Alfa Romeo

Não leste...

O Freemont não foi mudar grelha e símbolos.
Lê o que escreveu a AH.
Até sublinhei algumas coisas a verde!

Começa logo porque levou um motor bem melhor do que tinha.

Portanto já cansa espalhares posts com Photoshops manhosos de carros Frankenstein que não existem.

Bem, a mim parece-me que tu é que não leste o que escrevi para tras mas em fim.

Se mudaram o miolo todo, pqq não fizeram então um design exterior novo com linhas FIAT em vez de recauchutar o JOURNEY ?


Ou melhor, pqq não fizeram todo esse trabalho de actualização/melhorias mantendo-o como DODGE, pertencendo ao mesmo grupo, assim como acontecerá eventualmente com o aproveitamento de plataforma+motores no futuro GIULIA ?
 
Bem, a mim parece-me que tu é que não leste o que escrevi para tras mas em fim.

Se mudaram o miolo todo, pqq não fizeram então um design exterior novo com linhas FIAT em vez de recauchutar o JOURNEY ?


Ou melhor, pqq não fizeram todo esse trabalho de actualização/melhorias mantendo-o como DODGE, pertencendo ao mesmo grupo, assim como acontecerá eventualmente com o aproveitamento de plataforma+motores no futuro GIULIA ?

Li o que escreveste e o que tens vindo a escrever.

Insistes.
O Crash já te explicou, não queres entender não entendas.
 
Li o que escreveste e o que tens vindo a escrever.

Insistes.
O Crash já te explicou, não queres entender não entendas.

Ele pode ter explicado muita coisa e muito bem mas a questão não é essa.

Ao contrario da tua opinião, eu não aprecio que as marcas se andem a travestir umas nas outras, é tão só uma opinião á que tenho direito.

Acho absurdo em termos de imagem de marca andar a meter a grelha LANCIA numa carroçaria 300 C assim como a grelha FIAT numa carroçaria JOURNEY por muito que lhe tenham dado um upgrade a nivel técnico.

Quando vejo uma img do novo THEMA vejo ali um 300C com grelha LANCIA, quando vejo um FREEMONT vejo ali um JOURNEY com grelha FIAT, não estou a falar do miolo estou a falar da carcaça, e essas já andavam por aí há uns bons anos com chancela CHRYSLER e DODGE, não me parece que seja uma coisa mto dificil de entender.

Não se trata aqui de ter ou não razão, é uma questão de opinião, tu tens a tua que acha aquilo normal, eu tenho a minha, acho aquilo uma perverção em termos de imagem de marca.
 
Última edição:
Ele pode ter explicado muita coisa e muito bem mas a questão não é essa.

Ao contrario da tua opinião, eu não aprecio que as marcas se andem a travestir umas nas outras, é tão só uma opinião á que tenho direito.

Acho absurdo em termos de imagem de marca andar a meter a grelha LANCIA numa carroçaria 300 C assim como a grelha FIAT numa carroçaria JOURNEY por muito que lhe tenham dado um upgrade a nivel técnico.

Quando vejo uma img do novo THEMA vejo ali um 300C com grelha LANCIA, quando vejo um FREEMONT vejo ali um JOURNEY com grelha FIAT, não estou a falar do miolo estou a falar da carcaça, e essas já andavam por aí há uns bons anos com chancela CHRYSLER e DODGE, não me parece que seja uma coisa mto dificil de entender.

Não se trata aqui de ter ou não razão, é uma questão de opinião, tu tens a tua que acha aquilo normal, eu tenho a minha, acho aquilo uma perverção em termos de imagem de marca.

Caro ARMIC,

O que dizes tem alguma razão de ser e eu pessoalmente tb acho uma afronta um 300c com símbolo Lancia e então o Chrysler Delta nem se fala, mas acredito que, tudo correndo bem isto é uma fase de transição e que os próximos modelos terão uma linguagem própria mais adequada aos pergaminhos das marcas. Lembra-te do que se passou com a Daewoo/Chevrolet... os primeiros modelos tb só mudaram o badge, inclusive os stands mudaram o badge dos carros que tinham em stock... hoje em dia têm uma identidade própria e que nada tem a ver com Daewoo...

