Dacia Duster




Isso já existe À muito tempo ... Ja vi disso à venda na Norauto.


O facto das marcas nao equiparem de origem com este tipo de sensor faz-me duvidar sobre a real qualidade deles.
 
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Isso já existe À muito tempo ... Ja vi disso à venda na Norauto.


O facto das marcas nao equiparem de origem com este tipo de sensor faz-me duvidar sobre a real qualidade deles.

Pois, isso da fiabilidade é outra história, importante [:D]

Mas mandando vir pelo Ebay é muito mais barato... e não vejo lá...
(Claro que neste caso a garantia é mentira...)
 
Pedi orçamento para sensores de estacionamento na Renault - 200€. Será muito? É que eu agora até já me habituei às dimensões do carro.

Já somos dois. Também pensei nisso quando começei a andar com o meu mas agora já estou habituado ao tamanho e já não sinto a falta dos sensores. Claro que em determinadas situações ajudam muito, mas também nunca tive um carro com sensores...
 
Para breve deve de haver novidades em termos de resultados do crash-test para o Duster. Enquanto não as temos, aqui ficam mais umas excelentes fotos:

svanetiya3-39.jpg


tbilisi2-56.jpg


tbilisi2-58.jpg


svanetiya3-17.jpg


svanetiya3-28.jpg


svanetiya3-36.jpg


azerbaijan1-10.jpg


tbilisi2-57.jpg
 
Resultado EuronCap 3 estrelas.

A versão ensaiada foi a Base:
Sem ESP
Sem pré-tensores pirotécnicos

Protecção de adulto 27 pontos 74%
Protecção de crianças 38 pontos 78%
Protecção pedestre 10 pontos 28%
Segurança passiva 2 pontos 29%

Com ESP e pré-tensores pirotécnicos deverá passar para 4 estrelas...

Mas o que foi mesmo fraco, foi protecção dos pedestres..
 
Como já tinha comentado no tópico dos crash-tests, e apesar de achar que a EuroNcap mistura demasiados pârametros na avaliação da segurança de um automóvel, o que por vezes pode ser enganador na real competência de um veículo em proteger os seus ocupantes, mesmo assim há que mencionar os previsiveis resultados do Duster.

Tendo em conta que o Juke também foi testado, e estes 2 estão algo relacionados, ao terem nascido da mesma matriz, e pegando apenas na capacidade da estrutura/carroçaria em absorver a energia do embate, as diferenças ainda são assinaláveis.

Esta discrepância de resultados, vindas de carros que partem de uma mesma base, só revela que os "cortes" efectuados foram para lá de equipamentos ou plásticos fofinhos.
Tendo em conta que se trata do grupo que se destacou na obtenção das famosas 5 estrelas, isto revela um baixar de nivel que tantas vezes criticamos em carros de outras proveniências.
As bases são recentes, não percebo o desleixo estrutural que compromete a segurança dos seus ocupantes.

Por outro lado, é certo que estes resultados valem o que valem, já que os acidentes não seguem propriamente os padrões estipulados pelo euro ncap.
Seria interessante ter resultados de acidentes reais, como os que a Folksam reporta, que acaba por dar um retrato mais realista da segurança dos nossos automóveis.

De qualquer forma, e já que a Dacia tem acesso ao hardware da aliança Renault-Nissan, já deveria ser altura de atinarem com os aspectos fundamentais da concepção automóvel actual.
Existem outros caminhos para se conseguirem low-cost sem ser necessário perder nada nestes aspectos fundamentais.
Espero por uma Dacia v2.0 mais responsável e capaz.
 
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De qualquer forma, e já que a Dacia tem acesso ao hardware da aliança Renault-Nissan, já deveria ser altura de atinarem com os aspectos fundamentais da concepção automóvel actual.
Existem outros caminhos para se conseguirem low-cost sem ser necessário perder nada nestes aspectos fundamentais.
Espero por uma Dacia v2.0 mais responsável e capaz.

crash, já falamos sobre isso muitas vezes.

Não podemos só pensar no output final desses outros caminhos, o desenvolvimento para lá chegar custa muito dinheiro.

