Alfa Romeo

Alfa Romeo leans on Ferrari for horsepower in brand's overhaul

MILAN (Bloomberg) -- Fiat Chrysler Automobiles is turning to the cachet and horsepower of Ferrari as part of its latest effort to transform struggling Alfa Romeo into a profit machine.

Fiat plans to develop a new line of rear-wheel-drive sedans and SUVs to bolster Alfa Romeo and take on carmakers like BMW Group, people familiar with the matter said. The models will start to hit the market in 2016, and high-end versions will be equipped with engines developed by sister brand Ferrari, said the people, who asked not to be identified because the discussions are private.

CEO Sergio Marchionne's plan to turnaround Alfa Romeo has been in the planning for some time. Since the executive took the reins at Fiat in 2004, Alfa Romeo's annual deliveries tumbled 56 percent to 74,000 cars. In 2012, he scaled back a sales target for the Italian nameplate by 40 percent as promised models were delayed by a spending halt in Europe.

Now, with auto demand in the region recovering and Fiat armed with more resources thanks to the takeover of Chrysler, it may be now or never for the sporty brand.

"This is the last chance for Alfa Romeo," said Giuseppe Berta, a professor at Bocconi University and the former head of Fiat's archives. "Marchionne's bet is a long shot. To beat the German premium brands, he needs to make Alfa unique. His best chance is Ferrari engines and Italian design."

Ditching MiTo

Fiat is considering ditching the current versions of Alfa Romeo's MiTo and Giulietta hatchbacks, which accounted for 99 percent of sales last year, under the plan, which is still being finalized, the people said. The relaunch of the Italian brand, which became a cultural icon with the 1960s film "The Graduate," will be boosted by selling cars through Jeep's international dealer network, widening Alfa's reach, they said.

Fiat declined to comment on Alfa Romeo's past performance and future development plans. The carmaker will unveil its plans for Alfa Romeo in May as part of a Detroit presentation of the strategy for FCA, formed from the recent merger of Fiat Group and Chrysler.

The revival of Alfa Romeo is key to Marchionne's plans for the merged carmaker. With allure stemming from classics like the iconic Duetto spider of the 1960s, Alfa has the potential to help drive profit for the group, in the same way that Audi does at Volkswagen Group, by commanding higher prices than mass-market models bearing the Chrysler, Dodge or Fiat badges.

Audi, the BMW brand and Mercedes-Benz, which have benefited from a rebound in the United States and growing demand in China, have all posted global sales records in recent years, bolstering their parent companies' earnings with higher profit.

Six Alfas

The target is to roll out at least six new Alfas in the next five years, including two SUVs, to boost sales more than fourfold to 300,000 cars over that time frame, the people said. The underpinnings of the cars will also be used in Chrysler vehicles to spread development costs, they said.

Alfa's relaunch has to some degree already started with the 4C sports car, which went on sale last year in Europe and will make its U.S. debut at the New York auto show next month. The first model in the new push will be a mid-sized sedan that may be called Giulia, reviving a model name from the 1960s. "This is long overdue," said Roberto Ferrari, head of the Alfa Romeo dealer association in Italy. "We've been waiting for years for a clear and definitive strategy for the brand and a full lineup of products."

Jeep showrooms

To broaden its reach, Fiat plans to sell Alfa Romeo models through Jeep's 1,700 dealers outside North America, giving it a distribution network that better competes with BMW's 3,200 sales outlets worldwide, the people said.

Last year, 90 percent of Alfas were sold in Europe. The move is based on the idea that both brands appeal to consumers seeking alternatives to mainstream competitors and can co-exist because there's little potential that Jeep SUVs and performance-oriented Alfa Romeo cars cannibalize each other.

"The strategy to mix SUVs and sporty sedans in the same showroom makes sense," said Ian Fletcher, an analyst with market researcher IHS Automotive in London. "But success can't be taken for granted." The new models and the linkup with Jeep and Ferrari may not be quite enough.

IHS forecasts Alfa Romeo sales peaking in 2017 at 243,000 cars, 19 percent below Marchionne's goal. Still, that would be triple last year's sales and the highest deliveries in more than 10 years.

Unused capacity

The growth would help fill unused capacity at Fiat's Italian factories, a primary source of the manufacturer's losses in Europe of 520 million euros last year. Marchionne expects Alfa Romeo to anchor his strategy to build upscale cars in Italy for export worldwide to return to profit in the region. The new Giulia will be assembled at Fiat's Cassino factory near Rome, said the people. The engines, versions of the V6 powertrains Ferrari developed for Fiat's exclusive Maserati brand and adapted by Fiat engineers, will likely be produced at sites in Pratola Serra or Termoli in southern Italy, said the people.

"Alfa Romeos have to be produced in Italy with an Italian powertrain," Marchionne said this month at the Geneva auto show, where the brand debuted the spider version of the 4C. "Some things belong to a place, and Alfa belongs to Italy."
 