Quanto ao tão falado caso do Journey o restyling interior e mecânico foi profundo e perguntaste tu pq não tb o exterior ? Porque ficaria duplamente incomportável. Mudar uma linha de produção para produzir e montar peças totalmente novas além de ser caro, demora muito tempo (pode demorar mais de 6 meses e estes períodos tb custam dinheiro porque só se gasta, não se vende nada), mais a mais não havendo projecto, que deverá ser o que está a ser desenvolvido agora para um próximo modelo, mas entretanto a Fiat está a vender um que já pagou por ele (quando adquiriu a crhysler e a manutenção da fábrica e tudo isso) e a ganhar dinheiro para sustentar o próximo modelo.
 
Ele pode ter explicado muita coisa e muito bem mas a questão não é essa.

Ao contrario da tua opinião, eu não aprecio que as marcas se andem a travestir umas nas outras

Onde é que eu escrevi que aprecio isso?
Não aprecio. Mas não é por um carro levar um símbolo diferente que por causa disso já não presta

Agora do apreciar a gramar que postes dezenas de textos a dizer o mesmo todos os dias (muitas vezes sem conheceres do que estás a falar); e tipo estás imagens inventadas:

Chrysler500chico1.jpg


Porque não te viras por exemplo para Peugeot e Citröen?
Vai para mais de 30 anos que quase todos os modelos partilham quase tudo.
 
Onde é que eu escrevi que aprecio isso?
Não aprecio. Mas não é por um carro levar um símbolo diferente que por causa disso já não presta

Agora do apreciar a gramar que postes dezenas de textos a dizer o mesmo todos os dias (muitas vezes sem conheceres do que estás a falar); e tipo estás imagens inventadas:

Chrysler500chico1.jpg


Porque não te viras por exemplo para Peugeot e Citröen?
Vai para mais de 30 anos que quase todos os modelos partilham quase tudo.

É pá, tens toda a razão apr:)
 
Caro ARMIC,

O que dizes tem alguma razão de ser e eu pessoalmente tb acho uma afronta um 300c com símbolo Lancia e então o Chrysler Delta nem se fala, mas acredito que, tudo correndo bem isto é uma fase de transição e que os próximos modelos terão uma linguagem própria mais adequada aos pergaminhos das marcas. Lembra-te do que se passou com a Daewoo/Chevrolet... os primeiros modelos tb só mudaram o badge, inclusive os stands mudaram o badge dos carros que tinham em stock... hoje em dia têm uma identidade própria e que nada tem a ver com Daewoo...

Quanto ao tão falado caso do Journey o restyling interior e mecânico foi profundo e perguntaste tu pq não tb o exterior ? Porque ficaria duplamente incomportável. Mudar uma linha de produção para produzir e montar peças totalmente novas além de ser caro, demora muito tempo (pode demorar mais de 6 meses e estes períodos tb custam dinheiro porque só se gasta, não se vende nada), mais a mais não havendo projecto, que deverá ser o que está a ser desenvolvido agora para um próximo modelo, mas entretanto a Fiat está a vender um que já pagou por ele (quando adquiriu a crhysler e a manutenção da fábrica e tudo isso) e a ganhar dinheiro para sustentar o próximo modelo.

Caro fnal, tbm se pode meter icetea numa lata de cocacola [;)]
 
Onde é que eu escrevi que aprecio isso?
Não aprecio. Mas não é por um carro levar um símbolo diferente que por causa disso já não presta

Agora do apreciar a gramar que postes dezenas de textos a dizer o mesmo todos os dias (muitas vezes sem conheceres do que estás a falar); e tipo estás imagens inventadas:

Chrysler500chico1.jpg


Porque não te viras por exemplo para Peugeot e Citröen?
Vai para mais de 30 anos que quase todos os modelos partilham quase tudo.


Não me leves a mal mas acho que estás a dar razão ao Armic. A Peugeot e a Citroên partilham quase tudo à muitos anos, e se leres bem os posts do Armic ele não é contra isso, pois faz parte da estratégia das marcas de maximizarem os lucros e diminuir os custos...

Como tu disseste e bem a Peugeot e Citroên partilham quase tudo, mas cada um tem os seus modelos. Não vês assim do pé para a mão o Citroên C2 passar a ser vendido com Peugeot QQ Coisa ou o Peugeot RCZ passar a ser vendido como Citroên qq coisa. Porquê? Identidade da marca...

