara duas vezes antes de tomar atitudes arrogantes para quem esta a trabalhar, como fez no presente caso.
 
Foi bem feito, o senhor Doutor e como homem de leis, devia respeitar quem esta a fazer cumprir a Lei, e não como em ar de insulto de pessoa que se julga superior a essa lei, mandar o papel da multa para o chão em ar de desafio em frente de quem esta no cumprimento do seu trabalho.

Podemos discordar se o trabalho dos empregados da EMEL é bom ou mau, mas não podemos concordar que sejam publicamente humilhados por um senhor de leis que se julga superior a essas mesmas leis.

Assim o Senhor Doutor, para a proxima pensara duas vezes antes de tomar atitudes arrogantes para quem esta a trabalhar, como fez no presente caso.

O facto de atirar a multa para o chão dá direito a uma merecida sova????:confused:

Se ele o fez, só tinha que arcar com as consequências do seu acto. E essas consequências seriam decididas por uma entidade competente!

Quando isso for viável, Portugal vai-se tornar numa (verdadeira) selva!
 
Eu continuo a achar que há pessoal que veste uma farda e já pensa que manda e pode fazer o que quer...

Já assisti a grandes aparatos de reboques e afins, com chegada em acelerações, pneus a chiar e coisas do genero com pick-ups e carrinhas carregadas de bloqueadores :sh)

Agora distribuir "sopa" só porque não gostaram da atitude ou algo que tenha dito? No minimo hilariante[8b]

Dão poderes a quem não devem e dá nisto....
 
Foi bem feito, o senhor Doutor e como homem de leis, devia respeitar quem esta a fazer cumprir a Lei, e não como em ar de insulto de pessoa que se julga superior a essa lei, mandar o papel da multa para o chão em ar de desafio em frente de quem esta no cumprimento do seu trabalho.

Podemos discordar se o trabalho dos empregados da EMEL é bom ou mau, mas não podemos concordar que sejam publicamente humilhados por um senhor de leis que se julga superior a essas mesmas leis.

Assim o Senhor Doutor, para a proxima pensara duas vezes antes de tomar atitudes arrogantes para quem esta a trabalhar, como fez no presente caso.


Eu já machuquei uma multa e à frente do gajo da EMEL. Será que merecia levar um murro por isso?? Porque foi incrivel, nem 2 minutos deixei o carro, só para levar 100m de cabo a um colega. Cheguei já estava a pedir o bloqueador, como eu disse que me ia embora, passou a multa e eu machuquei-a na frente dele e atirei para o cinzeiro do carro, será que merecia um murro por isso??

Este pessoal. Uma pessoa anda a trabalhar e por nem 5 minutos, leva multa (até posso ter azar) mas se falta estacionamento em todo o lado e se temos de pagar os primeiros minutos.

Até agora ainda não me chegou nada a casa.
 
Voltar
Superior