blindness2005
Membro participativo
Eu uso e abuso do motor para travar. Assim poupo pastilhas de travões e combustível.
Quando se trava com o motor o desgaste é mínimo. O que desgasta mais num motor é aceleração, em especial esticanços a rotações mais altas. As reduções fazem desgastar mais os órgãos da transmissão como a caixa de velocidades e a embraiagem principalmente. O que eu faço (sempre que possa) para evitar este desgaste é usar a técnica Heel and Toe ou em português: Ponta-Tacão. Esta técnica resume-se a dar uma aceleradela enquanto temos a embraiagem a fundo (na maioria das vezes o pé direito trava e acelera ao mesmo tempo enquanto a embraiagem está no fundo e se troca de mudança) para colocar o motor a uma rotação igual à que a mudança inferior vai atingir no momento que se vai levantar a embraiagem. Requer muita prática, mas é eficaz para o que se pretende aqui. Não esforça a transmissão nas reduções, o motor fica com potência para a saída de uma curva ou situação difícil e evita o destabilizar o carro no meio de uma curva (é perigoso o efeito de travar/afocinhar no meio de uma curva, pois é como se dessemos um toque no travão a meio desta podendo causar despiste). Deste modo, como podem ver no texto do link, o igualar das rotações do motor às que a mudança inferior vai assumir faz com que a embraiagem e restantes órgãos da transmissão não sofram com o esforço causado pela redução da mudança, ou seja, não sentem o típico afocinhar do carro quando largam o pedal da embraiagem (o afocinhar representa o esforço que a embraiagem sofre). Por favor, neste caso não confundir com condução desportiva, porque não é esse o objectivo aqui apresentado. Neste caso faz-se uso desta técnica numa condução normal/calma mais para evitar pura e simplesmente o desgaste do material.
Quando se trava com o motor o desgaste é mínimo. O que desgasta mais num motor é aceleração, em especial esticanços a rotações mais altas. As reduções fazem desgastar mais os órgãos da transmissão como a caixa de velocidades e a embraiagem principalmente. O que eu faço (sempre que possa) para evitar este desgaste é usar a técnica Heel and Toe ou em português: Ponta-Tacão. Esta técnica resume-se a dar uma aceleradela enquanto temos a embraiagem a fundo (na maioria das vezes o pé direito trava e acelera ao mesmo tempo enquanto a embraiagem está no fundo e se troca de mudança) para colocar o motor a uma rotação igual à que a mudança inferior vai atingir no momento que se vai levantar a embraiagem. Requer muita prática, mas é eficaz para o que se pretende aqui. Não esforça a transmissão nas reduções, o motor fica com potência para a saída de uma curva ou situação difícil e evita o destabilizar o carro no meio de uma curva (é perigoso o efeito de travar/afocinhar no meio de uma curva, pois é como se dessemos um toque no travão a meio desta podendo causar despiste). Deste modo, como podem ver no texto do link, o igualar das rotações do motor às que a mudança inferior vai assumir faz com que a embraiagem e restantes órgãos da transmissão não sofram com o esforço causado pela redução da mudança, ou seja, não sentem o típico afocinhar do carro quando largam o pedal da embraiagem (o afocinhar representa o esforço que a embraiagem sofre). Por favor, neste caso não confundir com condução desportiva, porque não é esse o objectivo aqui apresentado. Neste caso faz-se uso desta técnica numa condução normal/calma mais para evitar pura e simplesmente o desgaste do material.
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