2011 Jeep Wrangler

Então mantém-te longe de Penafiel ... é que depois de lá entrares ... só sais de lá com menos uns milhares na carteira [:D] Tal a quantidade de carros em stock , já preparados , material After Market ... aquilo é um mundo dos Wrangler's

Sou apaixonado pelas versões de 4 portas ... alias cada vez gosto mais dos Y61 de 4 portas , BJ's de 4 Portas , Defender's 110 ...

Problema é encontrar uma boa base ...

Por acaso no me calha em caminho.[:D] Também sou adepto dos longos menos no caso do Mercedes G.
Ainda ontem passei por 2 Espanhóis 1 com um GR Y61 longo e outro com um HD80 24V artilhados até aos dentes e são a base ideal para se viajar dentro e fora de estrada já para não falar que são muito mais confortáveis e equilibrados no TT que as versões curtas.
 
Jeep Wrangler Sundancer concept - Salão de Pequim

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Com este "caixote" já ficava contente[br:)]
 
Jeep Wrangler Willys Edition - Teste

​Se tem pressa...

São não mais do que vinte unidades de um esclusivo Jeep Wrangler que evoca os primórdios do todo-o-terreno e do seu próprio construtor, através de uma homenagem ao inesquecível e quase septuagenário Willys


Ficha Técnica

Marca:
Jeep
Modelo:
Wrangler
Versão:
2P Willys Edition
Ano De Lançamento:
2014
Segmento:
Todo-o-terreno
Número De Portas:
2
Tracção:
Integral
Motor:
2.8 Diesel
Potência máxima (cv/rpm): 200/3600
Velocidade máxima (km/h): 172
0-100 km/h (s): 11,1
Consumos Extra-urbano/combinado/urbano (l/100km):6,5/7,1/8,3
Emissões de CO2 (g/km): 187
PVP/preço da unidade testada (€): 36 600

Willys, Jeep e veículos de todo-o-terreno. As respectivas histórias confundem-se, e muitas histórias haveria para contar sobre cada qual. Contudo, para o efeito, cinjamo-nos ao essencial – porventura o mais famoso 4×4 de sempre, o pioneiro de um segmento hoje incontornável em qualquer ponto do globo, o Willys é um herói de guerra que se transformou em veículo civil, tendo chegado ao mercado em 1945, após o final da II Grande Guerra.Em jeito de homenagem a este percursor, prestes a cumprir 70 anos, a Jeep decidiu, então, criar uma edição especial do actual Wangler, apelidada, justamente, de Willys Edition. Em Portugal, conta com algumas particularidades: apenas 20 unidades estão disponíveis para o nosso mercado; entre nós, o veículo é proposto somente com carroçaria de duas portas e dois lugares, caixa manual de seis velocidades, motor turbodiesel 2.8 CRD e um pacote de equipamento exclusivo, que evoca as origens da marca.

O convívio com este Wrangler muito especial foi para mim uma espécie de regresso às origens, uma experiência fascinante. Porque este Jeep é diferente de quase tudo o que existe no mercado, e sobretudo daquilo que o nosso mercado mais procura, seja para o bem, seja para o mal. Mas encerra em si um espírito verdadeiramente aventureiro cada vez mais distante deste sector.

A evocação do “pai” do conceito de veículo de todo-o-terreno nesta série especial do Wrangler está bem patente na incrição colocada no capot


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A nostalgia começou logo num primeiro olhar. A par das formas bastante convencionais e típicas do Wrangler, este Willys Edition completa-se com alguns elementos que só servem para as enaltecer. Seja a cor exclusiva Anvil; sejam os estribos laterais; seja a inscrição Willys colocada nas laterais do capot (que continuam a contar com aqueles deliciosos fechos em borracha…); seja a antena do rádio montada na vertical junto à porta dianteira; seja o sobressalente de dimensões normais “pendurado” no portão traseiro; seja, até, as modernas jantes de liga de 17” de bonito desenho e cor graffiti.

