Alfa Romeo

O Marchionne não gosta que haja overlap de modelos das marcas do grupo no mesmo segmento... E depois chega-se a este ponto em que Lancia não tem nada, a Chrysler é marca de 2 modelos, a Dodge está a definhar e pronto.
Não se entende essa abordagem.

A VW é perita a ocupar espaços, parece o Fejsa, está em todo o lado. O Golf perde vendas para o Leon ou o Octavia? Pois perde mas um cliente que não goste do Golf pode escolher um desses dois ou um A3 em vez de ir para um Astra, um Megane ou um 308. Se calhar por cada Golf que perde vai buscar 3 carros à concorrência.

O que souberam fazer e muito bem foi criar diferenciação para oferecer produtos para o mesmo segmento dentro do grupo e parece que resulta.

A FCA cada vez mais aposta numa estratégia de "vais tu? Vou eu? Olha, não vai ninguém".
 
Não se entende essa abordagem.

A VW é perita a ocupar espaços, parece o Fejsa, está em todo o lado. O Golf perde vendas para o Leon ou o Octavia? Pois perde mas um cliente que não goste do Golf pode escolher um desses dois ou um A3 em vez de ir para um Astra, um Megane ou um 308. Se calhar por cada Golf que perde vai buscar 3 carros à concorrência.

O que souberam fazer e muito bem foi criar diferenciação para oferecer produtos para o mesmo segmento dentro do grupo e parece que resulta.

A FCA cada vez mais aposta numa estratégia de "vais tu? Vou eu? Olha, não vai ninguém".

Chama-se downsizing branding. Junta-se muitas marcas e fazem dois ou três mods de cada [:D]
 
Não se entende essa abordagem.

A VW é perita a ocupar espaços, parece o Fejsa, está em todo o lado. O Golf perde vendas para o Leon ou o Octavia? Pois perde mas um cliente que não goste do Golf pode escolher um desses dois ou um A3 em vez de ir para um Astra, um Megane ou um 308. Se calhar por cada Golf que perde vai buscar 3 carros à concorrência.

O que souberam fazer e muito bem foi criar diferenciação para oferecer produtos para o mesmo segmento dentro do grupo e parece que resulta.

A FCA cada vez mais aposta numa estratégia de "vais tu? Vou eu? Olha, não vai ninguém".


Atenção, essa abordagem não é implementada em todos os segmentos em que o grupo tem modelos e pode ser que venham a mudar a estratégia no futuro.
Por exemplo, o Renegade e 500X estão no mesmo segmento. Se bem que um vende muito na América do Norte e China, e o outro na Europa.
Também tem o Panda e o 500 para o segmento A. E dos modelos mesmo velhos o Ypsilon, Punto e Mito... Mas isto são modelos todos eles em fim de vida.
Na América do Norte a Dodge e Chrysler estão no mesmo segmento e partilham a mesma plataforma e muitos componentes...

Acho que esta abordagem não resulta de uma estratégia definida mas mais de constrangimentos financeiros, alguns por culpa própria por investirem fortemente nos produtos errados e depois apressarem-nos para o mercado sem resolver todos os problemas (ex. Chrysler 200 e Dart).

Curiosamente no fórum da Allpar, houve alguém a quem um insider na Nissan disse que FCA e Nissan estão em conversações á muitos meses para os novos modelos compact e midsize que vão substituir o Dart e 200. Provávelmente no seguimento da absorção da Mitsubishi.
Se bem que uma fusão Nissan/Renault/FCA seria uma verdadeira pedrada no charco e faria muito sentido.
 
alfa_5er_0.jpg




Nuovo aggiornamento sul piano industraiale Alfa Romeo, segnalato da Autocar. Si va dalla nuova MiTo all'ammiraglia, passando per due SUV e un crossover.

Autocar ha intervistato Reid Bigland, al vertice dell'Alfa Romeo, che ha parlato dei modelli in arrivo. Nove nuovi modelli entro il 2021, tra i quali un SUV di grandi dimensioni, un SUV dall'impronta sportiveggiante, più piccolo della Stelvio, Giulia station wagon, un ammiraglia, la nuova Giulietta; un crossover basato sulla Giulietta e una coupé erede della Brera, anche in versione spyder. Si aggiunge l'erede della MiTo, che Bigland considera ancora rilevante per l'Europa e quindi potrebbe avere un futuro.

Web Magazine Passione Auto Italiane
 
Nuovo aggiornamento sul piano industraiale Alfa Romeo, segnalato da Autocar. Si va dalla nuova MiTo all'ammiraglia, passando per due SUV e un crossover.

Autocar ha intervistato Reid Bigland, al vertice dell'Alfa Romeo, che ha parlato dei modelli in arrivo. Nove nuovi modelli entro il 2021, tra i quali un SUV di grandi dimensioni, un SUV dall'impronta sportiveggiante, più piccolo della Stelvio, Giulia station wagon, un ammiraglia, la nuova Giulietta; un crossover basato sulla Giulietta e una coupé erede della Brera, anche in versione spyder. Si aggiunge l'erede della MiTo, che Bigland considera ancora rilevante per l'Europa e quindi potrebbe avere un futuro.

Web Magazine Passione Auto Italiane



Apenas as citações ao Bigland

“Our goal is absolutely to go toe to toe with the Germans, but that’s not a two-year plan," said Bigland. "We’re just not going to get there that quickly. They’re in every segment and spinning derivatives off those segments.“Even with the new [Stelvio] SUV, we will only have 50% coverage of the market. We need to pick our strategy and get it right. We have one chance to make the best possible car with every launch.”

“The reason people will buy our mid-sized SUV is because they will get blown away by the driving dynamics,” he said.

“Every car Alfa makes must stand apart for that reason. This car will not disappoint.”