Acho um pouco insultuoso chamarem Thema a um 300c americano. O verdadeiro Thema era um carro italiano que chegou a equipar com um motor v8 ferrari na versão mais cara... A mesma coisa com o freemont. É que esses carros venderam-se anos com o verdadeiro nome e assim do nada passam a ser lancia e fiat respectivamente. Acho que é estar a "gozar" com o consumidor, do género pega lá qq coisa a ver se passa. O consumidor não é burro e a maior parte sabe o que estã a comprar..
 
Não me leves a mal mas acho que estás a dar razão ao Armic.

Razão?
Eu acho que escrevi que não aprecio que se façam rebadges.
O que não implica que um carro com rebadge seja mau só porque sim.

Agora dai a passar a vida a repetirem o mesmo e a metem aquele tipo de Photoshops vai uma certa distância.
 
Serei eu o unico a achar o freemont uma boa jogada comercial?
Eles só mudaram mecânica porque, primeiro não iam pagar por motores a outro construtor quando êm soluções em "casa" e segundo poporque é mais barato/facil trocar peças mecânicas que paineis de carroçaria. fazer novos moldes para prensar é carissimo. se podiam so mudar por exemplo a mala ou capot não sei, mas teria ajudado a uma nova imagem.
 
Serei eu o unico a achar o freemont uma boa jogada comercial?

Não. Eu também acho.
E a principal razão é porque este novo FIAT é um tipo de veículo que a FIAT nunca teve.
Logo pegou num Dodge e alterou-o, pelos vistos muito bem, basta ler o completo e incisivo teste da AH que meti.

Tinha os Campagnola, mas isso eram TT simples, parecidos com Willys.


O rebadge Chrysler para já temos o Thema (300C), o Flavia Cabriolet e o Voyager, que é um grande monovolume, talvez o maior salão com rodas que anda ai.
Parece que é bastante bom para esse tipo de veículos.
Em Portugal têm pouca expressão, de qualquer maneira é vendido como Lancia mas é um Chrysler, mas anteriormente o Phedra também não era um Lancia, era um projecto mais Francês que dava para Peugeot, FIAT, Citröen e Lancia.

Os FIAT Scudo também são Franceses PSA, mas andem numa coisa dessas e se calhar vão gostar. No Scudo, no Jumpy ou no Expert.

Já os Ducatos e os seus irmãos Peugeot e Citröen são Italianos.
 
Razão?
Eu acho que escrevi que não aprecio que se façam rebadges.
O que não implica que um carro com rebadge seja mau só porque sim.

Agora dai a passar a vida a repetirem o mesmo e a metem aquele tipo de Photoshops vai uma certa distância.

LOL, mas alguem falou em se era bom ou mau ?

e meto os shops a gozar pq acho aquilo de andar a trocar de grelhas uma coisa absurda em termos de branding. [:p] ...e há com fartura na net.

já agora e segundo o teu criterio, se metemos um Mjet 170 e um tablier novo lá dentro tbm dá para fazer esta brincadeira [:D]

images


Mas atenção que gozo para não chorar pq na realidade acho tudo isto uma autentica heresia :sh)
 
Última edição:
Não. Eu também acho.
E a principal razão é porque este novo FIAT é um tipo de veículo que a FIAT nunca teve.
Logo pegou num Dodge e alterou-o, pelos vistos muito bem, basta ler o completo e incisivo teste da AH que meti.

Tinha os Campagnola, mas isso eram TT simples, parecidos com Willys.


O rebadge Chrysler para já temos o Thema (300C), o Flavia Cabriolet e o Voyager, que é um grande monovolume, talvez o maior salão com rodas que anda ai.
Parece que é bastante bom para esse tipo de veículos.
Em Portugal têm pouca expressão, de qualquer maneira é vendido como Lancia mas é um Chrysler, mas anteriormente o Phedra também não era um Lancia, era um projecto mais Francês que dava para Peugeot, FIAT, Citröen e Lancia.

Os FIAT Scudo também são Franceses PSA, mas andem numa coisa dessas e se calhar vão gostar. No Scudo, no Jumpy ou no Expert.

Já os Ducatos e os seus irmãos Peugeot e Citröen são Italianos.

