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Refiro-me à mais antiga Super Motores. []
A Auto Magazine acabou por razões financeiras.
Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.
Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.
O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.
Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.
Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.
Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"
Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!
Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.
É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.
Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.
Como eles dizem, a diferença actual entre premium e não-premium não é abissal como uma década atrás. O intervalo entre as mesmas é bem menor, ao ponto dos não-premium serem alternativas mais que válidas aos premium, já os batendo em alguns aspectos, excepto, claro, a imagem.
Bem, isto tudo para dizer, criar interesse, mesmo que signifique sair da zona de "conforto"
Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.
Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.
O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.
Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.
Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.
Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"
Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!
Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.
É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.
Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.
Por essa ordem de ideias então, por ex, um Mazda 6 nunca é comparável a um Passat? Ou um Octávia a um Jetta?
Não sei se vou atear mais o fogo, mas quando se diz que a Superb não é comparável com a Passat, o mesmo posso dizer do comparativo efectuado entre a Passat 1.6 TDI com a C5 1.6 hdi já é comparável. E salvo erro meu, na AH....[8b][8b]
já quanto ao comparativo Subaru Outback e Audi A4 Allroad, o comparativo é perfeitamente Exequível, dado serem carros muito semelhantes, quer no aspecto, filosofia, motores, etc. Até acrescentava a Skoda Octavia Scout.
Mas há mentes brilhantes que só veêm para um lado....[8b][8b]
Eu concordo, eu tambem deixei de ler as revistas, de comprar pelo menos.
Não me interessa certos comparativos, como o S VS 7, ou o até mesmo o Ferrari VS outro qualquer.
A verdade é que hoje em dia as revistas estão menos viradas para quem gosta de carros.
E mais para o publico geral e pessoas que querem comprar x carro e está na duvida.
Posso estar errado mas parece-me.
Nunca entendi ao certo o mito que foi criado em Portugal junto do VW GOLF. Julgo mesmo que se trata de um caso único por essa Europa fora...
Tambem adorova saber o porque dessas coisas mais tecnicas das suspensões e isso.Bem pena tenho eu de essa dita revista ter saído do mercado...
Nunca mais pude ler acerca da função dos diferenciais activos, o que é "under" ou "oversteer" ou mesmo "torquesteer", fico sem saber o porquê da utilização de duplos triângulos sobrepostos nas suspensões, o porquê do pivot descentrado; o porquê de já haver quem retorne às direcções hidráulicas (consumo marginal das eléctricas), etc etc...
Mas como o JGTB diz e bem, se eles lá fossem por esse tipo de informação, a revista deixava de vender.Esquecendo os fanáticos, há aqui opiniões bastante válidas e, concorde ou discorde, tenho de as respeitar.
Por isso mesmo, não digo que não entendo o que vocês querem chegar.
O que vocês também têm de perceber é que não podemos extrapolar o nosso mercado para aquilo que se passa no estrangeiro.
Somos um dos países mais pobres da Europa e, curiosamente, o que tem os carros mais caro. Ora, isto faz logo com que o nosso mercado seja mesmo muito especial.
Pelo preço que os carros têm, tornam-se um objectivo de imagem, de status, ostentação, ou aquilo que lhe queiram chamar. Cá, raramente se olha para o automóvel de uma forma racional.
Se começarmos a fazer muitos comparativos entre o Superb e o Passat, as pessoas não vão comprar a revista. Aquele leitor a quem a empresa dá um carro, vai pensar: " epá, estes gajos passaram-se! Que é isto de comparar um VW com um Skoda? Nem vou comprar esta revista!"
Voltando ao facto de sermos um país pequeno, lembrem-se que isto também se repercute no número de apaixonados por automóveis que o país tem. Mesmo que todos vocês comprassem revistas, acham que isso seria o suficiente para a revista ser viável? Claro que não!
Em Portugal, as revistas têm de ser viradas para o público mais comum, que é aquele que compra revistas. É esse público que quer ver o Passat a ser comparado com um Insignia e não com um Skoda, que considera ser lixo.
É a mesma história de se queixarem que as capas têm muitos carros alemães. Vocês sabem que o Autohoje estuda sempre as vendas em relação ao que vem na capa? Pois, é que quando há essas capas, a revista vende mais.
Como em qualquer negócio, uma empresa que queira ter sucesso tem que se adaptar ao mercado. Quer queiram quer não, o nosso mercado tem imensas especificidades.
Boas
Sendo eu, um apreciador do mundo automóvel, e um comprador de todos os fins-de-semana de uma revista auto, desde á muitos anos (desde o inicio da década de 90), tenho vindo a assistir a um definhar da imprensa auto semanal.
