De Tomaso de volta

Qual é a origem das motorizações?

O carro é baseado no Cadillac SRX, deve vir daí o motor dele.

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Bem, segundo li, o De Tomaso Pantera vai voltar ainda este ano. Depois da desilusão que foi o Deauville, pelos vistos, generalizada, a marca deverá levar ao Los Angeles Auto Show (em Novembro) um novo Pantera.
Características ainda não são conhecidas.

Fonte: Pistonheads
 
De Tomaso Pantera

De Tomaso Pantera

Novo proprietário da marca italiana confirmou a apresentação da nova geração do emblemático desportivo

A De Tomaso, que ressurgiu das cinzas no Salão Automóvel de Genebra com a apresentação do DeAuville (também conhecido por SLS), promete para o Salão Automóvel de Los Angeles, em Novembro, o regresso do mítico desportivo Pantera.

Os detalhes do projecto encontram-se ainda no «segredo dos deuses», no entanto, está já confirmado que o design sairá do lápis da Pininfarina, e que deverá adoptar uma estrutura de alumínio e um motor V8, com uma potência entre os 500 e os 600 cavalos.

A marca italiana, que foi recentemente comprada pelo empresário italiano Gian Mario Rossignolo, prevê produzir 2.000 unidades do modelo por ano, na fábrica de Grugliasco, em Itália.

Rossignolo, ex-executivo da Fiat e da Chrysler, que resgatou a De Tomaso da falência em Novembro de 2009, já confirmou também o lançamento de uma berlina, para além do Pantera e do DeAuville, um crossover de luxo com ares de BMW Série 5 GT.

O Pantera original era um super-desportivo produzido de forma artesanal entre os anos de 1970 e 1996. Estava equipado com um motor Ford V8 de 5,7 litros e 330 cavalos de potência, associado a uma transmissão manual ZF de cinco velocidades. Na galeria de fotos, as imagens o novo Pantera imaginado pelo designer Alemão, Stefan Schulze.
Fonte: Autoportal
 
Parece que o sufoco financeiro levou à venda dos direitos de produção do Deauville

Parece que o sufoco financeiro levou à venda dos direitos de produção do Deauville

De acordo com o que foi escrito, a marca estava a lutar por um acordo com uma empresa indiana que ia injectar capital de modo a que o carro pudesse ser produzido na Itália, no entanto, parece que o dinheiro era "pouco", o que levou à venda da produção do Deauville para a China, para o grupo NAC, por 15 milhões de €uros.

If there’s been one constant in the history of De Tomaso, it’s been a lack of money. And despite former Fiat exec Gian Mario Rossignolo’s takeover of the De Tomaso brand from the liquidators last year, it seems nothing much has changed.

We got the reveal of the De Tomaso Deauville at Geneva in the Spring. A rather odd-looking cross between a Porsche Cayenne and a BMW 5 Series GT, it was set to command premium prices and came with a badge that was last attached to a Jaguar XJ style saloon car from the old De Tomaso. But then everything went quiet.

In October we learnt that De Tomaso was struggling for cash but had managed to a deal with an Indian company for an injection of cash to get the Deauville back on track. But it now looks like that cash wasn’t enough to keep the Deauville in Italy.

Production of the De Tomaso Deauville has been licensed out to China for a €15 million fee, and it looks as though the buyer is Chinese group NAC, a sister company to SAIC – GM’s partner in China. Which fits rather neatly, as the Deauville appeared at Geneva with a GM power plant.
No word yet on when the Chinese will get round to building the Deauville, and whether or not it’s destined to be a China-only car or will be exported to the West. We also don’t know whether this is the end of the road for Gian Mario Rossignolo’s De Tomaso, or whether the Chinese cash will be used to continue development of the Pantera.
Fonte: Cars UK
 
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