(Des)emprego.... o poder das cunhas!

citação:Originalmente colocada por Vânia Morais

Infelizmente nem tudo o que se diz e se escreve é levado à letra... [xx(]

Do mesmo modo que as escolas teriam ao seu dispor um sistema electrónico facilitador à ordenação dos candidatos às ofertas, também estas seriam obrigatoriamente divulgadas nos "sites" das respectivas DRE's (Direcções Regionais de Educação)... O certo é que muitas são unicamente divulgadas nos "jornais da terrinha" ou no placard no IEFP da vila - sim, é uma realidade!

Quanto ao colega que afirmou que a escola apenas terá autonomia para definir os seus critérios a partir do próximo ano lectivo, está errado. Creio que a sua aprovação está prevista para dia 12 ou 14 do corrente mês.

O Ministério da Educação justificou o fim destas colocações a seu cargo, essencialmente, com um objectivo - tornar o processo menos moroso! [8)]

Bom, a existência da contratação cíclica até ao 1º período está previsto legalmente desde Janeiro de 2006, no DL 20/2006, um diploma que foi negociado com os sindicatos.

O concurso de oferta de escola é, em espírito, um concurso local... Ou seja não é nacional. Supostamente um docente de Braga não deveria concorrer a uma oferta de Faro, porquanto os horários em causa são pequenos.

Os critérios são de dois tipos gerais e específicos. Os gerais são previstos por lei e depois existem os específicos que serão determinados pelas Escolas.

A lei de Autonomia das Escolas existe desde 1995 e não é novidade. Se a escola tem autonomia para contratar o seu pessoal não docente, porque é que não terá na contratação do pessoal docente (para certos horários)?

;)
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

citação:Originalmente colocada por Cahib

O terminar com as ciclicas só favorece as cunhas.
O ministério poupa recursos ao não ter de actualizar as listas e o partido coloca mais amigos.
É o descalabro!

Já leste o diploma?

Sei perfeitamente do que se está a falar.

Se soubesses, sabias que o que esta em "Diplomas" é muitas vezes distorcido. Alíás, existem "diplomas" que mais não fazem que lançar a confusão geral. É a Lei em Portugal.;)
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

citação:Originalmente colocada por Vânia Morais

Infelizmente nem tudo o que se diz e se escreve é levado à letra... [xx(]

Do mesmo modo que as escolas teriam ao seu dispor um sistema electrónico facilitador à ordenação dos candidatos às ofertas, também estas seriam obrigatoriamente divulgadas nos "sites" das respectivas DRE's (Direcções Regionais de Educação)... O certo é que muitas são unicamente divulgadas nos "jornais da terrinha" ou no placard no IEFP da vila - sim, é uma realidade!

Quanto ao colega que afirmou que a escola apenas terá autonomia para definir os seus critérios a partir do próximo ano lectivo, está errado. Creio que a sua aprovação está prevista para dia 12 ou 14 do corrente mês.

O Ministério da Educação justificou o fim destas colocações a seu cargo, essencialmente, com um objectivo - tornar o processo menos moroso! [8)]

Bom, a existência da contratação cíclica até ao 1º período está previsto legalmente desde Janeiro de 2006, no DL 20/2006, um diploma que foi negociado com os sindicatos.

O concurso de oferta de escola é, em espírito, um concurso local... Ou seja não é nacional. Supostamente um docente de Braga não deveria concorrer a uma oferta de Faro, porquanto os horários em causa são pequenos.
Os critérios são de dois tipos gerais e específicos. Os gerais são previstos por lei e depois existem os específicos que serão determinados pelas Escolas.
A lei de Autonomia das Escolas existe desde 1995 e não é novidade. Se a escola tem autonomia para contratar o seu pessoal não docente, porque é que não terá na contratação do pessoal docente (para certos horários)?

;)

Supostamente isso é tudo muito especifico.