Porque se fosse barato, esses outros caminhos tinham sido seguidos...não achas? [;)]

O que a Renault mais quereria é tornar a Dacia ainda melhor pelo price range a que vende a marca, não é? [;)]

Mas o certo é que não o faz.

E não o faz porque isso custa dinheiro, nem que seja a procurar novas soluções.

É muito giro vermos soluções tipo C-Cactus, mas desenvolvê-las custa dinheiro.

Aliás, veja-se o caminho para a produção que o projecto C-Cactus tem levado...por alguma razão está a acontecer o que está a acontecer...

Mais, como vimos na transição Golf V/VI, "boas soluções" nem sempre compensam o custo de produção das mesmas, como é patente no exemplo paradigmático dos sistemas de fixação das portas e os bónus a nível de prémio do seguro...

Agora, e olhando para estas últimas fotos colocadas pelo pc, o que é um facto, é que o Duster tem um grande trunfo...o raio do carro tem um design extrememente robusto.

O pessoal quer lá saber que é uma nódoa em segurança para os padrões actuais ou que o interior parece ter 20 anos...

É giro, é um jipe, parece bem e custa tanto como um Clio [:D]

As coisas são como são.

Pena a casa-mãe Renault ter andado nos últimos anos a fazer só asneiras em relação à organização da sua gama.

O projecto Scénic III constitui um autêntico falhanço a todos os níveis, congelaram o SUV do projecto Megane para não canibalizar o QQ e deixaram a concorrência sem qualquer resposta, o Laguna foi aquilo que se viu, o Koleos também...enfim...e depois saem-se com Duster na marca ao lado e batem recordes de vendas.

Geralmente a casa mãe é beneficiada. No grupo Renault parece que não [:D]
 
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Agora, e olhando para estas últimas fotos colocadas pelo pc, o que é um facto, é que o Duster tem um grande trunfo...o raio do carro tem um design extrememente robusto.

O pessoal quer lá saber que é uma nódoa em segurança para os padrões actuais ou que o interior parece ter 20 anos...

É giro, é um jipe, parece bem e custa tanto como um Clio [:D]

As coisas são como são.

[:D]


Muito bem dito.
Os parametros de qualidade sao diferentes para todos, depende unica e exclusivamente das expectativas levantas acerca de um produto.
 
Nem é tanto por aí.
Não é preciso ir atrás de coisas como o C-Cactus. Sei que o seu desenvolvimento tem sido tumultuoso, mas não tanto pelo carro em si, e os processos a ele associados, mas pelo que o mercado está preparado para aceitar, já que a sua filosofia minimalista no interior, não convence clientes que gostam de estar rodeados de muitas "coisas".

Não se pode é sacrificar aspectos fundamentais como a segurança automóvel em nome dos custos. Isso é claramente um retrocesso.
Criar uma estrutura deficiente, apesar da partir de uma plataforma capaz, e que tão bons resultados dá em outros modelos que a usam, só revela negligência em nome de uns Euritos a menos gastos na produção de um modelo.

Vamos lá ver, tendo em conta que existem partilha de hardware essencial entre Renault-Nissan-Dacia a este nivel, até poderiam ter seguido vários caminhos para resultados melhores, incluindo o de pegar numa estrutura já feita e aplicar-lhe apenas uma nova roupagem.
Pratica perfeitamente comum nos dias que correm. E poderiam continuar a conter custos, usando menos equipamentos, plásticos duros, e até na obtenção das peças da carroçaria (basta recordar, apenas como um exemplo, o velhinho UMM, que em vez de recorrer a onerosas prensas para obter os seus paineis, recorria à quinagem, que é um processo bem mais barato, já que dispensa a produção de enormes moldes)

Continuas a achar que são necessários investimentos avultados para se conseguir soluções com qualidade e mais baratas que as actuais, quando isso não passa apenas e só de um mito.

Da mesma forma que criticamos com razão, os "recauchutamentos" sul-americanos ou as coisas made in China, não percebo porque damos abébias aos Dacia.

A questão estética é secundária neste capitulo. Considero o Duster um dos melhores desenhos do ano passado, mas isso não justifica fechar os olhos a tudo o resto.
 