A verdade é que hoje em dia, muitos carros são projectos partilhados, já poucas marcas sobrevivem sem isso. Pode por vezes não ser ao longo de toda a gama, como os que referiste na PSA/Fiat, mas aqui ou ali já existem imensos modelos que são mesmo desenvolvidos em conjunto e depois levam 3/4 badges...

Assim de repente, o C1/Aygo/107, o 500/Ka, os próprios Mini que apesar de serem de uma marca que pouco ou nada desenvolve em colaboração, tiveram até há pouco tempo motores "estrangeiros". Tudo que o é VW já há muito que nos habituou a isso, etc, etc, enfim, são imensos os exemplos... é a vida, como dizia o outro... Aposta-se mais forte nos desenvolvimentos mainstream e as franjas faz-se em colaboração... o que poucos esperavam é que as franjas estivessem tão perto de se tornarem mainstream em muitos sítios... lixa um bocado a estratégia e atira as marcas para o vermelho na mesma...

PS: Ah, esqueci-me... apesar de tb não achar grande piada aos rebadges, eu tb acho o Freemont uma excelente jogada...
 
Última edição:
Serei eu o unico a achar o freemont uma boa jogada comercial?
Eles só mudaram mecânica porque, primeiro não iam pagar por motores a outro construtor quando êm soluções em "casa" e segundo poporque é mais barato/facil trocar peças mecânicas que paineis de carroçaria. fazer novos moldes para prensar é carissimo. se podiam so mudar por exemplo a mala ou capot não sei, mas teria ajudado a uma nova imagem.
Também achei uma boa jogada, alias o SUV ficou bem mais apelativo e os resultados estão à vista.
vende muito mais do que os Dodge vendiam.

Mas para mim foi o único rebadge bem feito, penso que a voyager é um modelo carismático e que venderia mais como chrysler, arrisco-me a dizer que era o único modelo de sucesso na Europa dessa marca.
 
Também achei uma boa jogada, alias o SUV ficou bem mais apelativo e os resultados estão à vista.
vende muito mais do que os Dodge vendiam.

Mas para mim foi o único rebadge bem feito, penso que a voyager é um modelo carismático e que venderia mais como chrysler, arrisco-me a dizer que era o único modelo de sucesso na Europa dessa marca.

Eu acho que ficou tão apelativo como estava antes.
Creio que a rede comercial da Fiat é que está a fazer a diferença.

Tocas no assunto da Voyager, e de facto seria um rebadge interessante para a Fiat. Este modelo, para quem já o conduziu, sabe bem que embora tenha soluções mecânicas e materiais nem sempre dos mais bem conseguidos, é de longe uma solução muito bem pensada em termos de utilização. Pelo que tal como com o freemont, com algumas alterações a rede comercial da Fiat teria aqui mais uma arma.
 
paralelo;1066778951 Como tu disseste e bem a Peugeot e Citroên partilham quase tudo disse:
Não vês assim do pé para a mão o Citroên C2 passar a ser vendido com Peugeot QQ Coisa ou o Peugeot RCZ passar a ser vendido como Citroên qq coisa[/B]. Porquê? Identidade da marca...

Acho um pouco insultuoso chamarem Thema a um 300c americano. O verdadeiro Thema era um carro italiano que chegou a equipar com um motor v8 ferrari na versão mais cara... A mesma coisa com o freemont. É que esses carros venderam-se anos com o verdadeiro nome e assim do nada passam a ser lancia e fiat respectivamente. Acho que é estar a "gozar" com o consumidor, do género pega lá qq coisa a ver se passa. O consumidor não é burro e a maior parte sabe o que estã a comprar..


Também não sou muito a favor da alteração pura e simples de grelhas e simbolos, mas a verdade é que na atual conjuntura, isso parece ser um mal necessário no Grupo Fiat. Com a falta de dinheiro para investimento em novos produtos de raíz, e a junção de novas marcas ao grupo, penso que a nivel financeiro foi uma boa jogada da Fiat.

