Parece-me que tens 2 questões, sendo uma de substância (valor dos serviços) e outra de forma (incorrerem em despesas para além da provisão inicial sem a tua autorização prévia).
Nesta fase acho que deves responder por escrito à factura que te enviaram, expondo a tua posição e, se assim entenderes, devolveres a factura que recebeste. Assim evitas o vencimento da factura e o início da contagem de juros.
Nesta matéria, como em qualquer outro serviço, não há especialistas. É tudo uma questão de se clarificar o que foi combinado, quer quanto à substância, quer quanto à forma.
Por defeito, diria que cabe sempre ao prestador de serviço clarificar as condições específicas da prestação do mesmo.
Dás-lhe nota das conversas ou combinações que houve e abre o diálogo.
Caso não haja qualquer entendimento, informa-te junto da Ordem dos Advogados quanto aos chamados “laudos” para aferição do valor total.
LATMGB Muito obrigado pela tua intervenção no tópico.
Exato a minha questão prende-se sobretudo pela forma, não discuto se são valores justos ou não. Apenas discuto o meu não consentimento em valores para além da provisão inicial, não assinei NADA, rigorosamente NADA.
Tenho também TODOS os emails guardados, pois a comunicação foi essencialmente por e-mail.
A factura que recebi tem a data de 29/11/2013, e recebi-a ontem a 11/12/2013, nem veio em correio registado nem nada do género, uma simples carta ao domicilio. Devo depreender que já perdi 15 dias?
Vou agora tentar marcar com advogado na Junta de Freguesia, ainda não abri diálogo com eles, quero primeiro perceber se é legal cobrarem algo com um valor tão elevado sem darem a conhecer ao cliente antecipadamente, isso sim está a fazer-me confusão. Espero que a lei considere esse tipo de situações.