Como travar?

Eu uso e abuso do motor para travar. Assim poupo pastilhas de travões e combustível.

Quando se trava com o motor o desgaste é mínimo. O que desgasta mais num motor é aceleração, em especial esticanços a rotações mais altas. As reduções fazem desgastar mais os órgãos da transmissão como a caixa de velocidades e a embraiagem principalmente. O que eu faço (sempre que possa) para evitar este desgaste é usar a técnica Heel and Toe ou em português: Ponta-Tacão. Esta técnica resume-se a dar uma aceleradela enquanto temos a embraiagem a fundo (na maioria das vezes o pé direito trava e acelera ao mesmo tempo enquanto a embraiagem está no fundo e se troca de mudança) para colocar o motor a uma rotação igual à que a mudança inferior vai atingir no momento que se vai levantar a embraiagem. Requer muita prática, mas é eficaz para o que se pretende aqui. Não esforça a transmissão nas reduções, o motor fica com potência para a saída de uma curva ou situação difícil e evita o destabilizar o carro no meio de uma curva (é perigoso o efeito de travar/afocinhar no meio de uma curva, pois é como se dessemos um toque no travão a meio desta podendo causar despiste). Deste modo, como podem ver no texto do link, o igualar das rotações do motor às que a mudança inferior vai assumir faz com que a embraiagem e restantes órgãos da transmissão não sofram com o esforço causado pela redução da mudança, ou seja, não sentem o típico afocinhar do carro quando largam o pedal da embraiagem (o afocinhar representa o esforço que a embraiagem sofre). Por favor, neste caso não confundir com condução desportiva, porque não é esse o objectivo aqui apresentado. Neste caso faz-se uso desta técnica numa condução normal/calma mais para evitar pura e simplesmente o desgaste do material.
 
Última edição:
O que eu faço (sempre que possa) para evitar este desgaste é usar a técnica Heel and Toe ou em português: Ponta-Tacão.

Eu já tentei fazer isso, quando vi um video dos japoneses a fazerem um test drive ao CRX, em que o individuo reduzia com o esquerdo na embreiagem, a ponta do direito no travão e o calcanhar no acelarador para nao perder rotaçao

http://www.youtube.com/watch?v=un_axGHMJ_g

A ver até parece facil [:D]

Outra coisa é como eles trocam a caixa, impressionante [kiss]
 
Como? :confused:
Não imagino como se pode aumentar a compressão de um motor sem ter de abri-lo.:rolleyes:

Basta saber que a taxa de compressão é uma caracteristica fisica do motor, para saber que isso n é possível, excepto em motores, e que eu saiba nunca saíu nenhum, taxa de compressão variavel.
Mas estudar um pouco é sempre chato.
 
Acho que o cúmulo seria p. ex. tirar o telemóvel do bolso e colocá-lo debaixo do banco do pendura por causa da distribuição de peso. [:D]

Depende um bocado do tamanho do teu telemovel!

BigNokiaCellPhone(1).jpg
 
Basta saber que a taxa de compressão é uma caracteristica fisica do motor, para saber que isso n é possível, excepto em motores, e que eu saiba nunca saíu nenhum, taxa de compressão variavel.
Mas estudar um pouco é sempre chato.

Em carros de estrada não conheço, mas em vaículos militares há inúmeros exemplos.

Assim podem levar diferentes tipos de combustível.
 
De taxa de compressão variavel?
Por favor explica, que não conhecia e gostava de conhecer.


Não sei em detalhe como funciona o sistema pois nunca vi nenhum, apenas ouvi algumas explicações sobre ele.
Segundo essas explicações, havia um parafuso sem fim, que fazia o bloco dos cilindros subir em relação ao eixo da cambota, alterando o tamanho da câmara de combustão.
A taxa de compressão é dada pela formula = (Vh + Vc) / Vc
Sendo que o Vh é a cilindrada e Vc é o volume da câmara de combustão, que é todo o volume ocupado pelos fluidos de combustão acima do pistão quanto este está no Ponto Morto Superior.
Ora alterando este valor através do método já descrito acima varia-se a taxa de compressão do motor, e assim é possível utilizar diferentes combustíveis (como diesel e gasolina) no mesmo motor.

Sei que a explicação não é brilhante mas agora também estou um bocado apertado de tempo, espero que dê para perceber.


Cumps.
 
Basta saber que a taxa de compressão é uma caracteristica fisica do motor, para saber que isso n é possível, excepto em motores, e que eu saiba nunca saíu nenhum, taxa de compressão variavel.
Mas estudar um pouco é sempre chato.
Não percebi bem se essa é para mim mas penso que não, compressão variável também nunca ouvi falar.