No final, não.[:p]
 
citação:Originalmente colocada por Cahib

citação:Originalmente colocada por zerorpm

citação:Originalmente colocada por Vânia Morais

Infelizmente nem tudo o que se diz e se escreve é levado à letra... [xx(]

Do mesmo modo que as escolas teriam ao seu dispor um sistema electrónico facilitador à ordenação dos candidatos às ofertas, também estas seriam obrigatoriamente divulgadas nos "sites" das respectivas DRE's (Direcções Regionais de Educação)... O certo é que muitas são unicamente divulgadas nos "jornais da terrinha" ou no placard no IEFP da vila - sim, é uma realidade!

Quanto ao colega que afirmou que a escola apenas terá autonomia para definir os seus critérios a partir do próximo ano lectivo, está errado. Creio que a sua aprovação está prevista para dia 12 ou 14 do corrente mês.

O Ministério da Educação justificou o fim destas colocações a seu cargo, essencialmente, com um objectivo - tornar o processo menos moroso! [8)]

Bom, a existência da contratação cíclica até ao 1º período está previsto legalmente desde Janeiro de 2006, no DL 20/2006, um diploma que foi negociado com os sindicatos.

O concurso de oferta de escola é, em espírito, um concurso local... Ou seja não é nacional. Supostamente um docente de Braga não deveria concorrer a uma oferta de Faro, porquanto os horários em causa são pequenos.
Os critérios são de dois tipos gerais e específicos. Os gerais são previstos por lei e depois existem os específicos que serão determinados pelas Escolas.
A lei de Autonomia das Escolas existe desde 1995 e não é novidade. Se a escola tem autonomia para contratar o seu pessoal não docente, porque é que não terá na contratação do pessoal docente (para certos horários)?

;)

Supostamente isso é tudo muito especifico.

No final, não.[:p]

Não quer ser mais específico? ;)
 
Originalmente colocada por Vânia Morais[/i]

Então acha mal![|)]

Respondi a 20 ofertas em cerca de 15 dias... Felizmente, consegui entrar logo - eu antes de arranjar emprego enviei, seguramente, perto de uma centena de CV's, e estamos a falar numa área que até nem está mal, depois seguiram-se os processos de selecção!

Já me aconteceu entrar na escola às 8h e sair de lá às 21:30 - quantas vezes? No meu emprego, a 65 kms de casa, chegaram a dizer-me que tinha pouca disponibilidade, isto depois de ter entrado às 8h e às 23.45h me estar a sentir mal com o cansaço!

Ordenados acima da média?! Sabe quanto ganha um professor contratado com 8h? - No início de carreira todos temos de "vergar a mola". Além disso faço bem a ideia do que ganha um professor...mais abaixo encontra-se a resposta!

Carga horária menor?! 35 horas semanais - 22 delas lectivas e as restantes para preparar materiais pedagógicos... - eu ganho por 40 horas semanais e até há bem pouco tempo trabalhava, em média, para cima de 55 horas!

Apesar de procurar algum fundamento nas suas palavras, não consigo encontrá-lo. - não estou com isto a dizer que esta profissão tem pouco de dignificante, como foi referido em todas as áreas existem bons e maus profissionais.

Já agora, é de muito "mau tom" argumentar/generalizar desse modo acerca de uma realidade que desconhece (a provar pelos seus comentários). - tenho familiares directos na família que são professores e amigos com esta profissão, inclusivé um colega de curso e participante do fórum foi dar aulas há pouco tempo! Por isso acho que conheço por dentro e há já algum tempo esta situação.

Com isto, apenas quis focar que, apesar de eventuais injustiças que se possam produzir, é uma situação que é normal no mercado de trabalho (INFELIZMENTE!). Apenas quero demonstrar que algumas classes em Portugal, de tão agarradas aos direitos e costumes, se tornaram pouco permeáveis à mudança e não conseguem olhar à volta e compreender que, ainda assim, se encontram em posição priviliegiada!
 
Não percebo o porque de tanta indignação com esta situação.
Será que o simples facto de um professor ter mais tempo no activo é sinónimo de maior competência??
 
Malta, isto já entrou no off-topic! Cada profissão tem as suas especificidades e professor também tem as suas.
O que nos interessa é a alteração de um sistema de colocação que funcionava de forma ágil e excelente e que o governo burocratizou sem necessidade.
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm



Bom, a existência da contratação cíclica até ao 1º período está previsto legalmente desde Janeiro de 2006, no DL 20/2006, um diploma que foi negociado com os sindicatos.

