citação:
Originalmente colocada por zerorpm
citação:Originalmente colocada por Vânia Morais
Em relação às cíclicas nunca foi dado como certo o seu termo no final do 1º período. Lá estava escrito que nunca seria "antes do término do 1º período", ou seja, poderiam terminar tanto em Janeiro, como em Maio.
Leia o diploma, as cíclicas terminam no 1º período. Não invente.
Mauuuuuuuuuu! Se alguém aqui anda a inventar algo não sou eu meu caro!
Eu não disse que as cíclicas estavam em vigor! Leia bem o que escrevo! No diploma NUNCA foi referida uma data certa para o fim das cíclicas, apenas se fazia referência que o seu término nunca sucederia antes do 31 de Dezembro. Logo, tanto podiam terminar em Janeiro, como Fevereiro ou até Maio. Nunca foi apontada uma data como certa, daí a angústia e dúvida do seu fim se ter arrastado até ao dia em que tal se confirmou. Se tem dúvidas em relação a estes aspecto releia o diploma ou consulta a vastidão de fóruns de professores de que dispõe aqui na Internet.
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Originalmente colocada por zerorpm
citação:Originalmente colocada por Vânia Morais
Em relação à negociação com os sindicatos... Até hoje apenas assisti a imposições e não a qualquer negociação entre estes e o Ministério da Educação!
Não fale do que não sabe, infelizmente os sindicatos têm muita culpa no cartório.
Continuamos... [xx(]
Se por acaso julga que sou sindicalista ou defensora acérrima dos sindicatos está enganado. Mas, que o Ministério sempre impôs a sua vontade é uma realidade e das poucas vezes em que aceitou dialogar, logo se mostrou irredutável nos aspectos que mais polémica levantavam, logo os mais contestados. Pode confirmá-lo fazendo uma pesquisa nos sites dos vários jornais diários ou nos fóruns já referidos.
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Originalmente colocada por zerorpm
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Originalmente colocada por Vânia Morais
Por seu turno, se não for "previsto" um candidato de Braga concorrer a um horário incompleto em Faro... É melhor repensarem em cenários de falta de pessoal docente. Pois, a formação de professores nos vários grupos disciplinares não se distribui de modo equitativo pelo território nacional.
Sabe porque é que não compreende, porque anda nisto há pouco tempo. Não conhece a realidade de há 10 anos atrás
O que é que eu não compreendi nessa minha afirmação?!
Olhe que, por exemplo, o Algarve não nada em professores de Geografia residentes, principalmente, novatos, que são os candidatos mais predispostos a fazer sacrifícios em horários pequenos só para alcançar uns dias de serviço...
A realidade de há 10 anos atrás em nada se prende com o meu argumento! [8)]
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Originalmente colocada por zerorpm
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Originalmente colocada por Vânia Morais
Quanto aos critérios... Não entendi! [8)]
Até ao momento, o critério em vigor era a graduação do candidato (média final de curso + tempo de serviço). Agora, a partir do momento em que seja aprovado o novo diploma da contratação cada escola passará a definir os seus critérios - onde o tal factor residencial poderá ser primordial. Do meu ponto de vista, esta autonomia da escola na definição de critérios apenas faz sentido nos grupos tecnológicos, de modo a evitar que um técnico de tecidos vá leccionar uma disciplina ligada às madeiras. Para um professor das disciplinas gerais deverá ser respeitada a sua graduação... "O seu a seu dono!"
Estou a ver que tem de se candidatar a Ministra da Educação... Achar é fácil...
Quanto à sugestão dispenso-a! Mas também não gostava de o ver nesse lugar![|)]
Quanto ao "achar", estou no meu direito! Emitiu a sua opinião, eu emito a minha! [|)]
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Originalmente colocada por zerorpm
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Originalmente colocada por Vânia Morais
Eu não me importo que as escolas tenham autonomia para recrutar pessoal docente, desde que este concurso estipule regras iguais para todos os estabelecimentos e seja um concurso tornado público e acessível a todos. Do mesmo modo, que um indivíduo de Braga se pode candidatar ao lugar de funcionário numa escola de Faro, também o professor o poderá fazer. Acha que um professor faz 8h a 300 km de casa por penitência?! Do meu ponto de vista
fá-lo por vocação e luta por um lugar numa profissão onde o prazer e o desgaste caminham de mãos dadas. Nesse sentido, nenhum professor deve ser privado de concorrer para onde quer que seja e para o horário que seja, fomentando a igualdade de oportunidades.
Vocação chamada desemprego...
Para alguns! [xx(]
Infelizmente, o desemprego é uma realidade para todos, desde áreas da saúde ao ensino...