Alfa Romeo

Retirado do Mopar Insiders (o lado americano mais simpático aos europeus)

Muitas críticas.

No Autopareri, nem se fala.


Todavia, ainda não houve aprsentação sobre a marca Alfa Romeo, Lancia, DS, bem como Chrysler (embora mostrado protótipo), Citroen e Maserati
 
Retirado do Mopar Insiders (o lado americano mais simpático aos europeus)

Muitas críticas.

Oh, isso é o Bili a chorar-se todo porque não queria a Alfa emparelhada com a DS e não quer ver Alfas feitos nas plataformas Peugeot.
Até um certo ponto, eu percebo mas existe muito potencial e flexibilidade.

No Autopareri, nem se fala.

Todavia, ainda não houve aprsentação sobre a marca Alfa Romeo, Lancia, DS, bem como Chrysler (embora mostrado protótipo), Citroen e Maserati
 
Na FCA a ALFA acabaria na gaveta onde já meteram a Lancia. Parece que só resta a hipótese ALFA meio PUGizada

Algo não está muito bem explicado, mas é sugestivo que os americanos fizeram significativas mudanças a partir de Giorgio para o STLA Large. A Maserati certamente o fez, não se sabe o grau de colaboração.

Como mostrado ontem por Gilles, a STLA Large será amplamente utilizada em veículos norte americanos, entendemos que suportarão 8 e inesperadamente até a Chrysler os receberia.

Também as medidas mínimas para essa plataforma foram definidas como 4,70m no comçprimento e 1,90m de largura, o que se encaixaria num sucessor de Giulia e Stelvio.

Por qual razão a Alfa Romeo não poderia utilizá-la, mantendo também atuais motores a combustão e com algum produto no segmento E?


Tiveram a idéia maluca de ter 3 marcas premium com status europeu. Esperávamos que o renascimento começasse pela Europa, mas se tratasse de marca global.

Lancia e DS (cansei de dizer que deveria regressar aos poucos à casa de origem) poderiam utilizar a plataforma STLA Medium com as marcas generalistas, bem como os AR do segmento C para baixo.
 
E a depender do "andar da carruagem", as sinergias por volume de vendas seriam maiores com os americanos do que com Peugeot/Opel/DS.

única explicação para isso seria se a STLA LARGE não existisse nas fábricas europeias.

E a Maserati (sei que pela "exclusividade", são cautelosos no que de fato usam)? E o parentesco da plataforma (ítalo)americana com a italiana Giorgio?
 
Algo não está muito bem explicado, mas é sugestivo que os americanos fizeram significativas mudanças a partir de Giorgio para o STLA Large. A Maserati certamente o fez, não se sabe o grau de colaboração.

Como mostrado ontem por Gilles, a STLA Large será amplamente utilizada em veículos norte americanos, entendemos que suportarão 8 e inesperadamente até a Chrysler os receberia.

Também as medidas mínimas para essa plataforma foram definidas como 4,70m no comçprimento e 1,90m de largura, o que se encaixaria num sucessor de Giulia e Stelvio.

Por qual razão a Alfa Romeo não poderia utilizá-la, mantendo também atuais motores a combustão e com algum produto no segmento E?


Tiveram a idéia maluca de ter 3 marcas premium com status europeu. Esperávamos que o renascimento começasse pela Europa, mas se tratasse de marca global.

Lancia e DS (cansei de dizer que deveria regressar aos poucos à casa de origem) poderiam utilizar a plataforma STLA Medium com as marcas generalistas, bem como os AR do segmento C para baixo.

O que ficou mais ou menos definido ontem no EV Day da Stellantis:

Primeiro Alfa Romeo elétrico em 2024, e estão a usar esta tag line: “From 2024, Alfa Becomes Alfa e-Romeo”:sh)
A plataforma STLA Medium será a "espinha dorsal" das marcas premium da Stellantis, ou seja, Alfa Romeo, DS e Lancia.
Não significa que não possam recorrer à maior STLA Large ou mais pequena STLA Small.
Eles afirmaram que o foco eléctrico destas plataformas permitirá soluções flexíveis: tração dianteira, traseira, integral.
Ainda assim fica por saber se será mesmo assim em todas as plataformas. A STLA Medium não é mais que um novo nome para a eVMP anunciada pela PSA em 2020, que por sua vez é uma nova geração da EMP2.
 
AUDI retirando o A1 de linha.

A enésima prova que o modelo menos necessário para a Alfa Romeo seria o retorno de um sucessor para o Mito.

Caro, redundante (dentro da STELLaNTIS) e com pouco valor agregado para a marca
 
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