Cunha à Autohoje

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Por acaso deixei-me de revistas há algum tempo. Ou não estipulo, pelo menos, que terei de comprar. Às vezes vou às bombas de gasolina ou ao supermercado e lá aproveito e trago.

Eu dou importância ao que se diz na imprensa automóvel e aos testes/reviews. É uma importância relativa, mas dou. Por exemplo, o Clio RS é tido como o melhor do segmento (mesmo que não seja para toda a gente, admitamos que sim) mas nunca o compraria. Não gosto o suficiente. Comprava outro qualquer, provavelmente um Abarth ou o Mito.

Mas, pegando no mesmo, se gosto do Abarth PEvo e do Mito, dou importância ao que dizem. Se as opiniões são favoráveis, fico satisfeito, se não são, não me agrada muito. Mas no fim o juiz sou eu, diga-se e escreva-se o que for, até porque gosto de coisas que são tidas como más. E não sou sequer piloto ou jornalista auto que testa muita coisa.

Dou importância ao que uma Evo, Fith Gear ou Top Gear dizem. Menos esta última, porque são mais um programa de entertenimento e porque baseiam muitas vezes uma percentagem generosa da opinião final em imagem e simbolo no capô.

Dou, obviamente, mas importância ao que essas dizem do que a 95% da imprensa nacional. Bem sei que esperar ter algo como a Evo cá é uma utopia e que se calhar nem mercado há. Mas não sei, eu seria concerteza um interessado.

A maior parte das revistas que tenho comigo têm muitos testes e comparativos extremamente aborrecidos, que nem para dormir leio. Com electrodomésticos muito desinteressantes. Mas tudo bem, a verdade é que estes também podem existir. Mas penso que o resto, os desportivos por exemplo, também passam muitas vezes demasiado despercebidos por entre as páginas. Quando, ao mesmo tempo, um Golf 1.6 TDi leva com carradas de texto e info.

É apenas a minha opinião. Sincera. Sem muito pensar e formar.
 
Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.

Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.

O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.

Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.

Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.

Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"

Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!

Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.

É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.

Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.


Tu tens razão e há aqui outras opiniões que têm razão também. Só a perdem por não escrever como falariam cara a cara, usado uma agressividade nas palavras completamente descabia e até triste.

Mas as pessoas que escreveram são conhecedores de automóveis.

O que acaba por ser estranho é que as revistas de automóveis em PT não são feitas para quem gosta de carros. São feitas a pensar em quem não gosta e não percebe.
Na minha opinião, que me considero um apreciador de carros, não gasto um tostão em revistas por isso mesmo, porque não encontro valor acrescentado em relação ao que encontro na internet de borla. É um problema que as revistas e jornais têm de enfrentar, principalmente publicações especificas que procuram nichos, mas aqui já seria outra discussão nova...

Não concordo com a ideia que as pessoas acham que a Skoda é lixo. Um stand de usados e um bom barómetro disso e hoje em dia o cliente já olha para o Skoda e considera a hipótese na compra. Isso tem mudado.
 
Como eles dizem, a diferença actual entre premium e não-premium não é abissal como uma década atrás. O intervalo entre as mesmas é bem menor, ao ponto dos não-premium serem alternativas mais que válidas aos premium, já os batendo em alguns aspectos, excepto, claro, a imagem.

Bem, isto tudo para dizer, criar interesse, mesmo que signifique sair da zona de "conforto"

Concordo com isto, embore também me cause náuseas o extremismo de algumas pessoas em relação às suas alternativas não-premium, que pretendem transmitir a ideia de que estes até já são incomparavalemente superiores aos chamados premium, e que quem compra estes últimos ou é burro ou é cagão e só comprou o carro para se armar frente ao vizinho, mesmo que para isso tenha de deixar de comprar comida para os filhos. :sh)

Tirando isso, concordo que o fosso entre uns e outros diminuiu bastante, mas é claro que continua a haver muitos e bons argumentos para comprar premiums, e o que faz com que um seja "melhor" ou "pior" que outro são muitas vezes os critérios pessoais de compra e não o simples somatório das suas qualidades e defeitos.