O concurso de oferta de escola é, em espírito, um concurso local... Ou seja não é nacional. Supostamente um docente de Braga não deveria concorrer a uma oferta de Faro, porquanto os horários em causa são pequenos.

Os critérios são de dois tipos gerais e específicos. Os gerais são previstos por lei e depois existem os específicos que serão determinados pelas Escolas.

A lei de Autonomia das Escolas existe desde 1995 e não é novidade. Se a escola tem autonomia para contratar o seu pessoal não docente, porque é que não terá na contratação do pessoal docente (para certos horários)?

;)

Em relação às cíclicas nunca foi dado como certo o seu termo no final do 1º período. Lá estava escrito que nunca seria "antes do término do 1º período", ou seja, poderiam terminar tanto em Janeiro, como em Maio.
Em relação à negociação com os sindicatos... Até hoje apenas assisti a imposições e não a qualquer negociação entre estes e o Ministério da Educação!

Por seu turno, se não for "previsto" um candidato de Braga concorrer a um horário incompleto em Faro... É melhor repensarem em cenários de falta de pessoal docente. Pois, a formação de professores nos vários grupos disciplinares não se distribui de modo equitativo pelo território nacional. ;)

Quanto aos critérios... Não entendi! [8)]
Até ao momento, o critério em vigor era a graduação do candidato (média final de curso + tempo de serviço). Agora, a partir do momento em que seja aprovado o novo diploma da contratação cada escola passará a definir os seus critérios - onde o tal factor residencial poderá ser primordial. Do meu ponto de vista, esta autonomia da escola na definição de critérios apenas faz sentido nos grupos tecnológicos, de modo a evitar que um técnico de tecidos vá leccionar uma disciplina ligada às madeiras. Para um professor das disciplinas gerais deverá ser respeitada a sua graduação... "O seu a seu dono!"

Eu não me importo que as escolas tenham autonomia para recrutar pessoal docente, desde que este concurso estipule regras iguais para todos os estabelecimentos e seja um concurso tornado público e acessível a todos. Do mesmo modo, que um indivíduo de Braga se pode candidatar ao lugar de funcionário numa escola de Faro, também o professor o poderá fazer. Acha que um professor faz 8h a 300 km de casa por penitência?! Do meu ponto de vista fá-lo por vocação e luta por um lugar numa profissão onde o prazer e o desgaste caminham de mãos dadas. Nesse sentido, nenhum professor deve ser privado de concorrer para onde quer que seja e para o horário que seja, fomentando a igualdade de oportunidades. ;)
 
Atenção que nem todas as empresas aceitam candidatos que residam fora da sua área!
Isso tem a ver com a responsabilidade da empresa nas deslocações casa- trabalho e vice-versa!
Portanto não será por aí que os professores serão prejudicados!
 
citação:Originalmente colocada por cuica



Com isto, apenas quis focar que, apesar de eventuais injustiças que se possam produzir, é uma situação que é normal no mercado de trabalho (INFELIZMENTE!). Apenas quero demonstrar que algumas classes em Portugal, de tão agarradas aos direitos e costumes, se tornaram pouco permeáveis à mudança e não conseguem olhar à volta e compreender que, ainda assim, se encontram em posição priviliegiada!

Mas não devia!
Este era um dos poucos concursos públicos correctos e coerentes. Ao contrário dos que soltam "risinhos de fundo", pessoalmente, defendo a criação de um sistema semelhante na selecção de candidatos nas várias áreas laborais.
A mesma situação se passa ao "olharem de lado" quem usufrui dos benefícios da ADSE... Pois, em vez de defender o seu fim, defendo sim o acesso dos mesmos a todos os trabalhadores.

Quando terminei a minha licenciatura tive uma "proposta" para trabalhar numa Câmara Municipal... Proposta essa que recusei prontamente:
1 - odeio cunhas;
2 - a minha vocação é o ensino;
3 - não me sentiria bem ao exercer uma actividade para a qual não tive formação específica.

