Alfa Romeo

Uma novidade, em forma de motor, para a Alfa em Genebra:


"debutta il nuovo motore turbodiesel Multijet di seconda generazione 1.6 JTDM 120 cv Euro 6, perfetta combinazione tra prestazioni, bassi consumi e rispetto per l’ambiente: 3,9 l/100Km e soli 103 g/km di CO2nel ciclo combinato (3,8 l/100Km e 99 g/km di CO2 con pneumatici a bassa resistenza)"

. Euro 6 sem AdBlue

- Será que é desta que os 120cv vão parar ao Giulietta!?:confused:
 
Uma novidade, em forma de motor, para a Alfa em Genebra:


"debutta il nuovo motore turbodiesel Multijet di seconda generazione 1.6 JTDM 120 cv Euro 6, perfetta combinazione tra prestazioni, bassi consumi e rispetto per l’ambiente: 3,9 l/100Km e soli 103 g/km di CO2nel ciclo combinato (3,8 l/100Km e 99 g/km di CO2 con pneumatici a bassa resistenza)"

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- Será que é desta que os 120cv vão parar ao Giulietta!?:confused:
 
O boss da Alfa North-America diz que não haverá pechinchas para ninguém:


No Budget Alfas Says Brand Boss

By Colum Wood Feb 13, 2015

Alfa Romeo will launch eight new models in North America by 2018 but don’t look for any bargains.

Currently luxury brands are in a race to the bottom, dramatically boosting sales with more affordable products, ranging from the Mercedes CLA to the Audi A3, both of which start at under $30,000.

“How much can a brand be stretched before the exclusivity and the image associated with that brand becomes compromised,” asked Alfa Romeo brand boss Reid Bigland rhetorically in a sit down interview with AutoGuide.com.


Describing the gap between a CLA and an S-Class as “awkward,” Bigland confirmed that Alfa’s future plans don’t include entering into this hot new segment.

When we asked Bigland if we’ll be able to buy a $29,000 Alfa
he quickly responded, “Unfortunately not,”
before pausing and adding, “I don’t want to say never.”

“You might be able to get a used 4C in about 14 years with 100,000 miles on it [for $29,000],” he joked.


Bigland commented that Alfa is in a unique position in the larger Fiat Chrysler Automobile company, flanked by exotic brands like Maserati and Ferrari on the high end and mainstream brands like Fiat and Dodge below. As a result he feels Alfa will be able to maintain an identity and be more “pure.”

“We can be very consistent,” he said, with a focus on “state-of-the-art technology, incredible performance and of course that gorgeous Italian design and style.”


Instead of budget Alfas the brand’s re-launch in North American will also mark a new lineup of global products. Later this year Alfa Romeo will launch a BMW 3 Series competitor, followed by a mid-size crossover in 2016. By 2018 Alfa Romeo aims to launch 8 all-new products.
 
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[:cool:]
 
O boss da Alfa North-America diz que não haverá pechinchas para ninguém:

No Budget Alfas Says Brand Boss

When we asked Bigland if we’ll be able to buy a $29,000 Alfa he quickly responded, “Unfortunately not,” before pausing and adding, “I don’t want to say never.”

“You might be able to get a used 4C in about 14 years with 100,000 miles on it [for $29,000],” he joked.


Esta postura dos responsáveis da marca já começa a cheirar mal. Nem parece que passaram anos e anos fora do segmento D e E,e mais ainda fora do mercado americano para onde esse discurso está dirigido.
Estamos todos com muita expectativa para os novos produtos e para o reposicionamento da marca que vem sendo falado, mas primeiro ponham produtos bons cá fora e deixem os produtos falar por si. Para o bem e para o mal, a Alfa sobreviveu na última decada à custa de segmentos C e até B, e quem comprou estes produtos, ajudou a suportar a marca. Esta postura de quase desprezo por segmentos inferiores, sendo que a marca vende neste momento esse produtos, chateia-me, e de que maneira, como cliente da marca.
Os Alfas não deveriam ser hatchbacks familiares, mas sim maquinas de segmentos superiores com beleza invulgar e powertrains a condizer? Isso é outra discussão, mas não se pode varrer a última década de produtos para baixo do tapete, e os clientes juntamente com isso... Além de que estes carros podem continuar a gerar o volume necessário para os 4C's e afins aparecerem sem injeções de capital monumentais.