Obviamente que num motor a compressão à partida não aumenta, pela lógica da batata diminui a cada ciclo do motor por perda de eficácia na "vedação" das válvulas e segmentos fruto da fricção dos materiais e no desgaste da superficie do pistão e da camara de combustão embora este ultimo aspecto me pareça completamente negligenciável mas matemáticamente a cada volta e explosão no motor houve desgaste e consequentemente perda de compressão claro que isso não é mensurável Daí não compreender o que foi dito pelo user e ter feito o post anterior.
 
Imagina que estás num carro fraco parado no inicio de uma subida bastante íngreme, arrancas, passas para 2ª e a meio da subida começa-te a morrer, reduzes para 1ª ou vais em 2ª a morrer até ao fim da subida? [;)]

Todas as primeiras velocidades do parque automóvel novo actual são sincronizadas, ou seja, significa que as podes engrenar com o carro em andamento.
Mas não aconselho. Os sincronizadores vão à vida muito mais facilmente desta forma.
A primeira deve ser usada para arrancar ou na eminência de paragem.

No exemplo que deste e tendo eu um automóvel cuja primeira velocidade não é sincronizada, nessa situação, tiraria a segunda e colocaria a primeira, com o carro quase a estar estático.
Ou seja, no tempo que demorava a colocar de 2ª para 1ª, a velocidade do carro caia (pois é a subir) e aí teria o problema resolvido, sem ter até que fazer um ponto de embraiagem numa subida, coisa chata.:(


No meu caso até, existem muitas vezes onde tenho que travar para colocar a primeira, fazendo para momentâneamente o trânsito (coisa de 1seg.), mas é a vida. Ninguém morre por isso.[;)]
 
Não sei em detalhe como funciona o sistema pois nunca vi nenhum, apenas ouvi algumas explicações sobre ele.
Segundo essas explicações, havia um parafuso sem fim, que fazia o bloco dos cilindros subir em relação ao eixo da cambota, alterando o tamanho da câmara de combustão.
A taxa de compressão é dada pela formula = (Vh + Vc) / Vc
Sendo que o Vh é a cilindrada e Vc é o volume da câmara de combustão, que é todo o volume ocupado pelos fluidos de combustão acima do pistão quanto este está no Ponto Morto Superior.
Ora alterando este valor através do método já descrito acima varia-se a taxa de compressão do motor, e assim é possível utilizar diferentes combustíveis (como diesel e gasolina) no mesmo motor.

Sei que a explicação não é brilhante mas agora também estou um bocado apertado de tempo, espero que dê para perceber.


Cumps.

Nunca tinha ouvido falar disso!
O que eu conheço é o sistema que a Saab está a desenvolver há anos.
Recomendo o estudo do sistema.
 
Não percebi bem se essa é para mim mas penso que não, compressão variável também nunca ouvi falar.

Obviamente que num motor a compressão à partida não aumenta, pela lógica da batata diminui a cada ciclo do motor por perda de eficácia na "vedação" das válvulas e segmentos fruto da fricção dos materiais e no desgaste da superficie do pistão e da camara de combustão embora este ultimo aspecto me pareça completamente negligenciável mas matemáticamente a cada volta e explosão no motor houve desgaste e consequentemente perda de compressão claro que isso não é mensurável Daí não compreender o que foi dito pelo user e ter feito o post anterior.

O que o user disse não tem lógica, mas a taca de compressão variável existe, e funciona, pelo menos em teoria.[:D]
A Saab, Nissan e Renault já andam há uns anos a desenvolver isso, mas até hoje.:(

Aqui fica uma demonstração da Prodrive e do seu sistema.
YouTube - Prodrive Variable Compression Ratio Engine

Reparem que no ponto morto superior cosneguem ver pelo menos duas medidas distintas da viagem do êmbolo.
A forma como o fizeram é alterando a posição da biela na cambota.

Existe outra forma (que não sei se não passa de papel) que é alterando a altura da cabeça do motor. Esta pode viajar para cima e para baixo dependendo da taxa de comrpessão que queremos.
 