Tomemos como exemplo o que se passou comigo e com um tio meu, que no ano passado trocámos de carro quase ao mesmo tempo e gastámos sensivelmente o mesmo dinheiro:

Eu gosto e sempre gostei de BMWs e é meu objectivo um dia ter um. No entanto, com o orçamento que eu tinha, podia comprar um série 3 relativamente recente, mas este não cumpria com um dos principais critérios: espaço para malas e passageiros. Podia já comprar um série 5, mas em contrapartida estes não cumpriam o critério da idade e/ou kms. Resultado: comprei um não-premium, mas com espaço, relativamente recente e dentro do preço que eu estava na disposição de pagar.

O meu tio, pelo contrário, não precisava de espaço, tem os filhos criados, não tem netos, não precisa de andar a fazer mudanças (e se precisasse teria as carrinhas e furgões da empresa) e queria ter um carro cujo design lhe agradasse e que fosse de uma marca com fortes tradições na construção automóvel, pelo que acabou por comprar um BMW série 3.

Ora, será que ele ficou mal servido ou será que eu tenho direito de lhe chamar "vaidoso" porque comprou um carro por um preço com que poderia ter comprado outro maior e mais bem equipado mas com o qual não se ia sentir satisfeito?

Cada um ficou com os seus critérios pessoais preenchidos, e em última análise é isso que é importante! [;)]
 
Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.

Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.

O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.

Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.

Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.

Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"

Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!

Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.

É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.

Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.

depois de ler este post, tenho de me render[:D]
associei logo a alguns argumentos ideológicos/projectuais/conceptuais que andam aqui pela empresa onde trabalho, onde o foco de crescimento e sobrevivência da empresa passa obrigatoriamente pela internacionalização, onde é a única hipótese de conseguir fazer aquilo que sabemos que podemos fzer, cobrados a preços correctos, ao contrário da miserabilidade geral e a vários niveis que é o mercado nacional. No nosso caso, para crescermos, seja do ponto de vista do guito e até como profissionais, teremos mesmo de quase negligenciar o mercado nacional. Torna-se muito dificil prosperar...

Compreendo que o mundo da imprensa especializada nacional também "sofra".
Mas tem de haver uma solução para não ceder à mediocridade caracteristica do mercado.
Nós aqui no fórum somos claramente uma minoria, mas será que estamos assim tão afastados do universo editorial de publicações francesas, inglesas e alemãs?
Será que o mercado está assim tão limitado ao ponto de termos que baixar as calcinhas para satisfazer todos os caprichos ?
Tem de haver alternativas.
 
Por essa ordem de ideias então, por ex, um Mazda 6 nunca é comparável a um Passat? Ou um Octávia a um Jetta?

Não queiras comparar a imagem da Mazda com a da Skoda em Portugal. [;)]

Não sei se vou atear mais o fogo, mas quando se diz que a Superb não é comparável com a Passat, o mesmo posso dizer do comparativo efectuado entre a Passat 1.6 TDI com a C5 1.6 hdi já é comparável. E salvo erro meu, na AH....[8b][8b]

já quanto ao comparativo Subaru Outback e Audi A4 Allroad, o comparativo é perfeitamente Exequível, dado serem carros muito semelhantes, quer no aspecto, filosofia, motores, etc. Até acrescentava a Skoda Octavia Scout.

Mas há mentes brilhantes que só veêm para um lado....[8b][8b]

A Octavia não é do segmento da A4. Para isso tinha de haver uma Superb Scout que, dado o insucesso que tanto a Superb, como a Skoda Octavia Scout estão a ter, ia ser um grande flop.

Eu concordo, eu tambem deixei de ler as revistas, de comprar pelo menos.

Não me interessa certos comparativos, como o S VS 7, ou o até mesmo o Ferrari VS outro qualquer.

A verdade é que hoje em dia as revistas estão menos viradas para quem gosta de carros.

E mais para o publico geral e pessoas que querem comprar x carro e está na duvida.
Posso estar errado mas parece-me.

Mas não achas que quem gosta de carros prefere ler um teste a um super desportivo, em vez dos banais testes a segmentos A, B e C?!

Por acaso são esses os comparativos que mais me interessam. Muitas vezes não me dou ao trabalho de ler mas é os comparativos de carros de segmentos mais baixos.

Nunca entendi ao certo o mito que foi criado em Portugal junto do VW GOLF. Julgo mesmo que se trata de um caso único por essa Europa fora...