Tendo por base a versão pick-up, este Wrangler conta, pois, com capota de lona preta e hardtop na mesma cor. Hardtop que lhe confere maior versatilidade, mas cuja remoção apenas por uma pessoa não se recomenda de todo – além de trabalhosa, o peso deste elemento não é, propriamente, diminuto. Já a sua colocação é praticamente impossível de efectuar a solo…

A bagageira é, claro, bastante volumosa, já que não existem lugares traseiros, e a única limitação do seu acesso reside no facto da porta abrir na lateral e o respectivo óculo na vertical, o que obriga a que haja algum espaço atrás do veículo para se lhe poder aceder.

Quanto ao interior, poucas novidades. Um toque de modernidade é dado pelos airbags laterais; os materiais são o que se conhece do modelo – não propriamente uma referência, apostam mais na robustez e na longevidade do que no agrado ao toque; a habitabilidade é razoável e o posto de condução peca apenas pelos encostos de cabeça não reguláveis em inclinação, e demasiado inclinados para a frente. Deliciado fico, de novo, com alguns pormenores singelos: as portas travadas por fitas de lona (cuidado ao abrir, pois, não tendo um travamento progressivo, facilmente embatem em veículos estacionados demasiado próximo); a barra colocada junto ao porta-luvas, frente ao lugar do passageiro, com a inscrição “Jeep Since 1941”; as saídas de ventilação também elas em tom graffiti. O painel do rádio e do computador de bordo em verde? Uma solução porventura antiquada, decididamente americana, seguramente simplista, mas sem dúvida irrepreensível em termos de legibilidade. Do equipamento de série fazem ainda parte o espelho retrovisor electrocromático e os tapetes Mopar de padrão exclusivo.

Por se tratar de uma versão de apenas dois lugares, a bagageira oferece uma generosa capacidade


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Mas é a experiência de condução o que mais emociona no Wrangler, pelo que a distancia do quotidiano de quem tem por tarefa conduzir e analisar as mais recentes novidades do mercado. Porque este é um automóvel viril, e que, como tal, exige virilidade, empenho, decisão (e algum espírito…) em quase todas as situações. Logo nos primeiros quilómetros, sobressaem a direcção de resposta lenta, bastante vaga e muito desmultiplicada – características a que não será alheia a adopção de um arcaico mas robusto sistema de assistência por recirculação de esferas. A caixa, por seu turno, não é exemplo precisão, muito menos de rapidez, e exige convicção nas trocas de mudança – ao mesmo tempo transmitindo a sensação de ser capaz de resistir aos maiores maus tratos! E até a embraiagem exige uma força superior ao normal à perna esquerda para ser devidamente accionada.

Animado pelo motor 2.8 CRD de 200 cv e 410 Nm, o Wrangler é desembaraçado em quase todas as situações de utilização, embora o propulsor prefira os regimes superiores às 2000 rpm. E como a caixa tem um escalonamento que se ajusta bem às pretensões do veículo – três primeiras relações relativamente curtas, auxiliando nos arranques e na evolução no todo-o-terreno; as três restantes mais desmultiplicadas, para reduzir ruído, consumos e emissões – há que ter em conta que o recurso à dita é sempre mais frequente quando se enfrentam percursos com maiores variações de velocidade.

O potente motor turbodiesel de 2,8 litros garante prestações atractivas, mas os consumos são elevados


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As prestações são de bom nível em termos de acelerações, a velocidade máxima relativamente modesta é também fruto de um desempenho aerodinâmico naturalmente condicionado pelas linhas exteriores, ao passo que as recuperações são razoáveis nas três primeiras velocidades, menos apelativas em nas quarta e quinta relações, e quase exasperantes em sexta, fruto do seu escalonamento terrivelmente longo – única forma de homologar consumos minimamente razoáveis. Aliás, os consumos são mesmo um dos calcanhares do Wrangler, pois mesmo a velocidades estabilizadas estão longe de ser frugais, facilmente se aproximando dos 16,0 l/100 km com se dispensa todo e qualquer cuidado para com o pedal da direita. Curiosamente, porventura devido ao contributo dado pelo sistema stop/start, é em cidade que, à proporção, o consumo é mais razoável.