“The whole world is gravitating to SUVs,” he said. “A few years ago, an Alfa SUV would have been sacrilegious, but now it makes perfect sense. Our job is to keep an eye on consumer preferences and give people what they want.”

“Whatever car Alfa Romeo makes must stand apart for its agility, noise and general driving experience,” he said. “A large SUV can work in that space - the Maserati Levante proves that, but it’s a five not seven-seater.”

“Ten years ago I’d have said we need the saloon to credibly take on the Germans. Now, the explosion in SUV sales changes that. I’m not saying we won’t do the saloon, but it might not be next on the list.”

“The segment size and profitability are not what they were,” said Bigland. “The discounting in those segments is brutal now, even among the established players. The market size is also interesting. It’s holding at the moment, but at the cost of profitability. For anything other than an SUV, the value proposition is increasingly challenging.”

“The Giorgio platform is capable, but it will depend on customer requirements,” said Bigland. “How many rear-drive cars are there in that segment? It’s a dying breed. To do it would mark us out as different, but we need to look very deeply at what the market is asking for.”

“Arguably, the Mito doesn’t play a role outside Europe, but it continues to make a valuable contribution to Europe, so we’re looking to continue to improve it,” he said.
 
Nuovo aggiornamento sul piano industraiale Alfa Romeo, segnalato da Autocar. Si va dalla nuova MiTo all'ammiraglia, passando per due SUV e un crossover.

Autocar ha intervistato Reid Bigland, al vertice dell'Alfa Romeo, che ha parlato dei modelli in arrivo. Nove nuovi modelli entro il 2021, tra i quali un SUV di grandi dimensioni, un SUV dall'impronta sportiveggiante, più piccolo della Stelvio, Giulia station wagon, un ammiraglia, la nuova Giulietta; un crossover basato sulla Giulietta e una coupé erede della Brera, anche in versione spyder. Si aggiunge l'erede della MiTo, che Bigland considera ancora rilevante per l'Europa e quindi potrebbe avere un futuro.

Web Magazine Passione Auto Italiane

Cuidado... os artigos italianos que citam o da Autocar não estão a ter em conta que o artigo da Autocar é metade citações do Bigland, metade especulação dos jornalistas ingleses. Por exemplo no caso do MiTo, não disse que haverá novo modelo, só disse que continuarão a actualizá-lo, o que poderá simplesmente significar que vão continuar a espremer o modelo actual o máximo possível.
 
O que vejo é que, ainda há muita incerteza.
O aparecimento de um rival para o série 5 e companhia parece que ainda é uma incógnita.
O sucessor do Giulietta, ainda não sabe que plataforma vai utilizar.
 
Apenas as citações ao Bigland

Já li o artigo todo, e as ilações que a Autocar retira do que o Bigland diz são ... uma cooooisa. Até me espanta só terem visto 9 novos modelos no futuro da Alfa.[:D]

O aspecto que captou a minha atenção foi a citação do homem sobre a discussão à volta do Giulietta.
O SM tinha referido que a Giorgio serviria de base a todos os próximos Alfas deste plano inicial. O Bigland já coloca em causa essa "certeza".

Do meu ponto de vista não faz sentido nenhum seguir a via FWD (ou melhor, não derivar a coisa da Giorgio), pois, de momento, a CUSW, apesar de capaz, é uma base "imprópria". Teria de ser novamente alterada. Os carros que dela derivam têm packaging comprometido e sofrem de excesso de peso.
A não ser que nos bastidores estejam já com as mãos na massa na criação de uma nova plataforma para estes modelos médios, de segmento C-D, que poderia ser partilhada com o lado americano da FCA.

E considerando que o carro só deve ser apresentado lá para 2019-2020, já terá de levar com os testes de homologação WLTP, os RDE, e em 2021 tem de contribuir para a causa das 95g de CO2/km.
O que significará, provavelmente, uma versão hibrida ou 100% elétrica para ajudar nas contas. Qual será o custo de adaptação da CUSW para essa tarefa?
Sabe-se que a Giorgio já foi projectada tendo em conta esse cenário mais "electrificante".

E apesar das limitações de packaging inerentes à arquitectura motor longitudinal + RWD quando aplicados a carros mais compactos (veja-se o série 1), parece-me que seja, para já, e com o que sabemos, a melhor solução para o sucessor do Giulietta. Até por uma questão de partilha de componentes e módulos e mecânicas e tudo o mais.

A primeira citação do homem também me deixa algo receoso do que poderá vir dali.
O homem é um comercial. Existem objectivos de vendas e, segundo coisas que têm vindo cá para fora, ele fará de tudo para os cumprir, nem que seja pressionar ao ponto de ruptura a restante rede, e até aldrabar um bocadinho os números só para manter e orgulhosamente publicitar uma ininterrupta subida de vendas durante 5 anos.[:D]
E ele diz que quer lutar taco a taco com os alemães?
Hum....

Não é, para mim, uma visão desejável ver a Alfa Romeo transformada em mais uma Audi, BMW ou Mercedes, apesar dessa colagem parecer ser o que está realmente a acontecer.
Mas como ele diz e com razão, não vai ser algo feito em 2 anos, e provavelmente nem em 20. Espero pelo menos que o bom senso impere.

E claro, como o artigo diz, aguardo ansiosamente pela Giulia SW no salão de Genebra do próximo ano.

Será que não haverá até lá mais uma reunião de accionistas com uma nova dose de powerpoints?
 
Bateria tem menos de um ano e é das fortes. Alem que no ultimo mes levou a placa de fusiveis que esta ligada ao positivo, porque estava estragada e nao deixava a bateria receber energia do alternador.

ate agora pega bem e rapido
 
Voltar
Superior