No meu caso até, existem muitas vezes onde tenho que travar para colocar a primeira, fazendo para momentâneamente o trânsito (coisa de 1seg.), mas é a vida. Ninguém morre por isso.[;)]
Exacto, não é por aí que vem o mal ao mundo.
Acho que nunca conduzi um carro que "gostasse" de reduções para primeira em andamento, mas se usares o método da dupla embreagem não ajuda?
Digo isto porque no meu caso já com 153 mil kms e embreagem de origem que está a pegar muito "em cima" noto nos dias mais frios um ligeiro arranhar na troca de primeira para segunda, uma pessoa que ligue pouco a carros nem nota mas ainda assim sinto essa dificuldade, penso que a embreagem tá a causar ou a amplificar esta dificuldade. Tenho então optado por fazer esta troca de relações com dupla embreagem e ela entra lindamente. Será que no teu caso não constituia uma ajuda? Pelo menos em certos casos onde é realmente chato ter de parar o carro para colocar primeira.[;)]
 
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O que o user disse não tem lógica, mas a taca de compressão variável existe, e funciona, pelo menos em teoria.[:D]
A Saab, Nissan e Renault já andam há uns anos a desenvolver isso, mas até hoje.:(

Aqui fica uma demonstração da Prodrive e do seu sistema.
YouTube - Prodrive Variable Compression Ratio Engine

Reparem que no ponto morto superior cosneguem ver pelo menos duas medidas distintas da viagem do êmbolo.
A forma como o fizeram é alterando a posição da biela na cambota.

Existe outra forma (que não sei se não passa de papel) que é alterando a altura da cabeça do motor. Esta pode viajar para cima e para baixo dependendo da taxa de comrpessão que queremos.
Muito interessante, irei pesquisar esse assunto![;)]
 
Exacto, não é por aí que vem o mal ao mundo.
Acho que nunca conduzi um carro que "gostasse" de reduções para primeira em andamento, mas se usares o método da dupla embreagem não ajuda?
Digo isto porque no meu caso já com 153 mil kms e embreagem de origem que está a pegar muito "em cima" noto nos dias mais frios um ligeiro arranhar na troca de primeira para segunda, uma pessoa que ligue pouco a carros nem nota mas ainda assim sinto essa dificuldade, penso que a embreagem tá a causar ou a amplificar esta dificuldade. Tenho então optado por fazer esta troca de relações com dupla embreagem e ela entra lindamente. Será que no teu caso não constituia uma ajuda? Pelo menos em certos casos onde é realmente chato ter de parar o carro para colocar primeira.[;)]

Sim a dupla embraiagem ajuda bastante, seja em que relação for.
A caixa do K10 é fraquita e todas neste momento arranham um bocado.
Se fizer dupla embraiagem entram melhor, mas dá uma trabalhão.[:D]

De qualquer forma, a dupla embraiagem não me safa na primeira velocidade!
Tenho que parar quase o carro. Não tem sincronizadores.
A do teu já terá de certeza.[;)]
 
Sim a dupla embraiagem ajuda bastante, seja em que relação for.
A caixa do K10 é fraquita e todas neste momento arranham um bocado.
Se fizer dupla embraiagem entram melhor, mas dá uma trabalhão.[:D]

De qualquer forma, a dupla embraiagem não me safa na primeira velocidade!
Tenho que parar quase o carro. Não tem sincronizadores.
A do teu já terá de certeza.[;)]
Sim tem sincronizadores, só tenho que estar com o carro mesmo parado para colocar a marcha-atrás. Mas parece que é feitio dos japoneses uma vez que outros nipónicos como os Civic é a mesma coisa.

No meu caso só preciso fazer de 1ª para 2ª, se for o contrário nem é preciso. De qualquer forma já estou a treinar para a caixa do Carocha que deve estar uma bela trampa, vou ficar com musculo na perna esquerda maior que o da direita certamente.[:)]
 
Sim tem sincronizadores, só tenho que estar com o carro mesmo parado para colocar a marcha-atrás. Mas parece que é feitio dos japoneses uma vez que outros nipónicos como os Civic é a mesma coisa.

No meu caso só preciso fazer de 1ª para 2ª, se for o contrário nem é preciso. De qualquer forma já estou a treinar para a caixa do Carocha que deve estar uma bela trampa, vou ficar com musculo na perna esquerda maior que o da direita certamente.[:)]

[:D][:D]
O carocha é que não tem mesmo sincronizador de primeira (quase 100% de certeza).
Eu acho que isso da marcha atrás é comum a todos os carros!
Aliás, a marcha atrás não tem sincronizador e o carreto é de dentes direitos, pelo que nunca poderá entrar em movimento!
 
[:D][:D]
O carocha é que não tem mesmo sincronizador de primeira (quase 100% de certeza).
Eu acho que isso da marcha atrás é comum a todos os carros!
Aliás, a marcha atrás não tem sincronizador e o carreto é de dentes direitos, pelo que nunca poderá entrar em movimento!
Já conduzi alguns carros que são bastante tolerantes nesse aspecto, é possivel por MA sem dificuldade.

E ainda bem que a MA não entra em movimento (mesmo parado é dificil) é que já não foi uma nem duas vezes que pensava que estava a colocar uma 6ª. É grande susto devido ao GHHRRRR, até doi a alma quando acontece.[s)]
 
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