Felizmente que, para quem é apreciador do género, emoção é o que não falta quando se conduz o Wrangler. Em asfalto, a elevada altura do veículo, o peso generoso e as suspensões macias e de curso longa obrigam a cuidados redobrados nas transferências de massa e nas trocas de apoio sempre que se adoptam ritmos mais apressados, como o prova a constante intervenção do ESP. Típico, também, deste género de concepção é o elevado ruído que invade o habitáculo acima dos 140 km/h, seja o provindo do motor, do rolamento dos pneus ou da própria aerodinâmica: o hardtop não perdoa – como não perdoa o elevado peso do conjunto nas travagens…

Ao volante do Wrangler, fora de estrada, o divertimento está garantido. No asfalto, as dimensões e peso do conjunto, o logo curso das suspensões por eixo rígido e a direcção de resposta lenta obrigam a praticar uma condução a que a muitos já não estarão habituados


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Fora de estrada, tudo se altera. Robusto, resistente e com ângulos característicos favoráveis às incursões “”TT” (não é por acaso que ainda recorrer a suspensões por eixo rígido nas quatro rodas…), o Wrangler está sempre disposto e disponível para enfrentar qualquer percurso, por exigente que seja. E quando as coisas se complicam, lá estão as “redutoras” para ajudar a safar a situação – assim haja empenho para manipular a alavanca que permite optar entre a tracção traseira, a tracção integral e as chamadas “baixas”.

Nas subidas (ou descidas) mais íngremes dificilmente este Wrangler fará má figura, assim como nas situações que exijam maior cruzamento de eixos. Não tem é nos sobredimensionados pneus o melhor aliado em pisos muito arenosos ou lamacentos. Já em estradões de terra batida, o gozo só é limitado por um ESP que não desliga (apenas permitir inibir o funcionamento do controlo de tracção), o que não deixa de ser estranho – e pouco útil – num automóvel tão “puro”, chegando a causar embaraços quando a sua intervenção surge depois de o condutor já ter começado a corrigir a trajectória.

O Wrangler é daquele automóveis que impelem quem os conduz a deles fazer um uso já pouco vulgar nos dias que correm


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Mas nem isso chega para ensombrar todo encanto, o charme quase irresistível deste Wrangler – uma proposta à parte, que oferece emoções à antiga em estrada e fora dela, especialmente num mundo em que cada vez mais o condutor parece fazer menos parte da equação no que toca à tarefa que desempenha, tal a panóplia de auxiliares electrónicos que hoje qualquer automóvel que se pretenda moderno oferece.

Resta referir que tudo isto está disponível por €36 600, ou menos ainda para os que puderem deduzir na íntegra o IVA incluído neste valor – passando, então, o preço para €29 756,1. É que convém não esquecer que, para não custar o dobro dos valores a que é proposto, o Wrangler é homologado em Portugal como pick-up (de cabine simples na versão de dois luagres, e de cabine dhpla na versão de quatro lugares), única forma de contornar parcialmente a aberrante fiscalidade que continua a vigorar entre nós. Pelo que estas 20 unidades desta Willys Edition são uma autêntica peça de colecção – foram especificadas a pensar exclusivamente no mercado nacional, diferindo bastante daquelas que, com o mesmo nome, a Jeep comercializa nos restantes mercados por esse mundo fora…

Gostámos -Imagem, Motor potente, Desempenho fora de estrada, Exclusividade, preço interessante

A rever -ESP não desligável, Direcção "vaga"
 
Se os 16 litros forem em velocidades estabilizadas, como parecem dizer no artigo (li na diagonal), não me parecem bons consumos para um motor dito "moderno".
Na minha opinião 16 - 20 litros são aceitáveis ou até bons em off-road.

Aliás, os consumos são mesmo um dos calcanhares do Wrangler, pois mesmo a velocidades estabilizadas estão longe de ser frugais, facilmente se aproximando dos 16,0 l/100 km com se dispensa todo e qualquer cuidado para com o pedal da direita. - See more at: http://forum.autohoje.com/forum-geral/93265-2011-jeep-wrangler-5.html#sthash.h3JzhHat.dpuf

Ok, já li melhor. Se assim é de facto são óptimos consumos.
 
Última edição:
Se os 16 litros forem em velocidades estabilizadas, como parecem dizer no artigo (li na diagonal), não me parecem bons consumos para um motor dito "moderno".
Na minha opinião 16 - 20 litros são aceitáveis ou até bons em off-road.

Ok, já li melhor. Se assim é de facto são óptimos consumos.

Safaste-te a tempo [:D]
 
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