Diz que sim... :sh)


Já agora, como pode ser aquele comparativo duma A4 Allroad 2.0 TDI com a Subaru Outback, se a Audi tem uma ponteira de cada lado?


Quanto a mim, gostava de ver um comparativo dos mais vendidos do segmento E com os outsiders do mesmo.

Do tipo:

Volvo S80 vs XF vs GS vs S5 vs Classe E vs A6 (quando este chegar).

Para equilibrar, o S80 teria de sair, para equilibrar em termos de potência de motor, mas seria um comparativo que gostava de ler! [:cool:]
 
Bem pena tenho eu de essa dita revista ter saído do mercado... :(

Nunca mais pude ler acerca da função dos diferenciais activos, o que é "under" ou "oversteer" ou mesmo "torquesteer", fico sem saber o porquê da utilização de duplos triângulos sobrepostos nas suspensões, o porquê do pivot descentrado; o porquê de já haver quem retorne às direcções hidráulicas (consumo marginal das eléctricas), etc etc...
Tambem adorova saber o porque dessas coisas mais tecnicas das suspensões e isso.
Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.

Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.

O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.

Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.

Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.

Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"

Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!

Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.

É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.

Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.
Mas como o JGTB diz e bem, se eles lá fossem por esse tipo de informação, a revista deixava de vender.

Bem como o facto de certos comparativos e artigos.O objectivo é manter a revista viva, de outra forma, acabava.

Isto faz-me lembrar o que fala aqui de certos carros, muito se critica o uso de pequenos motore diesel em certos carros, que não é nobre e isto e aquilo.

Mas se por exemplo o C5 não tivesse o 1.6 Hdi quantos tinha vendido?

O objectivo de tudo hoje em dia é: Dar dinheiro aos donos, accionistas etc das empresas...
 
Boas

Sendo eu, um apreciador do mundo automóvel, e um comprador de todos os fins-de-semana de uma revista auto, desde á muitos anos (desde o inicio da década de 90), tenho vindo a assistir a um definhar da imprensa auto semanal.

O AH então é de uma parcialidade gritante para certos grupos automóveis.
Tudo bem que são esses mesmos grupos que lhes pagam as contas todos os meses, mas o ciclo vicioso cada vez é maior!!!

Tudo gira á volta do grupo Siva, com as suas duas marcas mais representativas, Bmw/Mini, Mercedes..., podia acrescentar a Renault e a Citro, mas com menor relevância.

É de rebolar para o chão, com as justificações ( ou o que se queira chamar...) dos funcionários do AH que acima, tentaram rebater de uma maneira totalmente autoritária, certas perguntas pertinentes de users do AHO.

É mortal, a prepotência com que se afirma que uma A4 Allroad nada tem a ver com uma subaru Awd (em Portugal).
 
outra coisa que o pessoal não vê é que, se a Superb não vende, bem como outros modelos, vão por comparativos com modelos que não vendem?
 
Boas

Sendo eu, um apreciador do mundo automóvel, e um comprador de todos os fins-de-semana de uma revista auto, desde á muitos anos (desde o inicio da década de 90), tenho vindo a assistir a um definhar da imprensa auto semanal.

O AH então é de uma parcialidade gritante para certos grupos automóveis.
Tudo bem que são esses mesmos grupos que lhes pagam as contas todos os meses, mas o ciclo vicioso cada vez é maior!!!

Tudo gira á volta do grupo Siva, com as suas duas marcas mais representativas, Bmw/Mini, Mercedes..., podia acrescentar a Renault e a Citro, mas com menor relevância.

É de rebolar para o chão, com as justificações ( ou o que se queira chamar...) dos funcionários do AH que acima, tentaram rebater de uma maneira totalmente autoritária, certas perguntas pertinentes de users do AHO.

É mortal, a prepotência com que se afirma que uma A4 Allroad nada tem a ver com uma subaru Awd (em Portugal).
:confused::confused:
 
Boas

Sendo eu, um apreciador do mundo automóvel, e um comprador de todos os fins-de-semana de uma revista auto, desde á muitos anos (desde o inicio da década de 90), tenho vindo a assistir a um definhar da imprensa auto semanal.

O AH então é de uma parcialidade gritante para certos grupos automóveis.
Tudo bem que são esses mesmos grupos que lhes pagam as contas todos os meses, mas o ciclo vicioso cada vez é maior!!!