O boss da Alfa North-America diz que não haverá pechinchas para ninguém:
“We can be very consistent,” he said, with a focus on “state-of-the-art technology, incredible performance and of course that gorgeous Italian design and style.”
Consistentes sem dúvida, a descontinuar produtos sem apresentar substitutos, e a proclamar um grande produto que há de vir mas tarda em chegar.

Desculpem o desabafo, tenho grandes expectativas para o Giulia e continuo a ser fan de todos os produtos que a marca atualmente apresenta, mas precisamente por isso e por ser cliente, chateia-me este discurso...
 
Uma novidade, em forma de motor, para a Alfa em Genebra:


"debutta il nuovo motore turbodiesel Multijet di seconda generazione 1.6 JTDM 120 cv Euro 6, perfetta combinazione tra prestazioni, bassi consumi e rispetto per l’ambiente: 3,9 l/100Km e soli 103 g/km di CO2nel ciclo combinato (3,8 l/100Km e 99 g/km di CO2 con pneumatici a bassa resistenza)"

. Euro 6 sem AdBlue

- Será que é desta que os 120cv vão parar ao Giulietta!?:confused:
Sim, no Giulietta Collezione.
 
Uma novidade, em forma de motor, para a Alfa em Genebra:


"debutta il nuovo motore turbodiesel Multijet di seconda generazione 1.6 JTDM 120 cv Euro 6, perfetta combinazione tra prestazioni, bassi consumi e rispetto per l’ambiente: 3,9 l/100Km e soli 103 g/km di CO2nel ciclo combinato (3,8 l/100Km e 99 g/km di CO2 con pneumatici a bassa resistenza)"

. Euro 6 sem AdBlue

- Será que é desta que os 120cv vão parar ao Giulietta!?:confused:


Social NetWall - Alfa Romeo at the 2015 Geneva International Motor Show

Sim finalmente é desta!
 
@ mikethe

Percebo a tua indignação mas não acho que o objectivo deles, com o referido discurso, seja o que tu interpretas.
Acredito mais numa tentativa de criar já à partida a imagem da "nova" Alfa no consciente dos consumidores, como disseste, "maquinas de segmentos superiores com beleza invulgar e powertrains a condizer".
Fazendo a analogia seguinte, caro equivale a qualidade (aqui em Portugal p.e. fazem muito este tipo de avaliação), e portanto, querem já por aqui criar um ponto de partida para a chegada da nova geração de carros, principalmente nos EUA, mercado onde não existem MiTo & Giulietta nem existiram 147, 159...

Mas cada um interpreta de forma diferente, não estou a dizer que a minha seja a correta.

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Mudando de assunto, o Giulietta Collezione parece muito interessante, mas já devia ter aparecido mais cedo, principalmente pelo "novo" motor.
 
Esta postura dos responsáveis da marca já começa a cheirar mal. Nem parece que passaram anos e anos fora do segmento D e E,e mais ainda fora do mercado americano para onde esse discurso está dirigido.
Estamos todos com muita expectativa para os novos produtos e para o reposicionamento da marca que vem sendo falado, mas primeiro ponham produtos bons cá fora e deixem os produtos falar por si. Para o bem e para o mal, a Alfa sobreviveu na última decada à custa de segmentos C e até B, e quem comprou estes produtos, ajudou a suportar a marca. Esta postura de quase desprezo por segmentos inferiores, sendo que a marca vende neste momento esse produtos, chateia-me, e de que maneira, como cliente da marca.
Os Alfas não deveriam ser hatchbacks familiares, mas sim maquinas de segmentos superiores com beleza invulgar e powertrains a condizer? Isso é outra discussão, mas não se pode varrer a última década de produtos para baixo do tapete, e os clientes juntamente com isso... Além de que estes carros podem continuar a gerar o volume necessário para os 4C's e afins aparecerem sem injeções de capital monumentais.