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Continuas a achar que são necessários investimentos avultados para se conseguir soluções com qualidade e mais baratas que as actuais, quando isso não passa apenas e só de um mito.

Se fosse um mito já há muito que as marcas tinham encontrado essas soluções milagrosas que tanto apregoas, nos seus quadros não estão propriamente pessoas incompetentes, falar a partir de fora é muito fácil. [:p]
 
Continuas a achar que são necessários investimentos avultados para se conseguir soluções com qualidade e mais baratas que as actuais, quando isso não passa apenas e só de um mito.

As opções estratégicas nesta indústria ou em qualquer outra, regem-se pela racionalidade.

Se fosse simples, veja-se barato, já estava feito.

Como tal há alguma razão para isso não acontecer.

Veja-se:

1. Ser tão ou mais barato, terem vantagens claras mas os resultados finais totais não serem iguais a soluções mais convencionais
2. Ser mais caro e o output final não compensar o sobrecusto que essas soluções têm
3. Serem até mais baratas de produzir mas, pelo menos, a nível de desenvolvimento terem custos avultados.

Há numerosos exemplos na indústria de como soluções que teoricamente têm muitas vantagens e são vistas como progresso, no final da experiência trazem mais desvantagens e têm que ser abandonadas.

1. Por exemplo, a carroçaria em material compósito da Matra para a Espace. Nasceu com o propósito de responder a um problema de (excesso) peso. Industrialmente conseguiu-se rentabilizar-se a coisa. O certo é que tinha desvantagens a nível de durabilidade/qualidade de apresentação e acabou por ser abandonada na IV geração.

Ou os pára-lamas deformáveis que a Renault também tentou durante uns anos e que se viu forçada à abandonar porque davam mau aspecto aos seus carros.

Há n exemplos destas e tu conhece-los melhor que ninguém.

2. O sistema de fixação das portas do Golf V.

3. Os protótipos estão cheios de soluções dessas...

Em suma, como eu não acredito em teorias da conspiração, sou forçado a chegar à conclusão óbvia que é: se fosse mais barato ou até ao mesmo preço, uma solução melhor seria sempre a escolhida, como é natural.

Se não o é, se acabamos com Dacias recauchutados de tecnologia Renault outdated e/ou downgraded, é porque é mais barato.

E porque, let's face it, a este nível de preço não há milagres.

Mais tirando exemplos pontuais, a maioria das inovações na maioria das indústrias vêm sempre de cima para baixo, exactamente porque os custos de desenvolvimento de novas soluções exigem um preço de venda ao público elevado.
 
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Se fosse um mito já há muito que as marcas tinham encontrado essas soluções milagrosas que tanto apregoas, nos seus quadros não estão propriamente pessoas incompetentes, falar a partir de fora é muito fácil. [:p]

As opções estratégicas nesta indústria ou em qualquer outra, regem-se pela racionalidade.

Se fosse simples, veja-se barato, já estava feito.

Como tal há alguma razão para isso não acontecer.

Veja-se:

1. Ser tão ou mais barato, terem vantagens claras mas os resultados finais totais não serem iguais a soluções mais convencionais
2. Ser mais caro e o output final não compensar o sobrecusto que essas soluções têm
3. Serem até mais baratas de produzir mas, pelo menos, a nível de desenvolvimento terem custos avultados.

Há numerosos exemplos na indústria de como soluções que teoricamente têm muitas vantagens e são vistas como progresso, no final da experiência trazem mais desvantagens e têm que ser abandonadas.

1. Por exemplo, a carroçaria em material compósito da Matra para a Espace. Nasceu com o propósito de responder a um problema de (excesso) peso. Industrialmente conseguiu-se rentabilizar-se a coisa. O certo é que tinha desvantagens a nível de durabilidade/qualidade de apresentação e acabou por ser abandonada na IV geração.

Mau exemplo. O Espace IV é uma criatura bastante distinta ao nivel de concepção das restantes. Baseia-se numa base comum ao Laguna e VelSatis teve de se adaptar a uma linha de montagem comum. Daí, ser necessário repensar o projecto para se "encaixar" no processo produtivo daquela unidade fabril. Não foi uma questão de a solução de materiais compósitos ser inferior.