Tudo gira á volta do grupo Siva, com as suas duas marcas mais representativas, Bmw/Mini, Mercedes..., podia acrescentar a Renault e a Citro, mas com menor relevância.

É de rebolar para o chão, com as justificações ( ou o que se queira chamar...) dos funcionários do AH que acima, tentaram rebater de uma maneira totalmente autoritária, certas perguntas pertinentes de users do AHO.

É mortal, a prepotência com que se afirma que uma A4 Allroad nada tem a ver com uma subaru Awd (em Portugal).
Quando os argumentos acabam, criticam-se as pessoas. O normal.
 
Tu tens razão e há aqui outras opiniões que têm razão também. Só a perdem por não escrever como falariam cara a cara, usado uma agressividade nas palavras completamente descabia e até triste.

Mas as pessoas que escreveram são conhecedores de automóveis.

O que acaba por ser estranho é que as revistas de automóveis em PT não são feitas para quem gosta de carros. São feitas a pensar em quem não gosta e não percebe.
Na minha opinião, que me considero um apreciador de carros, não gasto um tostão em revistas por isso mesmo, porque não encontro valor acrescentado em relação ao que encontro na internet de borla. É um problema que as revistas e jornais têm de enfrentar, principalmente publicações especificas que procuram nichos, mas aqui já seria outra discussão nova...

Não concordo com a ideia que as pessoas acham que a Skoda é lixo. Um stand de usados e um bom barómetro disso e hoje em dia o cliente já olha para o Skoda e considera a hipótese na compra. Isso tem mudado.

As revistas são feitas para quem gosta, mas os compradores menos entendidos representam a maior fatia.

Como disse atrás, somos um país muito pequeno e, consequentemente, há poucos apaixonados por automóveis. Ainda por cima, cada vez mais as pessoas cortam nestes bem supérfluos.

Uma revista que se vire apenas para os apaixonados não sobrevive. É triste? Sim, é. Mas é realidade do mercado e temos de nos adaptar.

É provável que até saibas, mas todos os dias têm fechado revistas das mais variadas áreas, principalmente de nicho.

Mas, se prestarem atenção, continua a haver ensaios para apaixonados. É preciso é que os importadores tenham os carros, o que é cada vez mais invulgar.
 
outra coisa que o pessoal não vê é que, se a Superb não vende, bem como outros modelos, vão por comparativos com modelos que não vendem?

Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?

É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.

De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).
 
As revistas são feitas para quem gosta, mas os compradores menos entendidos representam a maior fatia.

Como disse atrás, somos um país muito pequeno e, consequentemente, há poucos apaixonados por automóveis. Ainda por cima, cada vez mais as pessoas cortam nestes bem supérfluos.

Uma revista que se vire apenas para os apaixonados não sobrevive. É triste? Sim, é. Mas é realidade do mercado e temos de nos adaptar.

É provável que até saibas, mas todos os dias têm fechado revistas das mais variadas áreas, principalmente de nicho.

Mas, se prestarem atenção, continua a haver ensaios para apaixonados. É preciso é que os importadores tenham os carros, o que é cada vez mais invulgar.
Ainda agora fechou a PC Guia e uma outra ou lá o que foi.

De resto concordo, as pessoas cortam nos carros e nas revistas, se a revista for ainda mais de nicho, qualquer dia nem revistas para apaixonados nem para nada.:(
 
Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?

É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.

De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).


Como já foi aqui referido, a Super Motores foi um bom paradigma disso mesmo.
 
Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?

É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.

De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).

A publicidade é que sustenta as revistas e os jornais, excepto os desportivos, onde as vendas cobrem tudo.

Como as marcas apostam pouco na publicidade, tem havido montes de publicações a encerrar, nas mais diversas áreas.

Quanto a revistas de nicho, há houve alguns... que fecharam. A Motorpress já teve uma, inclusive.
 
Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?

É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.

De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).
Isso pode ser outra coisa, mas muitas vezes tambem não se informam, nem querem[;)].
É como te digo, quem compra um A6 não quer saber se tem o Skoda com o mesmo espaço a metade do preço, ou quem compra um Serie 3 não quer saber se o carro tem espaço..

Pelo menos em muitooos casos.
 
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