Cadeiras de Bebé

É como digo, tudo serve de desculpa, até os passageiros que são adultos.

Se estiveres parado e levares uma pancada por trás podes ter uma aceleração de 0 kmh para alguns kmh. Se bateres de frente a 100kmh, tens uma desaceleração brutal de 100kmh. Ou achas que é a mesma coisa?
Claro que não. Mas, em termos de lesões e da estrutura da tua cervical, uma súbita aceleração para a frente pode ser mais perigosa do que uma desaceleração maior na mesma posição. E vês isso nos estudos sobre o chamado "whiplash", que levou ao desenvolvimento dos encostos de cabeça activos.
 
Dizes (se me permites tratar-te na primeira pessoa) que cada um é livre de escolher, mas foste tu quem se dirigiu a alguém que fez uma escolha dizendo-lhe que estaria a cometer um erro e que deveria optar pela outra solução. O que também não é correcto.

Como eu disse, não gosto de estatísticas (não são números significativos nem traduzem uma realidade definida), e usei-as para rebater uma argumentação na mesma base. Para mim, é muito simples: uma cadeira virada para a frente tem o seu ponto fraco nos embates frontais, e uma virada para trás tem o seu calcanhar de Aquiles nos embates traseiros. A estatística não me diz que vou ter um acidente, ou de que tipo vai ser. É uma roleta russa. Logo, invisto na cadeira que oferece melhor protecção (de materiais, de retenção), melhor comodidade, facilidade de utilização, etc. E não vou pagar muito mais por uma que só difere na orientação, especialmente quando há tão poucas garantias de ser a que melhor protege apenas com base nessa única característica diferenciadora.

Quanto aos estudos, não os guardei. Já os li há algum tempo porque tenho tido esta guerra com a minha irmã já há algum tempo. Mas são facilmente acessíveis a quem se dedique a pesquisar estes temas na net.

Por fim, e só em jeito de reparo, já fui abalroado por trás duas vezes e nunca tive uma colisão frontal. Se, na altura, tivesse filhos, teria tido a sorte de os ter numa cadeira virada para a frente. Mas, claro, por mero acaso.

Discordo por competo da tua (até prefiro que nos tratemos por tu) opinião quanto à estatística, mas isso é outra guerra.
Quanto ao estudos, pois o problema é que eu fartei-me de fazer buscas quando estive para decidir que cadeirinha comprar e não encontrei um único a defender que as cadeirinhas viradas para a frente são mais seguras. Nem um. Daí a minha curiosidade.
Já quanto à escolha do outro utilizador, mantenho o que disse. Com base naquilo que sei e que pesquisei, acho que quem compra uma cadeirinha para um filho de menos de 2 anos virada para a frente está a cometer um erro.
 
Discordo por competo da tua (até prefiro que nos tratemos por tu) opinião quanto à estatística, mas isso é outra guerra.
Quanto ao estudos, pois o problema é que eu fartei-me de fazer buscas quando estive para decidir que cadeirinha comprar e não encontrei um único a defender que as cadeirinhas viradas para a frente são mais seguras. Nem um. Daí a minha curiosidade.
Já quanto à escolha do outro utilizador, mantenho o que disse. Com base naquilo que sei e que pesquisei, acho que quem compra uma cadeirinha para um filho de menos de 2 anos virada para a frente está a cometer um erro.
Não reuni provas ou indícios suficientes para afirmar com certeza que uma solução é, decididamente, melhor que a outra. O que sei de facto, e é mesmo uma certeza, é que cada uma será mais segura em certas circunstâncias. O que não sei, nem tenho como saber, é se vou ter um acidente desse tipo e em que circunstâncias ocorrerá. As estatísticas não determinam se vais ser a regra ou a excepção.