Muitos "apontam o dedo" ao professor como se de um "cancro da sociedade" se tratasse... Mas, esquecem-se que se agora aqui estamos opinar o devemos, em boa parte, ao professor que nos ensinou a ler, a escrever e, em muito, nos influenciou em muitas opiniões que emitimos. ;)
 
citação:Originalmente colocada por Janus

Não percebo o porque de tanta indignação com esta situação.
Será que o simples facto de um professor ter mais tempo no activo é sinónimo de maior competência??

Como vai avaliar a competência de um professor?! Cada escola define os seus critérios?!
A graduação de um candidato em parte traduz alguma competência na área do ensino; pois, a média final inclui a avaliação deste candidato aquando da realização do estágio pedagógico, tendo sido avaliado pelo orientador de estágio e supervisor de estágios pedagógicos. Por conseguinte, quanto melhor for a sua média final e mais alargar as suas opções em termos de áreas geográficas e tipos de horários, masi possibilidades terá de fazer tempo de serviço.
Sem dúvida que respeitar estes critérios, é melhor do que colocar um candidato sem formação no ensino e tempo de serviço algum como tem sucedido... [xx(]
 
citação:Originalmente colocada por Vânia Morais

citação:Originalmente colocada por Janus

Não percebo o porque de tanta indignação com esta situação.
Será que o simples facto de um professor ter mais tempo no activo é sinónimo de maior competência??

Como vai avaliar a competência de um professor?! Cada escola define os seus critérios?!
A graduação de um candidato em parte traduz alguma competência na área do ensino; pois, a média final inclui a avaliação deste candidato aquando da realização do estágio pedagógico, tendo sido avaliado pelo orientador de estágio e supervisor de estágios pedagógicos. Por conseguinte, quanto melhor for a sua média final e mais alargar as suas opções em termos de áreas geográficas e tipos de horários, masi possibilidades terá de fazer tempo de serviço.
Sem dúvida que respeitar estes critérios, é melhor do que colocar um candidato sem formação no ensino e tempo de serviço algum como tem sucedido... [xx(]

Isso é um bom método?
Ainda me lembro de uma professora de línguas que tive no secundário que nos dizia: " Amanhã vão estar cá umas pessoas para me avaliarem e tal portanto comportem-se bem, façam poucas perguntas e etc..."
Depois na aula seguinte lá ficávamos todos a fazer perguntas que vinham da aula anterior[}:)][}:)]
Portanto ser a própria escola a definir os seus próprios critérios que não me parece mal de todo, desde que estes sejam objectivos e transparentes.
Claro que haverá sempre cunhas mas pode ser que assim, e com o devido tempo, se acabem certos "tachos".
 
pessoalmente estou cada vez mais baralhado.
mas afinal há professores a mais ou há alunos a mais?
é porque todos os anos a mesma historia, professores não colocados e alunos sem professores, escolas sem alunos e escolas superlotadas.
 
citação:Originalmente colocada por Janus


(...)
Portanto ser a própria escola a definir os seus próprios critérios que não me parece mal de todo, desde que estes sejam objectivos e transparentes.
Claro que haverá sempre cunhas mas pode ser que assim, e com o devido tempo, se acabem certos "tachos".

Assim é que se fomentam "certos tachos", mormente para pessoas sem formação na área, vocação e/ou experiência... [xx(]
 
citação:Originalmente colocada por joão vasco

pessoalmente estou cada vez mais baralhado.
mas afinal há professores a mais ou há alunos a mais?
é porque todos os anos a mesma historia, professores não colocados e alunos sem professores, escolas sem alunos e escolas superlotadas.

