Combustíveis "premium" compensam?

Queremos um teste aos combustíveis !!!

Queremos um teste aos combustíveis !!!

De vez em quando surge a questão da comparação das diversas marcas de combustíveis, relativamente a diferenças de consumos, performance e até ruído do motor.

Agora com a massificação dos chamados combustíveis "low cost" esta questão é cada vez mais pertinente. Sendo uma questão tão importante para a maioria dos consumidores, é muito estranho que nem a DECO nem as revistas da especialidade façam um teste objectivo aos diversos combustíveis.

Está na altura de exigirmos um teste aos combustíveis!

Caríssimos editores das revistas da especialidade (AH incluída): sejam corajosos e façam-nos a vontade [;)]
 
Não fazem porque podem depois ter problemas com as marcas (BP, Galp, Repsol etc).

No fundo é muito fácil de fazer esse teste.

Aliás o ideal era um Mega teste.

Do tipo pegavam nos modelos mais vendidos a gasóleo e a gasolina.

Depois arranjavam uns 4 de cada modelos e faziam por exemplo Porto-Algarve sempre uns atrás dos outros mas com alguma distância para não haver cone.

Cada um destes modelos teria de ser totalmente esvaziado e enchido até acima mesmo. Um levaria Galp, outro BP, outro Repsol e outro Low-Cost.

Depois faziam isto com vários carros.

Podiam também fazer cidade, todos com a mesma condução e atrás uns dos outros. O ideal era fazerem muitos km para se poder tirar conclusões.

Enfim seria muito caro fazer um comparativo destes, até porque cada carro reage com cada combustível de maneira diferente.
 
Não fazem porque podem depois ter problemas com as marcas (BP, Galp, Repsol etc).

No fundo é muito fácil de fazer esse teste.

Aliás o ideal era um Mega teste.

Do tipo pegavam nos modelos mais vendidos a gasóleo e a gasolina.

Depois arranjavam uns 4 de cada modelos e faziam por exemplo Porto-Algarve sempre uns atrás dos outros mas com alguma distância para não haver cone.

Cada um destes modelos teria de ser totalmente esvaziado e enchido até acima mesmo. Um levaria Galp, outro BP, outro Repsol e outro Low-Cost.

Depois faziam isto com vários carros.

Podiam também fazer cidade, todos com a mesma condução e atrás uns dos outros. O ideal era fazerem muitos km para se poder tirar conclusões.

Enfim seria muito caro fazer um comparativo destes, até porque cada carro reage com cada combustível de maneira diferente.


Nada.

Pedem a colaboração das marcas, quer de combustiveis quer de automoveis, umas disponibilizam a gasosa, e as outras os modelos mais comuns nas estradas nacionais, nos diversos tipos de combustiveis usados, fazem percursos similares com combustiveis de marcas diferentes.

Quem não alinhar é m@ricas, e é porque tem medo do confronto directo para avaliar se o que declaram de fábrica corresponde à verdade.
 
E o bom mesmo era que esses testes fossem testes supresa. Não era avisar as marcas (galps, bps, jumbos, continentes etc) que a tal dia e a tal bomba vão lá fazer os testes, pois assim não adianta muito.
 
De vez em quando surge a questão da comparação das diversas marcas de combustíveis, relativamente a diferenças de consumos, performance e até ruído do motor.

Agora com a massificação dos chamados combustíveis "low cost" esta questão é cada vez mais pertinente. Sendo uma questão tão importante para a maioria dos consumidores, é muito estranho que nem a DECO nem as revistas da especialidade façam um teste objectivo aos diversos combustíveis.

Está na altura de exigirmos um teste aos combustíveis!

Caríssimos editores das revistas da especialidade (AH incluída): sejam corajosos e façam-nos a vontade [;)]


A ideia é boa e muito interessante.

O grande problema será o método de comparação entre os vários combustíveis. Tal será mais complicado.
 
É uma boa ideia realmente.

O que se pretende é testar o combustivel, por isso em primeiro análises cientificas para apurar o que lá está efectivamente, aditivos ou detergentes, biodiesel misturado, etc.

Depois pegar em carros, da mesma marca, modelo, cc, cv's, ou seja o mais iguais possiveis, atestar e andar.
O melhor seria o mesmo carro, mas é complicado apanhar as mesmas condições varias vezes.
 
É uma boa ideia realmente.

O que se pretende é testar o combustivel, por isso em primeiro análises cientificas para apurar o que lá está efectivamente, aditivos ou detergentes, biodiesel misturado, etc.