Dividir as marcas com atual menor potencial por mercados, permite poupar uns bons milhões por ano só na manutenção de uma marca em mercados, onde apenas se encontravam representadas com um ou dois modelos de relativo sucesso. E ao contrário do que se diz, a inclusão dos novos modelos na Fiat e na Lância não foi feita apenas com a troca de simbolo e grelha. Aproveitou-se o retyling dos diversos modelos e apenas essa nova versão (que no mercado europeu não vieram com as marcas originais) incorporou o potofólio da Fiat e Lancia. Alguns forma muito bem conseguidos (Freemont), outros, como os Lancia, não tanto. Mas, este falhanço, não estará diretamente relacionado com a alteração da marca (talvez, o unico modelo que talvez vende-se mais se mantivesse a marca original fosse o Voyager, porque acho que já era um carro icónico para a Chrysler), mas sim com a inadequação do modelo ao mercado europeu. Não obstante os Lancia serem excelentes produtos, um Thema com a motorização base de 3l (quando os alemães têm 2.0) e com uma caixa automática com tecnologia ultrapassada (a nova de 8 vel. está a chegar), era de prever que não fosse ter grandes vendas, bem como um Voyager com um motor grande, com pouca potência, e que fica atualmente bem atrás das propostas europeias neste item (além de o mercado europeu já não estar muito virado para os grandes monovolumes), e um Flavia, apenas descapotável e só com motores a gasolina.

Ainda assim, no caso da Lancia, foi o começar de um novo ciclo, com uma gama abrangente, incluindo modelos que de outra forma a marca não teria tão cedo. Aquando da substituição dos atuais modelos, que não deverão ficar muito tempo no mercado, a estética e configuração dos seus substitutos já terão em consideração o ADN de ambas as marcas, deixando-os num meio caminho entre as especificidades dos mercados europeu e americano.

Quanto ao fato da PSA não fazer o mesmo, isso também não é verdade. Já há alguns anos que em diversos mercados, como o chinês, que há trocas de modelos entre as duas marcas, por vezes mudando apenas o simbolo. O mesmo acontece com muitos outros construtores, incluindo os alemães.

Não acho que seja gozar com o cliente, é apenas optimizar ao máximo o binómio produto a propor vs custo da operação, o que no fundo, também acabará por ser o cliente a beneficiar. Se pessoalmente gosto disso? Não. Mas percebo que será o mais sensato de fazer nesta altura. E no estado atual do mercado europeu, parece-me que é algo que vários construtores irão fazer cada vez mais. Ou pelo menos trazer produtos pensados para outros mercados, para o nosso mercado.
 
Eu acho que ficou tão apelativo como estava antes.
Creio que a rede comercial da Fiat é que está a fazer a diferença.

Tocas no assunto da Voyager, e de facto seria um rebadge interessante para a Fiat. Este modelo, para quem já o conduziu, sabe bem que embora tenha soluções mecânicas e materiais nem sempre dos mais bem conseguidos, é de longe uma solução muito bem pensada em termos de utilização. Pelo que tal como com o freemont, com algumas alterações a rede comercial da Fiat teria aqui mais uma arma.

Exacto, pegaram num producto que já tinha boa aceitação, limaram-lhe as arestas ( motor, interiores... )meteram um pvp competitivo aproveitando a vasta rede de concessionarios FIAT deste lado do charco e voilá.

Mas cinceramente, acho que podiam ter feito o mesmo trabalho mantendo a marca original, limitando-se a meter os luminosos CHRY/DODGE ao lado dos das outras marcas do grupo nos stands e provavelmente vendiam mais.
 
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Eu acho que o Grupo não só não decide como não têm coragem de suspender uma marca mesmo que temporariamente.
Eu poria a Lancia em stand-by, parece-me uma atitude inteligente, poupavam um pouco e podiam ir apostando em duas áreas, a Fiat com várias propostas competitivas até ao segmento C inclusivé, e colocar a AR com versões dos mesmos chassis mas mais "bonitas" e ir até ao D+ nichos de mercado. Ou então usar a Lancia apenas para o mercado asiático, os chineses parecem gostar bastante de luxo, porque não apostar na marca lá, e manter o badge Fiat para modelos mais baratos.
 
A Lancia é um caso bicudo, mas não me parece que deixando-a de lado, mesmo por uns tempos (que nunca é menos do que uns anos), seja o caminho a seguir.
Penso que apesar de tudo é necessário manter a marca mesmo significando ter que optar pelos rebadges que já estamos a ver.

Matar uma marca é fácil.
Voltar a renascê-la é o cabo dos trabalhos, ainda por cima uma marca moribunda como a Lancia.
 
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