Alfa Romeo Giulia 2015




Classement final

1re : Peugeot 508

2e : Alfa Romeo Giulia

Récapitulatif des classements par thème
[TABLE="class: articleTable"]
[TR]
[TD][/TD]
[TD]Pratique[/TD]
[TD]Equipement[/TD]
[TD]Budget[/TD]
[TD]Conduite[/TD]
[TD]Nombre de points[/TD]
[TD]Classement général[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]Peugeot 508[/TD]
[TD]1re[/TD]
[TD]1re[/TD]
[TD]1re[/TD]
[TD]2e[/TD]
[TD]105[/TD]
[TD]1re[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]Alfa Romeo Giulia[/TD]
[TD]2e[/TD]
[TD]2e[/TD]
[TD]2e[/TD]
[TD]1ère[/TD]
[TD]75[/TD]
[TD]2e[/TD]
[/TR]
[/TABLE]

Barème de points :
Victoire : 30 points
Deuxième place : 15 points

S0-comparatif-video-peugeot-508-vs-alfa-romeo-giulia-les-berlines-se-rebiffent-575765.jpg


S0-comparatif-video-peugeot-508-vs-alfa-romeo-giulia-les-berlines-se-rebiffent-575768.jpg


S0-comparatif-video-peugeot-508-vs-alfa-romeo-giulia-les-berlines-se-rebiffent-575758.jpg


S0-comparatif-video-peugeot-508-vs-alfa-romeo-giulia-les-berlines-se-rebiffent-575782.jpg
 
A distância wheel to dash do 508 e o seu overhang frontal destroem completamente o perfil do carro; O Alfa, neste aspecto, roça a perfeição!
Algo para o Crash comentar...

Tem a ver com um ser RWD e outro ser FWD.
Quando os Alfas eram FWD também tinham o eixo anterior mais recuado.
Agora está ao estilo dos BMW e Mercedes, com o eixo mais avançado.
 
A distância wheel to dash do 508 e o seu overhang frontal destroem completamente o perfil do carro; O Alfa, neste aspecto, roça a perfeição!

Algo para o Crash comentar...

Presente. Mas o Nuno156 respondeu abaixo.[:cool:]

Tem a ver com um ser RWD e outro ser FWD.
Quando os Alfas eram FWD também tinham o eixo anterior mais recuado.
Agora está ao estilo dos BMW e Mercedes, com o eixo mais avançado.

Elaborando um pouco mais, o facto de ser um tudo à frente não implica automaticamente piores proporções. Dentro da Alfa, relembro o 156, que continua a ser exemplar nesse aspecto. Ok, foi desenhado numa altura em que a preocupação com os peões era bem menor.
Mas continua a não ser desculpa nos dias de hoje, porque apesar de todos os requisitos é possível desenhar FWD com boas proporções.
Basta ver os Volvo S60 e S90, referenciais, mesmo quando comparados com os RWD. Actualmente, não existe no mercado sedans com tão boas proporções, independentemente da arquitectura.
Deveríamos todos dar um aperto de mão ao tipo que ordenou que a plataforma SPA tivesse um pilar A tão recuado, permitindo uma excepcional dash-to-axle, capaz de rivalizar com os melhores RWD.[:D]

Já tive oportunidade de conviver com o Peugeot 508 e confesso que ao vivo as impressões não foram as mais positivas. Temos melhor noção das proporções, e apesar dos "dentes de sabre" ajudarem a cortar a percepção do longo vão dianteiro, não é suficiente.
São 94 cm, o que é muito (-6 cm que o anterior, mas mesmo assim…). O S60 tem 84 cm, o Giulia 79.

Mas o meu "problema" é mesmo com o desenho da frente. Os "dentes de sabre" parecem ser sempre um elemento estranho no conjunto e os faróis parecem forçosamente agressivos, mas simultaneamente simplistas.
E os "dentes de sabre" ao cortarem o natural fluir de superfícies e linhas, faz com que a secção central colorida do pára-choques entre a grelha inferior e superior pareça não pertencer ao conjunto.
Ao estar visualmente separado do resto, torna-se evidente a sua complexa e não muito atractiva forma, algo maçuda. Estética do plástico no seu pior.

O meu "problema" com o Giulia é do sempre: tensão superficial. Após estes anos todos e exposição visual recorrente ao carro, continua a tender para o balofo. É como se fosse a tentativa dos alemães em desenhar um carro com estilo italiano. Nip and tuck é o que o Giulia precisava.

Segundo eles não é um problema mas sim anos e anos de estudo sobre ergonomia

Já tive oportunidade de lidar com o i-cockpit em diversos modelos, e apesar da apresentação ser excelente, e o desenho ser sofisticado, ergonomia é palavra de pouco significado neste interior.
Não é fácil "navegar" nos interiores Peugeot, sobretudo os mais recentes, que trazem mais "brinquedos".
Exige sempre um período de adaptação algo longo. E a concentração de todas as funcionalidades no ecrã é um erro.
Não são os únicos, já que esta obsessão com ecrãs, e a aparente falta de interface designers na concepção dos sistemas de infotainment, está a tornar a utilização dos carros num pesadelo.

Nem 8 nem 80. Excesso de botões é mau, e até acrescentaria ao excesso os tipos de botões usados, como é feito o agrupamento das funções, etc… , mas colocar tudo num ecrã táctil que nos rouba precisamente do sentido do tacto, obrigando ao uso quase exclusivo da visão para operar o que quer que seja no interior é simplesmente parvo.
Mesmo as teclas de atalho dos Peugeot precisavam de um redesign, para pelo menos, numa fase inicial, não ter de perder muito tempo a tentar ver e decifrar os ícones, para saber onde carregar.
E comandos no volante… Porque é que é tão difícil criar comandos intuitivos de modo a que não tenha de olhar para o raio dos botões para saber onde estou a carregar?

A usabilidade dos interiores tem evoluído inversamente à sua aparência. Tenebroso.

E "prontos". Já deitei tudo cá para fora…[:D]
 
Voltar
Superior