Depois pegar em carros, da mesma marca, modelo, cc, cv's, ou seja o mais iguais possiveis, atestar e andar.
O melhor seria o mesmo carro, mas é complicado apanhar as mesmas condições varias vezes.

nem mais...qq univ de química tem td para fazer isso a baixo custo, então se aparecer na tv até fazem de borla

em relação a fazerem testes de estrada tb está mal...motor numa banca e medir rigorosamente o comportamento do mm!
 
nem mais...qq univ de química tem td para fazer isso a baixo custo, então se aparecer na tv até fazem de borla

em relação a fazerem testes de estrada tb está mal...motor numa banca e medir rigorosamente o comportamento do mm!

Com o motor numa banca não seria mal pensado,mas creio que teria sempre que haver a análise in loco, ou seja, o que o consumidor vai ter no seu carro e no seu dia-a-dia.
Ao fim ao cabo as marcas de combustivel ja anunciam beneficios e limpeza, para além dos testes em laboratorio e em condições ideias que muito dificilmente o comum dos mortais terá, seria necessário o teste de estrada.[;)]
 
mythbusters.jpg
 
Seria um teste realmente muito interessante! Vendia revistas de certeza!
Seria também um teste às editoras se se regem pelo direito à informação e verdade...ou se outros interesses se sobrepõem.[;)]
 
O que iria acontecer às gasolineiras de marca quando se descobrisse que as gasolineiras low cost têm qualidade semelhante e conseguem esses preços porque cortam nos custos (não têm um supermercado/café aberto nem têm ninguém a atender a partir de meia noite ou 1 da manhã)?
 
O que iria acontecer às gasolineiras de marca quando se descobrisse que as gasolineiras low cost têm qualidade semelhante e conseguem esses preços porque cortam nos custos (não têm um supermercado/café aberto nem têm ninguém a atender a partir de meia noite ou 1 da manhã)?

Faziam o mesmo.


O Fifth Gear fez um teste do mesmo género, mas era para comparar gasolina de várias octanas em vários motores diferentes.

Fazer um teste exaustivo de comportamento, consumo, potência e desgaste era extremamente complicado, senão impossivel.
 
De vez em quando surge a questão da comparação das diversas marcas de combustíveis, relativamente a diferenças de consumos, performance e até ruído do motor.

Agora com a massificação dos chamados combustíveis "low cost" esta questão é cada vez mais pertinente. Sendo uma questão tão importante para a maioria dos consumidores, é muito estranho que nem a DECO nem as revistas da especialidade façam um teste objectivo aos diversos combustíveis.
Mas onde é que temos combustíveis "low cost"? O que temos é "ridiculously high cost" e "unbelievably high cost".
 
Penso que bastariam umas boas análises ás percentagens deste ou daquele produto nos combustíveis, e daí definir o mais rico para a combustão/explosão.

Teríamos, na minha opinião, várias surpresas.

Por outro lado devia haver também maior rigor nas contagens, é que parece-me que apesar do alegado rigor no controlo, há graves falhas.

Á dias enchi um pequeno bidom de 32,5 Ltr no Jumbo em Aveiro, e foram contabilizados 32,7 Ltr.

No entanto na Galp, o mesmo pequeno bidom já levou 35 Ltr!!! É gravíssimo!

Antes de ontem vieram cá a casa atestar o bidom da caldeira, o bidom tem uma escala na lateral que vai de 0 a 1000 Ltr, ainda tinha um pouco de gasóleo no fundo, no entanto a máquina contabilizou os 1000 Ltr, mas só encheu até aos 980 e tal.
 
Já vi testes em publicações estrangeiras relativo aos tipos de combustivel.

Mas também era para perceber se existiam vantagens na utilização de gasolina de 100 octanas.

Usaram um Golf V GTI como cobaia e testaram praticamente todas as gasolinas no mercado (neste caso, UK).

Convém sempre usar o mesmo carro, e fazer o mesmo percurso, só mudando o tipo de combustivel.

No caso que vocês sugerem, um carro a gasolina e outro a diesel. Não seriam precisos mais automóveis.
 
Penso que bastariam umas boas análises ás percentagens deste ou daquele produto nos combustíveis, e daí definir o mais rico para a combustão/explosão.

Teríamos, na minha opinião, várias surpresas.

Por outro lado devia haver também maior rigor nas contagens, é que parece-me que apesar do alegado rigor no controlo, há graves falhas.

Á dias enchi um pequeno bidom de 32,5 Ltr no Jumbo em Aveiro, e foram contabilizados 32,7 Ltr.

No entanto na Galp, o mesmo pequeno bidom já levou 35 Ltr!!! É gravíssimo!

Antes de ontem vieram cá a casa atestar o bidom da caldeira, o bidom tem uma escala na lateral que vai de 0 a 1000 Ltr, ainda tinha um pouco de gasóleo no fundo, no entanto a máquina contabilizou os 1000 Ltr, mas só encheu até aos 980 e tal.

Livro de reclamação. apr:)
 
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