Por exemplo: a minha cadeira, se pudesse ser virada para trás, ofereceria o mesmo tipo de protecção se eu embatesse num muro de marcha-atrás a 40Km/h do que se batesse de frente à mesma velocidade com a cadeira virada para a frente. O resto, como disse, é lotaria.
 
Como eu disse antes, não adianta tapar o sol com a peneira. Cadeirinhas viradas para trás são mais seguras. Quem usa cadeirinhas viradas para a frente corre mais riscos. Qualquer busca no Google ou no Bing dá dezenas de resultados nesse sentido, incluindo vários estudos de universidades e videos de crahs tests, e não dá nenhum, nenhum resultado a dizer o contrário. Não vejo como se pode escamotear isto. O argumento de que ninguém sabe ao certo se vai ter um acidente ou como o vai ter não faz sentido quando se tomam medidas de segurança. As estatísticas não determinam se vais ser a regra ou a excepção mas determinam que é muito mais provável seres a regra que a excepção. Sabendo isto será de bom senso tomar medidas para nos protegermos da excepção e não tomar medidas para nos protegermos da regra? Objectivamente quem escolhe cadeiras viradas para a frente antes dos 2 anos de idade está a correr mais risco que quem escolhe cadeiras viradas para trás. Ponto.
 
Acabo de mudar do ovo para a cadeira Romer Dual Fix que roda 360°.
Claro que em viagem segue sempre de costas, como mandam as boas regras de segurança.

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http://www.babyblue.pt/grupo-0-mais-1-dos-0-aos-18kg/2705-romer-dualfix-black-thunder-2015.html

 
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Como eu disse antes, não adianta tapar o sol com a peneira. Cadeirinhas viradas para trás são mais seguras. Quem usa cadeirinhas viradas para a frente corre mais riscos. Qualquer busca no Google ou no Bing dá dezenas de resultados nesse sentido, incluindo vários estudos de universidades e videos de crahs tests, e não dá nenhum, nenhum resultado a dizer o contrário. Não vejo como se pode escamotear isto. O argumento de que ninguém sabe ao certo se vai ter um acidente ou como o vai ter não faz sentido quando se tomam medidas de segurança. As estatísticas não determinam se vais ser a regra ou a excepção mas determinam que é muito mais provável seres a regra que a excepção. Sabendo isto será de bom senso tomar medidas para nos protegermos da excepção e não tomar medidas para nos protegermos da regra? Objectivamente quem escolhe cadeiras viradas para a frente antes dos 2 anos de idade está a correr mais risco que quem escolhe cadeiras viradas para trás. Ponto.
Não me leves a mal o que vou dizer mas, de facto, a internet é uma invenção fantástica, e encontramos de tudo por lá (cá?).
Não tendo o dom da adivinhação é impossível afirmar qual protege melhor, porque apenas a natureza do eventual acidente ditará a sua eficácia em termos de segurança. E não é como os seguros, em que toda a razoabilidade e bom senso ditam que é muito provável que iremos ter um acidente/furto/avaria e fazemos um seguro para essa eventualidade, sem termos que nos preocupar com a forma do sinistro (é uma protecção mais generalista).

Repetindo-me, não há como garantir que uma é mais segura que outra, e, na minha opinião, é um totoloto. Tomei, para mim, uma decisão informada, e não advoco que A é melhor que B. Daí que me tenha dirigido a ti ao dares um parecer que dá favoritismo a uma das opções. Por outras palavras, nenhum de nós estará certo ou errado até provas terem sido dadas (o que espero sinceramente que não aconteça).
 
Dizes (se me permites tratar-te na primeira pessoa) que cada um é livre de escolher, mas foste tu quem se dirigiu a alguém que fez uma escolha dizendo-lhe que estaria a cometer um erro e que deveria optar pela outra solução. O que também não é correcto.