Que expandam a gama tudo bem, mas "matar" MiTo e Giulietta parece-me errado, quanto muito mantinham o Giulietta como acesso à gama, não é à toa que os alvos a abater(Mercedes e BMW) da Alfa se têm andado a focar neste segmento também... Encurtem a plataforma RWD do Giulia e dão uma "chapada" à BMW que vai abandonar essa solução no série 1.
 
Podiam fazer um MiTo 1.75 Biposto 240cv / 250cv, na filosofia do que fizeram agora com o 500, 695 Biposto.

Caixa "à mostra", suspensão desportiva, despido, 2 lugares, vidro em vidro só o da frente, etc.

O nome podia ser MiTo Biposto ou MiTo GTA.


Isso e repetir a receita (motorização) no Punto Abarth [br:)]

E voilá apr:)
 
Motores Ferrari para fazer aumentar as vendas?

Lol..

Tá certo [8b]

Sim, claro que gostava de ver isso, mas não me parece de todo que seja realista esperar que isso faça a marca ganhar dinheiro.

Quer dizer, estamos a ver a Porsche a "banalizar-se" com Macans e Panameras diesel, mas ganhar rios de dinheiro que lhe permitem coisas como o 918.

E do outro lado temos a Alfa com ideias de matar o que lhes dá dinheiro, que são os mitos e os giu a diesel, para começar a meter motores ferrari nos carros?

Italianices...

Pah, gosto muito de ver 8C, 4C, que venham também motores Ferrari.

Mas é preciso fazer mais Mitos e Giuliettas 1.6JTD'm.
É preciso um Giu Sw
É preciso um sucessor do 159 rápido, com uma sw também.
É preciso lançar os tais SUV's depressa, antes que a moda passe.

É preciso colocar carros na estrada, carros que realmente se possam comprar e não acabar com os poucos que existem à venda enquanto arranjam e não arranjam motores Ferrari...
 
Motores Ferrari para fazer aumentar as vendas?

Lol..

Tá certo [8b]

Sim, claro que gostava de ver isso, mas não me parece de todo que seja realista esperar que isso faça a marca ganhar dinheiro.

Quer dizer, estamos a ver a Porsche a "banalizar-se" com Macans e Panameras diesel, mas ganhar rios de dinheiro que lhe permitem coisas como o 918.

E do outro lado temos a Alfa com ideias de matar o que lhes dá dinheiro, que são os mitos e os giu a diesel, para começar a meter motores ferrari nos carros?

Italianices...

Pah, gosto muito de ver 8C, 4C, que venham também motores Ferrari.

Mas é preciso fazer mais Mitos e Giuliettas 1.6JTD'm.
É preciso um Giu Sw
É preciso um sucessor do 159 rápido, com uma sw também.
É preciso lançar os tais SUV's depressa, antes que a moda passe.

É preciso colocar carros na estrada, carros que realmente se possam comprar e não acabar com os poucos que existem à venda enquanto arranjam e não arranjam motores Ferrari...
penso q estão a tentar fazer o mesmo q fizeram na Maserati: a começar de cima para baixo e a tentar ter o máximo lucro com cada unidade vendida em vez do mesmo ser através do volume de vendas. É uma estratégia claramente mto arriscada... e isto se for para manter, pois novos planos no grupo FCA aparecem todas as semanas...
 
A Alfa Romeo tem que continuar no mercado do segmento C.
Não só é o segmento mais importante na Europa como também é uma salvaguarda futura para a Alfa Romeo caso esta volte a estar em maus lençois nos segmentos altos.
 
penso q estão a tentar fazer o mesmo q fizeram na Maserati: a começar de cima para baixo e a tentar ter o máximo lucro com cada unidade vendida em vez do mesmo ser através do volume de vendas. É uma estratégia claramente mto arriscada... e isto se for para manter, pois novos planos no grupo FCA aparecem todas as semanas...

A Maserati está é a fazer o caminho inverso, a passar de "super-premium" para premium para se sustentar. Para haver MC Stradales tem de havar baby quattropportes e SUVs. Tal como a Porsche, querem é aumentar as vendas e ganhar dinheiro, colocando mais modelos, em mais segmentos à venda.

Já a Alfa, estou com a impressão que querem é passar para "super-premium" em vez de solidificar a parca posição de luta com os premium que têm neste momento.

Há que ser realista.
 
A Alfa Romeo tem que continuar no mercado do segmento C.
Não só é o segmento mais importante na Europa como também é uma salvaguarda futura para a Alfa Romeo caso esta volte a estar em maus lençois nos segmentos altos.

Obvio, assim como continuar com a boa tradição que tem no segmento D, continuar a aproveitar a onda dos pequenos B "premium" e entrar rapidamente na onda dos SUV.

Olhando para a Nissan, entrou em força no mercado dos SUVs, com muito sucesso e só depois pensou em coisas como o Juke Nismo.

Já a Alfa é capaz de lançar primeiro um SUV com motor Ferrari para tentar ganhar dinheiro para produzir mais JTDm's...
 
Motores Ferrari para fazer aumentar as vendas?

Lol..

Tá certo [8b]

Sim, claro que gostava de ver isso, mas não me parece de todo que seja realista esperar que isso faça a marca ganhar dinheiro.