Consistentes sem dúvida, a descontinuar produtos sem apresentar substitutos, e a proclamar um grande produto que há de vir mas tarda em chegar.

Desculpem o desabafo, tenho grandes expectativas para o Giulia e continuo a ser fan de todos os produtos que a marca atualmente apresenta, mas precisamente por isso e por ser cliente, chateia-me este discurso...

Mas o discurso do homem é totalmente focado na realidade norte-americana.
Transpor isso para a Europa nem sequer deveria ser considerado, quando está nos planos da marca a substituição do Giulietta.

O A3 sedan e o CLA vieram trazer um novo tipo de clientela às respectivas marcas nos EUA. Movimento que foi bastante comentado.
Temos de compreender o contexto americano para perceber o porquê desse aparato.
Não faz muitos anos, marcas como a BMW e a Mercedes só vendiam motorizações de 6 cilindros para cima nos EUA. E as suas gamas começavam no nosso segmento D.
A aceitação do mercado americano ao fenómeno do downsizing, permitiu incluir 4 cilindros sobrealimentados em carros como o série 3, por exemplo.
E agora a Mercedes aparece com um sedan abaixo do C, com motores de 4 cilindros, tudo à frente e lançado com um preço de combate de 30 mil dólares. Heresia, não?
Os comentários do sr. Bigland são mais que justificados e reflectem outros dos media no mesmo sentido, e mais uma vez, sempre focados na realidade americana.

De que forma esta entrada em segmentos mais baixos poderá afectar a imagem e percepção da marca? A curto prazo todos vão regozijar-se com o aumento de vendas, mas e os efeitos a longo prazo? E como essa guerra de preços afectará as preciosas margens?

Regressando à Alfa, e ao foco mais que estabelecido em vingar no mercado americano, servindo de trampolim para a pretendida globalização do simbolo, é muito importante conseguir criar o impacto apropriado e construir um certo tipo de imagem. Uma que não leve a discussões como estava a ter no tópico do Giulia, onde é colocado o Chrysler 200 como o rival interno a bater. O que é descabido, considerando os posicionamentos pretendidos das respectivas marcas e dos modelos, sem falar no preço. Pode-se conseguir um 200 por 20 e poucos mil dólares, mas um A3 sedan ou CLA, tem de se desembolsar sempre mais de 30 mil, o que é uma diferença considerável.

Se eles vão atrás dos big-boys, como o série 3, classe C, A4, ATS ou IS, não pode haver a minima probabilidade de se confundir o posicionamento do Giulia com outros modelos de carácter mais mainstream.
É nessa atmosfera que se encontram as desejadas margens associados a volumes decentes.

A realidade europeia é distinta da americana. Aqui tivemos classe A posicionado no segmento dos utilitários e agora no seg.C, Audi A2 e agora o A1. O mercado não tem nada a ver.

A gama Alfa, se todos os planos baterem certo, terá como degrau de acesso o sucessor do Giulietta. E também este será uma criatura distinta e pelo que se prevê única no segmento, já que quando chegar ao mercado deverá ser o único segmento C com RWD, o que lhe dá um argumento de vendas único, com a confirmada viragem do série 1 aos tudo à frente.

Quanto ao segmento B, acho que é perfeitamente sacrificável. O MiTo, também por culpa da falta de investimento da marca, já não tem forças para combater mesmo nada. E sinceramente, como um Alfa, dificilmente convence.
E a entrada no segmento B por parte da Alfa deu-se mesmo apenas com o MiTo. Não é propriamente entregar o bastião da marca.

A estratégia agora abraçada de criar um fosso entre a Alfa e a Fiat, com soluções de raiz, ou adaptadas de criaturas mais exclusivas, aproximando a Alfa à Maserati e Ferrari deveria ter sido a única estratégia perseguida desde sempre.

É necessário, a meu ver, esse afastamento da "plebe". É fundamental que o símbolo se torne novamente aspiracional para que esta reinvenção mirabolante da marca funcione a longo prazo.
 
