Antes de mais, diga-se que este caso resultou na morte do condutor, um jovem de 26 anos que regressava a casa de uma festa cerca das 7h00, na via rápida Taveiro-Coimbra.
Neste forum, em que abundam os jovens e os adeptos das qualidades dinâmicas dos carros, não é demais pedir que meditem um pouco nisto - e procurem ter o máximo de cuidado.
Deixada a mensagem, gostava que me ajudassem a perceber como pode acontecer o que está à vista: pilares dianteiros partidos e tejadilho quase arrancado. No jornal falam em despiste (desatenção? Sonolência?), com marcas de derrapagem que sugerem velocidade elevada, e vários capotamentos. A estrada nesta zona é de dupla faixa e ladeada por rails (e blocos de betão).
O carro pelos vistos é um corsa comercial. Haverá aqui alguma fragilidade estrutural? Como é que um capotamento leva a que o tejadilho quase seja arrancado?

Neste forum, em que abundam os jovens e os adeptos das qualidades dinâmicas dos carros, não é demais pedir que meditem um pouco nisto - e procurem ter o máximo de cuidado.
Deixada a mensagem, gostava que me ajudassem a perceber como pode acontecer o que está à vista: pilares dianteiros partidos e tejadilho quase arrancado. No jornal falam em despiste (desatenção? Sonolência?), com marcas de derrapagem que sugerem velocidade elevada, e vários capotamentos. A estrada nesta zona é de dupla faixa e ladeada por rails (e blocos de betão).
O carro pelos vistos é um corsa comercial. Haverá aqui alguma fragilidade estrutural? Como é que um capotamento leva a que o tejadilho quase seja arrancado?
