O que é certo é que o i3 não se destaca em nada na prática a não ser no preço.
E no entanto vendeu 200.000 unidades.
Quantas unidades vendeu o carro actual mais adorado de
petrolheads, o Giulia? 92.324 em quatro anos de produção.
E ao contrário do i3, as vendas estão a decrescer.
Argumentem o que quiserem, o que interessa em última instância é o sucesso, nada mais.
E o sucesso é medido por número de vendas e rentabilidade.
Podem por exemplo gozar o que quiserem com a Toyota e o seu design mas, isso não faz com que não seja o fabricante mais bem sucedido do mundo em vendas e lucro.
Eu, por exemplo, adorei o conceito do C4 Cactus e no entanto, o sucesso foi medíocre.
Quando li que uma das razões para tirarem os airbumps foi o facto de não poderem colar lá a publicidade das empresas que os compravam, fiquei... estúpido.
E isso, sucesso, o i3 teve e tem.
Muitos que, segundo muitos, deveriam ter sucesso, nunca tiveram.
Os portugueses não conhecem a história mas, hão-de procurar a história do mais recente Dodge Dart, o carro que tinha "tudo" para dar certo (segundo os tais "muitos") e no entanto, foi um dos maiores flops de sempre da história automóvel recente.
Já agora, adoro conduzir o i3. Se pudesse, tinha um.