A Volvo literalmente disparou em percentagem de venda no EUA e Mundo no último ano, recuperou terreno, olá concorrência europeia na América do Norte.
[;)]

NB: E na RPC começa a produzir o S/V60 para venda no EUA e mercado sino.
 
Esta postura dos responsáveis da marca já começa a cheirar mal. Nem parece que passaram anos e anos fora do segmento D e E,e mais ainda fora do mercado americano para onde esse discurso está dirigido.
Estamos todos com muita expectativa para os novos produtos e para o reposicionamento da marca que vem sendo falado, mas primeiro ponham produtos bons cá fora e deixem os produtos falar por si. Para o bem e para o mal, a Alfa sobreviveu na última decada à custa de segmentos C e até B, e quem comprou estes produtos, ajudou a suportar a marca. Esta postura de quase desprezo por segmentos inferiores, sendo que a marca vende neste momento esse produtos, chateia-me, e de que maneira, como cliente da marca.
Os Alfas não deveriam ser hatchbacks familiares, mas sim maquinas de segmentos superiores com beleza invulgar e powertrains a condizer? Isso é outra discussão, mas não se pode varrer a última década de produtos para baixo do tapete, e os clientes juntamente com isso... Além de que estes carros podem continuar a gerar o volume necessário para os 4C's e afins aparecerem sem injeções de capital monumentais.

Consistentes sem dúvida, a descontinuar produtos sem apresentar substitutos, e a proclamar um grande produto que há de vir mas tarda em chegar.

Desculpem o desabafo, tenho grandes expectativas para o Giulia e continuo a ser fan de todos os produtos que a marca atualmente apresenta, mas precisamente por isso e por ser cliente, chateia-me este discurso...

Para o mercado norte-americano (e essas declarações são do responsável norte-americano), modelos mais pequenos que o segmento D são práticamente irrelevantes.
E como a Alfa Romeo não está presente á muito tempo no mercado americano o Giulietta e Mito não fizeram nada por ela lá.
Ora a entrada em força da Alfa nos EUA é que vai definir se a estratégia da AR como marca premium vai vingar ou falhar pois a imagem da Alfa lá não está definida. Têm oportunidade de a definir desde o início e vão fazer isso apostando somente em modelos de segmentos grandes que é o que vende nos EUA.

Na Europa acredito que a história seja diferente porque até para os três grandes compensa e muito vender modelos de segmento C e D. Aqui a Alfa vai ter um sucessor do Giulietta porque irá garantir uma grande porção do número de carros que a marca precisa de vender para atingir os seus objectivos. Além do mais o Giulietta foi um modelo que deixou muito boa impressão no mercado.
 
@Bravo2011

Eu percebo a intenção do discurso deles, mas critico a postura altiva com que se comenta estratégias de produto de concorrentes, quando a marca tarda em apresentar um produto. Percebo perfeitamente o que estão a tentar fazer, mas acho que seria mais correto alguma moderação no discurso, pelo menos até teram produto que suporte atitude, até lá são frases bonitas para "americano ver".

@crash
Permite-me discordar em vários pontos. :)
As afirmações são para consumo interno (EUA) mas a marca é global e como tal os representantes têm que ter isso presente quando falam sobre qualquer realidade (minha opinião).
Falas de produtos e marcas especificas, o que até ajuda a reforçar o que disse anteriormente, é ironico um representante criticar um posicionamento de produto de um concorrente quando não tem à data nada para apresentar. Mais, se essas marcas foram extremamente bem sucedidas com essa estratégia a nivel comercial, pôr em causa essa mesma estratégia seria no minimo expectavel que quem o faz teria um track record de lucros e produtos notáveis, o que não tem sido o caso.

