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Perdoai-lhes senhor, que não sabem o que fazem...
As coisas para os lados de Italia parece que andam divertidas, de uma forma algo Frankensteiniana.
Chryslers 100% americanos de nome Lancia e para rematar em beleza, um Viper com enxerto de pele!
É que tem tudo a ver...
so nao gosto da traseira tal como nao gostei no novo ferrari,mas la ta nao podem fugir aos modelos antigos... so tenho k dar os parabens a alfa pois parece k vai voltar a renascerapr![]()
Independentemente da alma não ser Alfa Romeo (nem lá perto sequer na filosofia), este TZ3 está fantástico.
Não está melhor do que o 1º, mas ainda assim...[br]
A Alfa começa a renascer.
Crash: não te esqueças que grandes máquinas Italianas do passado usavam mecânica musculada Americana,
como os De Tomaso, ISO ou Monteverdi (Italo-Suiços).
2 wrongs don't make a right[]
Como é que a Alfa se insere nessa lógica?
É que é apenas um Viper com outra carroçaria, por mais nomes pomposos que lhe dêem. Ou seja, trabalho de carroçador no seu melhor.
Mas o exercicio aqui não é como outros, onde vemos Corvettes Spadatroncas, Corvettes retro e até Corvettes Vinci Gt.
Ou seja, quando decidem revestir um dos carros mais carismáticos "Born in the U.S.A" com carácter muito próprio (muscle car levado a um extremo), com uma carroçaria marcada por um dos "brasões" que deve ser dos que mais máquinas igualmente carismáticas também colocou na estrada e pistas, mas com filosofia diametralmente oposta, onde o baixo peso, motores nervosos e agilidade em alta era o que os distinguia, o resultado não é propriamente a fusão ideal.
É como ver o Pavarotti vestido a rigor, agarrar uma guitarra e cantar country. Há coisas que simplesmente não se misturam. Podem-se misturar, mas não se devem.
O Viper com sabor europeu já existe e chama-se SLS[]
Como isto é carrinho de colecionador e não é propriamente nada oficial da Alfa, a meu ver existiam outras hipóteses mais apeteciveis e que até temos exemplos recentes.
O outro tipo que decidiu fazer um novo Stratos, procurou, procurou e acabou por ir buscar o mapa genético certo. Corta um F430 Scuderia ao meio (o que também para alguns poderia ser considerado uma heresia), distância entre-eixos encurtada, carroçaria evocativa e voilá...
Já que apenas farão 9 unidades, e não devem propriamente ser acessiveis ao povinho, isto foi o melhor que a Zagato encontrou? Recuperar os seus compactos, leves e esguios TZ com "American Muscle"???
Agradeço o elogio, mas, ao menos podes justificar ou ficas-te por frases feitas?O sarcasmo da tua arrogancia continua do melhor que há neste fórum! apr![]()
Tal como no caso 156, estas linhas vão ser intemporais por mto tempo, independentemente do novo GIULIA
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2 wrongs don't make a right[]
Crash: acho muito bem que a ALFA / Zagato tenham feito este carro ainda que ~10 unidades.
Eu gosto de modelos assim, muito exclusivos.
(Remember Cizeta Moroder?)
Problemas na base ser um Dodge?
Não é por isso que o carro deixa de ser espetacular.
Aliás, pegar num Dodge Viper e comparar a sua beleza com este ALFA Zagato é interessante. apr
Mas pronto, também existem gostos... e eu gosto de Zagatos e gosto de Codatroncas.
Aliás, até num simples Junior Zagato eles são avançados... isto já tem mais de 40 anos, mas nem parece... muito à frente do comum:
Não concordo nada que Monstros Sagrados como De Tomaso's ou ISO's / Bizzarrini's e Monteverdi's sejam "Wrongs".
Tal como no caso 156, estas linhas vão ser intemporais por mto tempo, independentemente do novo GIULIA
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Eu acho que lançar um carro destes é bom e melhor do que não lançar nada.
Se eles compraram a Dodge, é normal que exista um modelo ou outro que seja "aproveitado".
Vejo isto como um exercício de estilo... fazer um "Tí Zeta" do século XXI.
E como obra de arte acho que se sai muito bem.
Mas os TZ até eram pequenos, muito leves e de motor pequeno... a base não era de Super Car.
Como é para existirem ~10, nem entra nas contas dos nossos sonhos; são carros que já nasceram para serem assim exclusivos.
Lembro-me de alguns, incluíndo um dos mais belos da história, os 2 exemplares 365 P Guida Centrale Pinin Farina Speciale.
Eu compreendo o ponto de vista do crash, aliás, disse o mesmo (mas em menos palavras[]) no post anterior.
Em certa parte (se calhar em grande parte) até concordo.
Dou muito valor a que uma marca honre os pergaminhos que fizeram dela aquilo que ela é hoje em dia; que lhe deram o nome e o carisma que ostenta.
Aliás, nem podia ser de outra forma. Quantas vezes se fala no regresso da tracção anterior à AR? Tudo por uma questão de tradição.
Aqui é a mesma coisa.
A filosofia do Viper é muito própria, característica da indústria americana: muito músculo, tanto nas formas como no próprio motor.
A Alfa Romeo é talvez o oposto: motores leves, tecnológicos, rápidos, com boa potência específica, carroçaria muito feminina e também ela leva.
O TZ3 acaba por ter apenas as formas de uma mulher e pouco mais.
É como um travesti muito bem caracterizado.[]
Por outro lado, ter mais um modelo de baixa produção (e colecção) da série TZ é um regalo.
A marca vai conseguir vender as 9 unidades que nem pãezinhos quentes mas vai conseguir com que 9 milhões de pessoas olhem para a Alfa ROmeo novamente, após ter lançado o fantástico 8C.
Neste grande número, poucos se atreverão a criticar por ter base Viper.
Para já, em que estamos num tempo em que a marca está a renascer novamente, são necessárias coisas destas.
Coisas que não sejam propriamente da identidade da marca, mas que sejam uma oportunidade das pessoas voltarem a falar dela, pelas melhores razões.