Quer dizer, estamos a ver a Porsche a "banalizar-se" com Macans e Panameras diesel, mas ganhar rios de dinheiro que lhe permitem coisas como o 918.

E do outro lado temos a Alfa com ideias de matar o que lhes dá dinheiro, que são os mitos e os giu a diesel, para começar a meter motores ferrari nos carros?

Italianices...

Pah, gosto muito de ver 8C, 4C, que venham também motores Ferrari.

Mas é preciso fazer mais Mitos e Giuliettas 1.6JTD'm.
É preciso um Giu Sw
É preciso um sucessor do 159 rápido, com uma sw também.
É preciso lançar os tais SUV's depressa, antes que a moda passe.

É preciso colocar carros na estrada, carros que realmente se possam comprar e não acabar com os poucos que existem à venda enquanto arranjam e não arranjam motores Ferrari...

Disseste tudo! 100% de Acordo.

A decadência desta ultima década e meia começa com o fim do 159 e o não aparecimento do Giulia.

Venho todos os dias ao tópico da Alfa e é com um misto de admiração que vejo as fotos dos antigos carros produzidos pela Alfa e tristeza ao ver que cada vez mais é uma marca agarrada ao passado, com um presente cinzento e um futuro inserto.

Não quero daqui a 10 anos admirar a Alfa como admiro o Coliseu de Roma, o expoente máximo de uma civilização extraordinário mas já extinta.

Mas cada vez mais acho que a Fiat tem uma estratégia de fracturar as suas marcas em nichos de mercado em vez de as ter a competir em paralelo (A VW tem o VW, Seat , Skoda, Audi com posturas diferentes mas a competir em paralelo em vários segmentos do mercado), ou seja Fiat para os utilitários e pequenos familiares, Alfa para os segmentos de cima.

Para mim é uma estratégia errada (Se a Audi, Bmw e Mercedes estão no mercado dos pequenos familiares por alguma razão é), mas como o futuro a deus pertence é aguardar para ver.

A questão final é se a Fiat vê a Alfa como uma marca com identidade própria e a honrar o seu passado ou se é apenas um Logo para tentar vender Fiat´s nos segmentos de cima (Já que ninguém paga 40 mil euros por um carro com o Logo Fiat).
 
Eu sei que é duro olhar para um 33 Stradale em fotos, ver um Spider com desenho by Giugiaro e depois ligar e ouvir um JTDm. Mas é isso que vende.

Se for preciso vender muitos Mito's com o 1.3 diesel para fazer um 4C, que assim seja.
 
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Très belle Alfa Romeo Montreal surprise au Canada par Charles P. Cossette
:)
 
A Alfa Romeo tem que continuar no mercado do segmento C.
Não só é o segmento mais importante na Europa como também é uma salvaguarda futura para a Alfa Romeo caso esta volte a estar em maus lençois nos segmentos altos.

A Alfa Romeo terá que reaparecer em força no EUA (aqui também é incluindo o Canadá e o México), e aumentar drasticamente o retorno financeiro por unidade não é o compacto europeu que dará potencial de manobra à marca.
Há muita opção na Europa, e pouco espaço para aquilo que é muito em termo de mercado, que a marca necessita para compensar década de apagamento em consumidor.
 
Embora pareça arriscado, acredito na ideia da Alfa.

O mercado Europeu é muito complicado, fazer carros para Americanos e Asiáticos parece-me uma boa ideia.

Precisam de ter cuidado para não canibalizar a Maserati.

E fazer uns SUV's médios/grandes.

Já a carrinha acho estranho porque isso é mercado Europeu e não me parece que os Europeus estejam virados para viabilizar um projeto desses.
 
O mercado europeu é feroz, e concentra-se em pouco país europeu para fazer volume de unidade em utilitário e compacto familiar médio, a Alfa Romeo muito dificilmente terá produto a curto ou médio prazo para manter volume e lucro por unidade, o próprio Sérgio M. já o referiu de modo claro em termo comercial.

É imperativo SUV e familiar médio para a América do Norte no imediato, poder de compra, mercado enorme em termo de população.
Maserati tem um enquadramento que lhe permite fazer jogo comercial em todo o planeta, o lucro e número apresentado de venda no último exercício demonstra-o, um disparo.
A carrinha do segmento C ou D já acima referi que o único mercado que aceita razoavelmente tal formato é o europeu, a Ásia e América do Norte exigem SUV.
 
Que expandam a gama tudo bem, mas "matar" MiTo e Giulietta parece-me errado, quanto muito mantinham o Giulietta como acesso à gama, não é à toa que os alvos a abater(Mercedes e BMW) da Alfa se têm andado a focar neste segmento também(...)

O actual CEO da Peugeot-Citroën, o português Carlos Tavares, afirma que muito dificilmente irão manter retorno aceitável, é que o volume necessário para manter elevado o lucro por unidade é muito significativo (elevado), a par da resposta de outro construtor.
Ao invés aponta claramente a produto de nicho e de forte percepção de qualidade por por parte do potencial comprador a nível global, tal como o CEO da FCA, aqui o retorno por unidade é alto para a marca.
 
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