Ou os pára-lamas deformáveis que a Renault também tentou durante uns anos e que se viu forçada à abandonar porque davam mau aspecto aos seus carros.

Estamos a falar da mesma Renault em que praticamente todos os paineis da frente dos seus modelos são plástico? Com cada vez párachoques maiores a invadirem o espaço antes ocupado por paineis metálicos?

Há n exemplos destas e tu conhece-los melhor que ninguém.

2. O sistema de fixação das portas do Golf V.

ELes criaram para o VI portas mais baratas de produzir. Foi necessário perder qualidade? Até me parece que com o restyling ainda ficou melhor nesse campo. WIN-WIN

3. Os protótipos estão cheios de soluções dessas...

Em suma, como eu não acredito em teorias da conspiração, sou forçado a chegar à conclusão óbvia que é: se fosse mais barato ou até ao mesmo preço, uma solução melhor seria sempre a escolhida, como é natural.

Se não o é, se acabamos com Dacias recauchutados de tecnologia Renault outdated e/ou downgraded, é porque é mais barato.

E porque, let's face it, a este nível de preço não há milagres.

Mais tirando exemplos pontuais, a maioria das inovações na maioria das indústrias vêm sempre de cima para baixo, exactamente porque os custos de desenvolvimento de novas soluções exigem um preço de venda ao público elevado.

algumas notas a azul...

Isto não são teorias da conspiração.
Temos de ver que com o mundo auto que temos hoje é mais dificil de mudar do que antes. Isto porque com toda a partlha de componentes e linhas de montagem comuns, tem de se adaptar as soluções que os modelos possuem a essa realidade produtiva, e não o contrário.

Não faria sentido financeiro e até lógico, numa mesma linha de montagem, ter dois carros com processos de fabricação distintos. Têm os dois de recorrer aos mesmos processos. E na concepção de um modelo já têm isso em conta.
Por isso, as mudanças são bastante calculadas e até diminutas, porque no geral, afectam automaticamente um sem número de modelos. Vemos apenas a optimização dos processos existentes sem oportunidade de implementar outros.

Como disse, não são soluções milagrosas, quando elas já existem e apenas esperam que sejam implementadas.
O problema residirá sempre na produção das mesmas.
Por isso é mais fácil encontrar estas novas soluções em pequenos construtores, que em grandes grupos automóveis.

No caso da Dacia, e mesmo pegando nos processos usados pela marca mãe, Renault, existem outras formas de se poupar. Se os designers tivessem considerado durante a projectação do carro com certos pormenores, conseguiriam reduções importantes de custos na produção do carro.
Soluções de desenho de certas partes, que sejam desenhadas recorrendo a um eixo de simetria, poderiam facilmente dispensar a duplicação de moldes, já que as mesmas poderiam ser aplicadas tanto do lado direito como esquerdo. Até acho que a Dacia usou esta técnica no desenho dos retrovisores.
Poderiam-na ter aplicado em maior escala, como párachoques, portas, grupos ópticos. Se o objectivo era low-cost, este seria um dos caminhos mais válidos a seguir, sem prejudicar os "comos" na linha de produção.

Poderiam levar mais tempo a congelar a fase de design, de modo a conseguir uma proposta estética válida, mas resultaria numa poupança considerável de custos na linha de produção, e talvez não fosse necessário sacrificar aspectos fundamentais dos automóveis actuais como segurança e integridade geral do veículo.

Há tanto por onde pegar. Um problema tem múltiplas soluções, não tem necessariamente de se recorrer a materiais exóticos e coisas da era espacial...
 
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Renault reage às criticas da EuroNcap relativamente ao Duster

o comentário da EuroNcap
“The Duster performs well below the latest level of safety performance demonstrated by other new cars on the European market,” said a Euro NCAP statement. “It is disappointing that a mother company like Renault does not give safety the same priority in Dacia cars as it does in cars sold under its own brand.”

A resposta da Renault
In response, Renault said the score was “in keeping with the objectives of Dacia, which seeks to design and build vehicles that are acclaimed for their strength and reliability. Dacia Duster benefited from the Renault Group's know-how and boasts a solid level of passive safety performance”.

FIGHT!!!
 
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