caixas automáticas ? vantagens e diferenças

As CVT técnicamente falando são as melhores de todas, só que depois para agradar ao cliente burro metem se a simular relações de caixa fixas [8b]
 
Por aqui tenho num Lexus, não morro de amores, mas também não odeio, fica no meio termo [;)]

Eu também tenho no C-HR e acho que se adequa perfeitamente ao carro, gosto! Até gosto mais do que sentir as mudanças no Mini que também tem caixa automática. O que gosto na caixa do Mini é numa condução mais empenhada por em modo sequencial e meter e reduzir mudanças sem ter pedal de embraiagem.
Eu sou fã das caixas auto mas confesso que tenho muito medo da fiabilidade (na e-CVT nem por isso) e das despesas que possa dar em caso de avaria.
 
Sim, existem modelos que nem tem opção com caixa manual, V90 e S90 por exemplo.

Ainda há (cá em Portugal não verifiquei) , mas só no D3 e D4.

volvo_v90_2017_manual_transmission_by_lucaskroon-dbkl2qi.jpg
 
Opel corsa com caixa rudimemtar de 4 e audi A4 2.0 tdi com caixa multitronic, ainda cheguei a gastar 500 euros com ela em 100k, quando vendi já estava meio manhosa, foi em boa hora.

Essas caixas são muito más, mas tens as tiptronic dentro da mesma marca/grupo com níveis de fiabilidade totalmente distintos. [;)]

E isto responde um pouco ao tema do tópico em si, pois as caixas manuais são habitualmente aquela peça que raramente falha.
Os problemas/desgaste costumam vir mais pelo lado da embraiagem.

Numa auto, basta um nível de óleo incorrecto ou um descuido na manutenção da mesma para ter de ser aberta e toda reparada, o que habitualmente é muito mais caro do que trocar um kit de embraiagem.

Existem caixas auto a rolar com 3/4 centenas de milhares de km em cima só com manutenção, o que não invalida que outras se "deitem" muito cedo (essas multitronic sempre foram fracotas, mas não são as únicas).

Em resumo, as caixas auto são um conforto que tem um custo adicional (de uma forma ou de outra), cabendo a cada um saber se está disposto a pagar (ou a correr o risco de pagar) esses custos adicionais.
 
As CVT técnicamente falando são as melhores de todas, só que depois para agradar ao cliente burro metem se a simular relações de caixa fixas [8b]

Depende do que definas como "melhor".

O cliente não tem de ser burro, bastando não gostar de ouvir o motor colado ao regime de potência máxima quando apenas quer fazer uma ultrapassagem mais rápida.
Terá depois a vantagem de fazer o motor rolar a regimes muito baixos quando não é preciso exigir muito ao motor, e uma simplicidade técnica que as faria teoricamente mais fiáveis.

Na prática nem sempre é assim, e o exemplo acima mencionado da multitronic é o exemplo de uma CVT pouco fiável e resistente (até ao nível do que suportaria como um "simples" acréscimo de binário dado ao motor via electrónica).

Em resumo, a forma como são dimensionadas e implementadas torna-se muito mais importante do que o princípio tecnológico que lhe serve de base.

É como dizer-se que uma distribuição por corrente é melhor do que por correia, cuja prática já demonstrou que não é uma certeza e sim um "pode ser, se...".
 
Queria aprender um pouco mais sobre este assunto, e ouvir opiniões de utilizadores sobre as diferentes tecnologias e respectivas vantagens e desvantagens.

"eu achava" que as caixas CVT estavam em vias de extinção, mas algumas marcas (parece-me mais do oriente) e híbridos continuam a desenvolver e promover esta solução, e lançam alguns modelos novos apenas com esta solução (lexus, mitsubishi, nissan, toyota, etc)
por outro lado, as caixas de dupla embraiagem que "eu achava" que iriam ter 80-90% do mercado, pois tinham um enorme conjunto de vantagens (na condução), não me parece que estejam a conseguir uma aceitação assim tão grande, e tanto podemos falar de uma caixa destas no smart 0.9 como no porsche 911,
e depois ainda existem as conversoras de binário, que são fiaveis, estão a ficar mais baratas e penso que tem mantido a sua expressao no mercado e tambem sofrido alguma evolução.
para alem das semi-automaticas (robotizadas), essas sim que parecem estar a cair em desuso.

Tive 1 pequena experiência com uma CVT no eclipse cross, e fiquei surpreendido pela positiva (pensava que as CVT eram uma treta)
e alguma regularidade com 1 dupla embraiagem no smart forfour (que apesar de ser triclindrico com menos de 90cc), até se desenrasca muito bem

se tivessem de comprar uma carro para segmento A/B (citadino) qual escolhiam ?
Se fosse segmento C/pequenos SUV (carro médio "normal" com motores 100-120-150cv) qual escolhiam ?
se fosse um segmento D/E/SUV grande (carros grandes, potentes e pesados) qual escolhiam ?
porquê ?