Como eu disse, não gosto de estatísticas (não são números significativos nem traduzem uma realidade definida), e usei-as para rebater uma argumentação na mesma base. Para mim, é muito simples: uma cadeira virada para a frente tem o seu ponto fraco nos embates frontais, e uma virada para trás tem o seu calcanhar de Aquiles nos embates traseiros. A estatística não me diz que vou ter um acidente, ou de que tipo vai ser. É uma roleta russa. Logo, invisto na cadeira que oferece melhor protecção (de materiais, de retenção), melhor comodidade, facilidade de utilização, etc. E não vou pagar muito mais por uma que só difere na orientação, especialmente quando há tão poucas garantias de ser a que melhor protege apenas com base nessa única característica diferenciadora.

Quanto aos estudos, não os guardei. Já os li há algum tempo porque tenho tido esta guerra com a minha irmã já há algum tempo. Mas são facilmente acessíveis a quem se dedique a pesquisar estes temas na net.

Por fim, e só em jeito de reparo, já fui abalroado por trás duas vezes e nunca tive uma colisão frontal. Se, na altura, tivesse filhos, teria tido a sorte de os ter numa cadeira virada para a frente. Mas, claro, por mero acaso.
A questão é que são esses pequenos pormenores, virado para a frente ou para trás, que podem ditar muita diferença.

Olha só o exemplo da aviação onde a segurança é levada ao extremo em tretas que aparentemente e no dia a dia não fazem grande diferença, mas que em momentos críticos sim. E isto é o que pensamos, os momentos críticos só acontecem aos outros...
 
Não me leves a mal o que vou dizer mas, de facto, a internet é uma invenção fantástica, e encontramos de tudo por lá (cá?).
Não tendo o dom da adivinhação é impossível afirmar qual protege melhor, porque apenas a natureza do eventual acidente ditará a sua eficácia em termos de segurança. E não é como os seguros, em que toda a razoabilidade e bom senso ditam que é muito provável que iremos ter um acidente/furto/avaria e fazemos um seguro para essa eventualidade, sem termos que nos preocupar com a forma do sinistro (é uma protecção mais generalista).

Repetindo-me, não há como garantir que uma é mais segura que outra, e, na minha opinião, é um totoloto. Tomei, para mim, uma decisão informada, e não advoco que A é melhor que B. Daí que me tenha dirigido a ti ao dares um parecer que dá favoritismo a uma das opções. Por outras palavras, nenhum de nós estará certo ou errado até provas terem sido dadas (o que espero sinceramente que não aconteça).

O problema é mesmo esse, esperar que aconteça algo para ver os resultados.

Mas se andas no máximo a 40kmh tanto para a frente como para trás, esta tudo ok.

No meu caso, como só estou parado em cidade onde as velocidades são baixas e ando a 200kmh em ae, prefiro a segurança do miúdo andar virado para trás.
 
Não me leves a mal o que vou dizer mas, de facto, a internet é uma invenção fantástica, e encontramos de tudo por lá (cá?).
Não tendo o dom da adivinhação é impossível afirmar qual protege melhor, porque apenas a natureza do eventual acidente ditará a sua eficácia em termos de segurança. E não é como os seguros, em que toda a razoabilidade e bom senso ditam que é muito provável que iremos ter um acidente/furto/avaria e fazemos um seguro para essa eventualidade, sem termos que nos preocupar com a forma do sinistro (é uma protecção mais generalista).

Repetindo-me, não há como garantir que uma é mais segura que outra, e, na minha opinião, é um totoloto. Tomei, para mim, uma decisão informada, e não advoco que A é melhor que B. Daí que me tenha dirigido a ti ao dares um parecer que dá favoritismo a uma das opções. Por outras palavras, nenhum de nós estará certo ou errado até provas terem sido dadas (o que espero sinceramente que não aconteça).