O AH então é de uma parcialidade gritante para certos grupos automóveis.
Tudo bem que são esses mesmos grupos que lhes pagam as contas todos os meses, mas o ciclo vicioso cada vez é maior!!!
Tudo gira á volta do grupo Siva, com as suas duas marcas mais representativas, Bmw/Mini, Mercedes..., podia acrescentar a Renault e a Citro, mas com menor relevância.
É de rebolar para o chão, com as justificações ( ou o que se queira chamar...) dos funcionários do AH que acima, tentaram rebater de uma maneira totalmente autoritária, certas perguntas pertinentes de users do AHO.
É mortal, a prepotência com que se afirma que uma A4 Allroad nada tem a ver com uma subaru Awd (em Portugal).
Quando os argumentos acabam, criticam-se as pessoas. O normal.Boas
Sendo eu, um apreciador do mundo automóvel, e um comprador de todos os fins-de-semana de uma revista auto, desde á muitos anos (desde o inicio da década de 90), tenho vindo a assistir a um definhar da imprensa auto semanal.
O AH então é de uma parcialidade gritante para certos grupos automóveis.
Tudo bem que são esses mesmos grupos que lhes pagam as contas todos os meses, mas o ciclo vicioso cada vez é maior!!!
Tudo gira á volta do grupo Siva, com as suas duas marcas mais representativas, Bmw/Mini, Mercedes..., podia acrescentar a Renault e a Citro, mas com menor relevância.
É de rebolar para o chão, com as justificações ( ou o que se queira chamar...) dos funcionários do AH que acima, tentaram rebater de uma maneira totalmente autoritária, certas perguntas pertinentes de users do AHO.
É mortal, a prepotência com que se afirma que uma A4 Allroad nada tem a ver com uma subaru Awd (em Portugal).
Tu tens razão e há aqui outras opiniões que têm razão também. Só a perdem por não escrever como falariam cara a cara, usado uma agressividade nas palavras completamente descabia e até triste.
Mas as pessoas que escreveram são conhecedores de automóveis.
O que acaba por ser estranho é que as revistas de automóveis em PT não são feitas para quem gosta de carros. São feitas a pensar em quem não gosta e não percebe.
Na minha opinião, que me considero um apreciador de carros, não gasto um tostão em revistas por isso mesmo, porque não encontro valor acrescentado em relação ao que encontro na internet de borla. É um problema que as revistas e jornais têm de enfrentar, principalmente publicações especificas que procuram nichos, mas aqui já seria outra discussão nova...
Não concordo com a ideia que as pessoas acham que a Skoda é lixo. Um stand de usados e um bom barómetro disso e hoje em dia o cliente já olha para o Skoda e considera a hipótese na compra. Isso tem mudado.
outra coisa que o pessoal não vê é que, se a Superb não vende, bem como outros modelos, vão por comparativos com modelos que não vendem?
Ainda agora fechou a PC Guia e uma outra ou lá o que foi.As revistas são feitas para quem gosta, mas os compradores menos entendidos representam a maior fatia.
Como disse atrás, somos um país muito pequeno e, consequentemente, há poucos apaixonados por automóveis. Ainda por cima, cada vez mais as pessoas cortam nestes bem supérfluos.
Uma revista que se vire apenas para os apaixonados não sobrevive. É triste? Sim, é. Mas é realidade do mercado e temos de nos adaptar.
É provável que até saibas, mas todos os dias têm fechado revistas das mais variadas áreas, principalmente de nicho.
Mas, se prestarem atenção, continua a haver ensaios para apaixonados. É preciso é que os importadores tenham os carros, o que é cada vez mais invulgar.
Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?
É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.
De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).
Ainda agora fechou a PC Guia e uma outra ou lá o que foi.
De resto concordo, as pessoas cortam nos carros e nas revistas, se a revista for ainda mais de nicho, qualquer dia nem revistas para apaixonados nem para nada.![]()
Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?
É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.
De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).
Isso pode ser outra coisa, mas muitas vezes tambem não se informam, nem querem[Mas agora coloca-se a questão. será que não vende porque as pessoas não estão informadas?
É um efeito bola de neve.
Não vende por isso as revistas não as colocam nas publicações e se estas não passam a informação, continuam mesmo sem vender.
Por outro lado também existe algo chamado publicidade e penso que é aqui que as marcas devem apostar também. A publicidade por cá é pobre e quase inexistente.
De qualquer forma, eu compreendo a posição das publicações.
Só gostaria de saber é se já foram lançadas publicações mais alternativas e que resultados obteram (?).
A PC Guia fechou portas?![]()