Alfa Romeo

Não gera as margens nem os volumes necessários.
Euroland - o mercado dos descontos. Excelente para esmagar margens ou qualquer hipótese de lucrar. E no segmento B, onde a concorrência é forte, uiui. Mesmo os premium, durante 2012-13 estavam a praticar descontos até 30% em mercados chave. Isso é uma grande talhada nas margens de rentabilidade.
De que adianta estar presente no segmento, quando não se faz dinheiro?
Quando o Peugeot 208 foi lançado, sairam rumores de que, para vender produto, a Peugeot estaria a lucrar apenas 80€ por carro vendido, dado as politicas agressivas de descontos que apareceram com a crise. Como é que um construtor consegue sobreviver ou ser viável, quando o seu produto mais vendido no mercado, dá-lhe tão pouco?

Diversifica o mercado, para a Peugeot Citroën é a China o maior mercado do grupo francês na actualidade. Outra hipótese é fazer upgrade de produto como é o caso DS ou de nicho de produto da Peugeot.

Nota que houve crescimento na Europa, China e retracção na América do Sul, África e Rússia para os franceses da PSA no último ano.

Ambos a Alfa Romeo tenta fazer com a actual politica definida pela FCA.

 
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El francés Robert Manzon.

"El francés Robert Manzon, el último superviviente de los pilotos que disputaron el primer Mundial de Fórmula 1, en 1950, ha muerto a los 97 años, informó su familia.

Manzon, que falleció en su domicilio de Cassis, disputó un total de 28 grandes premios entre 1950 y 1956 con dos podios como mejores resultados. Fue tercero en Bélgica en 1952 con un Gordini y en Francia en 1954 con un Ferrari.

Su mejor clasificación final fue el sexto puesto en el campeonato de 1952.

El primer Mundial de F1 se disputó en 1950 y estuvo compuesto por siete carreras. El título fue para el italiano Giuseppe Farina, al volante de un Alfa Romeo y por delante del argentino Juan Manuel Fangio. Manzon fue decimocuarto."Em Muere el último de los pilotos que disputó el primer Mundial | Fórmula 1 | AS.com

Uma época diferente para a F1.
 
O que aconteceu com o Mito, mais não é, do que um exemplo à escala do que aconteceu à marca nos últimos 10 anos, lançou-se um modelo, foi bem recebido pelo mercado, depois morreu, a inexistência de mais variantes, principalmente o 5 portas, condenou o Mito, algo semelhante ao não aparecimento da carrinha Giulietta.

Ate admito que nesta base se abdique do segmento, mas quando vemos as vacas sagradas alemas a investirem nele e a pedirem valores absurdos por esses exemplares, só posso creer que futuramente lá se farão representar novamente.
 
Nem coloco a questão da tradicional vestalidade das 5 portas no MiTo Mrodrigues, foi de facto o abandonar literalmente o carro á concorrência directa à época (DS3/Mini e 500), o A1 e Adam são projectos que surgem posteriormente.

A existência de n variável 500 dava ao MiTo espaço para reforçar presença desportiva como o DS3 faz (e bem).
 
"(...)Alfa Romeo wants to reach 400,000 annual sales globally with the redesigned lineup by 2018. The two-seat 4C and 4C Spider are expected to account for only about 3,000 sales per year worldwide.

About 150,000 of the 400,000 annual global sales goal for Alfa Romeo are expected to come from North American consumers, said Reid Bigland, Alfa Romeo's brand head in North America.(...)"

Para haver um intervalo de comparação actual de número de venda da Alfa Romeo esta teve um número absoluto de carro vendido na ordem de 57009 unidades (decréscimo de 8.6% em relação a ano anterior) a nível global dentro da FCA.

Terá que haver uma multiplicação de venda na ordem de 7x para atingir as ditas 400,000 unidades previstas no fim do próximo triénio (2015-2018), é a escala industrial para a marca de Milão.
:eek:
 
O segmento familiar a apresentar no inicio do segundo semestre no EUA tem que criar preferência imediata maior no público norte-americano, é o denominador comum da operação da FCA para a Alfa Romeo.

Publicidade agressiva, esmagar preço final no arranque de campanha para criar dinâmica comercial, uma execelente rede de apoio comercial, atenção pós venda ao consumidor, presença em evento local, literalmente estoirar US$ de modo a ser comum a referência à marca no público.

O restante apresentado por maior valor de retorno dado à marca é secundário (não há volume de produção industrial suficiente para manter operação em diversa variável em concreto para a marca no universo FCA), vendo número fico com esta ideia há muito.

Na Europa a janela de oportunidade via concorrência franco-alemã é curta, na RPC não há no imediato representação comercial, a América do Norte (EUA e Canadá), é a oportunidade do século para a marca.

E há que ter atenção à própria concorrência interna dada pela Chrysler (200), aí.


É literalmente exportar e fazer recolação estratégica à marca na industria automóvel, [;)]
 
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