Não me leves também a mal mas tens noção que o tipo de argumentação em que se questionam sistematicamente as fontes quando estas não dizem o que nós queremos que digam, com argumentos de que há interesses comerciais envolvidos, com argumentos vagos do tipo ver para lá da camada exterior, etc, é uma excelente forma de empurrar um discussão de ideias para canto, e dali não saímos, certo?Pessoalmente não me parece que seja uma argumentação esclarecedora, mas tudo bem.
O mesmo se pode dizer quando se puxa sistematicamente a argumentação para o caso concreto, que uma vez mais é uma forma falaciosa de tirar conclusões.
Acho que isto já saiu fora do domínio da discussão de ideias e enterrou-se de vez no domínio da teimosia. Eu falo em argumentos lógicos, factos, estudos e artigos, e tua falas de coisas vagas! Assim não vale a pena discutir ideias.
 
Isto é um folheto de marketing da Volvo, mas é mais fácil de ler que a maior parte dos artigos científicos e as estatísticas são as mesmas.

Não comprei um Volvo, ou sequer uma cadeira da Volvo depois de ler o folheto. Mas comprei uma cadeira para o mais velho que dura até o próximo sair do ovo. É um bocado grande porque dá até 25kg (apesar de ser a mais pequena do mercado), mas não havia grande escolha até aos 18kg (era tudo até aos 13kg). Estou bastante satisfeito.
 
Pois eu comprei duas na Volvo, da Romer/Britax (Multitech 2) em que o meu pequeno vai andar enquanto puder sempre virado no sentido inverso da marcha..

Todas as buscas que fiz diziam ser o mais correto, e em todos os locais que fui, me diziam que era mais seguro virado para trás..mas que havia menos escolhas e seria mais caro..

Estou bastante satisfeito, é uma cadeira muito segura e confortável..[;)]
 
Nogueiraribeiro, desculpe estar a intrometer-me mas eu não ficaria de consciência tranquila se não dissesse nada. Opte por uma cadeira virada para trás. Todos os estudos, toda a investigação a acidentes, todos os crash tests demonstram que viajar de costas é muito mais seguro. 75% mais seguro. Veja os vídeos no YouTube, veja os artigos. Neste momento não vejo qualquer razão para ainda haver pessoas que insistem em comprar cadeiras viradas para a frente. Estudos comprovam que um choque a 50 km hora contra um objecto em sentido contrário à igual velocidade pode partir o pescoço de um criança de um só golpe. Eu se fosse a si devolvia a cadeira.

Não tem mal nenhum, agradeço a opinião.

Mas esta decisão foi bem ponderada precisamente pelos riscos inerentes à escolha, mas na prática, os circuitos que faço com a criança a bordo, 90% do tempo são em velocidade muito reduzida (< 30 km/h). Os restantes 10% são feitos em auto-estrada, onde existe risco de colisão como em qualquer lado mas um choque frontal a sério é difícil (e se ocorrer, não será só a criança a sofrer as consequências graves do mesmo). Além disso, uma panada bem assente na traseira se a criança for no sentido inverso à marcha também é muito perigoso.

Depois temos os embates laterais, nos quais estar virado para a frente ou para trás é praticamente igual, depende do suporte lateral da cadeira. Somando e subtraindo tudo conclui que no meu caso não havia nenhuma razão forte para comprar para um lado ou para o outro. Aliado a isso, a cadeira que comprei confere uma flexibilidade brutal, eu consigo entrar no carro, sentar ou tirar a minha filha descontraidamente de frente para mim com toda a facilidade que isso confere. Há que pesar tudo, segurança acima de todos os outros pontos, mas na minha opinião temos que ver que não nos podemos cingir apenas a isso.

Como diz o pediatra da minha filha o primeiro a ter em conta é conduzir dentro dos limites e consciente do que se vai a fazer. Não quero com isto tudo dizer que as cadeiras viradas para a frente são tão ou mais seguras, ou que é absurdo que em alguns países as crianças andem viradas para trás (não esquecer que nesses países as pessoas cumprem as regras à risca), mas cada caso é um caso e cada um deve escolher o que fizer mais sentido.
 