Já tive um veículo TT com 20 anos e caixa auto e nunca deu problemas e contava com mais de 250.000 kms e se calhar não eram reais.
Atualmente tenho outro veículo SUV 4x4 com a 5G-tronic da Mercedes a rondar os 190.000 kms. Tirando a manutenção a cada 60.000 kms não tem problema algum nem vejo que uma manual pudesse fazer melhor, pelo contrário.
Ando a ver actualmente um segmento D e vai ser quase de certeza com dupla embraiagem apesar de ter uma 6 velocidades atualmente.
Como tal o conhecimento que tenho é que as de conversor de binário são mais lentas de reação e as de dupla embraiagem mais rápidas, sendo as primeiras mais gastadoras e as últimas menos, sendo que as mais recentes têm um modo à vela para ajudarem a consumir menos. Sobre fiabilidade só posso falar das primeiras e andando atendo às manutenção não existe por onde pegar. Claro está que indo para uma viatura usada já com problemas na caixa auto isso pode ser um grande limão.
Se for esse o caso é tentar perceber se existiram problemas nessa série de veículos.
As caixas manuais também têm manutenção a questão é que ninguém liga às mudas de valvolinas preconizadas, como tal também estoiram.
Seja como for não é fácil afinar tudo pela mesma bitola e dizer que esta solução é melhor ou pior pois como se vê cada solução está melhor ou pior conseguida em cada modelo/motor/fabricante e dificilmente consegues comparar dessa maneira.

Aqui uma apreciação na revista AHO sobre o comparativo A5, S3 e IS300h cada um com uma caixa com modos diferentes, se bem que um dos motores é híbrido a gaoslina.
EjSD1UX.jpg
 
Como tal o conhecimento que tenho é que as de conversor de binário são mais lentas de reação e as de dupla embraiagem mais rápidas, sendo as primeiras mais gastadoras e as últimas menos, sendo que as mais recentes têm um modo à vela para ajudarem a consumir menos.

Pela minha experiência, as recentes cx de conversor de binário, ZF e Aisin a desmultiplicar para cima são praticamente tão rápidas como as de dupla embraiagem, já em redução há uma pequena diferença, especialmente numa condução mais desportiva e exigente.

A próxima geração de BMWs M terá cx de conversor de binário, ao contrário do que acontece actualmente.
 
Com a DSG noto alguma demora nas reduções. Pelo contrário no sentido ascendente é rapidíssima. A PDK é rapidíssima nos dois sentidos. A do 4.35i também é óptima.

Em resumo: Parecem-me todas rapidíssimas, já que todas elas são bem mais rápidas do que o que eu com uma manual. [:D]
 
Já tive um veículo TT com 20 anos e caixa auto e nunca deu problemas e contava com mais de 250.000 kms e se calhar não eram reais.
Atualmente tenho outro veículo SUV 4x4 com a 5G-tronic da Mercedes a rondar os 190.000 kms. Tirando a manutenção a cada 60.000 kms não tem problema algum nem vejo que uma manual pudesse fazer melhor, pelo contrário.

Suponho que o Mercedes seja o ML.

Mas que veículo TT com mais de 20 anos era esse? [;)]
 
Com a DSG noto alguma demora nas reduções. Pelo contrário no sentido ascendente é rapidíssima. A PDK é rapidíssima nos dois sentidos. A do 4.35i também é óptima.

Em resumo: Parecem-me todas rapidíssimas, já que todas elas são bem mais rápidas do que o que eu com uma manual. [:D]

A DSG é muito rápida a subir: 8ms.
A descer é que demora bastante mais: 600ms.
 
Pela minha experiência, as recentes cx de conversor de binário, ZF e Aisin a desmultiplicar para cima são praticamente tão rápidas como as de dupla embraiagem, já em redução há uma pequena diferença, especialmente numa condução mais desportiva e exigente.

A próxima geração de BMWs M terá cx de conversor de binário, ao contrário do que acontece actualmente.

E existe alguma explicação oficial para essa mudança para conversor de binário novamente?


Embora exista sempre uma enorme injustiça em agarrar numa determinada tecnologia e "meter tudo dentro do mesmo saco" (quando existem diversos fabricantes de caixas, e dentro de cada um existem os bons e maus exemplos), nos EUA (onde são consumidas maioritariamente caixas auto) as DSG não aparentam ter deixado uma imagem excelente de durabilidade.
 
E existe alguma explicação oficial para essa mudança para conversor de binário novamente?


Embora exista sempre uma enorme injustiça em agarrar numa determinada tecnologia e "meter tudo dentro do mesmo saco" (quando existem diversos fabricantes de caixas, e dentro de cada um existem os bons e maus exemplos), nos EUA (onde são consumidas maioritariamente caixas auto) as DSG não aparentam ter deixado uma imagem excelente de durabilidade.

A explicação é que as SMG pilotadas não são grande coisa
 
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