Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Caro jornalista, pela informação que coloca aqui, percebo que pouco sabe sobre esta área. Aconselho-o a estudar o tema antes de colocar notícias alarmistas. É verdade que a nicotina em estado puro é um veneno, mas toda a nicotina vendida para cigarros eletrónicos em lojas em Portugal, tem apenas uma concentração que varia de 0 a 3% e muitas garrafas já têm sistema de proteção para crianças. A concentração típica ronda 1,6% de nicotina. Inúmeros produtos de cozinha apresentam níveis de toxicidade superior a estes líquidos. A revista Forbes, considerou que o cigarro eletrónico como umas das 10 invenções do seculo que mais vidas pode salvar na próxima década. É preciso regulação seguramente, mas noticias como esta nada ajudam o leitor a uma correta informação sobre o tema. Eu fui fumador durante vinte anos, nos últimos anos tomava antibióticos e cortisona, de 3 em 3 meses por causa rinite alérgica provocada ou acentuada pelo tabaco que fumava, um maço por dia. Desde que comecei com o cigarro eletrónico NUNCA mas precisei de tomar medicação. A minha pressão arterial baixou 1 ponto tanto na máxima (12,5 para 11,5) como na mínima (8,5-7,5). Respiro normalmente e tenho uma resistência ao cansaço muitíssimo superior. Seguramente este mercado necessita de regulação para tornar esta alternativa ao tabaco tão segura quanto possível, mas também de uma correta informação por parte da comunicação social.
Atenciosamente
Pedro Carvalho
(Doutorado em Ciências, Física de materiais)
Ler mais: http://visao.sapo.pt/nicotina-liqui...nicos-um-veneno-em-casa=f774353#ixzz2yOi6jtbr
Olá, pessoal.
Ontem à tarde adquiri um destes cigarros, bem como uma garrafinha de 10ml. Sabor a tabaco com nicotina a 12mg.
Estou a habituar-me a isto e gostava de saber realmente se existem sítios onde o líquido seja muito mais barato que nas lojas físicas, ou se não há grande diferença. Ebay, sites portugueses ou estrangeiros, sei lá.
A loja onde fui vende a garrafinha de 10ml deste (marca Liqua sabor tradicional) a cerca de 5 euros cada.
Já agora aproveito para perguntar se 12mg é uma boa opção para quem, como eu, fuma um maço por dia. Na loja disseram-me que o atomizador cheio até à marca de 1,6ml era o equivalente a um maço, mas noto que devo vaporizar dois cheios por dia.
Abraço a todos!
Não sou fumador "invertebrado",fumo um cigarro ou cigarrilha de vez em quando.
Comprei o "V2",aquele que se parece mais com um cigarro convencional,não do tipo caneta,e nem o "menta" que vinha com o cigarro,nem o "chá de menta" que comprei em recargas me convenceu.Não gostei do sabor.
Saludos
Eu compor em Espanha a um agente DEKANG que me faz 3€ cada frasco de 10 ml, o pior são os portes que custam 6€ por encomenda, mas demora 24 horas a ser entregue
Boa tarde...
O que dizem desta marca e equipamento? (Biorette).
Existem lojas fisicas para experimentar os diversos liquidos, e em termos de equipamento parece ter um valor razoável, o que vos parece?



Os cigarros electrónicos não devem ser vendidos a menores, nem utilizados em espaços fechados, defende a Organização Mundial de Saúde (OMS). Estas e outras recomendações constam de um relatório da OMS, que alerta para alguns riscos e incertezas relacionados com os cigarros electrónicos, cujo uso está a aumentar em todo o mundo.O relatório refere que o aerossol produzido pelo cigarro electrónico, e que o utilizador inala, “não é apenas ‘vapor de água’ como é muitas vezes referido na publicidade a estes produtos”. Há também nicotina – nos modelos que a integram – e outros produtos possivelmente tóxicos, cujos efeitos a longo prazo não são bem conhecidos.
O cigarro electrónico é, por vezes, apontado como um instrumento eficaz para reduzir a dependência dos fumadores, auxiliando-os a deixar o vício e reduzindo os riscos associados ao tabaco. Mas a OMS diz que, sem uma regulamentação adequada, pode também ter um efeito reverso: o de estimular o uso do tabaco em não-fumadores que se sintam atraídos pelo cigarro electrónico, especialmente jovens.
Daí que o relatório sugira a proibição da sua venda a menores. Também recomenda restrições ou regras à sua publicidade, de modo a não o tornar apelativo para menores ou não-fumadores. A OMS propõe, inclusive, que os aparelhos não tenham o formato de produtos de tabaco, que não esteja associado a marcas, cores ou símbolos que possam ser associados ao tabaco e que até o termo “cigarro electrónico” ou “e-cigarette” não seja utilizado.
O relatório da OMS será discutido na próxima conferência da Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco, que decorre em Moscovo, de 13 a 18 de Outubro. As suas recomendações, diz o texto, “não são exaustivas” e devem ser adaptadas às circunstâncias de cada país, especialmente ao nível de regulamentação já existente.