Acabo de mudar do ovo para a cadeira Romer Dual Fix que roda 360°.
Claro que em viagem segue sempre de costas, como mandam as boas regras de segurança.

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Römer - DUALFIX - Black Thunder 2015 - BabyBlue

eu tambem andei a sondar essa cadeira na altura da compra, mas o preço fez-me desistir.
se fosse só uma, era está a escolhida, mas para 2, era um bocado puxado.
a minha só é menos prática por não rodar os 360 graus, mas também dá para andar virado para trás e para a frente.
fazes bem em andar o máximo de tempo possível com a cadeira virada para trás.
 
Não me leves também a mal mas tens noção que o tipo de argumentação em que se questionam sistematicamente as fontes quando estas não dizem o que nós queremos que digam, com argumentos de que há interesses comerciais envolvidos, com argumentos vagos do tipo ver para lá da camada exterior, etc, é uma excelente forma de empurrar um discussão de ideias para canto, e dali não saímos, certo?Pessoalmente não me parece que seja uma argumentação esclarecedora, mas tudo bem.
O mesmo se pode dizer quando se puxa sistematicamente a argumentação para o caso concreto, que uma vez mais é uma forma falaciosa de tirar conclusões.
Acho que isto já saiu fora do domínio da discussão de ideias e enterrou-se de vez no domínio da teimosia. Eu falo em argumentos lógicos, factos, estudos e artigos, e tua falas de coisas vagas! Assim não vale a pena discutir ideias.
Não vamos sair daqui porque temos opiniões divergentes, ainda que fundamentadas, sobre um tema que não oferece conclusões definitivas.
Num comentário anterior até já tocaram no argumento comercial da coisa: as opções voltadas para trás são mais caras que as tradicionais. E não vejo complexidade suficiente na solução que o justifique. Aqui, e muito pessoalmente, estou convencido que tiveram que inovar para dinamiza o sector, e que recorreram a muita (é realmente abundante) informação que corrobora a ideia como forma encapotada de a publicitar. Repito que esta parte é a minha visão da coisa, mas é um "feeling" que tenho.

A informação, como já disse, existe. Terei todo o gosto em reencontrá-la a partilhar convosco as fontes, até porque se eu cheguei lá, qualquer um chega.

Ou façam o contrário: pesquisem dentro das pesquisas que fazem (um "drill down"), usem os nomes dos organismos que emitem relatórios e pareceres, investiguem sobre o nome das pessoas envolvidas e vão ver que a coisa começa a cheirar menos bem.

Não estou a impingir nada a quem quer que seja. Informei-me e tirei as minhas conclusões.
 
Isto é um folheto de marketing da Volvo, mas é mais fácil de ler que a maior parte dos artigos científicos e as estatísticas são as mesmas.

Não comprei um Volvo, ou sequer uma cadeira da Volvo depois de ler o folheto. Mas comprei uma cadeira para o mais velho que dura até o próximo sair do ovo. É um bocado grande porque dá até 25kg (apesar de ser a mais pequena do mercado), mas não havia grande escolha até aos 18kg (era tudo até aos 13kg). Estou bastante satisfeito.
Muito interessante. Especialmente os gráficos e as estatísticas. Mas só por aí não dá para distinguir quanto dessa segurança vem das cadeiras e quanto vem da natural e conhecida aptidão dos nórdicos para cumprir regras e serem, geralmente, muito mais civilizados do que "nós". Se os gráficos dissessem respeito apenas a cadeiras viradas para a frente, espantava a alguém haver a mesma proporção de discrepância?
 
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A informação, como já disse, existe. Terei todo o gosto em reencontrá-la a partilhar convosco as fontes, até porque se eu cheguei lá, qualquer um chega.
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Pois era mesmo isso que eu gostava de consultar, porque se de facto essa informação existir e for fundamentada, não me custa nada mudar de opinião.
 
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