Estou contra porque achei tudo aquilo lamentável, não só eu.
Historiadora acusa Isabel Jonet de usar fome como arma política - TSF
A historiadora Raquel Varela acusou a presidente do Banco Alimentar de usar a fome como arma política e de promover o retrocesso social.
Referindo-se à carta aberta de três páginas que escreveu, Raquel Varela diz que a fez porque se sentiu incrédula e indignada com as declarações de Isabel Jonet na SIC Notícias na terça-feira, que entende só «provocarão mais fome» e não a combatem.
«Vivemos num país que produz uma riqueza de 170 mil milhões de euros e não estamos a utilizar toda a força de trabalho, porque há mais de um milhão de desempregados», explicou.
Perante isto, Raquel Varela perguntou-se como Isabel Jonet afirma que não se pode comer carne, declarações que considerou serem «absolutamente inaceitáveis e inenarráveis».
Esta investigadora do Instituto de História Contemporânea defendeu que a fome é flagelo e que esta não pode ser usada para promover o retrocesso social, tal como fez Isabel Jonet.
Espanta-me como essa historiadora interpretou as declarações dessa maneira.
Tiro ao lado do porta-aviões.
Ninguém pretende reduzir o seu nível de vida (eu incluído), mas de facto se não o fizermos não sairemos deste buraco, aliás neste momento nem temos grande alternativa (emigrar?!), pois o Governo já fez questão de baixar o nível de vida a toda a sociedade.
Sem entrar em grandes tecnicismos, é claro que o país (na sua generalidade, onde incluí particulares, empresas e máquina estatal) gastou muito acima das possibilidades, ou não teriamos este nível absurdo de endividamento.
O que a Isabel Jonet defende é que teremos que fazer um ajuste (para o diminuir) ao nosso estilo de vida, não me pareceu difícil a interpretação no entanto...
A estória dos bifes e do copo de água para lavar os dente,s são elementos usados descontextualizados.