De que forma esta entrada em segmentos mais baixos poderá afectar a imagem e percepção da marca? A curto prazo todos vão regozijar-se com o aumento de vendas, mas e os efeitos a longo prazo? E como essa guerra de preços afectará as preciosas margens?
É nessa atmosfera que se encontram as desejadas margens associados a volumes decentes
Nada a dizer, estou de acordo que pode trazer problemas futuros, mas não foi isso que pus em questão, alias isso daria outra discussão muito interessante, sobre os beneficios a longo prazo desta estratégia.

A estratégia agora abraçada de criar um fosso entre a Alfa e a Fiat, com soluções de raiz, ou adaptadas de criaturas mais exclusivas, aproximando a Alfa à Maserati e Ferrari deveria ter sido a única estratégia perseguida desde sempre.

É necessário, a meu ver, esse afastamento da "plebe". É fundamental que o símbolo se torne novamente aspiracional para que esta reinvenção mirabolante da marca funcione a longo prazo.

Não teci qualquer critica à estratégia, mas sim à postura. Percebo perfeitamente o discurso e a tentativa de colar a marca ao segmento superior, e acho legitima e interessante. Mas não concordo com a comunicação
e postura pré-lançamento. Deixem os produtos falar por si, e há muitas formas de comunicar sem ser atraves da colagem ou critica a outros players.

Na minha opinião, a "plebe" ajudou a que a marca sobrevivesse, agora que há dinheiro não cai bem virar costas aos clientes de ontem, ainda que seja legitimo pisca o olho aos clientes de amanha (uma coisa nao invalida a outra).

Por fim, isto foi apenas um desabafo, não perco o sono com isto :P. Mais acrescento, que gostei bastante da forma como se desencadeou a discussão, o meu obrigado ao Bravo2011, ao crash e ao Rosmano por isso.
 
Altavilla visita lo stabilimento di Termoli dove si produrrà il nuovo motore Ferrari per le Alfa Romeo


Il manager responsabile per l’Europa, Medio Oriente e Africa di Fiat-Chrysler Automobiles ha visitato lo stabilimento di Termoli (Campobasso) dove ha incontrato i responsabili negli uffici amministrativi per poi fare un sopralluogo nell’impianto in vista della produzione del nuovo motore benzina targato Ferrari da montare sulle Alfa Romeo. Il suo arrivo segue di tre settimane la visita di Luigi Galante, anche lui al vertice dell’area Emea del Lingotto.

Il manager Alfredo Altavilla, responsabile per l’Europa, Medio Oriente e Africa di Fiat Chrysler, è arrivato nello stabilimento metalmeccanico di Rivolta del re a Termoli (Campobasso). In Fiat ha incontrato i responsabili negli uffici amministrativi e successivamente fatto un sopralluogo nell’impianto, in vista della produzione del nuovo motore che dovrebbe essere prodotto a brevissimo a Termoli. Il V6 sarà realizzato per l’Alfa Romeo ed è un propulsore a 2 versioni destinato alla Giulia.

Il suo arrivo segue solo di tre settimane l’altra visita "eccellente", da parte di Luigi Galante, anche lui tra i massimi dirigenti della casa automobilistica, responsabile del Manifacturing Emea (area Europa, Medio Oriente e Africa) che lo scorso 4 febbraio è stato accolto in fabbrica.

Anche quest’ultimo appuntamento arriva a quasi a un anno di distanza dalla visita ‘a sorpresa’ del numero uno di Fca, quando lo stesso Marchionne atterrò in elicottero a Pantano Basso per un incontro con i responsabili dell’impianto e numerose strette di mano agli operai come una iniezione di fiducia per il futuro.

Altavilla, come Galante, ha visitato le nuove linee, dove sono in corso i lavori di ammodernamento, e anche in questo caso cresce l’attesa tra gli operai per conoscere le novità riguardo alla produzione e alla realizzazione di un nuovo propulsore nello stabilimento termolese.
Secondo indiscrezioni che trovano sempre maggiori conferme si tratta di un nuovo motore benzina che i tecnici della Ferrari hanno progettando per l’Alfa Romeo Giulia. Il nuovo propulsore dovrebbe sviluppare una doppia versione, a 4 e 6 cilindri quest’ultima destinata solo alle versioni più sofisticate della Giulia.
 
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