fnal
New member
É verdade... [] vou ser mais específico, para cair numa zona em que o ascendente de potência seja mais rápido e forte.
De qualquer forma uma rectificação, quando se quer obter a melhor performance do carro que estamos a conduzir (independentemente de ser NA ou turbo) as mudanças devem ser trocadas na rpm de potência máxima, ou um pouco depois.
Vou dar um exemplo para se perceber melhor isto que estou a dizer, o meu carro atinje o binário máximo às 4200rpm e às 6200rpm é obtida a potência máxima. Ou seja se virmos em gráfico, o meu binário decresce a partir das 4200rpm, mas a potência continua a aumentar porque as rpm até às 6200rpm compensam a descida de binário, só a partir das 6200rpm é que deixa de compensar.
As trocas realizadas na melhor conjugação entre o binário e a potência servem para uma condução mais agradável e despachada, mas não é a mais rápida.
Sendo que no caso específico do Mito TB acredito perfeitamente que a potência máxima seja obtida ainda um pouco "distante" do corte. Nos ottos é que é mais próximo do corte. Mas seria interessante ver um gráfico de potência/binário/rpm do mito 1.4 TB.
De qualquer forma o que eu pretendo dizer, é que levar mudanças ao corte não é o melhor método para extrair a máxima performance de qualquer carro, como practicamente todos sabem. []
Não é realizar a troca NA melhor conjugação bin-pot, mas sim PARA a melhor conjugação bin-pot, ou seja, não quando se lá chega, mas para que a nova mudança lá caia.