É como referi... A gestão apenas tem em conta objectivos economicistas e não uma racionalização dos recursos humanos (e físicos disponíveis). [xx(]
 
Se eu quiser um professor com formação na área refiro isso no concurso!
Se não quiser então o "professor" vai jogar na mesma linha que outros.
Ou será que todos os que estão na vertente de ensino são bons professores? E serão então todos os "generalistas" maus?
Um curso é uma ferramenta, não é sinónimo que somos melhores que outros!
A experiência é, por exemplo, outra ferramenta.
Cada um usa as que tem e se não souber usar correctamente a ferramenta do curso então azar o dele.
Não é nada que não aconteça noutras áreas da sociedade e sinceramente não vejo porque hão de ser a excepção os professores!
 
citação:Originalmente colocada por Janus

Se eu quiser um professor com formação na área refiro isso no concurso!
Se não quiser então o "professor" vai jogar na mesma linha que outros.

Belos critérios os seus então! [8)]
A vocação sempre esteve presente, mas sem a formação pedagógica que tive no superior, estou certa que não seria a professora que hoje sou (e desculpe a falta de modéstia).
Não duvide que a formação na área é fundamental. A menos que queira entrar numa sala de aula e deparar-se com um professor a debitar para meia dúzia de alunos com "ar de enterro" e que detestam a escola.


citação:Originalmente colocada por Janus


Ou será que todos os que estão na vertente de ensino são bons professores? E serão então todos os "generalistas" maus?

Se leu os meus comentários anteriores, em vez de "passar os olhos", irá concluir que aceito que, à semelhança de outras áreas, também no ensino há bons e maus profissionais.


citação:Originalmente colocada por Janus


Um curso é uma ferramenta, não é sinónimo que somos melhores que outros!
A experiência é, por exemplo, outra ferramenta.
Cada um usa as que tem e se não souber usar correctamente a ferramenta do curso então azar o dele.
Não é nada que não aconteça noutras áreas da sociedade e sinceramente não vejo porque hão de ser a excepção os professores!

Uma especialização em ensino dá-nos isso mesmo, uma especificidade nesta área.
Do mesmo modo que eu não sou tão competente nos SIG's como um colega meu que enveredou por esse ramo, também ele não está tão apto para o ensino, dado que não dispõe de formação e experiência na minha área.;)
 
citação:Originalmente colocada por joão vasco

pessoalmente estou cada vez mais baralhado.
mas afinal há professores a mais ou há alunos a mais?
é porque todos os anos a mesma historia, professores não colocados e alunos sem professores, escolas sem alunos e escolas superlotadas.



... Pois é! Eu também me questiono mas o facto é que continua a existir docentes sem colocação... e alunos sem professores... Tudo para que o governo poupe uns trocos, sem pensar nas causas provocadas por tudo isso para os alunos:
Continuem a assinar a tal petição... disponível no site referido na primeira página... Podemos ajudar!
;)
 
citação:Originalmente colocada por Vânia Morais
A vocação sempre esteve presente, mas sem a formação pedagógica que tive no superior, estou certa que não seria a professora que hoje sou (e desculpe a falta de modéstia).
Não duvide que a formação na área é fundamental. A menos que queira entrar numa sala de aula e deparar-se com um professor a debitar para meia dúzia de alunos com "ar de enterro" e que detestam a escola.

Nem por isso. Eu não tive formação pedagógica específica (tirando uma cadeira sobre software educativo) e estou a safar-me bastante bem. É tudo uma questão de vocação e de saber entender os alunos e conseguirmos colocar-nos no lugar deles... afinal, nós já fomos alunos (muitos professores esquecem-se disso). Eu tenho-me limitado a ser o professor que eu queria ter tido quando era aluno e está a resultar. Por outro lado, vejo e ouço cada coisa vindo de professores com a tal formação na área que até assusta (como por exemplo ignorar alunos com necessidades especiais a aula inteira, só porque eles precisam de atenção e paciência adicional para lhes explicarmos as coisas). :S
 
citação:Originalmente colocada por Peugeot_Sales

Peço desculpa, mas estando fora da situação há algo que gostaria de perguntar. Não faz sentido que sejam as escolas a decidir os seus docentes baseado nos seus proprios criterios de avaliação ?

Faria sentido se as escolas vivessem dos seus próprios rendimentos, como por exemplo, as privadas.

Como elas recebem do estado, a colocação deverá ser sempre ligada ao mérito (média + tempo de serviço), não às cunhas.;)
 
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